Monumentos


APRESENTAÇÃO

Museu de Arte Sacra da Boa Morte – Cidade de Goiás
Foi construído em 1779, como Igreja da Boa Morte, em estilo colonial

O Anhanguera – Goiânia
Escultura de Bartolomeu Bueno da Silva
Artista: Armando Zago. Inaugurada em 9 de novembro de 1942

Chafariz de Cauda da Boa Morte – Cidade de Goiás
Foi construído, em 1778, com a finalidade de dividir o abastecimento de água da cidade com o já existente Chafariz da Carioca.

Monumento à Goiânia – Goiânia
Feito pela artista plástica/escultora goiana Neusa Moraes e é composto de três estátuas de bronze simbolizando as três raças da época do Brasil Colônia.

Museu das Bandeiras – Cidade de Goiás 
É um dos prédios históricos mais importante do Centro- Oeste, principalmente pelo papel que teve na antiga capital.

 

ACADEMIA GOIANA DE LETRAS 
Casa do Professor Colemar Natal e Silva

(Goiânia)

1  Histórico: 

     A Academia Goiana de Letras está instalada em antigo prédio de propriedade do professor Colemar Natal e Silva, primeiro reitor e fundador da Universidade Federal de Goiás,  e membro da comissão que escolheu o local da construção de Goiânia.
      O prédio foi uma das primeiras construções da nova capital, à Rua 20, esquina com a rua 15, centro. Eram casas-modelo, que, durante algum tempo, funcionaram como repartições públicas da administração estadual. 
      O sobrado foi edificado em 1935, em estilo art déco. Foi cedido ao Estado, em 1936, para abrigar a Diretoria Geral da Fazenda. Em 1987, por decisão do governo Henrique Santilio, o prédio foi adequado pelo Estado para abrigar a Academia Goiana de Letras, a partir de abril de 1988.
      O primeiro presidente da AGL foi Marcelo Silva, pai de Colemar Natal e Silva.   

2  Situação atual: 

      O prédio está em excelente estado de conservação. Foi restaurada em junho de 2000.  

3  Tombamento: 

       O sobrado está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás. Está protegido pelo Decreto 4.943,  de 31 de agosto de 1988.

4 – Localização: 

        Rua 15 c/ Rua 20, centro – Goiânia.  

5  Responsabilidade: 

        A própria Academia Goiana de Letras é responsável pelo sobrado. 
       Fone: (0xx62) 3224-8096.

        Fonte: Projeto Álbum – Jornal O Popular (1998).

 

 

ANTIGA CADEIA PÚBLICA
 (Buriti Alegre)  

1  Histórico: 

 
    A antiga cadeia pública de Buriti Alegre foi  construída em 1930, no governo de Pedro Ludovico Teixeira. O prédio abrigou a cadeia de 1930 até 1982 e o Salão do Júri de 1939 até 1952.
     A partir de 1982 eram realizados os ensaios da Banda Municipal João Teixeira, no 1º andar. No térreo funcionava o Sindicato Rural e o Clube Buriti Esporte de Truco.
     Atualmente, no prédio (no térreo) funciona a Fundação Nacional de Saúde, e,  no 1º andar,  são guardados os instrumentos da extinta Banda Municipal João Teixeira. 
     A arquitetura da antiga cadeia é em estilo colonial. Seu interior é feito de cimento queimado com cobertura de madeira.

2  Situação atual:  

     O prédio está em bom estado de conservação.

3  Tombamento: 

     A edificação não é tombada.   

4 – Localização: 

     A velha cadeia localiza-se na cidade  de Buriti Alegre, a 209 km de Goiânia.
     Via de acesso: BR-153 / Aparecida de Goiânia / BR-153/ Hidrolândia / Professor Jamil / Rancho Alegre / Serrinha /GO-210.

5  Responsabilidade: 

     É responsável pela antiga cadeia a prefeitura Buriti Alegre – Telefone: (0xx62) 3444-1368 / 1716 / Roberto Carlos Mendes.  

      Fonte: Jonadab Camilio da Silva Jr. – Assessor da Secretaria Administrativa e Presidente do Conselho de Cultura.

 

 

ANTIGO PRÉDIO DA SUPLAN/EMOP
Atual Procuradoria Geral do Estado 
(Goiânia)

 1  Histórico: 
        Construído na década de 30 no estilo Neo Clássico, o edifício possui formas compactas, linhas retas e caráter mais sóbrio, além de uma decoração feita apenas com a utilização de jogo de volumes. 
        Naquela época abrigou a Cadeia Pública Provisória. No Governo de Mauro Borges, ano de 1964, foi criada a Superintendência do Plano de Desenvolvimento, que em 1988 deu lugar a Empresa de Obras Públicas do Estado.
        A partir de 24 de agosto de 1999, pelo decreto n.º 5.930, passou a funcionar no prédio a Procuradoria Geral do Estado com a função de defender o estado e fornecer orientação jurídica. Neste mesmo ano a procuradoria realizou uma reforma no prédio em que uma parte foi demolida para ceder lugar a uma praça; esta praça não fazia parte do projeto original.   

2 – Situação Atual:
   Bom estado de conservação.

3  Tombamento:   
   Inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico  do Estado de Goiás como Antigo Prédio da Suplan/Emop. Lei n.º 8.915, de 13 de outubro de 1980, Decreto n.º 4943.

4  Localização: 
    Praça Cívica, n.º26, Centro – Goiânia

5  Responsabilidade: 
    A responsabilidade do prédio é da Procuradoria Geral do Estado 
        Telefone: 

Fontes: Procuradoria Geral do Estado –   Decreto n.º 5.093, de 24 de agosto de 1999.

 

 

 

IGREJA DE NOSSA SENHORA APARECIDA
(Areias – Cidade de Goiás)

 Histórico: 

 A Igreja de Nossa Senhora Aparecida foi fundada no final de 1700 e foi reconstruída em 1910 pelos moradores de Areias, nos arredores da antiga capital do Estado.
        O templo constava no Almanaque Brandão,  em 1886, que apresentava uma relação de todas as igrejas de Goiás, na época.
        A Igreja de Nossa Senhora Aparecida é relacionada em livro de receitas e despesas da paróquia local, em 15/12/1871.
        A construção é em estilo colonial, tem um altar e três portas (uma central e duas laterais). 

 Situação atual:

        O prédio está em bom estado de conservação.

 Tombamento: 

O templo é tombado, com inscrição  no Livro de Tombo das Belas Artes. Vol. 1, folha 72, n.º de insc. 357, de 13 de agosto de 1985.  

– Localização:

A igreja localiza-se em Areias, Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
        Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí.

 Responsabilidade:

A Diocese de Goiás é responsável pelo templo.
        Fone: (0xx62) 371-2607/1316.  

Fonte: Elder Camargo de Passos.
             Presidente da OVAT – Organização Vilaboense de Artes e Tradições.

 

 

 

BUSTO DE CAXIAS

(JATAÍ)

1 – Histórico:

           O busto de Caxias é produzido em mármore. Trata-se de homenagem ao Duque de Caxias, patrono do Exército brasileiro. Foi feito por determinação do prefeito Mauro Antônio Bento e inaugurado em 25 de agosto de 1991. 

2 – Situação atual:

           O busto de Caxias está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

           O monumento não é tombado.

4 – Localização:

           O busto localiza-se na Praça Duque de Caxias, Rua Salgado Filho, esquina com Rua Joaquim Cândido. Jataí está a 323 km de Goiânia.  Via de acesso: BR-060 / Guapó / Acreúna / Rio Verde.

5 – Responsabilidade:

          Prefeitura Municipal – Telefone: (0xx62) 632-4000. 

             Fonte: Secretaria de Cultura e Turismo de Jataí.  Telefone (0xx62) 3632-4037, Cristiane Borges, Sebastiana Aleodes e Maria Magalhães (funcionárias da Sec. de Cultura e Turismo de Jataí).

 

 

BUSTO DO TENENTE DIOMAR MENEZES
(
 Jatai )

1 – Histórico

           O tenente Diomar Menezes, piloto de guerra da FAB (Força Aérea Brasileira), foi consagrado herói na Segunda Guerra Mundial. Ele nasceu em 10 de julho de 1923, em Jataí Goiás, filho de Sebastião Gonçalves de Menezes e Leninda Belmira Menezes. 

           Em 1972, a prefeitura inaugurou um busto em bronze, como forma de prestar uma homenagem ao herói de guerra. O monumento foi colocado na praça batizada com o nome do tenente, em frente à casa que ele nasceu. Mas a irmã do tenente, Magnólia Menezes de Brito, pediu em 1995, a substituição do busto, argumentando, que o busto antigo era o dele, mas o artista que o fez não conseguiu a semelhança esperada.

           Assim, foi inaugurado em 1988 na mesma praça, um outro busto, também em bronze. Já o outro se encontra no Museu Histórico de Jataí.

2 – Situação atual: 

          Em perfeito estado de conservação.

3 – Tombamento: 

          O monumento não é tombado.

4 – Localização: 

Museu Histórico de Jataí Francisco Honório de Campos. Há uma réplica instalada na Praça Tenente Diomar Menezes, no centro de Jataí. A 323 km de Goiânia. 
Via de acesso: BR-060 / Guapó / Acreúna / Rio Verde.

5 – Responsabilidade: 

           O município é responsável pelo Busto.
Telefone Prefeitura (0xx62) 3632-4000 / 2565
Telefone Fundação Cultural (0xx62) 3632-4037.

            Fontes: Secretaria de Cultura e Turismo de Jataí.  Mariza Magalhães, secretária de Cultura e Turismo de Jataí Cristiane Borges e Sebastiana Olodes – funcionárias da Secretaria

 

 

CADEIA PÚBLICA
(Corumbaíba)

1 – Histórico: 

           A Cadeia Pública de Corumbaíba não tem sua história registrada em documentos. Mas segundo a prefeitura, o prédio teria sido construído em 1919. Sabe-se, no entanto, que em 1960 houve um incêndio no prédio que, na época, abrigava a prefeitura e o fórum. Com isso, praticamente todos os documentos que se encontravam ali foram consumidos pelo fogo. Existem suspeitas de que o incêndio teria sido criminoso.
         A Arquitetura da velha cadeia é colonial. Suas paredes são reforçadas com adobe e suas vigas de sustentação são de madeira (aroeira).

2 – Situação atual:

           A Cadeia Pública encontra-se em situação precária e está abandonada.

3 – Tombamento:

           O prédio foi tombado pela Lei Municipal nº 008/89, de 13 de abril de 1989. 

4 – Localização:

           A Cadeia Pública localiza-se à Av. Barão do Rio Branco, s/nº – centro – Corumbaíba. A cidade está a 228 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Hidrolândia/GO-217/GO139/Marzagão.

5 – Responsabilidade:

           O prédio está sob responsabilidade do município.
Prefeitura de Corumbaíba (0xx62) 3447-1396


           Fontes: Prefeitura Municipal de Corumbaíba. Denise Rosa de Morais Rezende Borges – chefe de gabinete.

 

 

CAPELA BOM JESUS DA LAPA
(Baliza)

1 – Histórico: 

          A Capela de Bom Jesus da Lapa foi construída de 1944 a 1945, pelo casal Maria Conceição Pimentel e Osvaldo Pimentel, ambos devotos do Senhor Bom Jesus da Lapa. A obra foi edificada no chamado “Morrinho”, em Baliza, com a ajuda de moradores da cidade.
Por volta de 1964, quando a capela já estava muito velha, Maria Conceição, com ajuda da comunidade, decidiu construir outra capela no mesmo lugar, com o mesmo nome, só que maior. Essa é a atual Capela Bom Jesus da Lapa. 
          A obra apresenta estilo colonial e passou por várias restaurações. Em uma delas, foi modificada a arquitetura original.

2 – Situação atual: 

          A capela está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento: 

          O templo não é tombado.

4 – Localização:

           A capela localiza-se em Baliza, a 407 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-062/Trindade/Nazário/S.Luís de Montes Belos/Israelândia/Iporá/Arenópolis/ Piranhas/BR-158/ Bom Jardim de Goiás/GO-421.

5 – Responsabilidade:

            É responsável pela capela o padre Carlos Maria Binder, do Conselho Paroquial.
Telefone do Conselho: (0xx62) 3406-1205.

            Fonte: fax da prefeitura e do Conselho Paroquial.

 

 

CAPELA DE BOM JESUS
(Inhumas)

1 – Histórico:

          A Capela de Bom Jesus foi construída pelo morador de Inhumas, Antônio Ferreira Sobrinho. Com a doação das terras, o povoado surgiu em volta da pequena capela. O prédio tem estilo indefinido. Possui portas de madeira, vitrais e uma cruz no alto.

          A inauguração da capela aconteceu em 6 de agosto de 1948.

          Até 1990, a Capela Bom Jesus se encontrava sob a proteção da Paróquia de Inhumas. A partir de então, pela Lei Municipal n.º 2018, de 6 de setembro de 1990, não só a Capela Bom Jesus, como todos os bens da Paróquia de Inhumas passaram para a responsabilidade e proteção especial da prefeitura.

2 – Situação atual:

           A capela está em razoável estado de conservação.

3 – Tombamento:

           É tombada pela Lei Municipal n.º 2018, de 6 de setembro de 1990.

4 – Localização:

           O templo encontra-se na Vila Santa Maria, no município de Inhumas, a 39 km de Goiânia.
              Via de acesso: GO-070/Goianira.

5 – Responsabilidade:

          Prefeitura Municipal de Inhumas – Fone: (0xx62) 3511-2121. 

            Fonte: Fax informativa da Prefeitura Municipal de Inhumas. Gleidson de Oliveira Moreira – Professor de História de Inhumas. –  Fone: (0xx62) 3514-2634.

 

 

CAPELA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS (Reitoria)
(Goiânia)

 1 – Histórico:

 

Em estilo neogótico, a Capela (Reitoria) de Nossa Senhora das Graças, construída em 1943, passou por reforma e restauração geral de seu prédio.

Iniciadas pelo governo Marconi Perillo, por meio da Agepel, as obras de reforma e restauração da Reitoria, concluídas na gestão de Alcides Rodrigues, tiveram o custo total de R$ 263.761,27, com recursos do Tesouro Estadual. O prédio da antiga Capela Nossa Senhora das Graças, construído em estilo neogótico, em 1943, no governo Pedro Ludovico, foi tombado por Decreto-lei nº 4.943, de 31 de agosto de 1998. Várias personalidades ilustres estiveram na Capela, entre elas Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e o poeta chileno Pablo Neruda.

          Vistoria no local, realizada por técnicos do Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico, da Agepel, constatou a necessidade de reforma e restauração, em caráter de urgência, pois a estrutura física e artística da capela corria riscos de perdas parciais. As obras foram executadas com a preocupação de preservar a originalidade arquitetônica da construção.

          Os serviços de reforma abrangeram reparos na estrutura do prédio, incluídas a troca de madeiramento e a recuperação do telhado, com a colocação de manta termo-acústica na cobertura. Foram eliminadas as infiltrações de águas pluviais e recuperadas as instalações elétricas e de sonorização, além de instalar-se aparelho de ar-condicionado e realizar pintura geral. Já os trabalhos de restauração abrangeram a pintura artística, altares, imagens sacras, vitrais e o sino, entre outros.

 

 2 – Situação atual:

 

           A inauguração das obras de reforma e restauração foi feita em 30/06/2006, e está aberta ao público.

 

3 – Tombamento:

 

            Tombada pelo decreto nº 4.943, de 31/08/1998

 

4 – Localização:

 

            A Capela ( Reitoria) de Nossa Senhora das Graças situa-se à rua 4 esq. c/ rua 30, Centro – ao lado do Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. – Fone: 3224-7442

 

5 – Responsabilidade:

 

           A manutenção da capela é de responsabilidade da Arquediocese de Goiânia

 

           Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás)

 

                                                  RESTAURAÇÃO DE BENS INTEGRADOS À ARQUITETURA

 

 

CAPELA DE SÃO JOÃO BATISTA – ARRAIAL DO FERREIRO
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico: 
          A capela de São João Batista foi construída em 1761. Ela apresenta todas as características comuns aos pequenos templos desse período,  na capitania de Goiás.
          Atualmente o templo é o único remanescente dos quatro primeiros arraiais mineradores, fundados por Bartolomeu Bueno da Silva. Sua construção é em taipa de pilão (barro e cascalho socados), e em telha de barro canal (um tipo de argila).
           O templo tem campanário isolado em estrutura de madeira,  localizada ao lado do edifício. A referida capela é em estilo colonial e possui três altares em madeira trabalhada. 

2 – Situação atual: 
          Apesar de ter sido restaurada pelo governo do Estado em 1993, dois anos depois o prédio já estava de redado, prejudicado por infiltrações e exigindo novos reparos. É aberto aos fiéis apenas no mês de dezembro, por ocasião da festa da padroeira, São João Batista. 

3 – Tombamento: 
         Tombada pelo Iphan em 5 de novembro de 1953, a igreja está inscrita no Livro de Tombo das Belas Artes, volume 1, folha 79. Está sob proteção federal, processo 471-T-52, e Lei Estadual n.º 8.915, de 13 de outubro de 1980. 

4 – Localização: 
          A capela localiza-se no antigo Arraial do Ferreiro, a aproximadamente 10 km da cidade de Goiás, que fica a 128 km de Goiânia. Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis.

5 –  Responsabilidade:
          A Diocese da Cidade de Goiás, com fiscalização do IPHAN, é a responsável pela capela.
          Fone Diocese: (0xx62) 371-2607/1316.
          Fone Iphan: (0xx62) 371-1317/1968.

Fontes: Museu de Arte Sacra da Boa Morte.
               Material enviado (via fax) para Banco de Dados dos Municípios.
               IPHAN – (Pasta de Locais e Monumentos Históricos).
               Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital). 
               Elder Camargo de Passos  
               (Presidente da OVAT – Organização Vilaboense de Arte e Tradições).

 

 

 

CAPELA DE SÃO JOÃO BATISTA
 (Catalão)   

1  Histórico:   
          
Não existem documentos escritos que falem com precisão a data do início das atividades religiosas e nem da construção da primeira capela. No entanto, correm informações (orais) de que três senhores com o mesmo nome, João, se juntaram e construíram a primeira capela em 1928, em louvor de São João.

 A primeira construção era  rústica com telha em estilo colonial. A fachada era simples e não  possuía torre. A parte do fundo tinha a forma de semicírculo e um cruzeiro dividia a capela-mor.

 As características arquitetônicas permaneceram, pois a capela só foi reformada, com ampliação, em 1940.  
 

2  Situação atual:
         A capela teve as instalações hidráulica e elétrica restauradas, em 1998. Algum tempo depois, foi feita a pintura.  

3  Tombamento:  
           
 A capela é tombada pela Lei Municipal n.º 1370, de 17 de agosto de 1994.  

4 – Localização:  
          
 A Capela de São João Batista, localiza-se no município de Catalão, a 248 km de Goiânia.
         Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Cristianópolis/Pires do Rio/Urutaí/Ipameri.

5  Responsabilidade:  
          
 A Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus e a comunidade são responsáveis pela Capela de São João Batista.  Telefone Prefeitura (0xx62) 3441-2709.

           Fontes: Fundação Cultural Maria das Dores Campos – presidente, Ohsuero de Faria. José Francisco Silva (funcionário da paróquia)  (0xx62) 3441-2217 

 

 

CAPELA DE SÃO JOSÉ
 (Goiânia)

  Histórico: 
       A Capela de São José foi construída pelos padres redentoristas, em Campinas, em 1869, com o nome de Capela de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro. Sua inauguração ocorreu em 14 de agosto de 1901. Aos domingos e feriados, as celebrações eram feitas na matriz e,  nos dias úteis,  a programação acontecia na capela. 
       A partir de 14 de janeiro de 1931, a capela passou por uma reestruturação. O padre Antônio Lisboa Fischoleir fez a nova planta.  
       No dia 26 de maio de 1932, foi celebrada a primeira missa no templo, já com o nome de Capela de São José. No dia 19 de junho do mesmo ano, aconteceu a missa solene de inauguração.  
       Inaugurou-se um altar em estilo gótico, todo em madeira, em 2 de agosto de 1933. Com as reformas posteriores, a arquitetura original da capela foi descaracterizada.  

 Situação atual:  
       
A capela passou por uma restauração, na década de 80, porém já está necessitando de outra reforma.  

 Tombamento: 
       
A Capela de São José teve tombamento estadual com o Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998, fundamentado na Lei n.º 13.31, de 9 de julho de 1998. 

– Localização:      
       O templo localiza-se na Av. Padre Wendell, n.º 603, Setor Aeroviário – Goiânia. 

 Responsabilidade: 
        
A Paróquia Nossa Senhora da Conceição é responsável pela capela.
        Fone: (0xx62) 3241-0164.

        Fontes: Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Irmã Evandra Maria das Neves – Capela de São José.

 

 

 

CASA DA CULTURA
(Itumbiara)

1 – Histórico: 
         A Casa da Cultura foi construída entre 1975 e 1976, na Vila Residencial da Usina de Itumbiara. O prédio foi edificado em estilo colonial clássico, com a finalidade de hospedar a direção da empresa e convidados ilustres, quando em visita à cidade e à Usina Hidrelétrica. 
          A atual Casa da Cultura tem duas portas principais, em arcos de madeira maciça, com entalhes de imbuia. Possui vidraças em arcos com grades de ferro. As portas e janelas no fundo são de madeira e vidro. O piso é em marmorite e nos fundos, em aço. A casa é toda murada, com área de 2 mil metros quadrados, dentro de uma área verde de reserva nativa. 
           Furnas cede o imóvel à prefeitura, sob o contrato de n.º 18.414.

2 – Situação atual: 
          
 A Casa da Cultura está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento: 
          
 O prédio não é tombado.

4 – Localização: 
           
A Casa da Cultura está na Av. Itumbiara, n.º 3 – Vila de Furnas, a 215 km de Goiânia. 

           Via de acesso:
 BR-153/Aparecida de Goiânia/Morrinhos.

5 – Responsabilidade: 
          
 A prefeitura de Itumbiara é responsável pelo prédio.  Fone: (0xx62) 3433-2400.

           Fonte: Casa da Cultura.

 

 

CASA DA FAZENDA BABILÔNIA 
(Pirenópolis)

1 – Histórico: 
           A Fazenda Babilônia, localizada em Pirenópolis, está aberta ao público aos sábados, domingos e feriados, das 8 às 17 horas.  A casa sede tem construção em estilo colonial, com assoalho de madeira (jacarandá) e pilares de sustentação de aroeira. As paredes são feitas de adobe. 
           Essa fazenda era uma dos grandes produtoras de cana-de-açúcar, mandioca e algodão. Parte dessa produção era exportada para a Inglaterra. Essa fazenda também servia de hospedagem para grandes viajantes da época (século 19). O historiador francês Auguste de Saint-Hillaire teria se hospedado no local.

2 – Situação atual: 
           Reformada nos anos 90, a casa está bem conservada. Conta com a manutenção do proprietário da sede, Antônio Roberto Machado. 

3 – Tombamento:
           A casa sede da Fazenda Babilônia foi tombada em 26 de abril de 1965. Está inscrita no Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folha 87.

4 – Localização: 
            A Fazenda Babilônia localiza-se a 15 km do município de Pirenópolis e a 130 km de Goiânia. Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Corumbá de Goiás/GO-225.

5 – Responsabilidade:
            O responsável pelo patrimônio é o proprietário, Antônio Roberto Machado. Como é uma propriedade particular, tem a fiscalização do Iphan, no que se refere à preservação e conservação.
Telefones (0xx62) 3631-1299 

             Fontes: Prefeitura, por meio de fax enviado ao Banco de Dados dos Municípios e Iphan (pasta de Locais e Monumentos Histórico).

 

 

CASA DE CORA CORALINA 
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:

 

Foto do Dossiê da Cidade de Goiás

         A casa da escritora Cora Coralina representa o modelo típico da arquitetura residencial desenvolvida no Brasil no período colonial. O edifício é composto de duas residências unidas por um único telhado. Apresenta dois corredores que fazem a ligação entre a via publica e o interior das residências. A construção é feita com estrutura autônoma de madeira e paredes de adobe e pau-a-pique, sobre alicerces de pedras, criando com isso uma muralha de contenção para as águas do Rio Vermelho (que corta a cidade).

         Quase todos os cômodos são forrados com madeira tipo saia-e-camisa. Uma interessante janela treliçada liga um dos quartos à varanda. Levantamentos realizados pelo Iplan, revela que este edifício teria sido construído em período anterior a 1782. O construtor teria sido o português

          Antônio de Souza Telles, seu primeiro proprietário, que por algum tempo assumiu o cargo de capitão-mor. Esta casa teria sido adquirida pela família de Cora, no início do século 19, local onde seu avô teria passado toda sua infância, assim como sua mãe, e ela própria. 
Por causa de sua moradora mais ilustre, o prédio ficou conhecido como Casa de Cora Coralina. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas ou Cora Coralina, nasceu em 20 de agosto de 1889.

          Admirada por seus contemporâneos, Cora era uma figura frágil, pequenina, porém, muito lúcida. Cora Coralina começou a escrever aos 14 anos. Foi a primeira mulher a receber o troféu Juca Pato, em 1983.

           Cora Coralina morreu em 10 de abril de 1985 na cidade de Goiás. Após o seu falecimento, a casa foi adquirida pela construtora Alcindo Vieira, de Belo Horizonte, que a colocou à disposição da Fundação Casa de Cora Coralina, onde funciona um museu dedicado à memória da escritora e um miniauditório. O prédio abriga também a regional do programa Proler.

           A Casa de Cora foi restaurada em 1989, quando quando a escritora completaria 100 anos.

2 – Situação atual: 
             Após sofrer danos com a enchente que fez as águas do Rio Vermelho transbordarem, na noite de 31 de dezembro de 2001, a Casa de Cora Coralina passou por reforma de suas instalações. Além do aspecto físico, houve uma reavaliação do perfil do local e sua utilidade para o público visitante. O tratamento do acervo respeita as normas internacionais de preservação. Hoje se apresenta em boa estado, tanto o prédio quanto o acervo.

3 – Tombamento: 
            O prédio não é tombado individualmente, faz parte do conjunto do Centro Histórico de Goiás, com proteção federal a partir do processo 345-t-42, com inscrição no Livro de Tombo das Belas Artes, fl. 97, de 18 de setembro de 1980.

4 – Localização: 
            A Casa de Cora localiza-se à rua Dom Cândido (Rua dos Mercadores) nº 20, cidade de Goiás, a 129 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis.

5 – Responsabilidade. 
            O prédio está sob a responsabilidade da Fundação Casa de Cora, que tem como diretora Marlene Gomes Valesco.

            Fontes: Guia de Bens Imóveis Tombados em Goiás, Vila Boa, volume 1. Gustavo Neiva Coelho, 1991 Iphan.  Dergo: Listagem de Distância dos Municípios à Capital. Fone: (0xx62) 3371-2607.

             

 

CASA DE CULTURA DR. ALTAMIRO DE MOURA PACHECO 
(Goiânia)

1  Histórico:  
          
 Casa onde morou o Dr. Altamiro de Moura Pacheco, um dos pioneiros de Goiânia, médico-cirurgião, participou da construção da cidade de Brasília. Político bastante influente, doou várias terras pertencentes para a expansão de Goiânia. Nascido em 15 de março de 1896, Dr. Altamiro foi homenageado com o Busto em 15 de março de 1995, pela Academia Goiana de Letras. Morreu em junho de 1996, com 100 anos de idade.
       A casa está da maneira que deixou, constando os móveis originais, sendo de dois pavimentos em estilo colonial. O sobrado possui 5 cômodos na parte superior, sendo 1 suíte e todos com estante e na parte inferior, 1 sala de recepção (a sala onde se encontra o Busto) e banheiros. As janelas são grandes, de ferro e com grades de proteção. Possui também a biblioteca particular e o museu onde encontram os livros, as fotos e as medalhas do dono.
       A prefeitura municipal de Goiânia restaurou a casa e os móveis em dia 30 de setembro de 1999.  

2  Situação atual: 
           
Em bom estado de conservação.  

3  Tombamento: 
           
Tombado pelo Governo do Estado de Goiás, pelo Decreto nº 4.943, de 31 de agosto de 1998. 

4 – Localização: 
           
 Av. Araguaia, esquina com a rua 15, nº 240 Q. 39 Lt. 38-1-3, Centro.

5  Responsabilidade: 
         
   Academia Goiana de Letras.
          Fone: (0xx62) 224-8096.

             Fonte: Academia Goiana de Letras.

 

 

 













CASA DE OCTO MARQUES

(Cidade de Goiás)


1. Histórico

Local onde o artista plástico Octo Marques viveu com a família, na cidade onde nasceu, em 1916, a Casa de Octo Marques passou por um processo de desapropriação para transformar o imóvel em centro cultural.

Em estilo colonial, com base e porão em pedra, a casa abriga alguns móveis que pertence à família do artista.

Octo Marques

Ilustrador, ceramista, gravador, Octo Marques morou no Rio de Janeiro, de 1934 a 1937. Em seguida foi para São Paulo, onde ficou até 1943, ano de retorno à Cidade de Goiás. Autodidata, ainda criança retratava cena de ex-votos para os romeiros da Festa do Divino Pai Eterno, em Trindade. No Rio de Janeiro, foi colaborador e ilustrador da revista Vida Doméstica.

Em 1943, Octo Marques colaborou com revistas e jornais, realizando ilustrações em xilogravura. Foi professor, em 1960, de pintura e cerâmica no curso de extensão universitária da Escola de Artes Plásticas.  Escreveu o livro Casos e Lendas de Vila Boa e faz parte da Antologia do Conto Goiano, organizado por Miguel Jorge, Anatole Ramos e Luiz Fernando Valadares.

No gênero primitivista, com tendências para paisagens, Octo Marques atuou (1937) como revisor do jornal O Estado de S. Paulo. Participou de coletivas em Goiânia (1946, 1947, 1970 e 1975) e individual (1967).

Morreu no dia 22 de abril de 1988, na Cidade de Goiás.

2 – Situação atual:
          
   Passou por reforma em 2002/2003 e está em perfeitas condições.  As obras de restauração da antiga residência do pintor foram feitas pela Agepel, que forneceu os materiais, e Prefeitura de Goiás, que entrou com a mão-de-obra.

3 – Tombamento:

4 – Localização:
         
 Praça do Moreira – Centro da Cidade de Goiás

5 – Responsabilidade
          Prefeitura Municipal da Cidade de Goiás

          Fonte: Secretaria de Estado da Cultura – Secult Goiás

 

 

        CASARÃO DO PADRE SILVESTRE

    (Jaraguá)


1 – Histórico

Com previsão de entrega neste mês de outubro, prosseguem as obras de restauração arquitetônica e artística completa da Casa do Padre Silvestre, na cidade de Jaraguá. Localizado na Rua Vigário Álvares (nome do padre), o prédio data do século XVIII e está protegido por tombamento estadual, pelo Decreto 6024, de 25 de outubro de 2004.

A casa constitui exemplar ímpar da arquitetura colonial em Goiás, sendo hoje uma das poucas edificações em Jaraguá que ainda conserva suas características originais. Assim como Padre Silvestre, a Casa faz parte da história de Jaraguá e do Estado. Sua preservação ajuda a manter viva uma importante parte da memória goiana.

Os trabalhos de restauração da Casa do Padre Silvestre abrangem as estruturas de madeira, notadamente os esteios periféricos, que estão apodrecidos, e também as paredes de pau-a-pique, que estão cedendo com o peso do telhado, além de exigirem reparos urgentes no enchimento do pau-a-pique — sem o enchimento, os paus das paredes estão ameaçados pelo apodrecimento.

Estão incluídas a restauração de portas e janelas, preservando-lhes a originalidade, e substituição de caibros e ripas em péssimo estado de conservação, bem como reparos no forro do teto e  reforço de partes do assoalho de tábuas.Também o piso da varanda, de cimento queimado, será restaurado. As instalações hidro-sanitárias encontram-se em estado precário, representando risco para a edificação, por isso receberão os reparos necessários.

         

Padre Silvestre – No ano de 1834, após ter sido criada a Freguesia de Nossa Senhora da Penha de Jaraguá, com a elevação do Arraial do Córrego de Jaraguá à categoria de Vila, Silvestre Álvares da Silva tomou posse como vigário local e ficou até o ano de sua morte, em 20 de maio de 1863. Filho de comerciante português, Silvestre nasceu no dia 31 de dezembro de 1773, na capela de São Joaquim do Cocal, filial da Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Traíras.  

Padre Silvestre chegou em Jaraguá nos primeiros anos do século XIX, precisamente em 1803. Muitas são as referências feitas a sua pessoa, nos documentos escritos por viajantes europeus e cronistas que passaram pelo Arraial do Córrego de Jaraguá nos primórdios do século XIX. Saint-Hilaire, que visitou o Arraial em 1819, hospedou-se em sua casa e encantou-se com suas virtudes.

Conhecido e respeitado por sua bagagem cultural, habilidade política e benevolência, Padre Silvestre foi eleito representante da Província de Goiás na Assembléia Geral Constituinte de 1823, tendo sido o único representante goiano na Assembléia Geral Constituinte de 1823 e também na primeira Constituinte do Brasil Império.

2 – Situação atual:

3 – Tombamento:

4 – Localização:

5 – Responsabilidade:

          Fonte:

 

 

CASARÃO GOIANO
(Caldas Novas)

 1  Histórico:  
          
O Casarão Goiano foi construído em 1908 por Orcalino Santos e reformado por Osmundo Gonzaga Marques, em 1919. O prédio retrata um pouco da história da cidade. Mostra a arquitetura predominante da época, com suas portas e janelas muito altas e pé direito de quase 5 metros de altura, para amenizar os efeitos do calor.

 Situação atual: 
          
O prédio necessita de reforma geral e Atualmente o Casarão Goiano funciona como Centro de Apoio ao Artesão.    
  
 Tombamento: 
          
O Casarão Goiano não é tombado. 

– Localização: 
          
Localiza-se no município de Caldas Novas, a 161 km de Goiânia.
        Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Piracanjuba/GO-139.

 Responsabilidade:
          Um termo de transferência está em andamento.  Será transferida a responsabilidade pelo prédio para a Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).

           Fontes: Fax informativo do Sebrae.
           Lúcia Maria Moraes – secretária de Turismo de Caldas Novas.
           Fone: (0xx62) 455-2541.
           Prefeitura Municipal de Caldas Novas (Geovana, funcionária).

 

 

CATEDRAL DE SANTANA 
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:

           A Catedral de SantAna teve sua construção iniciada em 1729, quando Manoel Antunes da Fonseca, ouvidor geral de Goiás, resolveu demolir a antiga capela, construída pelos fundadores do arraial, e construir uma catedral, no local.
           Pela má qualidade da construção, 30 anos depois (em 1759), todo o teto desabou, cabendo à população arcar com os gastos de recuperação.
            A Catedral de SantAna estava em ruínas, no início de 1929. Na época, o arquiteto Gastão Bahiano, professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, foi convidado para colaborar com o projeto definitivo e trabalhou mais nas obras internas de restauração.
            Mas esse trabalho somente ficou concluído em 1967, graças ao empenho de Darcília de Amorim e um grupo de colaboradores da cidade. Assim, a Catedral de Santana foi entregue novamente ao público. Por iniciativa da Diocese de Goiás, em parceria com o Iphan, a igreja foi novamente reformada, em 1998. Com isso, foi recuperada parte de suas características originais.

2 – Situação Atual: 
           Com a reforma de 1998, o templo se encontra em bom estado de conservação.

3 – Tombamento: 
           A Catedral de Santana integra o conjunto de obras tombadas do Centro Histórico da cidade de Goiás. Proteção Federal, com o processo. 345-T-42, e Lei Estadual Nº 8.915, de 13 de outubro de 1980. 

4 – Localização: 
           A igreja localiza-se no centro histórico da cidade de Goiás, Praça Castelo Branco (Largo do Palácio )s/nº. Via de acesso: GO – 070/ Inhumas / Itaberaí / Davinópolis.

5 – Responsabilidade: 
           A Catedral de Santana está sob a responsabilidade da Diocese de Goiás, com fiscalização do Iphan.

          Fontes: Museu de Arte Sacra da Boa Morte. Material enviado (via fax) para Banco de Dados dos Municípios. Guia de Bens Imóveis Tombados em Goiás. Volume I, de Gustavo Neiva Coelho, Goiânia 1999. Dergo: (Lista de Distância dos Municípios à Capital). Telefone da Diocese (0xx6) 3371-1206.

 

 

Cemitério de Buenolândia – Distrito da Cidade de Goiás

 

Como forma de manter preservados prédios, monumentos e outras edificações de valor histórico e cultural, a Agepel fez a verificação e execução de obras do Cemitério de Buenolândia.

Entre as ações voltadas para a conservação do espaço houve a higienização dos túmulos e colocação de muro.

 

 

CEMITÉRIO SANTANA
(Goiânia)  

 Histórico:

          No dia 6 de agosto de 1979, Pedro Ludovico Teixeira morreu em Goiânia, vítima de parada cardíaca. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa por 24 horas e sepultado no Cemitério Santana. O Estado decretou luto por 3 dias. É neste cemitério que se encontram sepultados outros familiares do fundador de Goiânia, como: Antônio Borges Teixeira, filho de Pedro Ludovico, morto em 12 de agosto de 1952; Josefina Ludovico, mãe do ex-governador, morta em 12 de agosto de 1956; Gercina Borges, esposa, morta em 22 de novembro de 1976; Pedro Ludovico Estivalete, morto em 16 de fevereiro de 1987, neto de Pedro Ludovico e filho de Mauro Borges Teixeira, outro político influente no Estado, e ainda Paulo Borges Teixeira, irmão de Mauro Borges, morto em 1º de junho de 1996.
       A construção do Cemitério Santana data de 1939, e sua inauguração se deu com a transferência de restos mortais do então desativado Cemitério Perim, próximo ao atual Cemitério Parque, na Vila São José.
       Em 1940 foram construídos o prédio da administração, o cruzeiro a capital e a sala de velório. No dia 9 de dezembro do mesmo ano, ocorreu o sepultamento de Antônio Augusto de Carvalho, o primeiro do Cemitério Santana. Em 1945 foram construídos o muro e o ossário. 
      Somente em 1960, de acordo com a Lei Municipal nº1.637, de 31 de dezembro de 1959,  Cemitério Santana passou a funcionar com regulamentação oficial.   

 Situação atual: 

      O Cemitério Santana está em bom estado de conservação.

 Tombamento:

     O Cemitério Santana está tombado pela Lei Municipal n.º 7.164, de 14 dezembro de 1992. 

– Localização:

O Cemitério Santana localiza-se à Av. Independente, esquina com Av. 24 de outubro, s/n.º, Setor dos Funcionarás – Goiânia.    

 Responsabilidade:

        A Prefeitura Municipal de Goiânia é responsável pelo Cemitério Santana.

        Fontes: Lara de Fátima Silva – (Atendente da Administração do Cemitério Nossa Senhora de  Santana).    Vera Gomes – (Diretora do Patrimônio Histórico e Artístico Municipal).
        Fone: 3524-1211.

CENTRO CULTURAL GUSTAV RITTER 
Antiga casa dos padres redentoristas
(Goiânia) 

 Histórico: 
         O prédio que abriga o Centro Cultural Gustav Ritter foi construído, de 1946 a 1950,  com finalidade de alojar os padres redentoristas e receber pessoas de outras cidades que vinham participar de reuniões do clero, em Goiânia.  
       A construção teve inicio em 1946 com o padre Oscar Chagas e a conclusão das obras aconteceu em janeiro de 1950 sob a coordenação do padre Antônio Penteado. Concebido em estilo art déco tardio, o prédio pertenceu aos padres redentoristas até 1986, quando foi vendido ao governo do Estado e transformado em espaço cultural.  
       O Centro Cultural Gustav Ritter é, portanto,  uma escola pública destinada à formação artística, nas áreas de músicas  e dança, desde 1988.
       O Centro Cultural homenageia, com seu nome,  o professor Henrique Gustav Ritter, um dos fundadores da Escola de Belas Artes. Renomado escultor, o professor Ritter foi um expoente das artes plásticas, impulsionando o movimento artístico em Goiás. 
       Gustav Ritter, naturalizado brasileiro em 1947, nasceu em Hamburgo (Alemanha), em 10 de março de 1904. Foi aluno da Escola de Artes de sua terra natal, de 1921 a 1922. Influenciado pelas tendências da época interrompeu seus estudos artísticos, procurando bases firmes na vida profissional, técnica e econômica.
       Aprendeu o ofício de marceneiro, exercendo-o durante três anos. Veio para o Brasil no ano de 1925, fixando-se em Estrela, no Rio Grande do Sul. Retornou à Europa de 1929 a 1930. Completou seus estudos na mesma escola em que os iniciara. 
       Não se conformando com o regime nazista alemão, em 1934 foi convidado por amigos igualmente refugiados políticos, para realizar trabalhos técnicos e artísticos na Província de Loreto, Peru – permanecendo depois em Iquitos (também no Peru). Seu retorno definitivo para o Brasil, foi em 1936, quando trabalhou como desenhista e arquiteto no Ceará e em Minas Gerais.
       Gustav Ritter foi nomeado professor de Ensino Técnico-Industrial do MEC, lecionando desenho de móveis na Escola Técnica Federal de Goiás de 1949 à 1970. Em Goiânia foi professor fundador da Escola de Belas Artes da Universidade Católica de Goiás, onde lecionou modelagem e escultura e do Instituto de Belas Artes da Universidade Federal de Goiás, onde deu aulas de escultura. Em 1958 foi nomeado Cônsul Honorário da República Federal da Alemanha para o Estado de Goiás.
       Morreu em 22 de outubro de 1979 vítima de câncer. Deixou viúva dona Ingrid e quatro filhos João, Carlos, Betina e Thomás. 

 Situação atual:  
         
O Centro Cultural Gustav Ritter passou por restauração em setembro de 1997. A reabertura do prédio aconteceu um ano depois.

 Tombamento:  
         
O prédio foi tombado pelo Estado, com o Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998 e pela Lei n.º 13.312, de 9 de julho de 1998.

– Localização: 
         
O Centro Cultural localiza-se à Rua Marechal Deodoro da Fonseca, n.º 237, Setor Campinas – Goiânia.

 Responsabilidade:   
          
É responsável pelo Centro Cultural Gustav Ritter a Secretaria de Estado da Cultura.
        Fone: 3201-4701 / 4702.

          Fontes:  Folder Centro Cultural Gustav Ritter, Secretaria de Estado da Cultura.

 

 

CENTRO CULTURAL MARIETA TELLES MACHADO
(Goiânia)

1  Histórico: 

 
        O prédio foi construído em 1933 em estilo art déco e serviu primeiro à Secretaria Geral do Estado. Depois abrigou o Fórum. Mais tarde foi sede da Secretaria da Fazenda. No local, funcionou o escritório técnico das obras da construção de Goiânia, em 1936. Hoje é o Centro Cultural Marieta Telles Machado, onde funciona diretorias e outros setores da Secretaria de Estado da Cultura. 

2  Situação atual:

O prédio está em bom estado de conservação.  

 3  Tombamento:

         O prédio é tombado pela Lei n.º 4.943, de 31 de agosto de 1988, processo 302/81. Está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, com a  Lei n.º 4.943, de 31 de agosto de 1988, processo 302/81.  

 4 – Localização:

         Praça Cívica, nº 2, Centro – Goiânia.

5  Responsabilidade:

         Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) é a responsável pelo prédio. 
         Fone: 3201-9851 / 9852.

 Fonte:  Secult Goiás

 

 

 

CENTRO CULTURAL MARTIM CERERÊ
(Goiânia)

   1  Histórico:

          O Centro Cultural Martim Cererê foi inaugurado em 20 de outubro de 1988. Ele é composto de três antigos reservatórios de água que abasteciam o Setor Sul, e que foram transformados em espaço cultural objetivando incentivar a formação de atores e a criação teatral. 

       O Martim Cererê é constituído de três teatros e um bar: Teatros, Yguá, Pyguá e Ytaquá e o bar Karuhá. O Teatro Yguá (na língua xavante Yguá = lugar de guardar água), possui poltronas fixas, com capacidade para 190 pessoas; o Teatro Pyguá (caverna de água), com cadeiras móveis, comporta 300 pessoas;  e o Teatro Ytakuá (buraco na pedra), que tem espaço para aproximadamente 500 pessoas. Este é um teatro de arena.  Há ainda o Bar Karuhá (lugar de comer), espaço destinado a apresentações culturais,  como performances, declamações de poemas e lançamentos de livros, entre outras atividades. Este bar possui cobertura de palhas, feita por um grupo de índios xavante.   

        Após oito meses de trabalho (1987), chega a Goiânia o teatrólogo Marcos Fayad à procura de espaço para ensaiar o espetáculo Martim Cererê, inspirado na obra homônima de Cassiano Ricardo. Martim Cererê, que se tornaria o nome da companhia teatral de Fayad, acabou sendo também a denominação do centro cultural. Assim, os três grandes reservatórios de concreto (com capacidade de 500 mil litros cada) foram adaptados e se transformaram em teatro. 
  
         O Centro Cultural Martim Cererê foi inaugurado com a presença de convidados ilustres, como o cantor Geraldo Vandré. No passado, durante a ditadura militar, as antigas caixas d’água teriam sido usadas como local de tortura de presos políticos. Há quem diga que tal versão não passa de lenda

          Nessa gestal, a Secult Goiás também fez intevenções técnicas para a melhoria de suas instalações. As obras abrangem praticamente toda a parte física dos prédios que compõem a unidade. Houve a impermeabilização das cúpulas e paredes do Teatro Yguá e Teatro Pyguá, com pinturas internas e externas. Foram reformados ainda os camarins, as instalações hidráulicas e elétricas, além da recuperação da cobertura.
          A reforma peremitiu que as atividades do Martim Cererê não sofressem interrupção e seus freqüentadores tivessem mais conforto e comodidade.

   2  Situação atual: 
             Está em perfeito estado de conservação.

   3  Tombamento: 
          O Martim Cererê está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, sob o nº 4.943.

   4 – Localização: 
            O Centro Cultural Martim Cererê localiza-se à Rua 94-A, setor Sul, CEP. 74.083-070 – Goiânia. 

   5  Responsabilidade:
            Secretaria de Estado da Cultura é responsável pelo Martim Cererê.  Fone: 3201-4688.

             Fonte:  Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).

 

 

CENTRO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA DE TALENTOS DR. LAUDELINO
(Goiatuba)

1 – Histórico:

O Centro de Educação Artística de Talentos Dr. Laudelino começou com a inauguração do Grupo Escolar Dr. Laudelino Gomes, em 9 de agosto de 1983, em Goiatuba.

Nele aconteciam os principais eventos artísticos, literários e poéticos da cidade. 

Anteriormente conhecido como Grupo Escolar Bananeiras, teve seu nome trocado para Grupo Escolar Dr. Laudelino Gomes, em homenagem a um médico importante da cidade, já falecido.

A casa ocupa três lotes. É feita de tijolo; possui 10 cômodos com piso de assoalho (madeira) e três janelas, também de madeira.

2 – Situação atual:

Está em bom estado. Foi reformado em 1998, com a maioria dos recursos provenientes da União.

3 – Tombamento:

Não é tombado.

4 – Localização:

O Centro de Educação Artística localiza-se à Av. Presidente Vargas, esquina com a Rua Paranaíba no centro de Goiatuba, a 186 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Hidrolândia/Morrinhos/GO-320.

5 – Responsabilidade: 

A prefeitura é responsável pelo prédio. 

Fontes: Wolney Divino Tavares – chefe do setor Cultural da Prefeitura de Goituba
Iphan.
Crisa.
Fone: (0xx62) 3495-2184/1582.

 

 

CENTRO DE TREINAMENTO DO PARQUE ANHANGUERA
(Goiânia)

1  Histórico:

          O projeto para a construção do Centro de Treinamento do Goiás Esporte Clube localizado no Parque Anhanguera teve início em 1995. A obra que contou com recursos próprios demorou três anos para ser concluída. Somente em 06 de abril de 1998 foi inaugurado o Centro de Treinamento do Parque Anhanguera. 
        Com uma área de 411.000 m², o Centro possui sete campos de futebol, sendo cinco no tamanho oficial e dois na modalidade soçaite, uma quadra de areia, vestiários, bosques, lago, quiosque. No local são ministradas aulas de iniciação esportiva, bem como treinamentos da equipe de amadores e profissionais do Goiás Esporte Clube.

 

2  Situação Atual:

Bom estado de conservação.

 

3  Tombamento:

Tombado como Patrimônio Ambiental, Esporte e Lazer, pelo Decreto n.º1.135 do dia 04 de abril de 1997.

 

4  Localização:

Av. Ipanema s/n Jardim Atlântico, Goiânia (entre os setores Jardim América e Parque Anhanguera

5  Responsabilidade:

         A responsabilidade do Centro de Treinamento Parque Anhanguera é do Goiás Esporte Clube. 

Fontes: Diretoria de Marketing do Goiás Esporte Clube
               Diretor: Sr. Paulo Lopes 
              
 Telefone: 546-4835/4850/4851.

 

 

 

Centro Espírita Luz da Verdade – Palmelo

 

 

Marco, em torno do qual surgiu a cidade de Palmelo, o Centro Espírita Luz da Verdade foi construído em 9 de fevereiro de 1929 e tombado pela Lei 018/1997, de 30/04/1997. 
            As obras de recuperação do prédio compreenderam a revisão total do telhado, nova pintura das paredes, com a volta das cores originais internas e externas; revisão da parte hidráulica e elétrica além do trabalho de paisagismo.

 

 

Centro Histórico e imóveis destruídos pela enchente – Cidade de Goiás

            No embalo das comemorações pelo recebimento do título de Patrimônio da Humanidade, a Cidade de Goiás foi surpreendida, na noite de 31 de dezembro de 2001, por fortes chuvas que fizeram as águas do Rio Vermelho transbordarem. Como conseqüência, a força das águas destruiu casas, pontes e arrasou boa parte do centro histórico.

De imediato houve o compromisso do governador Marconi Perillo de recuperar a cidade. Da área federal, o Iphan se comprometeu a levantar os danos ao patrimônio, o ministro da Cultura, ministro da Integração Nacional, que coordena a Defesa Civil, e o próprio presidente da República (Fernando Henrique Cardoso) prometeram recursos para a restauração do patrimônio e solução dos problemas sociais. Empresários e a própria comunidade se mostraram solidários.

Foram liberados R$ 251.123,02, recursos estaduais, que contemplaram 15 imóveis, sendo 14 residências e uma igreja, seriamente afetados pela enchente. As obras de recuperação emergencial foram iniciadas em agosto de 2002 e concluídas em outubro do mesmo ano.

            Os imóveis foram: Igreja do Carmo, casa de Joventino Alcântara Almeida, Jaime Nascimento Costa, Sílvia de Carvalho Bueno, Igreja do Carmo, Sebastiana M. Vasconcelos, Brito Azevedo, Ubirajara C.de Oliveira, Talvane da Veiga Jardim, Lafaiete Pereira de Morais, Benjamin Raimundo Borges, Vânia Godinho Paiva, Euclides Alcântara de Almeida, Asilo São Vicente de Paula, Elder Camargo Passos e Benício Ferreira da Silva.

 

 

CHAFARIZ DA CARIOCA
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico: 

A fonte de Camburi, como foi inicialmente chamada, foi construída em Vila Boa, quando estava sendo implantada a exploração de minérios (1727). O chafariz do Largo da Carioca foi a primeira fonte pública de abastecimento de água, e atendia basicamente os moradores da margem direita do Rio Vermelho, conhecida nos documentos antigos como Rosário, em alusão à primeira Igreja construída nessa parte da cidade, pertencente à Irmandade dos Homens Pardos.
          Construída em alvenaria de pedra, sua estrutura era praticamente enterrada no solo e, originalmente, um dos lados era aberto, ligado diretamente ao rio. Mas, por causa dos alagamentos provocados pela chuva, essa ligação foi desfeita com a construção de uma quarta parede, também em alvenaria de pedra. O acesso às bicas é feito através de uma escada frontal, também de pedra.
          O fornecimento de água foi, há algumas décadas, interrompido em decorrência dos aterros para construção de uma rodovia. Somente na última restauração, realizada na década de 80, pela prefeitura, com apoio do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional, esse fornecimento foi restabelecido. A fonte voltou a ser um dos pontos de referência do turismo.
          Atualmente a fonte está cercada por um complexo de lazer implantado pela prefeitura, que engloba o rio (como local de banho), um restaurante, parque de diversões para crianças e seu próprio entorno que recebeu tratamento especial de ajardinamento.

 

2 – Situação atual:

            Em regular estado de conservação.

 

3 – Tombamento:

           Está sob proteção federal: processo n.º 345-T-42, Inscrição 73, Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, Fl. 17. Insc. 463, Livro Histórico, insc. 529, Livro das Belas Artes, 18/09/1978. Estadual: Lei nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.  

 

4 – Localização:

         Localiza-se no Largo da Carioca, na cidade de Goiás, a 128 Km de Goiânia.
           Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis.

 

5 –  Responsabilidade:

        A conservação e cuidados são de responsabilidade do Município, com fiscalização do Iphan.
          Telefone (0xx62) 3371-2607.

 

Fontes: Guia  dos  Bens Imóveis Tombado em Goiás, Vila Boa Volume I, de Gustavo Neiva Coelho, 1999. 
               Material enviado (via fax) para o Banco de Dados dos Municípios.
               Lívia Camelo Barros – funcionária Prefeitura Municipal cidade de Goiás
               Júlio César – fiscal de obras do Iphan  – cidade de Goiás
               Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).


CHAFARIZ DE CAUDA DA BOA MORTE
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:

O Chafariz de Cauda da Boa Morte foi construído, em 1778, com a finalidade de dividir o abastecimento de água da cidade com o já existente Chafariz da Carioca. O termo “chafariz de Cauda” é devido ao fato de o aqueduto (sistema de canalização de água) se assemelhar a uma enorme cauda, em sua parte posterior. Já “Boa Morte” se refere à igreja do mesmo nome, situada próximo ao chafariz, e pertencente à Confraria dos Homens Pardos, situada em um terreno atrás do chafariz. O Chafariz de Cauda faz parte de um dos conjuntos históricos mais antigos e valiosos da Cidade de Goiás.

A água fornecida pelo chafariz, captada no Córrego Chapéu de Pedra, era inicialmente canalizada em dutos entalhados em pedra-sabão. Posteriormente, era transferida para outros, feitos de laje e betumados. Com a poluição da nascente pelo esgoto urbano, o fornecimento de água foi interrompido. Só recentemente, em uma de suas últimas restaurações, a água, proveniente da rede pública, passou a ser canalizada. 
Construído em pedra, com detalhes em pedra-sabão, o chafariz possui em seu corpo central as bicas que forneciam água à população, além de dois tanques, destinados aos animais, na parte externa.

Na parte superior do chafariz, encontra-se ainda um escudo de pedra sabão, onde se pode ler: 
“Mandado fazer pela câmara desta vila, sendo governador e capitão general o ilustríssimo José de Almeida Vasconcelos Soveral e Carvalho e Ouvidor Geral o desembargador Antônio José de Almeida. Ano de 1778”.

Na atual gestão, o Chafariz passou por um trabalho de restauração, incluindo o piso de pedras.  Foi feito aterramento do anfiteatro construído na década de 80, que feria o conjunto original, além de outros aterramentos na área, plantio de grama e tratamento fitosanitário, tanto na área resultante do aterro do anfiteatro como ao redor do Chafariz.

Lixeiras e vasos ornamentais foram instalados no local, e fez-se a revisão das instalões elétricas, inclusive colocando três novas luminárias no piso e revisando as existentes. Incluiu-se a revisão hidráulica, com instalações de torneiras e novas tubulações.

Recuperação de gradil de madeira e pintura geral de alvenarias, obedecendo as cores existentes, completaram os trabalhos.  E foram feitos testes de coloração no local, conforme critérios do Iphan.

2 – Situação atual:

O Chafariz de Cauda da Boa Morte foi reformado recentemente (no final de 2005).

3 – Tombamento:

O monumento conta com proteção federal, processo 345-T-42, inscrição 393, Livro das Belas Artes, fls. 77, de 3 de maio de 1951. 
Lei Estadual: nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.

4 – Localização:

Localiza-se na Praça Brasil Caiado (Largo do Chafariz), cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis.

5 – Responsabilidade:

O município é responsável pela conservação e limpeza, com fiscalização do Iphan.

Fontes:

Guia dos Bens Imóveis, Tombados em Goiás, Vila Boa. Volume I, de Gustavo Neiva Coelho, 1999. Iphan.   –   Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).  Fone: (0xx62) 3371-2607.


 

      Cidade de Goiás – Patrimônio da Humanidade 

1 – Histórico

Uma das prioridades do governo do Estado, por meio da Secult Goiás, foi transformar a Cidade de Goiás em Patrimônio da Humanidade. O processo se iniciou, na verdade, com a “Comissão Pró-Goiás”, integrada pelos artistas plásticos Siron Franco e Cleber Gouvêa, pela marchande Célia Câmara,  pelo jornalista Washington Novaes, empresário Leonardo Rizzo e o deputado Aldo Arantes. A Secult participou de todas as etapas do processo.

Com o envolvimento de artistas, da comunidade Vilaboense (Brasilete, Antolinda, Marlene Velasco e Elder Camargo), governo, entidades como o Movimento Pró-Cidade de Goiás, Iphan, Prefeitura local e o Ministério da Cultura e empresas privadas, foi viabilizada a confecção do Dossiê de Goiás, sob a coordenação de Marcos Antônio Galvão. Este é um conjunto de documentos (cinco volumes) contendo as informações solicitadas pela Unesco para que a Cidade de Goiás pudesse pleitear o título. O Dossiê foi elaborado, em 1999, por uma comissão formada pela Secult Goiás, Iphan e do Movimento Pró-Cidade de Goiás. O documento apresenta uma completa radiografia da Cidade de Goiás, com a história da povoação; a arquitetura, a economia, política e cultura, entre outros aspectos. Reúne mapas, fotografias, peças de vídeo e outros documentos

O processo de habilitação da Cidade de Goiás ao título previu um conjunto de ações com parecer técnicos como a mudança da fiação para subterrânea, sinalização, saneamento básico, estação de tratamento de esgoto, rede de esgoto subterrânea, postes de época, recuperação das margens do Rio Vermelho, mata ciliar e aumento da APA da Serra Dourada. Todas as etapas foram cumpridas, até que, finalmente, houve a concessão do título de Patrimônio da Humanidade à antiga capital, em dezembro de 2001.

2 – Situação Atual:
         
           O patrimônio, como um todo, encontra-se em perfeito estado de conservação.

            3 – Tombamento:

            Tombada pela lei estadual sob o nº 8.915, de 13/10/1980.

4 – Localização:

Distante 150 quilômetro a oeste da capital do Estado.

5 – Responsabilidade:

A manutenção e conservação deste patrimônio é de responsabilidade da prefeitura municipal, estado e união, sob a fiscalização da UNESCO.

Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).


 

   Cine Teatro Esmeralda
(Corumbá de Goiás)

1 – Histórico:

O prédio do Cine Teatro Esmeralda foi construído em 1939, em estilo moderno, pelos sócios Geraldo Campos (caminhoneiro e fazendeiro), André Curado (comerciante), Osvaldo Fleury (comerciante) e José Trindade Curado (fazendeiro) porque naquela época não havia nenhuma diversão na cidade. Então o grupo resolveu construir um cinema.  Em arquitetura eclética, o prédio faz parte do conjunto tombado em nível federal.

No prédio foi instalado o primeiro cinema falado. Inicialmente, chamou-se Cine Primavera. Esteve, de 1952 a 1974, sob a direção de Edmir Curado, que mudou o nome para Cine Teatro Esmeralda. O prédio foi vendido mais tarde para a prefeitura.

Na atual gestão, a Agepel fez intervenção total no valor de R$ 99.350,24.  As obras abrangeram a revisão do telhado, a parte hidráulica, elétrica, pintura geral das janelas, paredes, adequação da porta de entrada e revisão total do forro.

2 – Situação atual:

Está em estado de boa conservação.

3 – Tombamento:

O prédio faz parte do conjunto tombado em nível federal

4 – Localização:

Localiza-se na Praça da Matriz, nº 135, Corumbá de Goiás, a 112 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/ Anápolis/BR-414/Planaltina.

5 – Responsabilidade:

O prédio está sob responsabilidade da Prefeitura Municipal.
Fone: (0xx62) 338-1171/1172.

Fontes: Livro Corumbá de Goiás, Estudos Sociais, de Ramir Curado, Brasília, Editora Ser, 1996.
Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital) e Secult Goiás.

 

 

Cine Teatro Pireneus
( Pirenópolis)

       1 – Histórico:

       Um dos prédios mais representativos do conjunto arquitetônico de Pirenópolis, o Cine-Teatro Pireneus foi construído em 1919 pelo padre Santiago Uchoa, preocupado em oferecer à população um espaço destinado à encenação de peças teatrais e outras opções de entretenimento. Assim, desde o início, o prédio tinha a dupla função de cinema e teatro. Foi tombado pelo Iphan em 1989.

       Em condições físicas precárias, o Cine-Teatro Pireneus desabou, em 1984, ficando de pé apenas a fachada. A reconstrução do prédio teve início em 1999.  

       A re-inauguração do cinema aconteceu em 23 de fevereiro de 2002, com as presenças do governador Marconi Perillo, ministro da Cultura Francisco Weffort e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Sérgio Amaral. A reforma foi feita pelo Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Pirenópolis, a quem o prédio pertence.

       Com área construída de 511 metros quadrados, na reabertura do Cine-Teatro Pireneus foi exibido o filme Janela para os Pireneus, de Armando Lacerda.

A reconstrução do prédio teve custo de R$ 424 mil, por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Goyazes.

        2 – Situação atual
                   O prédio está em perfeito estado de conservação – Fone: (62) 3331-1326 e 2835

        3 – Tombamento:
              Foi tombado pelo Iphan em 1989

           4 – Localização:
                  O Cine Teatro Pireneus situa-se em Pirenópolis, à rua direita, Centro.

        5 – Responsabilidade:
                   
A prefeitura municipal de Pirenópolis é a responsável pelo Cine Teatro Pireneus.

                   Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).


 

COLÉGIO ATENEU DOM BOSCO
(Goiânia)

 

1  Histórico:

        O Colégio Ateneu Dom Bosco foi fundado em janeiro de 1941, quando chegou a Goiânia o padre Pian, de Silvânia, com os primeiros salesianos. A escola começou a funcionar oficialmente em 1942. O prédio foi construído em estilo colonial, em alvenaria, com 22 salas, quatro escritórios e quatro banheiros.
        O Ateneu Dom Bosco praticamente nasceu com Goiânia e com ela cresceu. Suas histórias estão entrelaçadas. Alguns dos seus ex-alunos estão prestando relevantes serviços nos diferentes segmentos da sociedade. Tanto em Goiás como em outros pontos do País.

 

2  Situação atual:

        O prédio está em bom estado de conservação.

 

3  Tombamento:

O Ateneu Dom Bosco é tombado por meio da Lei Estadual n.º 8.915, de 13/10/1980,  Art. 3º. Com processo: n.º 302/81 CEC.

 

4 – Localização:

Alameda dos Buritis, n.º 485, Setor Central – Goiânia.

 

5  Responsabilidade:

O prédio pertence à Paróquia de Dom Bosco, a responsabilidade administrativa é da própria direção do Colégio Ateneu Dom Bosco.
        Fone: (0xx62) 3213-3100.

 

Fonte:  Secretaria do Colégio Ateneu Dom Bosco.
            
  Padre Cipriano.

 


 

COLÉGIO ESTADUAL JOSÉ CARLOS DE ALMEIDA
(Goiânia)

 

 Histórico: 

 Com a instauração do Estado Novo, a 27 de novembro de 1937, foram editados projetos criando o Grupo Escolar Modelo e determinando o início de suas atividades para 1938.
        O Grupo Escolar Modelo funcionou pela manhã e o Colégio 5 de julho à noite. Em 1970, foi inaugurado o Colégio Estadual Brasil Central ao lado. Em 1972, o muro que separava as duas escolas foi derrubado e construído uma passarela coberta existente até hoje, passando a se chamar Ginásio Estadual Brasil Central. 
        Já em 1974, a Escola mudou mais uma vez de nome, agora em homenagem a um ex-aluno muito inteligente que virou professor, passando a se chamar Escola Estadual Professor José Carlos de Almeida. Em 1996, por ter sido criado o 2º grau na escola, o nome mudou de novo para Colégio Estadual José Carlos de Almeida.
        O Edifício construído no estilo art-déco, abriga 2.800 alunos aproximadamente, com 23 salas de aula. Funciona 3 turnos, sendo para o 1º e 2º grau.

 

 Situação atual:

Em bom estado de conservação.

 Tombamento:

        Inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás. Lei nº 8.915, de 13 de outubro de 1980, Decreto nº 4.943 de 31 de agosto de 1998 (Processo SEC 302/81).

– Localização:

Ruas 3 e 23 – Centro – Goiânia.

 Responsabilidade:

Secretaria de Educação do Estado.
        Fone: (0xx62) 3261-7828.

Fonte: Projeto Álbum – O Popular – 1998.
             Secretaria do Colégio.
             Fone: (0xx62) 3212-9372/3218-3234.

 


 

CORETO DA PRAÇA CÍVICA
(Goiânia)

 1  Histórico: 

Construído entre 1940 a 1941 pelo pedreiro Adolfo Boare, com base no projeto desenhado pelo arquiteto Américo Pontes e estruturado pelo engenheiro Félix de Souza, o Coreto faz parte da história da construção de Goiânia, servindo de palco para manifestações culturais e políticas. 
        Inaugurado oficialmente em 5 de julho de 1942,  durante o Batismo Cultural de Goiânia, o Coreto passou por várias alterações arquitetônicas ao longo de sua história. A principal modificação foi a transformação do Coreto em repartição pública, com paredes, portas e janelas, na gestão que durou até 1978, do prefeito Manoel dos Reis.
        Na administração de Hélio Mauro Humbelino Lobo, o monumento foi restaurado em 1978, voltando a ter arquitetura original, com a participação de Adolfo Boari na restauração.    

2  Situação atual:

Em bom estado de conservação.

 3  Tombamento:

O coreto é tombado pela Lei Municipal  nº 6962 de 21.06.1991. Pelo Estado através da Lei Estadual 8.915 de 13.10.1980 e pelo Decreto nº 4934 de 31 de agosto de 1998, fundamentado pela Lei Estadual n.º 13.312, de 9 de julho de 1998.

   

4 – Localização:

Praça Cívica, Centro – Goiânia.

 

5  Responsabilidade:

Governo do Estado.
       Prefeitura Municipal de Goiânia.
         Fone: (0xx62) 3524-1211.

 

Fontes:  Secretaria Municipal de Cultura.
               
 José Mendonça Teles – crônica: “O Coreto da Praça publicada em O Popular de 26 
               
 de março de 1997.
                Vera Gomes  – Diretora do Instituto do Patrimônio Histórico Municipal.

 


 

CORETO DA PRAÇA DA LIBERDADE
(Ipameri)

1 – Histórico:

O Coreto da Praça da Liberdade foi construído na administração do intendente (denominação de prefeito, na época) Vicente Marot, e inaugurado em maio de 1923. 
Nas décadas de 40 e 50, o coreto foi palco dos passeios de fim de semana, que eram a diversão da época. As pessoas caminhavam pelo jardim da praça ao som das bandas locais.
O coreto foi tombado pelo patrimônio histórico municipal em 1991.

2 – Situação atual:

O coreto encontra-se em razoável estado de conservação, precisando de pintura e reparo na rede de energia.

3 – Tombamento:

O monumento foi tombado pela Lei Municipal nº 516, de 10 de dezembro de 1991.

4 – Localização:

O monumento localiza-se em Ipameri, a 185 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Cristianópolis/Santa Cruz de Goiás/Pires do Rio/ Urutaí.

5 – Responsabilidade:

A prefeitura é responsável pelo coreto da Praça da Liberdade.

Fonte: Beth Costa – ex-secretária de Cultura.


 

CRUZ DO ANHAGÜERA
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:

         A Cruz do Anhanguera foi encontrada pelo historiador Luiz do Couto, na cidade de Anhanguera, às margens do Rio Paranaíba,  em 1915. Ele doou a grande cruz para a capital do Estado (hoje Goiás), onde passou a constituir um monumento.
         A Cruz do Anhanguera, feita em aroeira, tem aproximadamente 4 metros de altura. Recebeu essa denominação como homenagem ao bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera.

 2 – Situação atual:

        Depois de ser arrastada pelas águas da enchente do Rio Vermelho, que se abateu sobre a Cidade de Goiás, na noite de 31 de dezembro de 2001, a Cruz do Anhangüera foi reconstruída, graças ao esforço do governo do Estado, em parcerias com diversos órgãos, instituições e comunidade vilaboense. O monumento foi reinaugurado pelo governador Marconi Perillo, em 5 de junho de 2002, durante a abertura da quarta edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica). 
 

3 – Tombamento: 

          A Cruz do Anhanguera foi tombada pelo governo federal, via Iphan, como parte do Centro Histórico da Cidade de Goiás. 

4 – Localização:

A cruz está no Centro Histórico da Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí.

 

5 – Responsabilidade:

         A responsabilidade pela cruz é da prefeitura, com fiscalização do Iphan.
         Telefone (0xx62) 3371-1206.

 Fontes:  Prefeitura, material enviado (via fax) ao Banco de Dados dos Monumentos Históricos.   
                 Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
                 Elder Camargo.

 


 


CRUZEIRO DA PRAÇA GERMANO RORIZ
PRAÇA DO CRUZEIRO

(Goiânia)

1  Histórico: 

O cruzeiro original em madeira, com altura aproximadamente de 3,5 metros, foi instalado nas terras da fazenda Bota-fogo, de propriedade do pioneiro de Campinas Andrelino Rodrigues de Moraes. Além do significado religioso onde eram rezados os terços  e queimas de velas, serviu como orientação para acesso da região sudoeste à Campinas.
         O projeto original do setor sul traçado pelo engenheiro urbanista Armando Augusto de Godoí, no ano de 1938 destinou aquela área (praça e quadras adjacentes), ao uso religioso. 
       No início dos anos 50, com a demarcação da praça do setor sul, e dando continuidade ao sentido religioso, foi instalado no mesmo lugar da praça, novo cruzeiro feito em concreto revestido em fugê.
       O novo cruzeiro, com altura de aproximadamente 3,5 metros, encontra-se na parte central da praça deslocado do seu lugar original (noroeste da praça) foi construído em concreto rústico na cor verde da mesma forma da luz de Santo Antônio existente nos anos 50.
       Hoje o cruzeiro está pintado (não se sabe por quem) nas cores: azul, amarela, laranja e cinza, com duas bases: uma na cor bege de aproximadamente 40 centímetros e outra preta de um metro.
       No início da década de 60, a Praça ganhou nova denominação, passando a se chamar Praça Germano Roriz, em homenagem a um dos pioneiros de Goiânia e pai do primeiro goianiense, Goianí Segismundo Roriz.

 

 

2  Situação atual:  

Em regular estado de conservação.  

 

3  Tombamento: 

É tombado pela Lei Municipal nº 6.462 de 02 de maio de 1991. 

 

4 – Localização: 

Rua 90 – Setor Sul – Goiânia. 

 

5  Responsabilidade: 

Prefeitura Municipal de Goiânia.
        Fone: (0xx62) 3224-5666.

 

 

Fonte: Livro: “Goiânia Evolução do Plano Urbanístico” – Narcisa Abreu Cordeiro.  
             Professor/Historiador – Jacy Siqueira.
             Divisão de Acompanhamento de Controle – Seplan – Arquiteta Kátia do Carmo de Paiva 
             Divisão de ordenamento Urbanístico- Seplan – Arquiteta Maria Aparecida de Jesus Cuechi 

 

 

ESTÁTUA DO BANDEIRANTE BARTOLOMEU BUENO DA SILVA
(Goiânia)

1 – Histórico:

A estátua do bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva foi instalada, em 9 de novembro de 1942. O monumento foi criado pelo artista plástico paulista Armando Zago, atendendo solicitação do Centro Acadêmico XI de Agosto da Faculdade de Direito de São Paulo, como homenagem ao povo goiano.

A escultura em bronze possui 3,5 m de altura. Está instalada na Praça do Bandeirante, no cruzamento da Avenida Anhanguera com Avenida Goiás. 
O monumento apresenta Bartolomeu Bueno da Silva, de corpo inteiro, tendo nas mãos uma bateia e um bacamarte.

2 – Situação atual:

A estátua está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

O munumento é tombado pela Lei Municipal n.º 6.962, de 21 de maio de 1991.

4 – Localização:

Praça do Bandeirante, Av. Goiás c/ Av. Anhanguera, Setor Central.

5 – Responsabilidade:

É responsável pelo monumento a Prefeitura de Goiânia – fone: 3524-2901.

Fonte: Arquivo Histórico Estadual.

 

 

Estrada do Nascente – Trilhas e caminhos de Vila Boa – “Antiga Estrada Real” 
                                                    (Município da Cidade de Goiás) 

1 – Histórico

Por proposição da Diocese da Cidade de Goiás (sob responsabilidade do bispo Dom Eugênio Rixen), em alentada parceria, o projeto Estrada do Nascente – Trilhas e Caminhos de Vila Boa foi lançado, em Brasília, no início deste ano, pelo ministro da Cultura Gilberto Gil. A ação pretende resgatar, a partir de diagnóstico cultural e turístico, a antiga Estrada Real, ou via de comunicação oficial do governo que interligava o litoral a regiões de Parati (RJ), Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, utilizada principalmente entre os séculos XVIII e XIX para o escoamento de riquezas minerais e produtos diversos.

Em Goiás há duas rotas, o chamado Caminho Velho, saindo de Paraty e penetrando pela porção sul, atravessando o Rio Paranaíba, passando pelo município de Santa Cruz de Goiás. O Caminho Novo, por sua vez, parte do Rio de Janeiro, passando por Diamantina, seguindo rumo a Paracatu (MG) e penetrando na região goiana por Luziânia. As estradas que partem de Vila Boa são denominadas respectivamente de Estrada da Nascente, do Poente, do Sul e do Norte. A do Nascente refere-se ao percurso entre Vila Boa-Ferreiro-Ouro Fino-Jaraguá-Meia-Ponte-Santo Antônio de Montes Claros-Santa Luzia. O Projeto Estrada do Nascente visa resgatar, inicialmente, o trecho Goiás-Ferreiro (distrito do município de Goiás, distante aproximadamente 6 quilômetros da antiga capital do Estado).

Segundo justificativas do projeto, a Estrada do Nascente traz em si “sustentabilidade como empreendimento, pois estará incrementando o turismo, uma vez que o visitante poderá ir à busca do inusitado, de novas experiências e paisagens como atração”.  Além disso, há pontos de interesse arqueológico, histórico. Com cronograma de trabalho previsto para cinco meses (a partir da liberação do orçamento e autorização do Iphan), o projeto prevê, entre outras ações, a sinalização com placas indicativas de distâncias, de pontos de interesse arqueológico, histórico, paisagístico e outros aspectos, dentro das normas da Embratur e do Iphan.

A obra custará R$ 167,81mil, dos quais R$ 144,41 partirão do Monumenta e da Agepel e R$ 23,4 mil. Buscando a dinamização do turismo na região, posteriormente o projeto prevê a extensão das obras até Luziânia. Segundo os idealizadores do Estrada do Nascente (arqueóloga Margareth de Lourdes Souza, que elaborou, e arquiteto Otávio Dayer, coordenador) a ação “é relevante e relaciona-se diretamente com a preservação do patrimônio histórico e arqueológico e poderá alavancar outros projetos, trazendo a inclusão social, fomentando a geração de renda e empregos e, conseqüentemente, a melhoria da qualidade de vida”, entre outros benefícios.

 

2 – Situação atual:

 

3 – Tombamento:

 

4 – Localização:

 

5 – Responsabilidade:

 

Fonte: Projeto Monumenta e Secult Goiás  ( 3201-9862 )

 

 

CATEDRAL METROPOLITANA DE GOIÂNIA
(Goiânia)

 

1  Histórico: 

A Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Goiânia foi o primeiro templo religioso da nova Capital do Estado, na época, apenas uma pequena igrejinha. Foi criada pelo decreto de 22 de dezembro de 1937, expedida pela Cúria Arquidiocesana de Goiás, mas a instalação só aconteceu no dia 24 de dezembro de 1937, em que o Arcebispo, Dom Emanuel Gomes de Oliveira, presidiu a cerimônia de benção. 
       Em 1956, com a criação da Arquidiocese de Goiânia, a Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, ainda em obras, foi indicada como Catedral – Provisória.
       O zelo dos sucessivos párocos e a colaboração eficiente da comunidade, foram levando avante as obras, primeiro a torre, depois os acabamentos. Em 8 de dezembro de 1966, a igreja foi elevada definitivamente à Igreja Catedral.
       Com estilo arquitetônico eclético para o lado do Neo-Gótico, a Catedral possui 1 altar, 1 torre e janelas de vidro comum, possuindo 3 portas, uma principal e 2 laterais, sendo de ferro com vidro; a Catedral comporta 700 pessoas sentadas.

 

2  Situação atual:

Em bom estado de conservação.

 

3  Tombamento:

É tombada pela Lei Municipal nº 6.962 de 21 de maio de 1991.

 

4 – Localização:

Rua 10 – Centro – Goiânia.

 

5  Responsabilidade:

Arquidiocese de Goiânia.
        Fone: (0xx62) 3223-0759.

 

Fonte: Secretária da Catedral.
            
 Pároco Pe. Luiz Lobo.
             Fone: (0xx62) 3223-0759.

 

 

 

GRANDE HOTEL 
(Goiânia)

1  Histórico:

        O Grande Hotel foi construído em 1936 pelo governo do Estado, para hospedar políticos, empresários e visitantes ilustres da nova capital de Goiás, que começava. Com seus três pavimentos, tornou-se o maior edifício da cidade na época. As instalações desse hotel eram símbolos da modernidade. Havia apartamentos, banheiros completos com água quente e fria, salas de estar, em estilo europeu e um restaurante elegante.
      Até 1960, o hotel torna-se um dos pontos de encontros da cidade, sobretudo depois de 1946, quando a Assembléia Legislativa instalou-se do outro lado da rua.
      Nos feriados, o passeio em frente ao prédio,  atraia os jovens da cidade.
      Atualmente no antigo Grande Hotel, funciona o INSS, com os serviços de arrecadação e fiscalização. 

2  Situação Atual: 

O prédio está em bom estado de conservação,  pois foi restaurado em 1986. 

3 -Tombamento:

         O Grande Hotel foi  tombado pela Lei 6.962, de 21 de maio de 1991.
       Está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, com a Lei n.º 8.915, de 13 de outubro de 1980  e pelo Decreto n.º4.943 (processo SEC 302/81).

4  Localização: 

O prédio localiza-se à Av. Goiás, esquina c/ rua 3 –  Centro, Goiânia.  

5  Responsabilidade: 

A responsabilidade do prédio é da Prefeitura Municipal, via Secretaria municipal de Cultura

      Fontes:  Preservação da Memória, Monografia de Ivalcy M. C. Chaves, UCG, Goiânia  GO, 1.999.
                     Projeto Álbum – O Popular – 1.998.
                     

 

IGREJA DO ROSÁRIO 
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico: 

      A Igreja do Rosário foi construída em 1734, para servir à Irmandade dos Negros. Até 1934, o templo serviu à população, quando padres dominicanos e italianos o derrubaram e construíram outra igreja, que foi inaugurada em  25 dezembro de 1942.
        A Igreja do Rosário foi edificada em estilo gótico. Possui três altares. Na década de 50, o artista plástico Frei Nazareno Confaloni pintou 14 afrescos. Na década de 60,  o mesmo artista pinta   outros 14 painéis. 

2 – Situação atual: 

      A Igreja do Rosário está em bom estado de conservação.

 3 – Tombamento: 

        O templo é  tombado e faz parte do conjunto arquitetônico e urbanístico da cidade de Goiás. Está inscrito no Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folha 97, de 18 de setembro de 1978, no Livro de Tombo Arqueológico, Etnológico e Paisagístico, folha 17, nº 73, de 18/04/1978.

4 – Localização: 

      Localiza-se à Rua desembargador Alves de Castro, s/nº, centro da Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.

5 –  Responsabilidade:

      A Diocese da Cidade de Goiás é responsável pela igreja.
      Telefone (0xx62) 3371-1206.

        Fontes:  Iphan (Pasta de Monumentos Históricos).
                        Elder Camargo de Passos.
                        Der-go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

 

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição
(Jaraguá)

1 – Histórico: 

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, de Jaraguá, foi edificada por iniciativa da família de Antônio Félix de Souza, que foi um grande comerciante da cidade, em 1838. Sendo autorizada a construção por licença régia de 1838. A obra foi construída sob licença régia, em local próximo ao Largo da Matriz, em frente à residência dos Félix de Souza, um dos sobrados mais imponentes de Jaraguá. 

O templo possui estilo colonial. Suas paredes são de pedra e barro, o piso de tijolo queimado.

2 – Situação atual:

O Iphan iniciou a restauração da igreja, na década de 80, sem no entanto, concluí-la. Por isso, em 1988 os jaraguenses residentes em Goiânia e a comunidade local, liderados pela Associação dos Defensores do Patrimônio Cultural de Jaraguá, levantaram recursos para restaurar e equipar a igreja. No ano seguinte foi criado o Museu de Nossa Senhora da Conceição, que funciona e é bem visitado.

3 – Tombamento: 

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição foi tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, em 2 de setembro de 1998, pelo Decreto nº 4.943. 

4 – Localização:

O templo localiza-se na Praça Getúlio Vargas, Centro – Jaraguá, a 107 km de Goiânia.
Via de Acesso: GO-080/Nerópolis/Petrolina de Goiás/BR-153.

5 – Responsabilidade:

A igreja encontra-se sob os cuidados da Associação do Patrimônio Cultural de Jaraguá.
Telefone 3326-3035 – Zélia Lôbo de Castro Ribeiro, diretora do museu.

           Fontes: Defensores do Patrimônio Histórico e Cultural de Jaraguá. Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO 
(Cidade de Goiás)   

1 – Histórico: 

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo teve construção iniciada em meados do século 18, sob a coordenação do secretário do governo, Diogo Luz Peleja. Ainda inacabada, foi doada à Confraria de São Benedito dos Homens Pardos e Crioulos, por falta de recursos para conclusão da obra. Esta confraria concluiu o templo em 1786.
          A construção foi feita em taipa de pilão (barro e cascalho socados), com telhado de barro canal (um tipo de argila), fazendo parede-meia com outras construções. O prédio tem fachada plana, sem torre sineira. Possui forro de madeira e capela-mor.

2 – Situação atual: 

A igreja foi restaurada em 1995 pela Telegoiás.  

3 – Tombamento:

            O templo foi tombado por Lei Federal,  processo 345 – T. 42, inscrição 357, Livros das Belas Artes, fl. 72 de 13/04/50, e pela Lei Estadual nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.

4 – Localização:

             A igreja localiza-se no Centro Histórico da cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
          Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis.

5 –  Responsabilidade:

          A Diocese da cidade de Goiás é responsável pelo templo.
          Telefone (0xx62) 3371-1206.

             Fonte: Museu de Arte Sacra da Boa Morte. 
                          Material enviado (via fax) para Banco de Dados dos Municípios).
                          IPHAN   
                          Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
 

 

 

IGREJA DE NOSSO SENHOR DO BONFIM
(Pirenópolis)

1 – Histórico:

A Igreja de Nosso Senhor do Bonfim foi construída por escravos, entre 1750 e 1754, por iniciativa do escravocrata e sargento-mor Antônio José de Campos. 
O templo possui estilo colonial, paredes de taipa de pilão (cascalho e saibro socados), piso de aroeira. Na capela-mor estão sepultados Antônio José de Campos e a esposa.

2 – Situação atual:

Foi reformada pela prefeitura e está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

Não é tombada.

4 – Localização:

A igreja está à Rua do Bonfim, s/nº, Pirenópolis.
Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Corumbá de Goiás/GO-225.

5 – Responsabilidade:

O templo está sob responsabilidade da própria igreja, que cuida da conservação e preservação do prédio.

Fontes: Material enviado pela Prefeitura ao Banco de Dados dos Municípios. 
Der-Go – (Lista de Distância dos Município à Capital).

 

 

IGREJA DE SANTA BÁRBARA 
(Cidade de Goiás)

 1 – Histórico:

          A Igreja de Santa Bárbara foi construída entre 1775 e 1780. A primeira missa foi celebrada em 30 de abril de 1780, pelo padre Joaquim Pereira Coimbra.
          O templo foi feito no centro de um pátio murado, junto à saída da cidade. Possui escadaria com aproximadamente 68 degraus que, teria sido construída em pedra-sabão e posteriormente substituída por uma de cimento.
          A fachada principal é muito simples. Possui apenas uma porta central e as janelas do coro. Construída em blocos de pedra-sabão (tijolos encaixados) e em adobe, a Igreja de Santa Bárbara oferece uma bonita vista da cidade de Goiás, com a Serra Dourada, ao fundo, tornando-se um dos locais mais procurados, tanto por visitantes como pela própria população da cidade.

2 – Situação atual:   

 A Igreja de Santa Bárbara foi restaurada em 1999,com recursos do BNDES, em ação conjunta do Iphan, Ministério da Cultura, governo do Estado de Goiás e Diocese da cidade de Goiás.  

3 – Tombamento:

          O templo foi tombado em  abril de 1950. Tem proteção federal, com processo 345-t-42. Inscrição nº 360,  no Livro dos Tombos das Belas Artes, fls. 73. (13/04/1.950). E Lei Estadual nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.

 4 – Localização:

Localiza-se no Centro Histórico da cidade, no outeiro de Santa Bárbara, a 128 km de Goiânia. Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí.   

5 – Responsabilidade:

 É da Diocese da cidade de Goiás, com fiscalização do Iphan.
    Telefone (0xx62) 3371-12096.

            Fontes:  Museu de Arte Sacra da Boa Morte (via fax) Iphan – (Pasta de Monumentos Histórico).
                Dergo: (Lista de Distância dos Municípios á Capital).
  Guia dos Bens Imóveis Tombados em Goiás, Vila Boa – Volume 1, Goiânia. 1999, Gustavo Neiva Coelho.

 

 

 

IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA 
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:

 

A Igreja de São Francisco de Paula foi construída por iniciativa de Antônio Tomás da Costa. Tornou-se a terceira edificação na cidade de Goiás. A obra foi concluída em 1761. O forro, tanto na nave quanto na capela-mor, recebeu pintura de André Antônio da Conceição, em 1896, com motivos que evocam passagens da vida de São Francisco de Paula, além de temas litúrgicos.

A igreja tem paredes de taipa de pilão (barro e cascalho, socados) e telhado em telha de barro canal (um tipo de argila). Possui fachada plana, com cruzeiro de madeira no adro. A torre sineira também é do século 19 e está separada do corpo da igreja. 

2 – Situação atual:

O templo atualmente é sede da Irmandade do Senhor dos Passos.

3 – Tombamento:

A Igreja de São Francisco de Paula foi tombada pelo Iphan em 13 de abril de 1950. Está inscrita no Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folhas 72, sob proteção federal, com processo nº 345-t-42 e Estadual com a Lei nº 8.915, de13 de outubro de 1980.

4 – Localização:

A igreja localiza-se em pequena elevação, às margens do Rio Vermelho, no Centro Histórico da cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí.

5 – Responsabilidade:

A Irmandade Nosso Senhor dos Passos é responsável pelo templo. Há supervisão do Iphan.

Fontes:

 

Museu de Arte Sacra da Boa Morte (via fax). Iphan: (Pasta de Monumentos Históricos) 
Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
Fone: (0xx62) 3371-2326.

 

 


Igreja de São José

(Mossâmedes)

1 – Histórico

A Igreja de São José de Mossâmedes foi construída em 1774, por índios e negros, no estilo colonial jesuítico, com o objetivo de fazer o aldeamento.  A construção é em adobe e terra socada, com paredes largas que chegam a medir até 1,40 metro. A recente restauração, inaugurada em 27/07/2005, abrangeu o templo como um todo, com o cuidado de preservar as características da igreja. Essa restauração demorou aproximadamente 120 dias e custou cerca de R$ 220 mil reais oriundos do Tesouro Estadual.

           A principal característica da Igreja Matriz de São José de Mossâmedes é o retábulo (um tipo de altar maior) em madeira, de aspecto singelo, mas de grande importância histórica.

 2 – Situação Atual:
            Ótimo estado de conservação.

 3 – Tombamento:
            Tombada pela Lei Estadual nº 9.843, de 18/10/1985.

 4 – Localização:
             Praça Damiana da Cunha S/N – Mossâmedes – GO.

 5 – Responsabilidade:
             Paróquia São José

 6 – Fonte:
             Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) – (3201-9863)

 

 

IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO
(Baliza)

1 – Histórico:

A Igreja de São Sebastião foi construída em 1931, em estilo colonial, em Baliza. O terreno foi cedido pela prefeitura. 
A transferência da área para a igreja católica somente se efetivou em 1986, por meio de documentos. 
A Igreja de São Sebastião foi restaurada recentemente com recursos da comunidade e verbas da Alemanha.

2 – Situação atual:

O prédio está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

A igreja não é tombada.

4 – Localização:

O templo localiza-se na Praça da Matriz, nº 8 – Centro, Baliza, a 410 km de Goiânia. 
Via de acesso: GO-060/Trindade/Nazário/São Luís de Montes Belos/Israelândia/Iporá/
Arenópolis/Piranhas/BR-158/Bom Jardim de Goiás/GO-421.

5 – Responsabilidade:

É responsável pelo templo o padre Carlos Maria Binder, do Conselho Paroquial.
Telefones (0xx62) 

Fontes: Material enviado (via fax) pela prefeitura.
Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DAS DORES
(Caldas Novas)

1 – Histórico: 
        A Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, marco histórico da fundação da cidade de Caldas Novas, foi construída no período de 1850 a 1852, por iniciativa de Luiz Gonzaga Marques e Domingos José Ribeiro, moradores da região. Foi Domingos José Ribeiro o doador da área para a edificação do templo.
       Inicialmente, a igreja foi dedicada à Nossa Senhora do Desterro. O templo foi muito descaracterizado no decorrer dos anos. Nas décadas de 20 e 30, teve um padre em Caldas Novas que demoliu a fachada do templo com suas majestosas torres sustentadas por oito enormes esteios de aroeira.
       Assim, do aspecto original da igreja resta pouca coisa. De reforma em reforma, muito se perdeu de sua antiga estrutura arquitetônica inicial. Foram demolidos os altares, bem como o arco que existia entre a capela-mor e a nave da igreja. Algumas imagens esculpidas em madeira ou trabalhadas em cerâmica e o sino de bronze perderam-se com o tempo.

2 – Situação atual: 
 
       A igreja está em bom estado de conservação. 

3 – Tombamento: 
         
 O prédio não é tombado.

4 – Localização: 
         
 A Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores localiza-se no município de Caldas Novas, 
        a 161 km de Goiânia.
        Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Piracanjuba/GO-139.

5 – Responsabilidade: 
          
Prefeitura de Caldas Novas é responsável pelo templo. 
        Fone: (0xx62) 3453-1438.  

           Fontes:  Fax informativo do Sebrae.
                           Lúcia Maria Moraes – secretária de Turismo de Caldas Novas.

 

 

 

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
(Pirenópolis)

 

1 – História:

 

Construída por escravos no arraial de Meia Ponte, entre 1727 e 1738, a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário é considerada a mais antiga do Estado. O estilo da construção é o português colonial simples, em taipa de pilão, com torres e fachadas estruturadas em madeira e base em pedra de cantaria (técnica de cortar pedras do tipo micaxista, da região, segundo Paulo Sérgio Galeão, chefe do escritório do Iphan, em Pirenópolis).  A nave tem forro e piso do mesmo em madeira. É o maior edifício religioso do Centro-Oeste.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário contou, em seu interior, com rica talha, altar-mor e quatro laterais, além de um arco cruzeiro. O primeiro batismo no templo, conforme registros, é de 2 de março de 1732.

Com detalhes em ouro, 10 metros de altura e 8 de largura, o altar-mor, é do início da construção, 1740. A peça é de madeira talhada, recortada, com pintura à base d’água. Além do altar-mor, o templo recebeu outros quatro altares: dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e a São Francisco de Paula e, do lado esquerdo do altar e, do lado direito, dedicado a São Miguel e a Santana. Esses altares são semelhantes, na pintura utilizada pelos artistas e, de frente, semelhantes na talha da madeira. Os altares foram constituídos de filetes de ouro e alguns deles apresentavam como pano de fundo detalhes na cor azul.

Em cada um dos altares colaterais e laterais da Matriz foram colocadas de duas a três imagens. O altar de São Miguel continha elementos como guirlandas de flores. Nas laterais superiores do arco-cruzeiro foram colocados dois anjos da anunciação, que datam de1760. O teto da capela-mor foi pintado por artista de Pirenópolis em 1864.

A primeira intervenção na igreja teria sido ainda no século XVIII, quando teriam sido construídas as torres até à altura de mais um andar acima do prédio. Na época, a edificação ganhou um acréscimo extra nos fundos. A partir de então, a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário passou por uma série de reformas. Em 1830, depois de desabamento do arco-cruzeiro e do forro, houve uma restauração. A igreja foi tombada como maior monumento barroco do Brasil, pelo Iphan, em 1941. Uma reforma superficial foi feita em 1985. Como forma de melhorar a conservação do templo, uma reforma é iniciada em 1996 e concluída em 1999, com recursos de R$ 900 mil.

Um incêndio de grandes proporções destruiu a maior parte da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, na noite de 5 de setembro de 2002. Com isso, imagens, pinturas do forro, paredes e boa parte do mobiliário foram seriamente comprometidos pelo fogo.  Uma das torres desabou, todo o telhado caiu.

O Iphan fez os primeiros levantamentos da situação e constatou que as paredes do prédio resistiram ao incêndio, o que significava que a igreja poderia ser reconstruída. De outubro de 2002 a janeiro de 2003, foi feita uma operação emergencial de salvamento do que sobrou da velha Matriz. As obras de restauração foram efetivamente iniciadas em 21 de outubro de 2003. O custo total é de cerca de R$ 5,5 milhões, com financiamentos do BNDES, da Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Celg. As obras foram abertas à visitação pública em maio de 2004.

 

2 – Situação atual:

 

Com obras tocadas pela Construtora Biapó,  o esqueleto do prédio está pronto, em fase de preparação para a cobertura. Foram consumidos 150 metros cúbicos de madeira (ipê). Numa segunda etapa se cuidará de uma parte complexa e lenta – os elementos artísticos, como altares, forros, imagens, arco-cruzeiro e o altar-mor,  que passarão por etapa de estudos para sua recomposição com as características originais.  A entrega da primeira etapa da obra está prevista para abril de 2006.

 

3 – Tombamento:

 

A igreja foi tombada em 3 de julho de 1941, com inscrição no Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folha 27.   (Tombamento Estadual pela Lei 8.915, de 13 de outubro de 1980).

 

4 – Localização:

 

Localiza-se no Centro Histórico de Pirenópolis (Praça da Matriz), a 120 quilômetros de Goiânia.

 

5 – Responsabilidade:

 

Diocese de Anápolis. 

 

Fontes: Material enviado (via fax) pela Prefeitura de Pirenópolis, pastas Iphan e Dioceses; jornal O Popular, edição 26.05.2004, jornal O Sucesso, caderno Vip, edição de 10 a 16.10.2004, e pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).

 

 

IGREJA DE NOSSA SENHORA APARECIDA 
 (Aparecida de Goiânia)

   1 – Histórico:

           Igreja de Nossa Senhora Aparecida foi construída em maio de 1922, quando foi erguida uma  capelinha em estilo colonial, em louvor  de Nossa Senhora Aparecida. Era o marco inicial da cidade de Aparecida de Goiânia. José Cândido de Queiroz, Abrão Lourenço de Carvalho, Antônio Barbosa Sandoval e João Batista de Toledo foram os moradores que tiveram a iniciativa de construir a pequena capela que deu origem à Igreja de Nossa Senhora Aparecida. Para isso, eles doaram as    terras onde for erguido o templo. 
           Aparecida de Goiânia se chamava apenas Aparecida, em homenagem a Nossa Senhora, a padroeira do Brasil.  Em 1958 passou a ser Aparecida de Goiânia, já na condição de distrito. No mesmo ano, passou a denominar-se Goiolândia, por situar-se entre Goiânia e Hidrolândia. Em 1963, tornou-se município com a denominação de Aparecida de Goiânia.

2 – Situação atual:

  O templo está em estado precário, principalmente o seu  telhado e colunas.

 

3 – Tombamento:

          A igreja é tombada pela Lei Municipal nº 564, de 16 de dezembro de 1985.

 

4 – Localização:

          Localiza-se no município de Aparecida de Goiânia, a 13 km de Goiânia
          Via de Acesso: BR-153.

5 – Responsabilidade:

          O templo está sob responsabilidade da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida.
          Fone: 3545-5800/3283-1055/1104.

 

Fontes: Secretaria Municipal de Administração.
              
 Historiador e professor Nogueira .

 

 

 

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA ABADIA 
(Cidade de Goiás)   

1 – História: 
         
 A Igreja de Nossa Senhora da Abadia foi construída por volta de 1790 em estilo colonial, pelo padre Salvador dos Santos Batista. É considerada uma das mais belas construções religiosas de Vila Boa, pela harmonia e proporções de suas linhas. Não possui adro (terreno em frente), segue o alinhamento da rua.
         A obra foi feita em taipa de pilão, com telha de barro canal e torre sineira acoplada ao edifício. As janelas caprichosamente entalhadas, ostentam um único altar barroco. O arco do cruzeiro apresenta um trabalho em talha de autor desconhecido. É o único templo do Estado a apresentar o arco do cruzeiro chanfrado e o acesso ao púlpito (tribuna) feito por escada retrátil (por trás). Existe ainda uma porta comunicando a capela-mor diretamente com a rua lateral, o que não é encontrado em nenhuma outra construção religiosa no Estado.
        A tribuna sobre a sacristia é aberta para o interior da nave e um pequeno corredor faz acesso ao coro. Em termos de acabamento interno, o púlpito se sobressai por um bem-elaborado trabalho de talha rendada com pouco relevo. O forro da nave possui pintura feita por autor desconhecido, que exibe uma significativa imagem de Nossa Senhora, entre anjos ladeados por figuras de santos e papas.           

2 – Situação atual:  

         A Igreja de Nossa Senhora da Abadia foi restaurada em 1995, com recursos da Telegoiás.

3 – Tombamento: 
           
 O templo foi tombado em 13 de abril de 1950, pela Lei Estadual nº 8.915. Possui inscrição nº 358 no Livros dos Tombos das Belas Artes. Folha 72.

4 – Localização: 
           
 A Igreja de Nossa Senhora da Abadia situa-se no Centro Histórico da cidade de Goiás, à Rua Abadia, s/nº, a 128 km de Goiânia.
        Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis. 

5 –  Responsabilidade:  
          É da Diocese da cidade de Goiás, com fiscalização do Iphan.
        Telefone (0xx62) 3371-1206 – Maria de Sá (funcionária da Diocese de Goiás).

Fontes:  Museu de Arte Sacra da Boa Morte.
                Material enviado (via fax) para o Banco de Dados dos Municípios.
                Dossiê de Goiás, de Antônio Moreira da Silva.
                IPHAN – (Pasta Monumentos Históricos).

 

 

Igreja de Nossa Senhora da Abadia
  (Itaberaí)

1 – Histórico:
            A Igreja de Nossa Senhora da Abadia foi construída em 1824, em Itaberaí, segundo o historiador Raimundo José da Cunha Matos. Desde à colonização, houve grande devoção à Nossa Senhora da Abadia. Essa religiosidade é uma herança dos missionários portugueses que vieram da região de Braga. Segundo o historiador e naturalista francês Auguste Saint-Hilaire, que andou por Goiás por volta de 1812, a devoção se espalhou pelos sertões e várias igrejas foram construídas na região, em louvor de Nossa Senhora da Abadia. A construção da igreja de Itaberaí é atribuída ao capitão Salvador Pedroso de Campos e a Francisco Sá Tavares. Eles eram, respectivamente, fazendeiro e grande negociante da época.

2 – Situação atual: 
            A igreja está em bom estado de conservação. 

3 – Tombamento: 
            O templo não é tombado. 

4 – Localização: 
             A igreja localiza-se no município de Itaberaí, a 93 km de Goiânia. 
             Via de acesso: GO  070/Goianira/Inhumas/Itauçu.

5 – Responsabilidade: 
             A Igreja de Nossa Senhora da Abadia é de responsabilidade do clero local. 
Telefone da paróquia (0xx62) 3375-1088.

Fontes: Cristina Camilo – Secretária de Educação do Município; pesquisa feita pelos alunos da 7ª série da Escola Estadual Colégio Imaculado Coração de Maria. 
Telefone da Prefeitura: (0xx62) 3375-1763.

 

 

Igreja Nossa Senhora da Penha de França
(Corumbá)

1 – Histórico
Dentro do projeto de incremento à cultura, o governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás),  restaurou, na cidade de Corumbá, a Igreja Nossa Senhora da Penha de França – precioso exemplar da arquitetura colonial goiana.. Em 1731, no lugar da capela original, ergueu-se o atual templo dedicado à Virgem da Penha.  Em 1840 a capela é elevada à condição de Igreja Matriz. No ano de 1999 a igreja foi tombada como Patrimônio Histórico Municipal sob o nº 008/89 e recentemente como Monumento Histórico e Artístico Nacional, pela portaria nº 349, de 21/12/2004, do Ministério da Cultura. A igreja está implantada no alto do terreno e afastada das edificações vizinhas por ruas e calçadas.  Sua fachada principal está voltada para o rio, com uma escadaria possibilitando o acesso desde a rua. 

2 – Situação atual
No final de 2005 inicia-se a reforma geral do prédio

3 – Tombamento:
O prédio foi tombado pela Lei Municipal nº 008/89, de 13 de abril de 1989 e como Monumento Histórico e Artístico Nacional, pela portaria nº 349, de 21/12/2004, do Ministério da Cultura.

 4 – Localização:
Praça central de Corumbá

 5 – Responsabilidade:
Prefeitura Municipal de Corumbá

 Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás)

 

 

IGREJA SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA
(Goiânia)

           1  Histórico:  
         A construção da Capela teve início 10 de outubro de 1940 pelo padre Leopoldo Ripa, o primeiro missionário da paróquia vindo de Porto Alegre –RS. Em 8 de dezembro do mesmo ano, na festa da Imaculada Conceição de Maria, às 9 horas da manhã, foi celebrada a primeira missa.
         Naquela época, foi construída apenas uma Primeira Capela com área de 14 x 7metros em terreno doado pelo Interventor Pedro Ludovico Teixeira através do decreto-lei nº 3.200 de 13 de maio de 1940, que concedia lotes de terras aos padres missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria.
         Em julho de 1943, os padres missionários iniciaram as obras e aumento de sete metros a mais da capela matriz. No cimo da torrezinha da Igreja colocou-se uma imagem de cimento, de metro e meio de altura.
         A pedra fundamental da nova Igreja Matriz que viria substituir a Capela foi lançada em dezembro de 1947 e a inaguração aconteceu em 18 de julho de 1954. Em 6 de setembro de 1954, foi trazida a imagem do Imaculado Coração de Maria comprada nas Espanha, numa doação feita por Ciro Lizita. Neste ano de 1954, os sinos foram retirados da capela velha e colocados na torre nova da igreja matriz. A antiga Capela hoje se tornou sala de aula do Colégio Clarentiano, pertencente à Congregação Clarentiana que digire a Paróquia, restando apenas a fachada.
        Com estilo arquitetônico art-déco, a igreja possui um altar com a imagem da Imaculada Coração de Maria, vitrais, 1 porta principal em madeira e duas portas também em madeira na lateral, e um sino na torre.

           Situação atual:
          Em bom estado de conservação. 

            3  Tombamento:
          Lei Municipal nº 6.962 de 21 de dezembro de 1991, e Lei Estadual nº 8.915 de 13 de outubro. 

            4  Localização: 
          Av. Paranaíba, 372 – Centro – Goiânia-GO. 

            5  Responsabilidade: 
          Arquediocese de Goiânia, Padres Missionários Clarentianos (Paróquia do Imaculado Coração de Maria). Maria Angélica Pires – secretária da Paróquia. Fone: (0xx62) 3225-3275.

            Fontes: Paróquia do Imaculado Coração de Maria. Fone: (0xx62) 3225-3275, e Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).

 

 

 

LICEU DE GOIÂNIA
(Goiânia)
 

1  Histórico:

O Liceu de Goiânia foi fundado em 1846, na cidade de Goiás, como o segundo estabelecimento de ensino secundário do país.
       Seu fundador foi  Joaquim Inácio Ramalho, sexto presidente de Goiás, após a independência da província.
       O colégio foi primeiramente instalado na casa de tesouraria da província. O Liceu mudou-se  para Goiânia com professores, alunos e arquivos,  em 1937, através do Decreto n.º 04 , de 27 de novembro de 1937, de transferência da capital. 
       Em Goiânia, o colégio passou a funcionar como escola profissionalizante de 2º grau, enquanto que, na cidade de Goiás,  funcionava como escola acadêmica.
       O Liceu de Goiânia é um prédio em estilo art déco simples, em alvenaria, pintado na cor ocre. Atualmente possui 21 salas de aula, três laboratórios,  sala de vídeo,  sala de artes,  sala dos professores,  sala da direção, duas salas dos coordenadores e  secretaria.    
        

 

2  Situação Atual:

        O colégio se encontra em bom estado de conservação.  

 

3  Tombamento:

        O Liceu de Goiânia está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás e é tombado com a Lei nº 8.915,  de 13 de outubro de 1980, Decreto n.º 4.943 (Processo SEC 302/81)

 

4  Localização:

O prédio localiza-se entre as ruas 15,18,19 e 21, no centro de Goiânia.

 

5  Responsabilidade:

        O governo do Estado é responsável pelo Liceu de Goiânia.


Fonte: Projeto Álbum – O Popular – 1999.
            
 Maria Francisca – funcionária do Colégio.
             Fone: (0xx62) 212-4355.

 

 

 

MINISTÉRIO DA FAZENDA
DELEGACIA DE ADMINISTRAÇÃO GO/TO
(Goiânia)

1  Histórico:

         O prédio do Ministério da Fazenda é um dos primeiros de Goiânia. Foi construído no  final da década de 30, para abrigar a Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional. Na época,  ainda não existia em Goiânia a Caixa Econômica Federal, e os pagamentos dos funcionários federais eram feitos pela Delegacia Fiscal. 
       Algum tempo depois,  começou a  funcionar também no prédio a Procuradoria da República e a Delegacia do Serviço do Patrimônio da União, que eram totalmente independentes da Delegacia Fiscal.
       O prédio foi reformado em 1994.  Nele, hoje funciona a Representação Regional da Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda, antiga Delegacia Fiscal e a Procuradoria da Fazenda Nacional.

 

2  Situação Atual:

       O prédio está em bom estado de conservação.

 

3  Tombamento:

       O prédio está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, (Processo SEC 302/81). Decreto 4.943.

 

4  Localização:

       Localiza-se  na Praça Cívica, n.º 21, esquina das avenidas Araguaia e Goiás – Centro

 

5  Responsabilidade:

A responsabilidade pelo prédio é do governo federal,  a cargo da Delegacia do Patrimônio da União, Gerência Regional.

 

Fontes:  Ministério da Fazenda – Francisco João do Nascimento  / 223-8212 – auxiliar operacional.
                Liberato de Melo, chefe de serviço de coletoria federal; delegado do serviço do Patrimônio da União, aposentado.

 

 

 

MONUMENTO À PAZ MUNDIAL
(Goiânia)

1 – Histórico: 

O monumento criado pelo artista plástico Siron Franco tem a forma de uma ampulheta, reunindo terras dos cinco continentes (16 países). Possui 5 metros de altura e foi feito de cimento, mas na parte central, existem vários compartimentos em vidro, separados por faixas verticais nas cores amarela, azul, branca, verde e vermelha, que contém as terras dos cincos continentes, numa representação simbólica; um compartimento maior contém todas as terras misturadas.
       Siron Franco construiu o monumento sob encomenda da Comunidade Internacional Baha- “I”, um religioso nascido na Pérsia, atual Irã, em 1844, que fez da paz universal os princípios fundamentais de sua fé. 
       Na época da inauguração, 20 de setembro de 1998, o monumento continha terra de 12 países: Austrália, União Soviética, Ghana, Israel, Portugal, Uruguai, Estado Unidos, Brasil, Hungria, Argélia, Suíça e Holanda.
         Em 1989, um ano após a inauguração, foi adicionada a terra de mais quatro países: Senegal, Bulgária, Suriname e antiga Tchecoslováquia.

2 – Situação atual:

Em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

O monumento não tem tombamento próprio, porém o Bosque dos Buritis, onde o Monumento à Paz Mundial se encontra, é tombado pelo Decreto Municipal n.º 2.109, de setembro de 1994, o que confere preservação também à obra de Siron Franco.

 

4 – Localização:

O Monumento à Paz Mundial se localiza na Av. Assis Chateaubriand c/ Rua 1, Bosque dos Buritis, Setor Oeste – Goiânia.

 

5 – Responsabilidade:  

Prefeitura Municipal de Goiânia. 
Fone: (0xx62) 3524-1211.

 

Fontes: Secretaria Municipal de Cultura.
              
 Núcleo de Patrimônio Histórico e Artístico.

 

 

 

MONUMENTO ÀS NAÇÕES INDÍGENAS  
(Aparecida de Goiânia)

1 – Histórico: 

Construído em 1992 pelo artista plástico Siron Franco, o monumento é construído por 500 pilastras de concreto, formando o mapa do Brasil. Cada pilastra possui uma criação indígena que caracteriza cada tribo brasileira, o que proporciona um riquíssimo patrimônio visual.
       O monumento às Nações Indígenas é considerado marco do descobrimento dos 500 anos do Brasil no Estado de Goiás.
       Bastante danificado pela ação de vândalos, o Monumento será revitalizado através de projeto elaborado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), e aprovado pelo Ministério do Esporte e Tuismo; aguardando liberação de recursos.

 

2 – Situação atual: 

Precisa de reparos. 

 

3 – Tombamento: 

Não é tombado.

  

4 – Localização: 

Localiza-se no setor Buriti-Sereno – Aparecida de Goiânia.

  

5 – Responsabilidade: 

Pelo Monumento: Associação dos Amigos do Monumento e o artista Siron Franco. 
         Pelo Projeto: Secult Goiás

 

Fontes: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).
               Fone: 3201-9851

 

 

 

MUSEU DE ARTE SACRA – ANTIGA IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO
(Pirenópolis)

1 – Histórico: 

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo foi construída pelos escravos em 1750, pois seria a capela particular da família de Luciana Nunes Teixeira e de seu genro Antônio Rodrigues Frota, que foram escravocratas e grandes mineradores da região. O local hoje é conhecido como o Morro do Frota.
A igreja ficou desativada e tornou-se Museu de Arte Sacra, que funciona, atualmente.

2 – Situação atual:

O prédio está sendo reformado pela prefeitura, desde 1998. A previsão de término da obra é em 2001.

3 – Tombamento:

O prédio não é tombado.

4 – Localização:

Rua do Carmo, Pirenópolis, a 120 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Corumbá de Goiás/GO-225.

5 – Responsabilidade:

A igreja está sob a responsabilidade da prefeitura. 
Telefone (0xx62) 331-1299 / 1225.

Fontes: Prefeitura, material enviado (via fax) ao Banco de Dados dos Monumentos Históricos.
Der-Go – (Lista de Distância do Município à Capital).

 

 

MUSEU DAS BANDEIRAS 
(Cidade de  Goiás)

1 – Histórico: 

            O Museu das Bandeiras é um dos prédios históricos mais importante do Centro- Oeste, principalmente pelo papel que teve na antiga capital.
               Foi construído em 1761, durante o reinado de D. José e administração do governador goiano João Manoel de Melo para abrigar a Casa de Câmara e Cadeia, com projeto enviado pela corte especialmente para esse fim. Esse projeto, que se encontra atualmente no Arquivo Nacional Utramarino (em Lisboa, Portugal), tem uma cópia exposta no saguão de entrada do museu, juntamente com outros painéis, explicando a história da construção do prédio, e também da construção da vila e da capitania.
              A antiga Casa de Câmara e Cadeia segue algumas normas próprias desse tipo de edificação: no térreo,  encontra-se a cadeia e,  no pavimento superior, alcançado a partir de uma escada de madeira com guarda-corpo de balaústre torneado, estão os amplos salões destinados às atividades legislativa e judiciária da antiga capital.
              O acesso às salas da prisão era feito originalmente por alçapões no piso do pavimento superior.
              Na década de 50, ao ser transformada  em museu, para facilitar o acesso dos visitantes às celas, algumas modificações foram feitas. Entre elas, a aberturas de portas e a construção de sanitários e de dependências para os serviços de apoio. 

2 – Situação atual:

                 Está em bom estado de conservação.  (Restaurado em agosto de 2005)

3 – Tombamento:

    O Museu das Bandeiras foi tombado pelo Iphan, com processo nº 345 – T 942, inscrição nº 395, Livro das Belas Artes, fls. 77. Em 3 de maio de 1951. Proteção estadual pela Lei nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.  

4 – Localização:

     O Museu das Bandseiras está no alto do Largo do Chafariz. A cidade de Goiás está a 128 km de Goiânia . Via de acesso GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí.   

5 – Responsabilidade:

              O museu pertence ao Iphan, que cuida da manutenção e preservação do prédio. 
              Telefone (0xx62) 3371-1968.

Fontes: Material enviado (via fax) ao Banco de Dados dos Municípios. Telefone (0xx62) 3371-1087  Guia dos Bens Imóveis Tombados em Goiás volume1, Gustavo Neiva Coelho. Vila Boa, 1999.  IPHAN (Pasta Monumentos Histórico).  Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

 

MUSEU DE ARTE SACRA DA BOA MORTE 
(Cidade de Goiás)

 

1 – Histórico:

 O Museu de Arte Sacra da Boa Morte foi construído em 1779, como Igreja da Boa Morte,  em estilo colonial. A antiga igreja tem paredes em taipa de pilão (saibro e cascalho socados), telhado de barro canal (certo tipo de argila). Seu interior possui uma nave central octogonal,  frontispício decorado com elementos florais e torre sineira isolada do edifício, em estrutura  de madeira e cobertura em telha de barro canal.
             Um incêndio destruiu o telhado e o forro, em 1920. Reconstruída, permaneceu como templo religioso até 1967. A cúria decidiu transferir sua coleção de móveis antigos e paramentos,  em 4 de outubro de 1969. Com isso, a igreja transformou-se em Museu de Arte Sacra da Boa Morte.

 

2 – Situação atual:

O prédio foi restaurado com recursos da Telegoiás,  em 1999.

 

3 – Tombamento:

         O museu é tombado. Possui proteção federal de tombamento, com processo 345 – T – 42. Inscrição no Livro do Tombo das Belas Artes, folha 72, em 13/04/1950 e Lei Estadual nº 8.915,  de 13/10/80

 

4 – Localização:

         O museu localiza-se no Largo da Matriz, no Centro Histórico da Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia. 
           Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí

  

5 –  Responsabilidade:

        O acervo é de propriedade da Diocese de Goiás. A administração do prédio é em convênio com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),  do Ministério da Cultura.
          Telefone (0xx61) 3414-6154 / 6152
          Diocese (0xx62) 3371-1206

  

Fontes: Museu de Arte Sacra da Boa Morte.
               Elder Camargo de Passos
               Iphan.

 

 

 

Museu Ferroviário
(Pires do Rio)

1 – Histórico
            Ao custo de R$ 91 mil, prosseguem as obras de conclusão da reforma do Museu Ferroviário de Pires do Rio, uma das unidades da Secult Goiás. A reforma foi iniciada com os serviços emergenciais executados em 2004. A exemplo de outros casos, a reforma obedece aos padrões de acabamento existentes na edificação.

            A obra é executada a partir da correção do telhado, que apresenta goteiras e infiltrações por todo o prédio. Também a captação de águas pluviais passará por total revisão, corrigindo-se o vazamento verificado na tubulação. A cobertura do salão de exposições será revisada, substituindo as telhas francesas danificadas. O forro paulista será reconstruído e será feita troca de piso no parlatório, na biblioteca, cozinha e sanitários, incluindo a impermeabilização. Vidros quebrados serão substituídos, portas e janelas serão lixadas e pintadas na cor original. No trecho de muro que caiu deverá ser construído um alambrado com poste de concreto, e serão instalados dois portões de tela e cano galvanizado, para veículos e pedestres.

           As instalações elétricas e hidráulicas do Museu Ferroviário serão verificadas. Toda a edificação receberá pintura externa em PVA com selador acrílico. Internamente, receberá caiação em duas demãos no salão de exposição, e pintura acrílica nos outros locais.

           O Museu Ferroviário de Pires do Rio é parte relevante da história goiana porque retrata boa parte da história da formação da cidade da chamada “região da estrada de ferro”. O Museu conta com auditório para 100 lugares (com poltronas fixas), expõe locomotivas a vapor, balanças, máquina de escrever, picotadores de passagens e outros objetos que marcaram a vida na chamada Região da Estrada de Ferro.

2 – Situação Atual:
            Restauração em andamento, a partir de 2004.

3 – Tombamento:
            Tombamento estadual pelo decreto nº 4943, de 31/08/1998.

4 – Localização:
            Av. Coronel Lino Teixeira de Sampaio, S/N, Centro – Pires do Rio.

5 – Responsabilidade:
             R.F.F.S.A.

6 – Fonte:
               Secult Goiás.

 

 

MUSEU GOIANO ZOROASTRO ARTIAGA 
(Goiânia)

          1 – Histórico:   
          O Museu Goiano Zoroastro Artiaga foi projetado pelo arquiteto polonês Kazimeirz Bartoszenvenski, em estilo art déco, a exemplo de outros do conjunto de primeiros prédios construídos em Goiânia,  cuja característica principal é a utilização de grandes vãos e a mobilidade dos espaços internos. Possui forma circular em oposição aos quadrangulares laterais. O prédio foi construído para integrar o complexo administrativo do governo do Estado, na nova capital. 
        O espaço serviu inicialmente de sede para o Departamento de Informação e Propaganda e, depois, o Departamento Estadual de Cultura. Após a “Exposição de Goiás”, em Petrópolis (Rio de Janeiro), o prédio recebeu o acervo da mostra, que constituiu o “Museu Estadual”, inaugurado em 5 de julho de 1946. Mas passou a ter existência oficial em 16 de junho de 1965. A lei nº 5.770, faz homenagem ao professor Zoroastro Artiaga, primeiro diretor do museu. 
        O Decreto-Lei nº 1.788, de 14 de março de 1.980, aprovou o regulamento para que o museu fosse integrado à Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira (hoje Secretaria de Estado da Cultura ).
        O espaço reflete a atuação do professor Zoroastro Artiaga. Hoje, o museu  abriga mais de três mil peças nas áreas de: geologia, mineralogia, zoologia, etnologia, arte sacra, popular e folclore. Possui uma biblioteca específica sobre a  história de Goiás.

          Quem foi Zoroastro Artiaga? 
          Zoroastro Artiaga, nasceu em 1891, na cidade de Curralinho, hoje, Itaberaí. Em maio de 1898, passou a ter aulas com o professor Francisco de Assis Correia, fazendo mais tarde o curso secundário no Ginásio Curralinense  e no Liceu de Goiás. Em 1905, fundou o periódico ORepórter. Foi designado  primeiro suplente de delegado de polícia, em 1909.  Assumiu a Coletoria Estadual, em 1912. No ano seguinte, passou a atuar nos Correios, onde  foi escriturário e telegrafista. 
        Como funcionário dos Correios e Telégrafos, atuou em Santa Luzia, Uberabinha (hoje Uberlândia), Rio Verde e Araguari, onde, como chefe da estação telegráfica, deixou os correios, em 1920. Fundou em Catalão, em 1926, o jornal Novo Horizonte. Zoroastro Artiaga foi escolhido escrivão da Segunda Delegacia Regional de Catalão, em 1927. 
        Ingressou na Faculdade de Direito de Vila Boa, em 1929, onde também foi designado escrivão do crime. O decreto nº 412, exonerou Zoroastro do cartório, em 1930. Foi nomeado em 1933, professor interino de Direito Civil da faculdade. Tornou-se co-fundador do Instituto Histórico  e Geográfico de Goiás. E neste mesmo ano (1933), recebeu  medalha de honra ao mérito, por serviços prestados ao Governo de São Paulo. No ano seguinte bacharelou-se em Direito. 
        Zoroastro foi escolhido oficial do gabinete do diretor Geral de Segurança Pública. Em 1937, foi designado presidente da comissão de limites do Estado. Publicou o livro: Geologia Econômica de Goiás.  Assumiu a direção do Correio Oficial em 1939, e foi nomeado diretor da Divisão de Assistência aos Municípios. Em 1942, atuou na direção do Departamento Estadual de Cultura.
         Editou Contribuição para a História de Goiás – Índios do Brasil Central, em 1943. Lançou, em 1948,  Dos Minérios do Radium em Goiás; Riqueza Vegetal do Planalto Central e do Vale do Tocantins;  Monografia Histórica e Cartográfica da Nova Capital de Goiás. Em 1952, o professor recebeu  medalha de honra ao mérito por sua contribuição como pesquisador. 
         No dia 31 de janeiro de 1955 o professor foi eleito para academia Goiano de Letras, da qual passou a ser presidente, em outubro de 1957.  Zorastro Artiaga morreu em Goiânia, em 26 de fevereiro  de 1972. 

          2 – Situação atual: 
          O museu está em bom estado de conservação, teve sua última reforma em agosto de 2003.

           3 – Tombamento: 
          O prédio está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, com o Decreto n.º 4.943, (processo SEC 302/81). 

           4 – Localização: 
           O museu está na Praça Cívica, n.º 13, Centro – Goiânia.

           5 – Responsabilidade: 
           A Secretaria de Estado da Cultura é responsável pelo museu.
           Telefones do Museu: (0xx62) 3201-4675 e 3201-4676.  

          Fontes: A Modernidade da Art  Déco na Construção de Goiânia, Gustavo Neiva Coelho, 1997, Editora Universidade Católica de Goiás / Goiânia, Secult Goiás.

 

 

MUSEU PEDRO LUDOVICO 
 (Goiânia) 

1 – Histórico:

          O Museu Pedro Ludovico é um dos espaços onde a história de Goiânia está mais viva e pulsante. Trata-se da antiga casa da família de Pedro Ludovico Teixeira, o fundador da cidade. Foi construída em 1934, com características da arte déco e projetada e executada pela equipe de Coimbra Bueno. 
          A casa de Pedro Ludovico foi transformada em museu em 1987. Ela contém móveis, biblioteca, eletrodomésticos, pratarias, roupas e vários documentos que falam do construtor de Goiânia,  de sua família e das ações do então governador do Estado. Depois da morte de Pedro Ludovico, em 1979,  a família pediu que a casa fosse tombada pelo Patrimônio Histórico.  Em 1987, o então governador do Estado, Onofre Quinan, autorizou a compra da casa, que custou 17 milhões de cruzados, em três parcelas.  
         A Lei nº 8690, de 25 de setembro de 1979, autorizou o governo a implantar o Museu Pedro Ludovico, cuja criação se deu pelo Decreto nº 2.712, de 18 de maio de 1987.
          Nos anos 40, a casa sofreu algumas alterações. Ganhou novas dependências. Pedro Ludovico Júnior morou no local, desde a morte de seu pai até 1984.
         A inauguração do Museu Pedro Ludovico aconteceu no dia 25 de setembro de 1987. Antes porém, a casa sofreu algumas adaptações. Passou por  restauração e recebeu doações de bens que pertenceram ao casal Pedro Ludovico/Gercina Borges.

 

Quem foi Pedro Ludovico

 Pedro Ludovico nasceu na cidade de Goiás em 23 de outubro de 1891. Cursou o 2º grau no Liceu de Goiás.  E em 1910, foi para o Rio de Janeiro estudar medicina. Retornou a Goiás em 1916, e começou a exercer a profissão em Bela Vista e posteriormente em Rio Verde. Em 1918, casou-se com Gercina Borges Teixeira, que era filha do senador Martins Borges.  Tiveram seis filhos: Mauro, Lívia, Pedro Ludovico Júnior, Paulo, Antônio e Goianio Borges Teixeira.
        Pedro Ludovico foi um dos fundadores do jornal O Sertão, mais tarde denominado O Sudoeste.  Em 1922 atuou na revolução. À exemplo de seu amigo Atanagildo França, Pedro se engajou no primeiro movimento que o Partido Liberal apoiou.  Em 1927, aliou-se à Aliança Liberal.  Em outubro de 1930, uma coluna mineira,  sob o comando de Carlos Pinheiro Chagas, tomou o poder em Goiás. Antes, Pedro Ludovico havia formado uma coluna militar que invadiu Rio Verde.
        Desmantelado o movimento, Pedro Ludovico foi preso por 14 dias. Quando ele era conduzido para Goiânia, juntamente com os demais presos, chegou a noticia da vitória da Revolução de 1930.  Assim que Pedro chegou à capital, formou-se a Junta Governativa que durou três semanas.  Participaram da Junta: Pedro Ludovico, Emilio Póvoa, Márcio dAlencastro Caiado e Domingos Neto Velasco. Pedro é nomeado interventor no Estado.  
        Em 1933, Pedro Ludovico lança a Pedra Fundamental de Goiânia.  Hoje ela está no fosso do elevador do Palácio das Esmeraldas.  Ainda neste ano, quando Atílio Corrêa Lima planejou a nova capital, a população prevista era de 50 mil habitantes. O projeto foi revisado por Armando Godói.  As primeiras construções que Goiânia recebeu, foram: o Palácio das Esmeraldas, o Fórum, o prédio da Secretaria da Fazenda, o Grande Hotel, na Av.  Goiás; a Escola Técnica Federal (hoje Centro Federal de Educação Tecnológica, Cefet), as casas das ruas 20 e 24, no Centro, e as casas de madeira às margens do Córrego Botafogo.  
        Em 1935, Pedro é eleito pela Assembléia Legislativa governador.  Em 23 de março de 1937, acontece a transferência oficial da capital para Goiânia.  Ele torna-se novamente interventor, de 1937 a  outubro de 1945.  Neste mesmo ano é eleito senador. Em 1951, Pedro elege-se governador.  Em 1954, novamente senador.  Em 1969, tem seus direitos políticos cassados.  Publica o livro Memórias.   Gercina, a esposa,  morre em 22 de novembro de 1976.  Pedro Ludovico morre, em 1979,  aos 88 anos.

2 – Situação atual:

         Atualmente, passa por uma ampla reforma e restauração, mas o museu permanece aberto à  visitação pública.

 

3 – Tombamento:

 O museu está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás.
         Decreto n.º 4.943 (processo SEC 302/881).

 

4 – Localização:

         Localiza-se à Rua Dona Gercina Borges, esquina com Rua 26, Centro – Goiânia.

5 – Responsabilidade:

A Secretaria de Estado da Cultura é responsável pelo museu. 
          Fone: 3201-4678.

Fontes:  A Modernidade da Art Déco na Construção de Goiânia. Gustavo Neiva Coelho,  1997, Ed. UCG – Goiânia.
               Folder, Secretaria de Estado da Cultura, Museu Pedro Ludovico
 – O Museu Vivo da Cidade de Goiânia.

 

 

 

OBELISCO COMEMORATIVO DA FUNDAÇÃO 
DA COLÔNIA AGRÍCOLA NACIONAL DE GOIÁS
 (Ceres)

 

1  Histórico:

         O obelisco foi inaugurado em 19 de fevereiro de 1941, com o Decreto-Lei n.º 6.882, como forma de comemorar a implantação da Colônia Agrícola Nacional de Goiás (Cang). A colônia agrícola tinha o objetivo de atrair agricultores de todo o País para dar início a uma agricultura moderna e, ao mesmo tempo, desenvolver a interiorização no Centro-Oeste.
        A colônia que abrangeu toda a mata do Vale do São Patrício, teve como primeiro administrador o engenheiro Bernardo Sayão.
        O obelisco é feito de cimento e possui 1 metro e meio de altura.

 

2  Situação atual:

        O obelisco da Cang está em bom estado de conservação. Foi restaurado em 1999.

 

3  Tombamento:

        Não é tombado.

 

4 – Localização:

Localiza-se às margens do Rio das Almas, no município de Ceres, a 167 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-080/Nerópolis/Petrolina de Goiás/São Francisco.

 

5  Responsabilidade:

 A Prefeitura de Ceres é responsável pelo obelisco.
         Telefone (0xx62) 323-1609.

 

Fontes:  Prefeitura de Ceres.
               
 Iphan.
                Superintendência de Patrimônio Histórico e Artístico da Secretaria de Estado da Cultura.

 

 

 

PALACE HOTEL 
(Goiânia)

1  Histórico:

Construído em 1937, no estilo art déco que vigorava nas construções da época, o Palace Hotel foi palco de importantes eventos da vida política. Durante muitas décadas foi o espaço escolhido para eventos sociais e políticos na capital. Por ele, passaram figuras ilustres da política regional e nacional como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, João Goulart e Alfredo Nasser.
       Por diversas vezes, o local sediou reuniões de trabalho de Pedro Ludovico Teixeira, juntamente com sua equipe, para traçar os rumos da construção da nova capital.
       Reformado e ampliado em 2000, através de convênio com o governo japonês (custo de R$ 222 mil), o antigo Palace Hotel, deu lugar a Biblioteca Pública Cora Coralina, que hoje atende cerca de 100 pessoas diariamente.

   

2  Situação Atual:

Bom estado de conservação.

 

3  Tombamento:

Tombado pela Lei Municipal n.º 7.022, de 05 de dezembro de 1991. Decreto n.º 1.865 de 10 de setembro de 1.999.

 

4  Localização:

Localizado na Av. 24 de outubro c/ Geraldo Nery – Campinas.

 

5  Responsabilidade:

A responsabilidade é da Prefeitura de Goiânia- Secretaria Municipal de Cultura

 

Fontes: Secretaria Municipal de Cultura – 3524-1200/1211. 
               Núcleo de Patrimônio Histórico e Artístico.
               Jornal O Popular- Cidades.

 

 

 

PALÁCIO CONDE DOS ARCOS 
(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:

          O Palácio Conde dos Arcos é um dos prédios mais significativos da história goiana. Ele foi construído entre 1755 e 1759. Dom Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos, tomou posse como primeiro governador geral da capitania de Goiás em 9 de novembro de 1749. Ao chegar a Vila Boa, ele não encontrou nenhuma residência disponível à altura de abrigar o governador.  Então, Dom Marcos comunicou o fato a Dom João, que autorizou a construção da residência oficial, em 1750. Em 1752, cinco casas foram compradas de Domingos Lopes Fogaça por 6.333 oitavas de ouro. Essas casas foram demolidas e, no local, foi levantado o Palácio do Governo. A obra teve início com o Conde dos Arcos e foi concluída em 1759 pelo Conde de São Miguel.
           A primeira reforma do Palácio Conde dos Arcos é de 1854, quando foi acrescido um refeitório. O prédio foi ampliado em 1867 com a construção de um terraço lateral. Foram colocados, nos pilares que sustentam o prédio, o guarda-corpo ou grandes esculturas de três filósofos e deuses da mitologia grega. Foi colocada também uma mesa, em pedra-sabão, feita pelo artista plástico Cincinato da Mota Pereira, e que, atualmente está exposta no Museu das Bandeiras, também na Cidade de Goiás.
          Durante o governo de Luiz Augusto Crespo, em 1878, houve a segunda restauração. O governante abriu, inicialmente, um crédito de 2 mil contos de réis, posteriormente suplementado por outro de igual valor para a continuidade da obra.
          Com a mudança da capital para Goiânia, em 1937, o Palácio Conde dos Arcos passou a abrigar a Prefeitura Municipal de Goiás. O Decreto nº 48, de 26 de julho de 1961, transformou o local em monumento histórico e residência de inverno dos governadores. Algumas peças de mobiliário antigo foram adquiridas em 1962, durante outra grande reforma.  Sete anos depois, o acervo foi enriquecido com algumas peças do Palácio das Esmeraldas, que na época (1969), era reformado.
           Para tornar-se mais resistente aos rigores do tempo, o Palácio Conde dos Arcos ganhou um segundo telhado (reforço), em 1979, quando o velho prédio transformou-se em centro cultural,  como forma de incentivar a produção artística vilaboense e de atrair visitantes, a maioria turistas. Atualmente, o Palácio Conde dos Arcos abriga um bom número de móveis, quadros e outros objetos.

2 – Situação atual:

           O prédio está em bom estado de conservação. (Restaurado em 08/2005)

3 – Tombamento:

              O palácio foi tombado em 1951 por lei federal de proteção, com inscrição no Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folhas77.

4 – Localização:

O Palácio Conde dos Arcos localiza-se no Largo da Matriz, no Centro Histórico da cidade de Goiás. A 128 km de Goiânia.  Via de acesso: GO-070/Inhumas/ Itauçu/ Itaberai.

5 – Responsabilidade:

          O Palácio Conde dos Arcos está sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura.  É administrado por José Filho. Telefone (0xx6) 3371-1200

              Fontes: Iphan (Pasta de Monumentos Histórico).
              Prefeitura: Material enviado ao Banco de Dados dos Municípios.
              Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

 

PALÁCIO DAS ESMERALDAS
(Goiânia)

1  Histórico:

  O Palácio das Esmeraldas foi construído entre 1933 e 1937, destacando-se como uma das primeiras edificações da nova capital.
         Projetado por Atílio Corrêa Lima, responsável pelo planejamento arquitetônico de Goiânia,  teve a supervisão deste até 1935, quando o contrato da empresa  P. Ateneus Ribeiro com o governo de Goiás foi rescindido. A partir de então, a construtora Coimbra Bueno e Pina Chaves Ltda recebeu a missão de continuar as obras, com acompanhamento do arquiteto Salvador Batalha.
         O Palácio das Esmeraldas já passou por três consideráveis restaurações, com pequenas modificações,  principalmente em sua parte interna. Os vitrais retratam fatos da história de Goiás,  como a entrada dos bandeirantes e, especialmente, a conquista do Anhanguera.
         O Palácio das Esmeraldas é residência oficial dos governadores do Estado desde 1937.

2  Situação atual:

 O Palácio das Esmeraldas está em bom estado de conservação.

3  Tombamento:

        O prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico de Goiás, pela Lei n.º 8.915, de 10 de maio de 1980. Teve tombamento reformado pelo Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998, fundamentado na Lei n.º 13.312, de 9 de julho de 1998.

4 – Localização:

O prédio localiza-se na Praça Cívica, Setor Central – Goiânia.

5  Responsabilidade:

O Governo do Estado de Goiás é o responsável pelo prédio.

Fontes: Arquivo Histórico Estadual.
              Correio Oficial
    9-3-1935.
              Correio Oficial   14-3-1933.
              Correio Oficial   8-7-1937 e 14-7-1937
              Como Nasceu Goiânia – Ofélia Socrates do Nascimento Monteiro.
              Fone: 3201-9851 

 

 

 

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
(Goiânia)


1-      Histórico:

A Paróquia de Nossa Senhora das Graças foi instalada em terreno doado pelo Estado. A primeira missa foi celebrada, em um rancho de palha, erguido no local pelos moradores da Vila Operária,  em 29 de março de 1949. Inicialmente, as pessoas envolvidas queriam que se construísse a Capela do Senhor do Bonfim. Como a imagem disponível era a de Nossa Senhora das Graças, surgiu então a Paróquia Nossa Senhora das Graças, ligada à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Campinas, administrada pelos padres redentoristas. 
        Para a construção da capela, o vigário da Matriz de Campinas exigiu que fossem legalizados os lotes, na Vila Operária (hoje Setor Centro-Oeste), junto ao Departamento de Terras do Estado. Com isso, foi instalada a paróquia em 1950, pelo arcebispo Dom Fernando. A administração foi entregue aos padres dominicanos da Paróquia São Judas Tadeu, e o primeiro vigário designado foi o padre José Pereira, que organizou a legalização definitiva do terreno e a inaugurou em 5 de maio de 1950. 
      Passando por uma reforma em 1977.

 

2-      Situação Atual:

         O prédio está em bom estado de conservação.

  

3-      Tombamento:

        A paróquia está inscrita no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, com o Decreto n.º4.943.

4-      Localização:

Localizado entres as Rua 5-A, esquina com Monsenhor Confúcio, Setor Centro-Oeste.

 

5-      Responsabilidade:

        É responsável pela Paróquia de Nossa Senhora das Graças o vigário e administrador, padre Alaor  Rodrigues Aguiar.

 

       Fonte: José Alves Pereira, paroquiano, fundador da Capela de Nossa Senhora das Graças. 3223-4581 (catedral).

 

 

 

PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BOSCO
(Goiânia)

 1  Histórico:

       A Paróquia de São João Bosco foi criada em 29 de março de 1954, por documento assinado pelo arcebispo de Goiás, Dom Emanuel de Oliveira. Ela foi confiada à congregação salesiana que já administrava o Colégio  Ateneu Dom Bosco. Instalada  no mesmo ano, a paróquia teve como primeiro pároco o padre José Dalla Muta, conhecido como padre Zezinho. 
       Projetada em estilo gótico, a capela do Colégio Ateneu Dom Bosco possui imponente torre que destaca a fachada do prédio.  

2  Situação atual:

      O prédio está em bom estado de conservação.

3  Tombamento:

A paróquia está inscrita no Livro dos Tombos do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás. E protegido também pela Lei n.º 8.915, de 13 de outubro de 1980, Decreto n.º 4.943 (processo SEC. 302/81).

 

4 – Localização:

Alameda dos Buritis, n.º 485, Setor Central – Goiânia.

 

5  Responsabilidade:

É da própria Paróquia de São João Bosco.
         Fone: (0xx62) 3224-1733.

 

Fontes: Arquivo Histórico Estadual.
              Correios Oficial    9-3-1935.
              Correios Oficial   14-3-1933.
              Correios Oficial   8-7-1937 e 14-7-1937
              Como Nasceu Goiânia – Ofélia Socrates do Nascimento Monterio.  Padre Cipriano.

 

 

 

PILAR DA PONTE AFONSO PENA
(Itumbiara)

1 – Histórico:

O pilar de concreto, em Itumbiara, marca o antigo local da Ponte Afonso Pena (construída em 1908), removida em 1975 para a construção da Hidrelétrica de Furnas. O pilar é de concreto, bem visível e localiza-se do lado de Goiás. 
Há um outro pilar no lado de Minas, na outra margem do Rio Paranaíba.

2 – Situação atual:

O pilar está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

Não é tombado.

4 – Localização:

Localiza-se no município de Itumbiara, a 215 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Aparecida de Goiânia/Morrinhos.

5 – Responsabilidade:

É do governo federal.

Fontes: Material informativo enviado (via fax) pela Diretoria de Cultura e Ecologia do Município.
Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
Prefeitura: (0xx62) 3433-2400.

 

 

PONTE AFONSO PENA
(Itumbiara)

1 – Histórico:

A Ponte Afonso Pena foi construída de 1908 a 1909, com projeto do engenheiro José Luís Mendes Diniz, com quatro metros de largura.

A construção surgiu com a necessidade de ligação Goiás a grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro. 

Hoje a Ponte Afonso Pena não se encontra em seu lugar de origem, tendo sido removida pelos engenheiros de Furnas, para a construção da Usina Hidrelétrica de Itumbiara.

2 – Situação atual:

A ponte está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

Não é tombada.

4 – Localização:

A ponte localiza-se no município de Itumbiara, a 215 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Aparecida de Goiânia/Morrinhos.


5 – Responsabilidade:

A responsabilidade é do governo federal.

 

Fontes: Material informativo enviado (via fax) pela Diretoria de Cultura e Ecologia de Itumbiara.
Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

PONTE SOBRE O RIO DAS ALMAS
(Pirenópolis)

1 – Histórico:

A ponte sobre o Rio das Almas foi construída entre 1899 e 1903 pelo intendente (denominação dada aos prefeitos da época) Sebastião Pompeu de Pina, e reformada de 1983 a 1984. A ponte, que liga a cidade ao Bairro do Carmo, possui tráfego intenso.

2 – Situação atual:

Está sendo restaurada pela SOAP (Sociedade dos Amigos de Pirenópolis) e pelo Iphan, com recursos do governo Estadual.

3 – Tombamento:

Não é tombada.

4 – Localização

A é sobre o Rio das Almas, Pirenópolis, a 120 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Corumbá de Goiás/GO-225.

5 – Responsabilidade:

Está sob responsabilidade da prefeitura.
Telefone Prefeitura (0xx62) 331-1299 / 1225. 

Fontes: Prefeitura. Material enviado (via fax) ao Banco de Dados dos Municípios.
Der-Go – (Lista de Distância dos Município à Capital).

 

 

PRAÇA COUTO MAGALHÃES
(Aruanã)

1 – Histórico:

A Praça Couto Magalhães surgiu com a antiga Leopoldina, hoje Aruanã, em 28 de maio de 1868, no embalo da navegação a vapor, no Rio Araguaia. Os pioneiros dessa aventura foram o comandante José Vieira Couto Magalhães e seus marujos.
A praça é uma homenagem ao incentivador da navegação no Rio Araguaia. No local estão os restos da embarcação a vapor usada na época.
Couto Magalhães foi deputado federal pelas províncias de Goiás e de Mato Grosso, entre 1860 e1861 e presidente da província de Goiás em 1862.

2 – Situação atual:

A Praça Couto Magalhães encontra-se em mau estado de conservação.

3 – Tombamento:

Não é tombada.

4 – Localização: 

Está em Aruanã, às margens do Rio Araguaia, a 303 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Goinira/Inhumas/Itauçu/Goiás/GO-164/Faina/Araguapaz/GO-530.

5 – Responsabilidade:

Prefeitura de Aruanã.
Telefone (0xx62) 3376-1595 / 1638.

Fontes: Edson P. Marinho e Renato C. Nunes.

 

 

Praça do Coreto

(Cidade de Goiás)

1 – Histórico:
           A Praça do Coreto, um dos pontos mais centrais da antiga capital do Estado, acompanhou as transformações da Cidade de Goiás.  A denominação inicial era Terreiro do Paço. Depósito de lixo dos moradores, o local passou a se chamar Largo da Matriz, depois Praça da Liberdade e, finalmente, já no século XX, Praça Castelo Branco ou Praça do Coreto.  Atualmente o nome oficial é Praça Dr.Tasso de Camargo, em homenagem a antigo médico da cidade que teve residência no local.

A construção da Praça do Coreto, na concepção vista hoje, é de 1930, com projeto do engenheiro Weaker Sócrates do Nascimento, antigo morador da cidade.

As obras de restauração da Praça do Coreto tiveram custo de R$ 473.577,80 e abrangeram os pisos, o coreto e o pequeno chafariz externo. As ruas do entorno foram niveladas e revestidas de pedras. Foi feito ajardinamento com vegetação de altura média, com espécies do Cerrado, houve a colocação de iluminação especial para o coreto, os cajazeiros e o pequeno chafariz.

2 – Situação Atual:

Estão sendo iniciadas obras de requalificação pelo Programa Monumenta.

3 – Tombamento:

 Tombada pela lei estadual sob o nº 8.915, de 13/10/1980. 

4 – Localização:

Está situada dentro da área tombada (da Cidade de Goiás).

5 – Responsabilidade:

Prefeitura Municipal de Goiás, Secult Goiás e Iphan.

6 – Fonte:

Secult Goiás.

 

 

PRÉDIO DA ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
(Goiânia)

1 – Histórico: 

O prédio da Estação Ferroviária de Goiânia foi no início do ano de 1950 e inaugurado no dia 11 de novembro de 1952 na gestão do capitão Mauro Borges Teixeira.
        No estilo art-déco, o edifício possui na área interna principal murais de frei Nazareno Confaloni, introdutor do modernismo em Goiás, pintados em 1953. 
        Durante mais de vinte anos serviu como estação ferroviária de Goiânia sendo desativada na década de 70.  Com a extinção da Estrada de Ferro de Goiás, a locomotiva n.º 11, símbolo da estação, mais conhecida como Maria Fumaça, foi colocada como exposição na parte externa da antiga Estação.
       O prédio passou por várias reformas; em 1985, por exemplo, foi adaptado para atender as necessidades do Restaurante do Centro de Cultura e Tradições Goianas, hoje extinto.

Em 1987, foi criado o Centro Estadual  de Artesanato de Goiás, que passou a funcionar desde então, no prédio da estação.
       O edifício abriga hoje a cooperativa dos artesões de Goiás e a Banda Marcial da Prefeitura de Goiânia – Projeto Musicalidade. A última reforma aconteceu em 1999.

    

2 – Situação atual:

Em bom estado de conservação.

 

3 – Tombamento:

O prédio teve tombamento estadual pelo Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998,  fundamentado pela Lei n.º13.312, de julho de 1998.

 

4 – Localização:

Av. Goiás , Praça do Trabalhador,  Setor Norte Ferroviário – Goiânia.

 

5 – Responsabilidade:

Secretaria Municipal de Cultura.
        Fone: (0xx62) 3524-1211.  

 

Fontes:  Secretaria Municipal de Cultura.
               
 Núcleo de Patrimônio Histórico e Artístico. 
               Seplan – Secretaria de Planejamento Municipal

 

 

 

PRÉDIO DA ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
(Ipameri)

1 – Histórico: 
          A Estação Ferroviária de Ipameri teve outros prédios como sede. No entanto, este foi o principal. O prédio foi construído por volta de 1918, em estilo art déco, seguindo o modelo das demais estações da região.

          Na década de 80, o velho prédio foi adquirido pela prefeitura. Como ficou abandonado, acabou invadido. Em 1989, por iniciativa da então vereadora Beth Costa, com a Lei nº 413, de 18 de outubro, o prédio passou a sediar o Centro de Tradições e Cultura, que engloba a Biblioteca Pública Municipal e a Casa do Artesão João de Barro.

2 – Situação atual: 
           O prédio precisa de restauração do telhado e uma nova pintura, tanto da parte interna como externa.

3 – Tombamento: 
            Não é tombado.

4 – Localização: 
            Localiza-se no município de Ipameri, a 185 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Cristianópolis/Santa Cruz de Goiás/Pires do Rio/ Urutaí.

5 – Responsabilidade: 
            A prefeitura é responsável pelo prédio.
Telefone prefeitura (0xx62) 3491-1892 
Secretaria da Cultura (0xx62) 3491-2174 – Nilda Terezinha Costa (bibliotecária). 

Fonte: Beth Costa – ex-secretária de Cultura.

 

 

PRÉDIO DO ANTIGO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
(Goiânia)

1- Histórico:
 
        O prédio que abrigou o Tribunal de Justiça é um dos primeiros de Goiânia. Foi construído em 1933, em estilo art déco. No local funcionou ainda a Secretaria de Ação Social e Trabalho e a Ouvidoria do Estado, entre outras.

  

2  Situação Atual:

        O prédio está em razoável estado de conservação.

 

3  Tombamento:

         Inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico  do Estado de Goiás.
         Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998 (Processo SEC 302/81).

 

4  Localização:

         Praça Cívica, n.º3, Centro – Goiânia 
 

5  Responsabilidade:

         A responsabilidade do prédio e da Agência Goiana de Administração e Negócios Públicos.

Fontes: Dossiê de Goiás – 1996;
             
 Ouvidoria do Estado e Assessoria Especial do Governo.
              Agência Goiana de Administração e Negócios – Coronel José Chaves Matos 

 

 

 

PRÉDIO DO CEFET Antiga Escola Técnica Federal de Goiás
 (Goiânia)

 1 – Histórico:

        O atual Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) foi criado em 23 de setembro de 1909, com o Decreto nº 7.566, do então presidente Nilo Peçanha. Na época, era Escola de Aprendizado e Artífices.  A escola iniciou suas atividades em 1910, na antiga Vila Boa, atual cidade de Goiás.
       Na época, o desenvolvimento tecnológico estava no início e a formação de mão-de-obra se resumia a ofícios de alfaiataria, sapataria, forja e serralheria, entre outros. Na medida do possível, procurava-se atender às necessidades da indústria.
       Como a construção de Goiânia, a escola transferiu-se para a nova capital, em 1942, instalando-se em seu atual prédio, passando a denominar-se Escola Técnica de Goiânia. As atividades se iniciaram em 1943. O primeiro diretor foi o professor Manuel de Oliveira Lisboa, que ficou na direção até 1956.
       Em 16 de fevereiro de 1959, a Lei n.º 3.522 deu autonomia administrativa à escola, transformando-a em autarquia e estabelecendo a nomeação de seu primeiro conselho de representantes. Pela Lei n.º 4.759, de 20 de agosto de 1965, passou a denominar-se Escola Técnica Federal de Goiás.
       Assim, a escola, vinculada ao Ministério da Educação passou a oferecer os cursos de telecomunicações, saneamento, mineração, eletromecânica, edificações, eletrônica, eletrotécnica, estradas e agrimensura. Há uma unidade em Jataí que mantém os cursos de agrimensura,  eletrônica e edificações.
       A Escola Técnica Federal de Goiás passou a ser o Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás, com decreto de 22 de março em 1999.
       Com a instalação do Cefet, o cursos de agrimensura, edificações, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, mineração e saneamento ganham versões em nível pós-médio. Com isso,  são criados os cursos de hotelaria, turismo, segurança do trabalho e transportes. Estes últimos em nível pós-médio (superior). 

2 – Situação atual:

O prédio se encontra em bom estado de conservação.

 

 3 – Tombamento:

       O prédio é tombado pelo Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998, fundamentado na Lei Estadual          n.º 13.312, de 9 de julho de 1998.

 

4 – Localização: 
        
      O Cefet localiza-se à Rua 75, nº 46, Centro – Goiânia.

 

 5 – Responsabilidade:

      A União é responsável pelo prédio.

 

Fonte: Fax informativo enviado por Ítalo de Lima Machado – Diretor Geral do CEFET/GO – 3233-1232.

 

 

 

Predio do Cine Teatro Esmeralda

Corumbá de Goiás

– Histórico:

O prédio do Cine Teatro Esmeralda foi construído em 1939, em estilo moderno, pelos sócios Geraldo Campos (caminhoneiro e fazendeiro), André Curado (comerciante), Osvaldo Fleury (comerciante) e José Trindade Curado (fazendeiro) porque naquela época não havia nenhuma diversão na cidade. Então o grupo resolveu construir um cinema.  Em arquitetura eclética, o prédio faz parte do conjunto tombado em nível federal.

No prédio foi instalado o primeiro cinema falado. Inicialmente, chamou-se Cine Primavera. Esteve, de 1952 a 1974, sob a direção de Edmir Curado, que mudou o nome para Cine Teatro Esmeralda. O prédio foi vendido mais tarde para a prefeitura.

Na atual gestão, a Agepel fez intervenção total no valor de R$ 99.350,24.  As obras abrangeram a revisão do telhado, a parte hidráulica, elétrica, pintura geral das janelas, paredes, adequação da porta de entrada e revisão total do forro.

2 – Situação atual:

Está em estado de boa conservação.

3 – Tombamento:

O prédio faz parte do conjunto tombado em nível federal

4 – Localização:

Localiza-se na Praça da Matriz, nº 135, Corumbá de Goiás, a 112 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/ Anápolis/BR-414/Planaltina.

5 – Responsabilidade:

O prédio está sob responsabilidade da Prefeitura Municipal.
Fone: (0xx62) 3338-1171/1172.

Fontes: Livro Corumbá de Goiás, Estudos Sociais, de Ramir Curado, Brasília, Editora Ser, 1996.
Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital) e Secult Goiás.

 

 

QUARTEL DO 20º BATALHÃO DE INFANTARIA 
(Cidade de  Goiás)

1 – Histórico:

         O prédio do Quartel do 20º Batalhão de Infantaria teve sua construção iniciada em 1747, mas devido a uma série de interrupções,  a obra só foi finalizada em 1756.
           No início do século 20 foram acrescentadas varandas internas e restaurada a fachada.
          O velho prédio tem paredes de taipa e telhado de barro canal (um certo tipo de argila). Sua entrada destaca-se do corpo do edifício, pois possui, além do térreo, pavimento superior formado com uma pequena torre.
          Abrigava a corporação militar, o arquivo da prefeitura e a Secretaria Municipal de Cultura. Está interditado atualmente.

 

2 – Situação atual:

        O prédio foi restaurado pelo Iphan, em 1983. Atualmente necessita de reforma.

 

3 – Tombamento:

O prédio foi tombado em 3 de julho de 1950 pelo Patrimônio Federal, com inscrição 280, Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folha 48, processo 345-T42, de 31/07/1950.
         Lei Estadual nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.

 

4 – Localização:

O prédio localiza-se na Praça Brasil Caiado, Largo do Chafariz, Centro Histórico da cidade de Goiás. A 128 km de Goiânia
          Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí.

 

5 – Responsabilidade:

         A responsabilidade é da prefeitura.

 

Fontes: IPHAN /Guia dos Bens Imóveis Tombados em Goiás, Vila Boa, volume 1,
              
 (Gustavo Neiva Coelho, 1999).
               Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
              
 Fone: (0xx62) 3371-2607/1968.

 

 

 

RELÓGIO DA AVENIDA GOIÁS
 (Goiânia)

 1 – Histórico: 
   
          O relógio da Avenida Goiás foi inaugurado durante o Batismo Cultural de Goiânia, em 5 de julho de 1942. Foi  projetado por engenheiros responsáveis pela construção da cidade.
          Funcionando durante muito tempo de forma precária, o relógio foi consertado pela primeira vez em 1984. Hoje funciona perfeitamente.

 

2 – Situação atual:

Está em bom estado de conservação.

 

3 – Tombamento:

O relógio foi tombado pelo Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998, fundamentado pela Lei Estadual n.º 13.312, de 9 de julho de 1998.

 

4 – Localização:

O monumento localiza-se na Av. Goiás, Centro – Goiânia.

 

5 – Responsabilidade:

A Prefeitura Municipal de Goiânia é responsável pelo relógio.
        Fone: 3524-1211.

 

Fonte: Arquivo Histórico Estadual.
            
 Fone: 3201-4656

 

 

 

RUÍNAS DA IGREJA DE NOSSA SENHORA D’ABADIA
(Três Ranchos)

1 – Histórico:

Construída em 1889, a Igreja Matriz de Nossa Senhora D’Abadia é o mais antigo marco histórico da cidade de Três Ranchos. Ela sediou, até o fim da década de 70, a Festa de Nossa Senhora D’Abadia.

2 – Situação atual:

Há apenas ruínas do velho prédio.

3 – Tombamento:

Lei Estadual n.º 12.926, de 16 de julho de 1996.

4 – Localização:

Localiza-se no município de Três Ranchos, a 287 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Cristianópolis/GO-330/Pires do Rio/Urutaí/
Ipameri/Catalão/Ouvidor.

5 – Responsabilidade:

As ruínas estão em terreno de propriedade de: Onofre Pereira da Silva e Edith Pereira Carneiro.

Fonte:

Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
Prefeitura Municipal de Três Ranchos.
Llenys Reges Rosário Pereira – Secretária de Turismo do Município 
Fone: (0xx62) 3475-1186
(0xx62) 3475.1348

 

 

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA PENHA
(Guarinos)

1 – Histórico:

A fundação do Arraial de Guarinos data de 1729, e se deve ao sertanista João Batista Calhamares que, tendo se embrenhado nas matas gerais, descobriu ouro num ribeirão desconhecido que batizou com o próprio nome e usou as margens para instalar acampamento. 

Em um relato oficial do Arraial de Guarinos, feito pelo general Cunhas Mattos, em 1822, é mencionada a pequena capela de Nossa Senhora, que se transformou no início do século 20 no Santuário de Nossa Senhora da Penha: “Existe ainda uma pequena ermida, tão pobre e arruinada que o Reverendo Visitador Manoel da Silva Alves viu-se obrigado, no mês de julho do ano de 1824, a mandar recolher na Igreja do Pilar os poucos ornamentos que ainda restavam”. 

Não se sabe quem construiu o santuário. O prédio tem paredes de tijolos grandes, com vigas de sustentação de aroeira. 

Hoje, o santuário acolhe anualmente os devotos e romeiros, vindos de diversos lugares.

2 – Situação atual:

A igreja está em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

O prédio não é tombado.

4 – Localização:

O santuário localiza-se no município de Guarinos, a 247 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-080/Nerópolis/S. Francisco de Goiás/BR-153/Jaraguá/Rialma/GO-336/Itapaci/GO-154/Pilar de Goiás/GO-439.


5 – Responsabilidade:

A Paróquia Nossa Senhora do Pilar é responsável pelo santuário. 
Fone: (0xx62) 3341-6120.

 

Fontes: Padre Ademir Franzin. 
Paróquia de Nossa Senhora do Pilar.
Crisa – Roteiros e Distâncias dos Municípios.
Fone: (0xx62) 3341-6194.
Baltazar Moreira de Melo – ex-prefeito da cidade.

 

 

SANTUÁRIO DO DIVINO PAI ETERNO 
(Trindade)

1 – Histórico:

O Santuário do Divino Pai Eterno começou a ser construído por volta de 1840, quando Constantino Xavier e sua mulher, Ana Rosa, encontraram em suas terras um medalhão de barro, com a figura da Santíssima Trindade coroando Nossa Senhora. Levaram-na para casa, e a notícia correu por todo o vilarejo de Barro Preto, atual município de Trindade.
Alguns anos depois, o mesmo casal doava as terras onde foi construída a primeira capelinha, coberta com folhas de coqueiro e mais tarde com telhas de barro.
Com a chegada dos primeiros missionários redentoristas, vindos da Alemanha, em 1894, o artista goiano Veiga Vale foi encarregado de retocar o medalhão. Mas fez diferente: esculpiu em madeira a figura que se via nele, tornando-a assim mais visível, continuando a ser chamada de Imagem do Divino Pai Eterno.
Com o crescimento do numero de devotos, em 1912, foi inaugurado o “Santuário Velho”, em estilo barroco, hoje Matriz de Trindade. O responsável pela edificação foi o padre Antão Jorge, missionário redentorista que na época era vigário local.
Com o aumento ainda maior do numero de romeiros, em 1943, D. Emanuel Gomes, arcebispo de Goiânia, juntamente com os missionários redentoristas, lançaram a pedra-fundamental do Santuário Novo.

2 – Situação atual:

O santuário está em bom estado.

3 – Tombamento: 

O prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual, pela Lei nº 8.915 de 13 de outubro de 1980.

4 – Localização:

Localiza-se no centro de Trindade, a 18 km de Goiânia.
Trajeto GO-060.

5 – Responsabilidade:

É da diocese de Goiânia e da própria Matriz, que organiza a festa.

Fontes: Conhecendo o Santuário do Divino Pai Eterno.
(Livro do padre Vicente André de Oliveira).
Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).
Fone: (0xx62) 3505-1129.

 

 

SANTUÁRIO NOVO DO DIVINO PAI ETERNO 
(Trindade)

1 – Histórico:

O novo Santuário do Divino Pai Eterno foi construído a partir de 1943, em Trindade. Com área total de 5.800 metros quadrados, o templo recebe diariamente em torno de 400 fiéis, durante a missa das 19 horas, nos dias úteis. Aos domingos, o número de visitantes chega a 15 mil. Após a última reforma, o novo santuário teve o primeiro andar inaugurado, em 1999.

O altar central chama a atenção sobretudo pelo amplo espaço físico (120 metros quadrados). O aspecto melhorou com a retirada das 18 colunas que atrapalhavam a visão do altar. Os grandes vitrôs foram todos substituídos por belíssimos vitrais que contam, de um lado, a história da salvação e, do outro, os milagres realizados pelo Pai Divino Eterno.
Com piso em granito, uma passarela conduz ao altar, que possui a imagem do Divino Pai Eterno, entre anjos. Foi construída uma cúpula e colocados novos bancos. O sacrário é uma peça primorosa do santuário.

2 – Situação atual:

O templo passou por reforma parcial, recentemente.

3 – Tombamento: 

Não é tombado.

4 – Localização: 

O santuário localiza-se no município de Trindade, a 18 km de Goiânia. 
Via de acesso: GO-060 (Rodovia dos Romeiros).

5 – Responsabilidade:

O Santuário do Divino Pai Eterno está sob responsabilidade da Arquidiocese de Goiânia e dos missionários redentoristas, que cuidam da organização da festa.

Fontes: Livro do padre Vicente André de Oliveira, Conhecendo o Santuário do 
Divino Pai Eterno, 1999. Gráfica e Editora Redentorista. Goiânia-GO
Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

SEDE DA REAL FAZENDA 
(Cidade de Goiás)

   

1 – Histórico:

 A casa sede da Real Fazenda foi construída por volta de 1750. O prédio localiza-se no antigo Largo do Palácio. A sede da Real Fazenda (atual Secretaria da Receita Federal) foi adquirida por ordem de Antônio Joaquim de Araújo Velasco, herdeiro do capital Francisco Xavier Leite Velasco, em 1773.
              Desenhos e escritos de 1751 dão como antigo dono da casa  Domingos Lopes Fogaça, o mesmo de quem já haviam sido adquiridas as casas para instalação da Casa de Fundição e a residência oficial.
              Construída em taipa de pilão (barro e cascalho socados), o piso da Real Fazenda é feito em tábua. Há ainda uma sala fortificada que conserva até hoje as paredes revestidas com pranchas de aroeira. Esta sala se destinava a dar maior segurança ao ouro ali guardado. 
              No anos 30 do século 20, o edifício passou por uma completa reforma, quando recebeu uma série de elementos neoclássicos em sua fachada, com a substituição do beiral por platibanda. 
              Depois de ter sido utilizado pela Secretaria da Fazenda, pelo Departamento de Correios, Telegoiás e pela Ação Social, o edifício esteve por alguns anos desocupado. Este abandono resultou em sérios prejuízos, com infiltrações, desgaste  da taipa e o apodrecimento de peças de madeira nas aberturas, no piso do pavimento superior e na cobertura. 
              Atualmente, o prédio passa por obras de restauro e adaptação, com o objetivo de acolher um centro de documentação, que abrigará os vários arquivos existentes na cidade, além de uma oficina de reciclagem de papel.    

2 – Situação atual: 

O prédio está sendo reformado pela Agetop (Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas). A reforma se iniciou em 1º de fevereiro de 2000, com previsão de término em 1º de março de 2001.

  

3 – Tombamento: 

          O prédio está sob proteção Federal, processo 345-T-42. Inscrição nº 73, Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Inscrição no Livro Histórico. Inscrição nº 529 no Livro das Belas Artes, de 18 de setembro de 1978.

Lei Estadual nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.

  

4 – Localização:

            Localiza-se na Praça Castelo Branco (Largo do Palácio), s/nº, Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
               Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itauçu/Itaberaí.

 

 

5 –  Responsabilidade:

           A responsabilidade legal através de convênio, é da Secretaria da Fazenda. O prédio é  propriedade do Iphan, que o fiscaliza.
            Fone: (0xx62) 3371-2607/1118.

 

 Fontes: Guia do Bens Imóveis Tombados em Goiás. Vila Boa, volume 1/ Gustavo Neiva  Coelho / Goiânia, 1999.  
             
 Museu de Arte Sacra da Boa Morte.
              Material enviado (via fax) ao Banco de Dados dos Municípios).
              Der-Go (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

 

SOBRADO DA PREFEITURA

(CORUMBÁ DE GOIÁS)

1 – Histórico:

O sobrado que abriga a prefeitura foi construído no final do século 19, como local para a comercialização dos produtos agrícolas da região.

A construção é em estilo colonial, com dois andares e um total de 15 cômodos.

Como tinha parte danificada, o sobrado foi restaurado, em 1912, por Timóteo Alves, por determinação do coronel Domingos Alves Magalhães, fazendeiro e político na época. 

Nesse edifício funcionaram a loja de Euzébio Curado, o fórum, a câmara, a Banda 13 de maio e a Biblioteca Municipal.

2 – Situação atual:

O prédio precisa de urgente restauração.

3 – Tombamento:

Não é tombado.

4 – Localização:

Praça da Matriz, nº 143, Corumbá de Goiás, a 112 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Planaltina.

5 – Responsabilidade:

O prédio está sob responsabilidade da prefeitura.
Telefone (0xx62) 3338-1171 / 1172.

Fontes: Corumbá de Goiás, Estudos Sociais, Ramir Curado, Brasília: Editora Ser, 1996.
Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital).

 

 

SOBRADO DA RUA 1
(Goiânia)

1  Histórico: 

 Casa onde morou o primeiro Prefeito da cidade de Goiânia, Professor Venerando de Freitas Borges.
        É uma casa simples, com janelas em madeira, com uma ampla sala. Subindo a estreita escada também em madeira, encontramos quartos e banheiro. Construído na década de 30, a casa não tem estilo bem definido.
        A partir de 1997, o prédio foi adquirido pela Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda –Fundação Assefaz, que fez uma restauração na estrutura do prédio no mesmo ano para poder atender a seus associados na área de lazer e saúde.

 

2  Situação Atual:

       Em bom estado de conservação.  

 

3  Tombamento:

Tombado pelo Decreto n.º 1.865 de 10 de setembro de 1.999.

   

4  Localização:

        Localizado na Rua 1, n.º 26, Centro.  

 

5  Responsabilidade:

A responsabilidade do prédio e da Fundação Assistêncial dos Servidores do Ministério da Fazenda.
        Fone: (0xx62) 3212-1999.

 

Fonte: Fundação Assefaz.

 

 

 

TEATRO DE PIRENÓPOLIS 
(Pirenópolis)

1 – Histórico:

O Teatro de Pirenópolis representa parte importante da história e da cultura de Goiás. Foi construído pela comunidade pirenopolina em 1899. O lavrador Sebastião Pompeu de Pina e sua mulher, Maria Cristina D’Abadia Mendonça Pina, estiveram à frente das ações para construir o prédio. Com a venda de biscoitos (feitos por Maria Cristina) e de rifas, conseguiram a simpatia da comunidade que contribuiu com recursos para o projeto de edificação do teatro. No início, o Teatro de Pirenópolis funcionava também como cinema.

Após a morte de Sebastião Pompeu, o teatro foi vendido pelos herdeiros e transformou-se em residência. Acostumada com os espetáculos exibidos no teatro, a comunidade passou a utilizar a praça para as apresentações culturais . O governo do Estado adquiriu o prédio, que passou por reforma, de 1980 a 1984. Na época, o prédio pertencia a Clóvis Roberto Gomes. Por ter ficado desativado durantes anos, o Teatro de Pirenópolis sofreu algumas modificações em sua estrutura física. Assim, o prédio funcionou como máquina de arroz, residência e loja de móveis. 

Reaberto, adquiriu novamente a sua função de teatro de 1990 até 1997, quando, em condições precárias, foi interditado pela Justiça porque representava perigo para o público. Depois de dois anos fechado, o Teatro de Pirenópolis foi novamente entregue à comunidade, em 1999, completamente restaurado. A inauguração contou com as presenças do presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador Marconi Perillo e da primeira-dama Valéria Perillo, entre outras. 

O Teatro de Pirenópolis foi tombado como patrimônio cultural após ampla restauração com recursos da Telebrás, a partir da Lei do Mecenato, com a supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Sociedade dos Amigos de Pirenópolis (Soap) e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), à qual pertence.

2 – Situação atual:

O prédio continua em bom estado de conservação, após a reforma por que passou, em novembro de 1999.

3 – Tombamento:

O Teatro de Pirenópolis foi tombado com a Lei Estadual nº 8.915, de 13 de outubro de 1998.

4 – Localização:

Localiza-se na Praça da Matriz, no centro de Pirenópolis, a 131 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Corumbá de Goiás/GO-225. Fone: 3331-1142

5 – Responsabilidade:

O Teatro de Pirenópolis é uma unidade da Secult Goiás.

Fontes: Banco de dados Agepel e Iphan (pasta de Dados dos Monumentos Históricos).
Dergo (Lista de Distância dos Municípios à Capital).


TEATRO GOIÂNIA 
(Goiânia)  

1 – Histórico:
          O Cine-Teatro Goiânia foi inaugurado em 14 de julho de 1942, em estilo art déco, como projeto do engenheiro Jorge Félix.  A obra foi iniciada em 1940, na gestão de Pedro Ludovico Teixeira. Na época, o prédio exercia a função, ao mesmo tempo, de cinema e teatro,  quando a nova capital vivia o auge do cinema, como atração de entretenimento.    
        Em 1978, o Cine-Teatro Goiânia foi restaurado como a preservação de suas características originais. Seu interior passou por um tratamento acústico, o palco ampliado, camarins construídos. Houve investimento em iluminação e estrutura geral. Dez anos depois, o prédio passou por mais uma reforma geral, que tornou o Teatro Goiânia (nova denominação) em um dos mais modernos e aconchegantes espaços para teatro e música do país.  

           2 – Situação atual:
           O Teatro Goiânia está em bom estado de conservação.  

           3 – Tombamento: 
         O prédio está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico de Goiás.
         Lei n.º 8.915, de 13 de outubro de 1980, Decreto n.º 4.943 (processo SEC 302/81).

4 – Localização:  
          O teatro está na confluência da Rua 23,  Av. Tocantins e Anhanguera, no centro de Goiânia.   

            5 – Responsabilidade:  
          É da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).

Fontes: A Modernidade da Art Déco na Construção de Goiânia, Gustavo Neiva Coelho, 1997.  Fone: 3201-4606 – ramal: 229, e Secult Goiás.

 

 

TEATRO OTÁVIO ARANTES – (Teatro Inacabado)
(Goiânia) 

1 – Histórico:

O Teatro Inacabado teve início na década de 50 com o projeto arquitetônico de Walter Guerra e Lindolpho Nunes da Rocha. O projeto foi aprovado em 28 de novembro de 1959 e o alvará (licença) para a construção em 6 de fevereiro de 1960. A Agremiação Goiana de Teatro (AGT), responsável pela obra foi criada em 1º de maio de 1946, pelo próprio Otávio Arantes, como o primeiro grupo de teatro amador da nova capital. 
        Assim despontou o Teatro Inacabado de Otávio Arantes, com 582 metros quadrados de área, capacidade para 260 pessoas, duas entradas e uma pequena sala de espera. Foi projetado com excelente acústica e urdimento (mecanismo que movimenta o cenário) em sentido vertical. 
        Otávio Arantes nasceu em Bela Vista de Goiás, em 12 de janeiro de 1922 e morreu em 10 de julho de 1991, de acidente automobilístico, em Brasília. 
        No ano de 1998, formou-se a Fundação Otávio Arantes,  com o objetivo de dar continuidade à obra teatral de seu fundador. No início, foram oferecidos cursos relacionados às artes cênicas. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento da atividade teatral no Estado, com incentivo principalmente aos grupos amadores.

 

2 – Situação atual: 

O prédio está desativado.

  

3 – Tombamento: 

O prédio foi tombado com o Decreto n.º 2.201, de 19 de setembro de 1994.

  

4 – Localização: 

O Teatro Otávio Arantes localiza-se à Av. Anhanguera, s/n.º – Setor dos Funcionários – Goiânia. (em frente ao Lago das Rosas).

 

5 – Responsabilidade: 

 A Fundação Otávio Arantes é responsável pelo prédio.

 

 Fontes:  Fundação Otávio Arantes – 524-1211.
                
 Arquiteto Walter Guerra – 565-5116.
                 Agetop – Patrimônio – arquiteta Maria das Graças Vasconcelos – 265-4072.

 

 

Teatro Pompeu de Pina
(Pirenópolis)


1 – Histórico

            O Teatro de Pompeu de Pina representa parte importante da história e da cultura de Goiás. Foi construído em 1899 pelo lavrador Sebastião Pompeu de Pina e sua mulher, Maria Cristina D’Abadia Mendonça Pina, com a venda de biscoitos e de rifas.

No início, o Teatro de Pirenópolis funcionava também como cinema. Após a morte de Sebastião Pompeu, o teatro foi vendido pelos herdeiros e transformou-se em residência.

            Mais tarde o governo do Estado adquiriu o prédio, que passou por várias reformas. Reaberto, adquiriu novamente a sua função de teatro de 1990 até 1997, quando, em condições precárias, foi interditado pela Justiça porque representava perigo para o público. Depois de dois anos fechado, o Teatro de Pirenópolis foi novamente entregue à comunidade, em 1999, completamente restaurado. A inauguração contou com as presenças do presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador Marconi Perillo e da primeira-dama Valéria Perillo, entre outras.

            O Teatro de Pirenópolis foi tombado como patrimônio cultural após ampla restauração com recursos da Telebrás, a partir da Lei do Mecenato, com a supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Sociedade dos Amigos de Pirenópolis (SOAP), e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), à qual pertence.

                Ainda nesta gestão, o teatro sofreu nova intervenção no valor de R$ 148.774,88 que compreendeu o palco, piso, adequação da iluminação dos camarins, entre outros aspectos.

            Em estilo colonial, o prédio contém vestíbulo, platéia, duas galerias, palco, camarotes laterais, sanitários, mesa de iluminação, refletores de camarins.

 

2 – Situação atual:

            Bom estado de conservação

 

3 – Tombamento:

            Tombado pela lei estadual n° 8.915, de 13/10/1980

 

4 – Localização:

Praça Emanuel Jaime Lopes nº 17 – Pirenópolis – Go

 

5 – Responsabilidade:

            Secult Goiás – Diretoria do Teatro de Pirenópolis

 

6 – Fonte:

           Secult Goiás.

 

 

TRÊS RAÇAS
MONUMENTO À GOIÂNIA
(Goiânia)

1 – Histórico:

O monumento foi feito pela artista plástica/escultora goiana Neusa Moraes e é composto de três estátuas de bronze simbolizando as três raças da época do Brasil Colônia: o negro, o índio e o imigrante. Cada peça pesa mais de 300 kilos e mede 3,5 metros. As três raças estão levantando uma pilastra de concreto revestida de pastilha e em cima tem o brasão de Goiânia, numa representação da construção da capital.

O monumento foi um presente aos cidadãos goianienses pelo Rotary Clube de Goiânia. A maquete, feita em 1967 pela artista plástica/escultora Neusa Moraes, foi mandada para São Paulo onde a mesma artista (que morava neste local) esculpiu o monumento.

Em 6 de julho 1967, foi inaugurado em Goiânia com o nome Monumento a Goiânia, mas com o tempo e o uso da mídia local que fazia a divulgação como “Monumento às Três Raças”, este passou a ser o nome conhecido pela população. 
O monumento foi restaurado em 21 de outubro de 1997, em pátina, pelo Governo do Estado.

2 – Situação atual:

Em bom estado de conservação.

3 – Tombamento:

Tombado pelo Governo do Estado de Goiás, pelo Decreto nº 4.943, de 31 de agosto de 1998.

4 – Localização:

Praça Cívica – Centro

5 – Responsabilidade:

Prefeitura de Goiânia.

Fonte: Artista Plástica Neusa Moraes
Membro do Rotary Clube de Goiânia, Médico, Dr. Luiz Rassi 
Fone: (0xx62) 3223-0839. 

 

 

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO (TCE)
(Goiânia)

 1 – Histórico: 

 O Tribunal de Contas do Estado (TCE) é o órgão responsável pela fiscalização dos gastos do governo estadual, garantindo, assim, a transparência da administração pública.
        Criado em 1952 por iniciativa do governo Pedro Ludovico Teixeira, o TCE se firma hoje como um dos mais estruturados do País.
        O prédio passou por uma série de reformas no decorrer de sua história. A mais abrangente delas ocorreu em 1994, porém, sem comprometer o que restava da antiga estrutura. A arquitetura original do TCE é em art déco. Mas ao longo do tempo, houve muitas modificações, restando hoje, da edificação original, apenas a parte da frente do prédio.   

  

2 – Situação atual:

O prédio do TCE está em bom estado de conservação

 

3 – Tombamento:

        O prédio do TCE está inscrito no Livros de Tombos do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás.  É tombado a partir do Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998, fundamentada na Lei n.º 13.312, de 9 de julho de 1998

 

4 – Localização:

        O Tribunal de Contas do Estado localiza-se na Praça Cívica, n.º 332, Centro – Goiânia

 5 – Responsabilidade:

        A responsabilidade pelo TCE é do Estado

 Fontes: Tribunal de Contas do Estado de Goiás – (Livro, Um Tribunal na História).
              Fone: 212-4606 – ramal: 229.
             
 Agetop – Depto. De Projetos e Patrimônio – 265-4072./ Arquiteta Maria das Graças Vasconcelos.  

 

 

 

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL – TRE
(Goiânia)

 

1 – Histórico:

         O Tribunal Regional Eleitoral teve sua construção iniciada em 1937 e término em meados de 1940. Uma das preocupações do governo Pedro Ludovico Teixeira,  na época da mudança da capital,  era a edificação de prédios sólidos, bem-constituídos, de acordo com os ares de  modernismo, que o país vivia. As formas retas, os frontões de aspectos elegantes e harmoniosos, marcam a arquitetura da época. No decorrer de sua história, o prédio do TRE passou por uma série de reformas. A última, ocorreu em 1998. Essas reformas não descaracterizaram a estrutura central do prédio pois manteve a sua feição inicial.

 

2 – Situação atual: 

O prédio do TRE está em bom estado conservação. 

 

3 – Tombamento: 

Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás.
        Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998 (processo SEC 302/81).

  

4 – Localização: 

Praça Cívica, n.º 300. Confluência da Av. Tocantins com Av. Goiás.

  

5 – Responsabilidade:

        O governo federal é responsável pelo prédio do TRE.

 

Fontes: Arquivo Histórico Estadual – 212-4606.
             
 Tribunal Regional Eleitoral.
             
 Coordenadoria de Material e Patrimônio.

 

 

TÚMULO DE  DR. PEDRO LUDOVICO – CEMITÉRIO SANTANA
(Goiânia) 

 

1 – Histórico: 

Pedro Ludovico Teixeira morreu em Goiânia, vítima de parada cardíaca no dia 6 de agosto de 1979, Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa por 24 horas e sepultado no Cemitério Santana. O Estado decretou luto por 3 dias. É neste cemitério que se encontra sepultados outros familiares de Pedro Ludovico Teixeira, tais como: Antônio Borges Teixeira, filho do fundador de Goiânia, morto em 12 de agosto de 1952; Josefina Ludovico, mãe de Pedro Ludovico, morta em 12 de agosto de 1955; Gercina Borges, esposa do ex-governador do Estado, morta em 22 de novembro de 1976; Pedro Ludovico Estivalete, morto em 16 de fevereiro de 1987, neto de Pedro Ludovico e filho de Mauro Borges Teixeira, outro político influente no Estado, e ainda Paulo Borges Teixeira, irmão de Mauro Borges, filho de Pedro Ludovico, morto em 1 de junho de 1996.
        Pedro Ludovico Teixeira é considerado o principal personagem da transformação cultural, social, política e econômica do Estado de Goiás. Formado em medicina no Rio de Janeiro em 1915, retornou a Goiás um ano depois para exercer a profissão em Bela Vista de Goiás. Em 1917 se transfere para Rio Verde e no dia 22 de julho de 1918, se casa com Gercina Borges.
        Participou das Revoluções de 22,24 e 30. Acreditava que o regime oligárquico vigente até então, era uma “tirania acobertada pela Constituição de 1891” ; nas palavras dele, a política era “violenta, desonesta e retrógrada”.
        Nomeado Interventor Federal em Goiás, estabelece como principal objetivo da sua administração a transferência da capital do Estado. Tarefa que empreendeu até o fim, e acompanhando pessoalmente as obras de construção da nova capital. 
        Em  15 de abril de 1935 foi eleito governador constitucional do Estado pela Assembléia Constituinte e toma posse no dia 20 do mesmo mês. 
        Membro da Academia Goiana de letras (22 de abril de 1939). Com a queda de Getúlio Vargas, saiu do governo em 06 de novembro de 1945, e foi eleito ao Senado Federal, cargo que ocupou por três vezes (45, 54 e 62). Foi outra vez governador do Estado, desta vez (1950), através de eleições diretas.

  

2 – Situação atual: 

O túmulo do fundador da cidade está em bom estado de conservação.

 

3 – Tombamento: 

Tombado como Bem Cultural do Município de Goiânia, de relevância histórica, através da Lei Municipal nº 6962 de 21 de maio de 1991. 

 

4 – Localização: 

Av. Independência, esquina com Av. 24 de outubro, s/n.º, Setor dos Funcionarás – Goiânia. 

  

5 – Responsabilidade: 

A Prefeitura Municipal de Goiânia.  

 

   Fontes: 
               Lara de Fátima Silva – Atendente da Administração do Cemitério Nossa Senhora de Santana.   
          
      Vera Gomes – Diretora do Patrimônio Histórico e Artístico Municipal.
             Fone: 524-1211.

 

 

USINA DO VAIVÉM
(Ipameri)

1 – Histórico: 

      A Usina do Vaivém foi instalada em 1931, pelo major Aristides Lopes. Farmacêutico, ele foi proprietário da primeira farmácia de Ipameri.  Com a chegada da rede das Centrais Elétricas de Goiás (Celg), a usina foi desativada e integrada, juntamente com todo seu equipamento, ao patrimônio da nova provedora de energia da cidade. A usina ainda funciona. Seu nome se deve ao rio que se chama Vaivém. 

2 – Situação atual: 

       A usina encontra-se em perfeitas condições de uso. 

3 – Tombamento:

     Não é tombada.

4 – Localização:

      A usina localiza-se no município de Ipameri, a 185 km de Goiânia. Via de acesso:GO-020/Bela Vista de Goiás/Cristianópolis/Santa Cruz de Goiás/Pires do Rio/ Urutaí. 

5 – Responsabilidade:

      A Celg é responsável pela usina.

       Fonte: Beth Costa – ex-secretária de Cultura.
      Secretaria Municipal da Cultura – (0xx62) 3491-2174.


 

Governo na palma da mão