Destravar Conversas com CNV: para diálogos que transformam

Data de Inscrição: Em breve…

Data de Realização: Em breve…

Horário: Em breve…

Modalidade: Presencial na Escola de Governo

Carga horária: 12 horas

Instrutores: Juliana Caldas Chaves

Objetivos/resumo do curso:

Investigar como informações incompletas são recortadas, interpretadas e transforma-das em certezas, ampliando a capacidade de perceber filtros, reconhecer o que uma situação mobiliza e investigar antes de reagir.

Tornar visíveis os padrões coletivos que influenciam a circulação da informação, o silêncio, a discordância e a participação, estimulando equipes a criar condições mais favoráveis para que informações, dúvidas, erros, ideias e perspectivas diferentes consigam entrar na con-versa.

Ampliar a consciência e a capacidade de escolha quando a tensão aparece, reconhe-cendo sinais corporais, padrões automáticos de proteção, possibilidades de escuta, limites e pró-ximos passos viáveis sem exigir consenso ou resolução integral do conflito.

Pré-requisito: Possuir vínculo ativo com o Estado (Servidor Público ou Temporário)

Conteúdo programático:

  • Como a mente completa lacunas e transforma hipóteses em explicações.
  • Escada da Interpretação: dado, recorte, significado, emoção e certeza.
  • Percepção seletiva e filtros que influenciam o que ganha destaque e o que desaparece.
  • Autoconexão: a reação como pista para perceber o que pode estar importante para mim.
  • Da certeza à curiosidade: distinguir o que sei, o que concluí e o que ainda preciso descobrir sobre a situação e sobre o outro.
  • A equipe como sistema informal de comunicação: fluxos, pontes, concentrações, gargalos e vazios de informação.
  • A diferença entre o que é dito e aquilo que permanece fora da conversa coletiva.
  • Silêncio, participação e curiosidade: por que não falar não significa necessariamente concor-dar.
  • Como as respostas do grupo ensinam, ao longo do tempo, o que é seguro ou arriscado dizer.
  • Segurança para falar, discordância e participação sem confundir escuta com consenso.
  • Desenho de conversas e processos decisórios que comportem perspectivas diferentes com clareza sobre quem é ouvido, quem decide e como a conversa se fecha.
  • Como a tensão aparece antes da resposta e como conversas difíceis podem escalar pelo acúmulo do não dito.
  • Padrões automáticos de proteção: atacar, fugir, defender, ironizar e fechar.
  • Autoconexão sob provocação: perceber, nomear e recuperar algum espaço de escolha antes de responder.
  • Escuta em contexto de desconforto: presença sem conselho, resgate ou necessidade de con-cordar.
  • Experiência, interpretação e empatia: validar o vivido sem transformar toda leitura em verdade.
  • Discernimento entre permanecer, pausar ou interromper uma conversa e o papel dos limites.
  • Acordos possíveis e próximos passos concretos mesmo quando a divergência permanece.

Governo na palma da mão