Treinamento reforça práticas de identificação segura na Policlínica de Quirinópolis

Capacitação destacou práticas essenciais para prevenir erros assistenciais e fortalecer qualidade do cuidado ofertado aos usuários

Treinamento reuniu colaboradores da Policlínica Estadual de Quirinópolis

A segurança do paciente começa antes mesmo da realização de qualquer procedimento. Com esse foco, a Policlínica Estadual de Quirinópolis promoveu um treinamento voltado à identificação correta do paciente, reunindo colaboradores da unidade em uma ação educativa destinada a fortalecer protocolos assistenciais e prevenir eventos adversos.

A capacitação foi conduzida pela supervisora do Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde e integrante do Núcleo de Segurança do Paciente, Maria Heloisa, que destacou a identificação como etapa fundamental para garantir um atendimento seguro e de qualidade.

Segundo ela, falhas nesse processo podem gerar consequências graves durante a assistência. “A identificação correta do paciente é o alicerce de qualquer assistência segura. Erros que parecem simples podem comprometer desde a administração de medicamentos até a realização de procedimentos, colocando em risco a segurança do cuidado”, explicou.

Durante o treinamento, foram abordados os protocolos institucionais adotados pela unidade, o uso adequado de identificadores, como pulseiras, etiquetas e prontuários, e a importância da confirmação ativa dos dados do paciente em todas as etapas do atendimento. A proposta foi reforçar que a identificação não deve ser vista como uma tarefa burocrática, mas como uma barreira essencial de segurança.

Maria Heloisa ressaltou ainda que a participação dos profissionais é determinante para consolidar uma cultura assistencial mais segura. “Nosso objetivo é garantir que cada colaborador esteja preparado para assegurar que o paciente certo receba o cuidado certo, no momento certo. A segurança do paciente é uma responsabilidade compartilhada e depende da atenção constante de todos”, afirmou.

Também foi reforçada a importância da utilização de pelo menos dois identificadores do paciente, como nome completo e data de nascimento, além da orientação para não utilizar o número do leito como referência de identificação, prática que contribui para reduzir riscos em procedimentos, exames e administração de medicamentos.

Ao final do encontro, os participantes renovaram o compromisso com as boas práticas assistenciais, reconhecendo que a atenção aos detalhes é um dos principais fatores para a prevenção de falhas e a promoção de uma assistência segura e humanizada.

Hélmiton Prateado / IPGSE 

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