Última Atualização em 25 de Maio de 2026

"Ética, transparência e responsabilidade são pilares fundamentais para fortalecer a confiança da sociedade na administração pública."
Renata Lacerda Noleto
Secretária da Economia

O Governo do Estado de Goiás instituiu o Programa de Compliance Público (PCP), por meio do Decreto nº 9.406, em 18 de fevereiro de 2019, com o objetivo de fomentar padrões éticos, promover a transparência, implementar a cultura de gerenciamento de riscos e aprimorar a eficiência e integridade na Administração Pública.

O programa contempla quatro eixos:

Ética
Transparência
Responsabilização
Gestão de Riscos

No âmbito da Secretaria de Estado da Economia foi incorporada as diretrizes do PCP, desde março de 2019, implementando ações alinhadas aos seus eixos prioritários, especialmente no que tange à gestão de riscos, contribuindo para uma governança pública eficiente e transparente.

A Gestão de Riscos é utilizada como instrumento estratégico de governança e de aprimoramento da gestão pública, em conformidade com o Programa de Compliance

Público da Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE/GO) e com as diretrizes da Norma ISO 31000:2018.

ESTRUTURA DO PROGRAMA DE COMPLIANCE PÚBLICO NA SECRETARIA:

Comitê Setorial de Compliance Público: colegiado estratégico de caráter deliberativo e permanente, responsável pela supervisão e implementação do Programa de Compliance Público (PCP) e pelo cumprimento da Política de Gestão de Riscos em toda a Secretaria.

Dentre suas funções destaca-se definir o escopo da gestão de riscos de acordo com sua estrutura administrativa, assim como os processos e projetos mapeados, garantindo eficácia e o cumprimento dos objetivos estratégicos, contribuindo na tomada de decisões.

 

Membro TitularCargoSuplentesCargo
Renata Lacerda NoletoSecretáriaAlyne Antevelli OsajimaSecretária-Adjunta
Alyne Antevelli OsajimaSecretária-AdjuntaWayser Luiz PereiraSubsecretário da Receita Estadual
Rafael Monferrari Martins Chefe de gabineteDésirée Gabriela ThonSuperintendente de Gestão Integrada 
Fabrício Oliveira Arruda Chefe da Comunicação SetorialRafael Monferrari Martins
 Chefe de gabinete
Wayser Luiz PereiraSubsecretário da Receita EstadualDeibe Paiva LimaSuperintendente de Informações Fiscais
Wederson Xavier de OliveiraSubsecretário do Tesouro EstadualDiego Cota Pacheco Assessor Especial de Monitoramento Fiscal e Planejamento Financeiro
Juarez Reis Rosa de SouzaSuperintendente de Monitoramento de da Execução OrçamentáriaKellen Kris Bueno Cardoso Superintendente de Planejamento e Desenvolvimento
Désirée Gabriela ThonSuperintendente de Gestão IntegradaKaryna Carvalho de Farias Gerente de Planejamento Institucional
Bruno Póvoa LealSuperintendente de Tecnologia da Informação José Roberto Jardim Júnior Gerente de Serviços

ESCRITÓRIO DE COMPLIANCE DO COMITÊ SETORIAL DE COMPLIANCE

Escritório de Compliance: unidade responsável por orientar, acompanhar e monitorar a implementação e operacionalização das ações relacionadas aos quatro eixos do Programa de Compliance Público (PCP), prestar apoio técnico ao Comitê Setorial e manter a interlocução direta com a Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE/GO).

Proprietários de Riscos: “são as pessoas responsáveis pelos processos de trabalho, projetos, atividades e ações desenvolvidos no gerenciamento dos riscos”, integrantes da estrutura básica e complementar da Secretaria. Cabe a eles identificar, avaliar, monitorar e tratar os riscos em suas áreas de atuação, assegurando que se mantenham dentro dos níveis aceitáveis estabelecidos pelo Comitê Setorial de Compliance Público.

MEMBROS DO ESCRITÓRIO DE COMPLIANCE:

  • Jacqueline Pereira Bueno – Coordenadora 
  • Dayane Matias da Silva Carvalho – Coordenadora substituta
  • Denis Marlon de Souza Silva – Responsável pelo Eixo II – Transparência
  • Kamilla Ferreira Lemos – Responsável pelo  Eixo I – Ética
  • Lívia Lima de Assunção – Eixos: I – Ética /II- Transparência /III – Responsabilização e IV – Gestão de Riscos
  • Graziella Rodrigues Dias – Responsável pelo eixo III-Responsabilização
  • Wislei Augusto de Oliveira – Responsável pelo Eixo II – Transparência

ÉTICA, RESPONSABILIZAÇÃO E  TRANSPARÊNCIA

Desde 2019, o Governo de Goiás definiu como o Eixo I do Programa a estruturação das regras e dos instrumentos referentes aos padrões de ética e conduta do serviço público, regulamentado pelo Código de Ética e Conduta Profissional do Servidor e da Alta Administração do Poder Executivo do Estado de Goiás, por meio do Decreto nº 9.837/2021, publicado em março de 2021, com o objetivo de consolidar os valores, princípios e padrões de comportamento que devem nortear a atuação dos agentes públicos estaduais.

O documento busca fortalecer a integridade institucional, a transparência, a legalidade e a confiança da sociedade na gestão pública, promovendo a conduta ética como elemento essencial da boa governança.

O Código estabelece diretrizes éticas aplicáveis a todos os servidores, empregados públicos, ocupantes de cargos comissionados, estagiários e prestadores de serviço, bem como aos integrantes da alta administração, que compreendem secretários de Estado, dirigentes de autarquias e fundações e ocupantes de funções diretamente vinculadas ao Governador e Vice-Governador.

No tocante do Eixo II relativo a Transparência, o objetivo do Governo Estadual é proporcional que a transparência seja utilizada no exercício do controle social e na garantia da melhoria dos serviços prestados à sociedade, sendo um dos pilares de um governo aberto, que atual de forma proativa na divulgação de informações de interesse público. Ressalta-se que é um direito fundamental do cidadão, previsto na Constituição Federal e regulado pela Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 18.025/2013. Em Goiás, esse princípio foi regulamentado pela Lei nº 18.025/2013 e pelo Decreto nº 10.306/2023.

O Eixo III se refere a Responsabilização, tem como objetivando o aprimoramento da atividade correcional, promovendo ações de prevenção de ilícitos e o fortalecimento de resolução consensual de conflitos e correição.

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GESTÃO DE RISCOS

O Eixo IV do PCP trata da Gestão de Riscos, que é utilizada como instrumento estratégico de governança e de aprimoramento da gestão pública, em conformidade com o Programa de Compliance Público da Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE/GO) e com as diretrizes da Norma ISO 31000:2018.

A Secretaria de Estado da Economia instituiu a Política de Gestão de Riscos, com o objetivo de estabelecer princípios, diretrizes, responsabilidades e um processo integrado de gestão de riscos em todos os processos organizacionais. Essa política visa assegurar a análise sistemática dos riscos que possam impactar a tomada de decisões, em conformidade com as boas práticas de governança pública.

A Política de Gestão de Riscos está alinhada ao Planejamento Estratégico da Secretaria e aos objetivos institucionais, promovendo a preservação dos valores fundamentais da organização e respeitando a Cadeia de Valor definida.

A Gestão de Riscos na Secretaria deve promover:

  • A identificação de eventos que possam comprometer os objetivos institucionais;
  • O alinhamento do apetite ao risco às estratégias institucionais;
  • O fortalecimento das decisões em resposta aos riscos;
  • O aprimoramento dos controles internos administrativos;
  • A integração da gestão de riscos aos objetivos e processos da Secretaria;
  • A tomada de decisões baseada na análise e monitoramento de riscos.

APETITE A RISCO E TOLERÂNCIA AO RISCO

A organização deve definir qual é o seu apetite a risco, que corresponde à “quantidade e tipo de riscos que a organização está disposta a aceitar na busca para atingir seus objetivos estratégicos e operacionais” e a tolerância ao risco, que é a “disposição da organização em suportar o risco após a implantação do tratamento, ou seja, ao decidir tolerar o risco residual sem a implantação de novos controles”.

O Comitê Setorial de Compliance Público também é responsável por estabelecer, comunicar, monitorar e revisar anualmente o apetite a risco da Secretaria, por meio do documento “Escopo, Contexto e Critérios”. Este instrumento define o nível de exposição ao risco aceitável pela organização e orienta sua aplicação nos processos decisórios e operacionais.

No âmbito da Secretaria de Estado da Economia, o nível de apetite a risco é classificado como “BAIXO”, refletindo a postura institucional de cautela, foco na integridade, prevenção de falhas e fortalecimento dos controles internos. Os riscos classificados nos níveis médio, alto e extremo devem ser objeto de tratamento eficaz, visando a melhoria dos controles existentes ou na implantação de novos controles. Essa diretriz visa assegurar uma gestão pública responsável, que prioriza a continuidade dos serviços, o uso eficiente dos recursos e a entrega de valor à sociedade.

A seguir, apresenta-se a tabela de Apetite a Risco adotada pela Secretaria:

Governo na palma da mão