Governo de Goiás anuncia plano para ampliar setor florestal e atrair novas indústrias para Goiás

Estratégia reúne medidas para impulsionar florestas plantadas, fortalecer cadeias produtivas e abrir espaço para investimentos em papel e celulose

Plano de Desenvolvimento do Setor Florestal de Goiás prevê medidas para ampliar florestas plantadas e atrair investimentos em papel e celulose. Foto: Rafael Correia

Com foco na ampliação da base florestal e na atração de novas indústrias, especialmente nos segmentos de papel e celulose, foi anunciado pelo Governo de Goiás, nesta quinta-feira (15/1), no Palácio das Esmeraldas, o Plano de Desenvolvimento do Setor Florestal de Goiás e Suas Vantagens Competitivas. A iniciativa organiza ações do Estado para estimular novos empreendimentos e consolidar Goiás como destino atrativo para investimentos.

“Goiás tem condições de liderar uma nova fronteira florestal no Centro-Oeste, com produção sustentável, segurança jurídica e ambiente favorável para quem quer gerar emprego e renda”, afirmou o vice-governador de Goiás, Daniel Vilela. “Nosso estado reúne localização estratégica, segurança e capacidade produtiva para crescer com sustentabilidade e transformar potencial em oportunidade, com geração de emprego e renda”, completou o vice-governador.

A proposta aponta demanda crescente por produtos de base florestal, como biomassa de eucalipto, em cadeias já fortes na economia goiana, além de oportunidades ligadas ao mercado global, impulsionado pelo avanço de embalagens sustentáveis e pelo aumento do consumo de papel em países asiáticos. O plano também considera a necessidade de suprimento para a construção civil e para segmentos que utilizam energia térmica em processos industriais.

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, destacou que a divulgação das vantagens competitivas é decisiva para atrair plantas industriais. “Vamos apresentar com clareza as potencialidades de Goiás para atrair ainda mais investimentos, sobretudo, no papel e celulose”, declarou.

Entre os diferenciais citados estão a posição geográfica central, a logística com ampla malha rodoviária e conexão com ferrovias e hidrovias, além da disponibilidade de áreas de pastagens degradadas aptas à produção, com preços competitivos. O plano também reúne medidas para facilitar acesso a crédito, reduzir entraves em licenças e dar previsibilidade a empreendimentos do setor.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, a iniciativa prevê o impacto direto na economia e no bem-estar da população. “Não tenho dúvida que a cadeia produtiva do nosso estado vai trazer ainda mais desenvolvimento e qualidade de vida a todos os goianos”, disse.

À frente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, afirmou que o Estado reúne condições diferenciadas para receber novos aportes. “Goiás é um estado singular, com riquezas naturais únicas e um ambiente muito propício para ainda mais investimentos”, declarou.

Confira a apresentação do Plano de Desenvolvimento da Silvicultura clicando aqui.

Vice-Governadoria – Governo de Goiás

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