Hemu promove ações sobre Fevereiro Roxo e Laranja e roda de conversa sobre segurança
Eventos chamam atenção para as doenças de lúpus, fibromialgia, Alzheimer, leucemia e também sobre medidas de controle e prevenção de infecções no ambiente hospitalar

O Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (Hemu) promoveu dois eventos voltados para a saúde dos colaboradores e o bom funcionamento dos trabalhos hospitalares. O primeiro deles foi uma palestra educativa para conscientizar os colaboradores sobre as doenças abordadas nesse período. O evento contou com a participação da enfermeira Nara Borges, da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), que trouxe informações essenciais sobre lúpus, fibromialgia, Alzheimer e leucemia.
Nara explicou, de forma didática e acessível, o que são essas enfermidades, seus principais sintomas e formas de tratamento. No caso do Fevereiro Roxo, que visa alertar sobre lúpus, fibromialgia e Alzheimer, a profissional destacou a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
No contexto do Fevereiro Laranja, que tem como foco a leucemia, a enfermeira esclareceu os principais sinais da doença, como fadiga, palidez, infecções frequentes e hematomas inexplicáveis, ressaltando a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado, que pode envolver quimioterapia e, em alguns casos, transplante de medula óssea.
A ação, organizada pelos setores de Marketing/Eventos, Ambulatório, CIPA, Sesmt e Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE) do Hemu, proporcionou conhecimento aos colaboradores. “É importante alertar os colegas para um diagnóstico precoce, incentivando a prevenção e o tratamento adequado dessas doenças”, destacou a coordenadora do NHE, enfermeira Wanda Lopes.
Precauções e biossegurança
A outra ação, coordenada pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (Sciras) do Hemu foi uma roda de conversa com o tema Barreiras Invisíveis: Protegendo Vidas com Precaução. A ação, voltada para as equipes assistenciais, faz parte do programa de educação permanente e teve como objetivo reforçar as medidas de controle e prevenção de infecções no ambiente hospitalar.
A atividade foi conduzida pela enfermeira Lidiane Figueiredo, coordenadora do Sciras, que abordou a importância das precauções no dia a dia dos profissionais da saúde. Durante o encontro, a especialista explicou que o termo “isolamento” agora passa a ser denominado “precaução”, além de ressaltar a necessidade de adoção rigorosa dessas medidas para evitar a disseminação de microrganismos que podem ser transmitidos direta ou indiretamente.
A capacitação destacou as diferentes formas de precaução: contato, gotículas e aerossóis, enfatizando que o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a adoção de boas práticas assistenciais devem ser incorporados à rotina hospitalar.
“Biossegurança não é apenas uma norma, mas um compromisso diário de cada profissional de saúde. Nosso papel é proteger pacientes, colegas e o ambiente hospitalar. Reforçar os cuidados e o uso adequado dos EPIs é essencial para a segurança de todos”, destacou a enfermeira Lidiane.
A iniciativa reforça o engajamento do Hemu com a segurança dos pacientes e dos profissionais, investindo continuamente na qualificação das equipes e na adoção de práticas baseadas em evidências para o controle das infecções hospitalares.
Marilane Correntino (texto e foto) e Helizaneth Teixeira (foto)/Comunicação Setorial


