Monitoramento dos Planos

Monitoramento dos Planos de Recursos Hídricos

Acompanhamento sistemático do progresso de implementação do Plano Estadual (PERH) e dos Planos de Bacias Hidrográficas.

Plano Estadual (PERH)
55,9%
Pontuação Esperada: 49,7%
Meia Ponte
43,0%
Meta: 56,0%
Rio dos Bois
41,5%
Meta: 56,0%
Baixo Paranaíba
39,5%
Meta: 56,0%
CVSM
42,0%
Meta: 56,0%
Visão Geral da Execução

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) realizou a avaliação da implementação do Plano Estadual de Recursos Hídricos de Goiás (PERH/GO), analisando o progresso das ações planejadas no período de 2016 a 2024.

Principais Avanços
  • Fortalecimento Institucional: Consolidação da estrutura da SEMAD com 6 gerências especializadas e expansão dos CBHs de 4 para 6 colegiados.
  • Sustentabilidade Financeira: Regulamentação da Cobrança pelo Uso da Água (Decreto nº 10.280/2023) e Fundo Estadual (Decreto nº 10.591/2024).
  • Monitoramento: 100 pluviômetros instalados e 148 pontos de controle de qualidade da água.
  • Segurança de Barragens: Cadastro de ~55 mil barragens no SEISB.
Desafios Identificados
  • Aplicação Operacional: Agilização nos processos de outorga, expansão do enquadramento e fiscalização em bacias prioritárias.
  • Integração Intersetorial: Articulação forte com setores produtivos, saneamento e políticas urbanas municipais.
  • Revisão do Plano: Atualização necessária para incorporar cenários climáticos e novos dados regionais.
Diretrizes e Próximos Passos
  • Modernização da Legislação: Atualização da Lei Estadual nº 13.123/1997 com diretrizes nacionais.
  • Revisão do PERH: Início dos trabalhos para novo ciclo de planejamento.
  • Operação Plena: Instalação de novas estações fluviométricas e programas de PSA.

Elaborado pela Gerência de Planos, Enquadramento, Cobrança e Apoio aos Colegiados (GEPAC/SEMAD), este relatório pioneiro avalia os primeiros 31 meses de vigência (jan/2022 a jul/2024) dos Planos de Bacia com horizonte até 2040. A estrutura abrange 2 componentes, 6 eixos temáticos, 25 programas e 50 ações avaliadas metodologicamente em conjunto com os CBHs e a sociedade em oficinas presenciais.

Status Global das 50 Ações
  • Concluídas: 20% (11 ações)
  • Em Execução: 30% (8 no prazo / 7 em atraso)
  • Não Iniciadas: 50% (6 no prazo / 19 em atraso)

Nota Metodológica: Avaliação baseada no Manual da ANA com validação participativa junto aos 4 CBHs da bacia do Rio Paranaíba em Goiás.
Desempenho por Eixo Temático
  • Gerenciamento (GRH) [55% a 64%]: Avanços na cobrança pelo uso da água, enquadramento, cadastro de barragens (SEISB) e alocação negociada.
  • Governança (GS) [48%]: Sites oficiais dos CBHs criados e capacitação continuada de membros/gestores.
  • Planejamento (PL) [33%] e Conservação (AMB) [25%]: Desempenho intermediário.
  • Monitoramento (MON) [18%] e Estudos (EA) [17%]: Menores índices devido a alto custo, complexidade técnica e dependência da aplicação da cobrança.
Conclusões e Recomendações
  • Desbalanceamento Temporal: Concentração de metas no curto prazo (86% no 1º ciclo) pressionou a capacidade de execução inicial.
  • Sustentabilidade Financeira: A arrecadação da cobrança pelo uso da água será importante para viabilizar os eixos de MON, EA e AMB.
  • Gestão Adaptativa: Subsídio direto para a revisão do PERH-GO e do PIRH Paranaíba, permitindo maior sinergia com planos das bacias afluentes.

Governo na palma da mão