Batalhão Ambiental faz balanço da Operação Piracema

O Comando de Policiamento Ambiental (CPA), também conhecido como Batalhão Ambiental, apresentou na segunda-feira (29/2) o balanço da Operação Piracema 2016. Também foram apresentados equipamentos e materiais que servirão na prevenção e repressão de crimes contra o meio ambiente. Secretário do meio ambiente, Vilmar Rocha compareceu à apresentação dos resultados da operação, ao lado do secretário de segurança pública e vice-governador, José Eliton, do comandante geral da PMGO, Coronel Silvio Benedito Alves, e do comandante do CPA, Coronel Sérgio Katayama, entre outras autoridades.

Em seu relato, o subcomandante do CPA, Tenente Coronel Freitas explicou que houve aumento de 40% na apreensão de armas e de 30% na apreensão de pescados. “A Operação Piracema, que foi iniciada no dia 1º de novembro, resultou na apreensão de 131 armas de fogo; mais de 20 mil metros de rede; 800 quilos de pescado; 18 motosserras; cinco barcos e cinco canoas e 60 tarrafas. Também foram entregues mais de 270 animais ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (SETAS) ”, diz o Tenente Coronel Freitas, finalizando o balanço da Operação.

Importância

Secretário das Cidades, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Infraestrutura e Assuntos Metropolitanos, Vilmar Rocha destacou o trabalho do Batalhão Ambiental dentro da rede de proteção ambiental de Goiás. “Os policiais, muitas vezes, dão apoio às atividades dos fiscais ambientais, oferecendo segurança e a garantia de que o trabalho será feito”, frisou.

Posteriormente, foram entregues materiais e os novos equipamentos do CPA. Com os recursos do Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça, foram adquiridos uma carreta para embarcação, três geradores e quatro tendas que serão encaminhadas para a 1ª CIPM – Aruanã. Já com os recursos oriundos do convênio com o Ministério da Pesca e Agricultura foram obtidos três motores de popa que serão levados para a 4ª CIPM – Serra da Mesa. Na oportunidade, o CPA também entregou donativos que foram arrecadados em parceria com o Instituto de Estudos Socioambientais (IESA), da Universidade Federal de Goiás (UFG), e que serão doados para a comunidade Kalunga.

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