Pronto-socorro do Hetrin ultrapassa 70 mil atendimentos em 2025

Desse total, mais de 30 mil pacientes eram casos de baixa gravidade, que poderiam ser atendidos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos municípios

O Hetrin conta com estrutura completa assegurando agilidade nos diagnósticos e cuidado integral aos pacientes em situações de urgência e emergência

Classificado como unidade de média complexidade, o Hospital Estadual de Trindade – Walda Ferreira dos Santos (Hetrin) realizou, ao longo de 2025, mais de 70 mil atendimentos em seu pronto-socorro. Desse total, mais de 30 mil pacientes foram classificados como azul e verde, de acordo com o Protocolo de Manchester, o que indica casos de baixa gravidade, sem risco imediato de vida, que poderiam ser atendidos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos municípios.

Além do primeiro atendimento, o pronto-socorro do Hetrin oferece cirurgias de emergência nas especialidades de ortopedia, bucomaxilofacial e cirurgia geral, garantindo assistência completa aos pacientes em situações mais graves. Atualmente, a unidade recebe pacientes de mais de 50 municípios goianos em casos de urgência e emergência, reforçando seu papel estratégico na rede estadual de saúde.

Um exemplo é o caso da paciente Maria José Santos, que veio de Caldas Novas após sofrer uma queda em casa. Ela deu entrada no pronto-socorro do Hetrin e realizou procedimento cirúrgico na unidade. “Além de cuidar do meu pé, que quebrou e precisou de cirurgia, eu descobri aqui no hospital um problema de pressão alta que eu não sabia. Fizeram muitos exames e cuidaram muito bem de mim. Só tenho a agradecer a toda a equipe”, relatou a paciente.

Demanda crescente
O aumento da demanda tem exigido ainda mais dos profissionais que atuam no pronto-socorro, que funciona 24 horas por dia. A equipe é formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, maqueiros, biomédicos e outros profissionais, todos empenhados em garantir um atendimento seguro e humanizado à população.

Para a diretora da unidade, Vânia Fernandes, o atendimento segue com a mesma qualidade, mesmo diante do aumento no número de pacientes e das obras em andamento no hospital. “Registramos um crescimento no número de atendimentos no pronto-socorro no último ano e seguimos em pleno funcionamento, garantindo atendimento com qualidade e precisão nos diagnósticos”, destaca a diretora.

Antes da consulta médica, todos os pacientes passam pela classificação de risco, conforme o Protocolo de Manchester, que identifica a gravidade de cada caso e define a prioridade de atendimento. Pacientes com risco de vida são atendidos imediatamente.

Débora Alves (Texto e foto/Imed)

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