Pesquisa do Crer é destaque em publicação científica internacional
Estudo sobre Kamishibai digital na UTI é publicado na revista Open Forum Infectious Diseases, vinculada à Sociedade Americana de Doenças Infecciosas

Estudo realizado por pesquisadores do Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) recebeu destaque na revista Open Forum Infectious Diseases, vinculada à Sociedade Americana de Doenças Infecciosas. O trabalho inovador aborda a implementação de uma estratégia inovadora de prevenção e controle de infecções em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) com resultados promissores na melhoria da adesão ao pacote de prevenção de pneumonia associada à ventilação.
A Open Forum Infectious Diseases ocupa a 34ª posição entre 132 revistas na área de doenças infecciosas no mundo, o que reforça a relevância do estudo para a comunidade científica internacional. Para o diretor técnico assistencial do Crer e um dos autores da pesquisa, Ciro Bruno Silveira Costa, é uma grande satisfação ver a unidade sendo reconhecida internacionalmente por meio de uma pesquisa inovadora.
“A implementação do Kamishibai digital na UTI reforça nosso compromisso com a segurança do paciente e a excelência no cuidado prestado. Essa conquista reflete o empenho da nossa equipe em buscar constantemente soluções que promovam a qualidade assistencial e sirvam de referência para outras instituições. Seguimos firmes no propósito de cuidar de vidas, com inovação e assim contribuir com o avanço da ciência na área da saúde”, explicou.
Outra autora do estudo, Tatiane Barbosa Mendes de Freitas Lemes diz que a publicação do estudo em uma revista de prestígio internacional reforça a excelência do trabalho desenvolvido no Crer. “A adaptação digital do modelo Kamishibai demonstrou ser uma estratégia eficaz na prevenção de infecções, refletindo diretamente na segurança e qualidade da assistência prestada aos nossos pacientes. Esse reconhecimento nos motiva a continuar inovando e compartilhando boas práticas que possam ser adotadas por outras instituições de saúde”, explica Tatiane.
O estudo foi conduzido ainda por Ludmila Gomes dos Santos Oliveira, Ronycley Resende Rocha, Fabianne Silveira Cardoso, Adriana Oliveira Guilarde, Lucas Candido Gonçalves Barbosa, Ariana Rocha Romão Godoi e Lísia Gomes Martins de Moura Tomich.
Clique no endereço digital para ter acesso ao artigo na íntegra: https://academic.oup.com/ofid/article/12/Supplement_1/ofae631.442/7987179?login=false
Juliana Saran (texto e foto)/Agir


