Segundo dia do XVI Seminário de Ensino de Arte oferece oficinas práticas para professores da rede pública estadual

Formação promovida pela Seduc/GO reforça práticas pedagógicas e a troca de experiências entre docentes da rede estadual

A Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) dá continuidade ao XVI Seminário do Ensino de Arte: Desafios e Possibilidades Contemporâneas e oferta oficinas práticas para os professores nesta terça-feira, (02/06), na sede da secretaria,  em Goiânia.

A formação engloba a participação de professores do componente curricular de Arte, ampliando, ainda mais, as práticas pedagógicas para a aplicação em sala de aula, além de promover a troca de experiências.

Os participantes acompanham debates como Imagem: Especulação e Fabulação; Pensamento-Paisagem: metáforas para uma epistemologia transdisciplinar; Surrealismo: Diálogos entre textura, formas e arte; Dança e Educação Antirracista, Movimentos em Contextos Escolares; Vivências e Práticas em Música na Sala de Aula: Entre Dalcroze e Schafer; além da atividade Jogo, Corpo e Presença.

Aulas na prática

O professor de Arte, Kim Alexsander Morais, relatou sua experiência nas oficinas práticas do seminário. “Ah, eu achei maravilhoso, principalmente essa questão do uso da imaginação, de como colocar de forma prática os conhecimentos, não só com relação ao surrealismo, mas, perpassar pelas outras dinâmicas, pelos outros conteúdos, utilizando a mesma técnica. Eu vou levar com certeza esse modelo para a sala de aula, vai funcionar muito bem”, destacou Kim.

Linguagens, surrealismo e expressionismo

A palestrante e artista visual, Fernanda Porto, pontuou os assuntos abordados em uma das oficinas práticas do seminário.

“Bom, a aula é uma atividade que a gente planejou para uma sala de aula com 50 minutos de ensino regular. São atividades fáceis de fazer, que abrangem vários componentes das artes, texturas, a noção da aula de frotagem, surrealismo. E eu aproveitei para também trabalhar outras linguagens, como o abstrato e o expressionismo. Então, sim, o objetivo maior é dar o máximo possível de vivência para os professores, para que eles possam aplicar em suas salas de aula”, pontuou.

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