Satisfação de usuários do Hecad é de 87% em 2024

Ao longo do ano, a Ouvidoria do Hecad registrou 1.522 acessos entre elogios, sugestões, denúncias e reclamações

Paciente e pai participam de pesquisa sobre mudanças nos fluxos de atendimento do Hecad

A média do índice de satisfação dos usuários do Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad) é de 87,05% em 2024. Segundo a supervisora de Experiência do Paciente da unidade, Camila Paiva, a satisfação dos usuários é avaliada com base na metodologia Net Promoter Score (NPS), que busca feedbacks e informações relevantes dos pacientes e acompanhantes para embasar a tomada de decisões no hospital.

“O NPS considera que acima de 76% a instituição está na zona de excelência. Ao longo de todo o ano de 2024 nós estivemos acima dessa marca, o que mostra que a assistência prestada pelo Hecad é bem avaliada de forma constante”, conta Camila Paiva. “É um resultado que nos enche de orgulho e que nos motiva a seguir trabalhando todos os dias para tornar a excelência uma realidade e encantar as pessoas que utilizam os nossos serviços, com acolhimento, empatia, qualidade e participação social”, afirmou o diretor-geral do Hecad Ronny Rezende.

A satisfação é visível no sorriso da pequena Lara Lima, que há oito meses faz tratamento no Hecad. “Todos os profissionais são muito atenciosos e estão sempre dispostos a ajudar. É um atendimento que faz a diferença”, conta a mãe da criança. Além da pesquisa NPS, o Hecad tem diversas iniciativas para ouvir os usuários. O hospital realiza mensalmente o PodFalar – Conselhinho de Pacientes, para ouvir as crianças em internação sobre os pontos fortes e oportunidades de melhoria, além de pesquisas sobre mudanças nos fluxos de atendimento da unidade e suporte de ouvidoria.

Ouvidoria
Em 2024, a Ouvidoria do Hecad registrou 1.522 acessos entre elogios, sugestões, denúncias e reclamações. “É um canal direto com o usuário onde suas demandas são acolhidas e tratadas de forma estruturada. A ouvidoria fortalece a transparência, torna o ambiente mais colaborativo, permite a identificação de riscos e oferece ao paciente/acompanhante uma oportunidade de se expressar e de ser ouvido de forma ativa e empática”, conta Camila Paiva.

Vitória Caetano (texto e foto) / Agir

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