Semeadores da Alegria promovem acolhida e escuta ativa durante visita solidária aos pacientes do HGG

“Eu sempre senti vontade de contribuir de alguma forma, de fazer algo que realmente tocasse a vida das pessoas”, disse voluntária

Voluntários do projeto Semeadores da Alegria visitam pacientes, acompanhantes e colaboradores do HGG a cada 15 dias

Os Semeadores da Alegria garantiram a diversão dos pacientes, acompanhantes e colaboradores do Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi – HGG, na tarde do último sábado (14/06). Por meio da escuta ativa e acolhida aos enfermos, o grupo de voluntários que realiza visitas quinzenais compartilhou amor, generosidade e solidariedade, impactando positivamente o período de internação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) da unidade.

Na ocasião, o paciente José Fernandes do Couto, de 65 anos, disse que o encontro com os Semeadores alegrou o coração. Além disso, comentou que veio da cidade de Cristalina, interior do Estado, para realizar um tratamento renal. “Eu cheguei aqui muito debilitado, mas já estou voltando ao meu normal. O atendimento e a estrutura aqui são muito bons. Participei da quadrilha, me emocionei. E agora essa visita, que eu gostei demais, foi muito boa. A gente distrai. Eu sou evangélico e, para mim, não tem nada melhor do que ouvir a palavra de Deus. A palavra de Deus é doce, é a minha vida, meu coração”, acrescentou.

Para a voluntária Andréia Bandeira Nunes, de 33 anos, o tempo doado para a acolhida dos pacientes da unidade de saúde é a realização de um desejo do seu coração. “Eu sempre senti vontade de contribuir de alguma forma, de fazer algo que realmente tocasse a vida das pessoas. Comecei participando de ações voluntárias em outras instituições e aquilo me despertou algo muito forte. Foi quando conheci o Semeadores da Alegria, através de uma amiga que já participava. Estar aqui, conhecer os pacientes, ouvir suas histórias e conseguir arrancar um sorriso, mesmo que pequeno, é algo que preenche o coração. Lembro de um momento marcante, quando entramos em um quarto e o paciente disse que estava se sentindo muito sozinho. Quando começamos a conversar, ele se emocionou, e eu disse: ‘Você não está sozinho. Deus nos enviou aqui hoje pra fazer companhia e levar um pouquinho de alegria’.

Suzana Meira (texto e foto) / Idtech

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