Hospital Estadual de Jataí amplia atendimentos e passa a realizar cirurgias pediátricas eletivas
Atualmente, o HEJ é o único hospital da região Sudoeste de Goiás habilitado para realização dos procedimentos

O Hospital Estadual de Jataí Dr. Serafim de Carvalho (HEJ) ampliou os serviços de saúde oferecidos à população e passou a realizar cirurgias eletivas de pequeno porte em crianças de até 12 anos. As consultas tiveram início em abril, enquanto os primeiros procedimentos cirúrgicos foram realizados entre os meses de maio e junho. Ao todo, sete cirurgias já foram realizadas.
Entre as novas cirurgias ofertadas pela unidade estão procedimentos para hérnia, fimose, criptorquidia, polidactilia, freio lingual e hipospádia. Os atendimentos são realizados conforme a demanda regulada.
O HEJ é atualmente o único hospital da região Sudoeste de Goiás habilitado para realizar esse tipo de procedimento pediátrico, ampliando o acesso da população infantil a tratamentos especializados sem a necessidade de deslocamento para outras cidades.
Thiago Barbosa Ferreira, pai de Brian Ferreira Miranda, de 6 anos, celebrou a realização da cirurgia de hérnia pediátrica no Hospital Estadual de Jataí Dr. Serafim de Carvalho (HEJ). Segundo ele, a oferta de cirurgias infantis em Jataí representa um avanço importante para a população do Sudoeste de Goiás, já que antes muitas famílias precisavam buscar atendimento especializado em outras cidades. “Desde a consulta inicial até a internação e a cirurgia, todo o processo foi relativamente rápido, com duração de cerca de dois meses. Felizmente, meu filho pôde ser beneficiado por esse novo serviço”, ressaltou.
A cirurgiã pediátrica responsável pelos atendimentos, Mallu Emirich Leão, destacou a alta procura pelos serviços e a importância da iniciativa para a saúde das crianças. “A demanda é alta, pois muitos hospitais não realizam mais cirurgias em crianças. Isso fará muita diferença para elas. Certamente, melhorará a qualidade de vida das crianças e também das famílias, diminuindo a necessidade de idas ao pronto-socorro e os riscos de complicações”, afirmou.
Texto e Foto: Suzana Meira/ Agir


