Monumentos
APRESENTAÇÃO
|
Museu de Arte Sacra da Boa Morte – Cidade de Goiás |
|
O Anhanguera – Goiânia |
|
Chafariz de Cauda da Boa Morte – Cidade de Goiás |
|
Monumento à Goiânia – Goiânia |
|
Museu das Bandeiras – Cidade de Goiás |
ACADEMIA GOIANA DE LETRAS
Casa do Professor Colemar Natal e Silva
(Goiânia)
1 – Histórico:
A Academia Goiana de Letras está instalada em antigo prédio de propriedade do professor Colemar Natal e Silva, primeiro reitor e fundador da Universidade Federal de Goiás, e membro da comissão que escolheu o local da construção de Goiânia.
O prédio foi uma das primeiras construções da nova capital, à Rua 20, esquina com a rua 15, centro. Eram casas-modelo, que, durante algum tempo, funcionaram como repartições públicas da administração estadual.
O sobrado foi edificado em 1935, em estilo art déco. Foi cedido ao Estado, em 1936, para abrigar a Diretoria Geral da Fazenda. Em 1987, por decisão do governo Henrique Santilio, o prédio foi adequado pelo Estado para abrigar a Academia Goiana de Letras, a partir de abril de 1988.
O primeiro presidente da AGL foi Marcelo Silva, pai de Colemar Natal e Silva.
2 – Situação atual:
O prédio está em excelente estado de conservação. Foi restaurada em junho de 2000.
3 – Tombamento:
O sobrado está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás. Está protegido pelo Decreto 4.943, de 31 de agosto de 1988.
4 – Localização:
Rua 15 c/ Rua 20, centro – Goiânia.
5 – Responsabilidade:
A própria Academia Goiana de Letras é responsável pelo sobrado.
Fone: (0xx62) 3224-8096.
Fonte: Projeto Álbum – Jornal O Popular (1998).
ANTIGA CADEIA PÚBLICA
(Buriti Alegre)
1 – Histórico:
A antiga cadeia pública de Buriti Alegre foi construída em 1930, no governo de Pedro Ludovico Teixeira. O prédio abrigou a cadeia de 1930 até 1982 e o Salão do Júri de 1939 até 1952.
A partir de 1982 eram realizados os ensaios da Banda Municipal João Teixeira, no 1º andar. No térreo funcionava o Sindicato Rural e o Clube Buriti Esporte de Truco.
Atualmente, no prédio (no térreo) funciona a Fundação Nacional de Saúde, e, no 1º andar, são guardados os instrumentos da extinta Banda Municipal João Teixeira.
A arquitetura da antiga cadeia é em estilo colonial. Seu interior é feito de cimento queimado com cobertura de madeira.
2 – Situação atual:
O prédio está em bom estado de conservação.
3 – Tombamento:
A edificação não é tombada.
4 – Localização:
A velha cadeia localiza-se na cidade de Buriti Alegre, a 209 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153 / Aparecida de Goiânia / BR-153/ Hidrolândia / Professor Jamil / Rancho Alegre / Serrinha /GO-210.
5 – Responsabilidade:
É responsável pela antiga cadeia a prefeitura Buriti Alegre – Telefone: (0xx62) 3444-1368 / 1716 / Roberto Carlos Mendes.
Fonte: Jonadab Camilio da Silva Jr. – Assessor da Secretaria Administrativa e Presidente do Conselho de Cultura.
ANTIGO PRÉDIO DA SUPLAN/EMOP
Atual Procuradoria Geral do Estado
(Goiânia)
|
1 – Histórico: 2 – Situação Atual: 3 – Tombamento: 4 – Localização: 5 – Responsabilidade: Fontes: Procuradoria Geral do Estado – Decreto n.º 5.093, de 24 de agosto de 1999. |
IGREJA DE NOSSA SENHORA APARECIDA
(Areias – Cidade de Goiás)
|
1 – Histórico: A Igreja de Nossa Senhora Aparecida foi fundada no final de 1700 e foi reconstruída em 1910 pelos moradores de Areias, nos arredores da antiga capital do Estado. 2 – Situação atual: O prédio está em bom estado de conservação. 3 – Tombamento: O templo é tombado, com inscrição no Livro de Tombo das Belas Artes. Vol. 1, folha 72, n.º de insc. 357, de 13 de agosto de 1985. 4 – Localização: A igreja localiza-se em Areias, Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia. 5 – Responsabilidade: A Diocese de Goiás é responsável pelo templo. Fonte: Elder Camargo de Passos. |
BUSTO DE CAXIAS
(JATAÍ)
1 – Histórico:
O busto de Caxias é produzido em mármore. Trata-se de homenagem ao Duque de Caxias, patrono do Exército brasileiro. Foi feito por determinação do prefeito Mauro Antônio Bento e inaugurado em 25 de agosto de 1991.
2 – Situação atual:
O busto de Caxias está em bom estado de conservação.
3 – Tombamento:
O monumento não é tombado.
4 – Localização:
O busto localiza-se na Praça Duque de Caxias, Rua Salgado Filho, esquina com Rua Joaquim Cândido. Jataí está a 323 km de Goiânia. Via de acesso: BR-060 / Guapó / Acreúna / Rio Verde.
5 – Responsabilidade:
Prefeitura Municipal – Telefone: (0xx62) 632-4000.
Fonte: Secretaria de Cultura e Turismo de Jataí. Telefone (0xx62) 3632-4037, Cristiane Borges, Sebastiana Aleodes e Maria Magalhães (funcionárias da Sec. de Cultura e Turismo de Jataí).
BUSTO DO TENENTE DIOMAR MENEZES
( Jatai )
1 – Histórico
O tenente Diomar Menezes, piloto de guerra da FAB (Força Aérea Brasileira), foi consagrado herói na Segunda Guerra Mundial. Ele nasceu em 10 de julho de 1923, em Jataí Goiás, filho de Sebastião Gonçalves de Menezes e Leninda Belmira Menezes.
Em 1972, a prefeitura inaugurou um busto em bronze, como forma de prestar uma homenagem ao herói de guerra. O monumento foi colocado na praça batizada com o nome do tenente, em frente à casa que ele nasceu. Mas a irmã do tenente, Magnólia Menezes de Brito, pediu em 1995, a substituição do busto, argumentando, que o busto antigo era o dele, mas o artista que o fez não conseguiu a semelhança esperada.
Assim, foi inaugurado em 1988 na mesma praça, um outro busto, também em bronze. Já o outro se encontra no Museu Histórico de Jataí.
2 – Situação atual:
Em perfeito estado de conservação.
3 – Tombamento:
O monumento não é tombado.
4 – Localização:
Museu Histórico de Jataí Francisco Honório de Campos. Há uma réplica instalada na Praça Tenente Diomar Menezes, no centro de Jataí. A 323 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-060 / Guapó / Acreúna / Rio Verde.
5 – Responsabilidade:
O município é responsável pelo Busto.
Telefone Prefeitura (0xx62) 3632-4000 / 2565
Telefone Fundação Cultural (0xx62) 3632-4037.
Fontes: Secretaria de Cultura e Turismo de Jataí. Mariza Magalhães, secretária de Cultura e Turismo de Jataí Cristiane Borges e Sebastiana Olodes – funcionárias da Secretaria
CADEIA PÚBLICA
(Corumbaíba)
1 – Histórico:
A Cadeia Pública de Corumbaíba não tem sua história registrada em documentos. Mas segundo a prefeitura, o prédio teria sido construído em 1919. Sabe-se, no entanto, que em 1960 houve um incêndio no prédio que, na época, abrigava a prefeitura e o fórum. Com isso, praticamente todos os documentos que se encontravam ali foram consumidos pelo fogo. Existem suspeitas de que o incêndio teria sido criminoso.
A Arquitetura da velha cadeia é colonial. Suas paredes são reforçadas com adobe e suas vigas de sustentação são de madeira (aroeira).
2 – Situação atual:
A Cadeia Pública encontra-se em situação precária e está abandonada.
3 – Tombamento:
O prédio foi tombado pela Lei Municipal nº 008/89, de 13 de abril de 1989.
4 – Localização:
A Cadeia Pública localiza-se à Av. Barão do Rio Branco, s/nº – centro – Corumbaíba. A cidade está a 228 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Hidrolândia/GO-217/GO139/Marzagão.
5 – Responsabilidade:
O prédio está sob responsabilidade do município.
Prefeitura de Corumbaíba (0xx62) 3447-1396
Fontes: Prefeitura Municipal de Corumbaíba. Denise Rosa de Morais Rezende Borges – chefe de gabinete.
CAPELA BOM JESUS DA LAPA
(Baliza)
1 – Histórico:
A Capela de Bom Jesus da Lapa foi construída de 1944 a 1945, pelo casal Maria Conceição Pimentel e Osvaldo Pimentel, ambos devotos do Senhor Bom Jesus da Lapa. A obra foi edificada no chamado “Morrinho”, em Baliza, com a ajuda de moradores da cidade.
Por volta de 1964, quando a capela já estava muito velha, Maria Conceição, com ajuda da comunidade, decidiu construir outra capela no mesmo lugar, com o mesmo nome, só que maior. Essa é a atual Capela Bom Jesus da Lapa.
A obra apresenta estilo colonial e passou por várias restaurações. Em uma delas, foi modificada a arquitetura original.
2 – Situação atual:
A capela está em bom estado de conservação.
3 – Tombamento:
O templo não é tombado.
4 – Localização:
A capela localiza-se em Baliza, a 407 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-062/Trindade/Nazário/S.Luís de Montes Belos/Israelândia/Iporá/Arenópolis/ Piranhas/BR-158/ Bom Jardim de Goiás/GO-421.
5 – Responsabilidade:
É responsável pela capela o padre Carlos Maria Binder, do Conselho Paroquial.
Telefone do Conselho: (0xx62) 3406-1205.
Fonte: fax da prefeitura e do Conselho Paroquial.
CAPELA DE BOM JESUS
(Inhumas)
1 – Histórico:
A Capela de Bom Jesus foi construída pelo morador de Inhumas, Antônio Ferreira Sobrinho. Com a doação das terras, o povoado surgiu em volta da pequena capela. O prédio tem estilo indefinido. Possui portas de madeira, vitrais e uma cruz no alto.
A inauguração da capela aconteceu em 6 de agosto de 1948.
Até 1990, a Capela Bom Jesus se encontrava sob a proteção da Paróquia de Inhumas. A partir de então, pela Lei Municipal n.º 2018, de 6 de setembro de 1990, não só a Capela Bom Jesus, como todos os bens da Paróquia de Inhumas passaram para a responsabilidade e proteção especial da prefeitura.
2 – Situação atual:
A capela está em razoável estado de conservação.
3 – Tombamento:
É tombada pela Lei Municipal n.º 2018, de 6 de setembro de 1990.
4 – Localização:
O templo encontra-se na Vila Santa Maria, no município de Inhumas, a 39 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Goianira.
5 – Responsabilidade:
Prefeitura Municipal de Inhumas – Fone: (0xx62) 3511-2121.
Fonte: Fax informativa da Prefeitura Municipal de Inhumas. Gleidson de Oliveira Moreira – Professor de História de Inhumas. – Fone: (0xx62) 3514-2634.
CAPELA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS (Reitoria)
(Goiânia)
1 – Histórico:
Em estilo neogótico, a Capela (Reitoria) de Nossa Senhora das Graças, construída em 1943, passou por reforma e restauração geral de seu prédio.
Iniciadas pelo governo Marconi Perillo, por meio da Agepel, as obras de reforma e restauração da Reitoria, concluídas na gestão de Alcides Rodrigues, tiveram o custo total de R$ 263.761,27, com recursos do Tesouro Estadual. O prédio da antiga Capela Nossa Senhora das Graças, construído em estilo neogótico, em 1943, no governo Pedro Ludovico, foi tombado por Decreto-lei nº 4.943, de 31 de agosto de 1998. Várias personalidades ilustres estiveram na Capela, entre elas Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e o poeta chileno Pablo Neruda.
Vistoria no local, realizada por técnicos do Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico, da Agepel, constatou a necessidade de reforma e restauração, em caráter de urgência, pois a estrutura física e artística da capela corria riscos de perdas parciais. As obras foram executadas com a preocupação de preservar a originalidade arquitetônica da construção.
Os serviços de reforma abrangeram reparos na estrutura do prédio, incluídas a troca de madeiramento e a recuperação do telhado, com a colocação de manta termo-acústica na cobertura. Foram eliminadas as infiltrações de águas pluviais e recuperadas as instalações elétricas e de sonorização, além de instalar-se aparelho de ar-condicionado e realizar pintura geral. Já os trabalhos de restauração abrangeram a pintura artística, altares, imagens sacras, vitrais e o sino, entre outros.
2 – Situação atual:
A inauguração das obras de reforma e restauração foi feita em 30/06/2006, e está aberta ao público.
3 – Tombamento:
Tombada pelo decreto nº 4.943, de 31/08/1998
4 – Localização:
A Capela ( Reitoria) de Nossa Senhora das Graças situa-se à rua 4 esq. c/ rua 30, Centro – ao lado do Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. – Fone: 3224-7442
5 – Responsabilidade:
A manutenção da capela é de responsabilidade da Arquediocese de Goiânia
Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás)
RESTAURAÇÃO DE BENS INTEGRADOS À ARQUITETURA
CAPELA DE SÃO JOÃO BATISTA – ARRAIAL DO FERREIRO
(Cidade de Goiás)
|
1 – Histórico: 2 – Situação atual: 3 – Tombamento: 4 – Localização: 5 – Responsabilidade: Fontes: Museu de Arte Sacra da Boa Morte. |
CAPELA DE SÃO JOÃO BATISTA
(Catalão)
1 – Histórico:
Não existem documentos escritos que falem com precisão a data do início das atividades religiosas e nem da construção da primeira capela. No entanto, correm informações (orais) de que três senhores com o mesmo nome, João, se juntaram e construíram a primeira capela em 1928, em louvor de São João.
A primeira construção era rústica com telha em estilo colonial. A fachada era simples e não possuía torre. A parte do fundo tinha a forma de semicírculo e um cruzeiro dividia a capela-mor.
As características arquitetônicas permaneceram, pois a capela só foi reformada, com ampliação, em 1940.
2 – Situação atual:
A capela teve as instalações hidráulica e elétrica restauradas, em 1998. Algum tempo depois, foi feita a pintura.
3 – Tombamento:
A capela é tombada pela Lei Municipal n.º 1370, de 17 de agosto de 1994.
4 – Localização:
A Capela de São João Batista, localiza-se no município de Catalão, a 248 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Cristianópolis/Pires do Rio/Urutaí/Ipameri.
5 – Responsabilidade:
A Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus e a comunidade são responsáveis pela Capela de São João Batista. Telefone Prefeitura (0xx62) 3441-2709.
Fontes: Fundação Cultural Maria das Dores Campos – presidente, Ohsuero de Faria. José Francisco Silva (funcionário da paróquia) – (0xx62) 3441-2217
CAPELA DE SÃO JOSÉ
(Goiânia)
1 – Histórico:
A Capela de São José foi construída pelos padres redentoristas, em Campinas, em 1869, com o nome de Capela de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro. Sua inauguração ocorreu em 14 de agosto de 1901. Aos domingos e feriados, as celebrações eram feitas na matriz e, nos dias úteis, a programação acontecia na capela.
A partir de 14 de janeiro de 1931, a capela passou por uma reestruturação. O padre Antônio Lisboa Fischoleir fez a nova planta.
No dia 26 de maio de 1932, foi celebrada a primeira missa no templo, já com o nome de Capela de São José. No dia 19 de junho do mesmo ano, aconteceu a missa solene de inauguração.
Inaugurou-se um altar em estilo gótico, todo em madeira, em 2 de agosto de 1933. Com as reformas posteriores, a arquitetura original da capela foi descaracterizada.
2 – Situação atual:
A capela passou por uma restauração, na década de 80, porém já está necessitando de outra reforma.
3 – Tombamento:
A Capela de São José teve tombamento estadual com o Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998, fundamentado na Lei n.º 13.31, de 9 de julho de 1998.
4 – Localização:
O templo localiza-se na Av. Padre Wendell, n.º 603, Setor Aeroviário – Goiânia.
5 – Responsabilidade:
A Paróquia Nossa Senhora da Conceição é responsável pela capela.
Fone: (0xx62) 3241-0164.
Fontes: Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Irmã Evandra Maria das Neves – Capela de São José.
CASA DA CULTURA
(Itumbiara)
1 – Histórico:
A Casa da Cultura foi construída entre 1975 e 1976, na Vila Residencial da Usina de Itumbiara. O prédio foi edificado em estilo colonial clássico, com a finalidade de hospedar a direção da empresa e convidados ilustres, quando em visita à cidade e à Usina Hidrelétrica.
A atual Casa da Cultura tem duas portas principais, em arcos de madeira maciça, com entalhes de imbuia. Possui vidraças em arcos com grades de ferro. As portas e janelas no fundo são de madeira e vidro. O piso é em marmorite e nos fundos, em aço. A casa é toda murada, com área de 2 mil metros quadrados, dentro de uma área verde de reserva nativa.
Furnas cede o imóvel à prefeitura, sob o contrato de n.º 18.414.
2 – Situação atual:
A Casa da Cultura está em bom estado de conservação.
3 – Tombamento:
O prédio não é tombado.
4 – Localização:
A Casa da Cultura está na Av. Itumbiara, n.º 3 – Vila de Furnas, a 215 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Aparecida de Goiânia/Morrinhos.
5 – Responsabilidade:
A prefeitura de Itumbiara é responsável pelo prédio. Fone: (0xx62) 3433-2400.
Fonte: Casa da Cultura.
CASA DA FAZENDA BABILÔNIA
(Pirenópolis)
1 – Histórico:
A Fazenda Babilônia, localizada em Pirenópolis, está aberta ao público aos sábados, domingos e feriados, das 8 às 17 horas. A casa sede tem construção em estilo colonial, com assoalho de madeira (jacarandá) e pilares de sustentação de aroeira. As paredes são feitas de adobe.
Essa fazenda era uma dos grandes produtoras de cana-de-açúcar, mandioca e algodão. Parte dessa produção era exportada para a Inglaterra. Essa fazenda também servia de hospedagem para grandes viajantes da época (século 19). O historiador francês Auguste de Saint-Hillaire teria se hospedado no local.
2 – Situação atual:
Reformada nos anos 90, a casa está bem conservada. Conta com a manutenção do proprietário da sede, Antônio Roberto Machado.
3 – Tombamento:
A casa sede da Fazenda Babilônia foi tombada em 26 de abril de 1965. Está inscrita no Livro do Tombo das Belas Artes, volume 1, folha 87.
4 – Localização:
A Fazenda Babilônia localiza-se a 15 km do município de Pirenópolis e a 130 km de Goiânia. Via de acesso: BR-153/Anápolis/BR-414/Corumbá de Goiás/GO-225.
5 – Responsabilidade:
O responsável pelo patrimônio é o proprietário, Antônio Roberto Machado. Como é uma propriedade particular, tem a fiscalização do Iphan, no que se refere à preservação e conservação.
Telefones (0xx62) 3631-1299
Fontes: Prefeitura, por meio de fax enviado ao Banco de Dados dos Municípios e Iphan (pasta de Locais e Monumentos Histórico).
CASA DE CORA CORALINA
(Cidade de Goiás)
1 – Histórico:
|
Foto do Dossiê da Cidade de Goiás |
A casa da escritora Cora Coralina representa o modelo típico da arquitetura residencial desenvolvida no Brasil no período colonial. O edifício é composto de duas residências unidas por um único telhado. Apresenta dois corredores que fazem a ligação entre a via publica e o interior das residências. A construção é feita com estrutura autônoma de madeira e paredes de adobe e pau-a-pique, sobre alicerces de pedras, criando com isso uma muralha de contenção para as águas do Rio Vermelho (que corta a cidade).
Quase todos os cômodos são forrados com madeira tipo saia-e-camisa. Uma interessante janela treliçada liga um dos quartos à varanda. Levantamentos realizados pelo Iplan, revela que este edifício teria sido construído em período anterior a 1782. O construtor teria sido o português
Antônio de Souza Telles, seu primeiro proprietário, que por algum tempo assumiu o cargo de capitão-mor. Esta casa teria sido adquirida pela família de Cora, no início do século 19, local onde seu avô teria passado toda sua infância, assim como sua mãe, e ela própria.
Por causa de sua moradora mais ilustre, o prédio ficou conhecido como Casa de Cora Coralina. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas ou Cora Coralina, nasceu em 20 de agosto de 1889.
Admirada por seus contemporâneos, Cora era uma figura frágil, pequenina, porém, muito lúcida. Cora Coralina começou a escrever aos 14 anos. Foi a primeira mulher a receber o troféu Juca Pato, em 1983.
Cora Coralina morreu em 10 de abril de 1985 na cidade de Goiás. Após o seu falecimento, a casa foi adquirida pela construtora Alcindo Vieira, de Belo Horizonte, que a colocou à disposição da Fundação Casa de Cora Coralina, onde funciona um museu dedicado à memória da escritora e um miniauditório. O prédio abriga também a regional do programa Proler.
A Casa de Cora foi restaurada em 1989, quando quando a escritora completaria 100 anos.
2 – Situação atual:
Após sofrer danos com a enchente que fez as águas do Rio Vermelho transbordarem, na noite de 31 de dezembro de 2001, a Casa de Cora Coralina passou por reforma de suas instalações. Além do aspecto físico, houve uma reavaliação do perfil do local e sua utilidade para o público visitante. O tratamento do acervo respeita as normas internacionais de preservação. Hoje se apresenta em boa estado, tanto o prédio quanto o acervo.
3 – Tombamento:
O prédio não é tombado individualmente, faz parte do conjunto do Centro Histórico de Goiás, com proteção federal a partir do processo 345-t-42, com inscrição no Livro de Tombo das Belas Artes, fl. 97, de 18 de setembro de 1980.
4 – Localização:
A Casa de Cora localiza-se à rua Dom Cândido (Rua dos Mercadores) nº 20, cidade de Goiás, a 129 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-070/Inhumas/Itaberaí/Davinópolis.
5 – Responsabilidade.
O prédio está sob a responsabilidade da Fundação Casa de Cora, que tem como diretora Marlene Gomes Valesco.
Fontes: Guia de Bens Imóveis Tombados em Goiás, Vila Boa, volume 1. Gustavo Neiva Coelho, 1991 Iphan. Dergo: Listagem de Distância dos Municípios à Capital. Fone: (0xx62) 3371-2607.
CASA DE CULTURA DR. ALTAMIRO DE MOURA PACHECO
(Goiânia)
|
1 – Histórico: 2 – Situação atual: 3 – Tombamento: 4 – Localização: 5 – Responsabilidade: Fonte: Academia Goiana de Letras. |
CASA DE OCTO MARQUES
(Cidade de Goiás)
1. Histórico
Local onde o artista plástico Octo Marques viveu com a família, na cidade onde nasceu, em 1916, a Casa de Octo Marques passou por um processo de desapropriação para transformar o imóvel em centro cultural.
Em estilo colonial, com base e porão em pedra, a casa abriga alguns móveis que pertence à família do artista.
Octo Marques
Ilustrador, ceramista, gravador, Octo Marques morou no Rio de Janeiro, de 1934 a 1937. Em seguida foi para São Paulo, onde ficou até 1943, ano de retorno à Cidade de Goiás. Autodidata, ainda criança retratava cena de ex-votos para os romeiros da Festa do Divino Pai Eterno, em Trindade. No Rio de Janeiro, foi colaborador e ilustrador da revista Vida Doméstica.
Em 1943, Octo Marques colaborou com revistas e jornais, realizando ilustrações em xilogravura. Foi professor, em 1960, de pintura e cerâmica no curso de extensão universitária da Escola de Artes Plásticas. Escreveu o livro Casos e Lendas de Vila Boa e faz parte da Antologia do Conto Goiano, organizado por Miguel Jorge, Anatole Ramos e Luiz Fernando Valadares.
No gênero primitivista, com tendências para paisagens, Octo Marques atuou (1937) como revisor do jornal O Estado de S. Paulo. Participou de coletivas em Goiânia (1946, 1947, 1970 e 1975) e individual (1967).
Morreu no dia 22 de abril de 1988, na Cidade de Goiás.
2 – Situação atual:
Passou por reforma em 2002/2003 e está em perfeitas condições. As obras de restauração da antiga residência do pintor foram feitas pela Agepel, que forneceu os materiais, e Prefeitura de Goiás, que entrou com a mão-de-obra.
3 – Tombamento:
4 – Localização:
Praça do Moreira – Centro da Cidade de Goiás
5 – Responsabilidade
Prefeitura Municipal da Cidade de Goiás
Fonte: Secretaria de Estado da Cultura – Secult Goiás
CASARÃO DO PADRE SILVESTRE
(Jaraguá)
1 – Histórico
Com previsão de entrega neste mês de outubro, prosseguem as obras de restauração arquitetônica e artística completa da Casa do Padre Silvestre, na cidade de Jaraguá. Localizado na Rua Vigário Álvares (nome do padre), o prédio data do século XVIII e está protegido por tombamento estadual, pelo Decreto 6024, de 25 de outubro de 2004.
A casa constitui exemplar ímpar da arquitetura colonial em Goiás, sendo hoje uma das poucas edificações em Jaraguá que ainda conserva suas características originais. Assim como Padre Silvestre, a Casa faz parte da história de Jaraguá e do Estado. Sua preservação ajuda a manter viva uma importante parte da memória goiana.
Os trabalhos de restauração da Casa do Padre Silvestre abrangem as estruturas de madeira, notadamente os esteios periféricos, que estão apodrecidos, e também as paredes de pau-a-pique, que estão cedendo com o peso do telhado, além de exigirem reparos urgentes no enchimento do pau-a-pique — sem o enchimento, os paus das paredes estão ameaçados pelo apodrecimento.
Estão incluídas a restauração de portas e janelas, preservando-lhes a originalidade, e substituição de caibros e ripas em péssimo estado de conservação, bem como reparos no forro do teto e reforço de partes do assoalho de tábuas.Também o piso da varanda, de cimento queimado, será restaurado. As instalações hidro-sanitárias encontram-se em estado precário, representando risco para a edificação, por isso receberão os reparos necessários.
Padre Silvestre – No ano de 1834, após ter sido criada a Freguesia de Nossa Senhora da Penha de Jaraguá, com a elevação do Arraial do Córrego de Jaraguá à categoria de Vila, Silvestre Álvares da Silva tomou posse como vigário local e ficou até o ano de sua morte, em 20 de maio de 1863. Filho de comerciante português, Silvestre nasceu no dia 31 de dezembro de 1773, na capela de São Joaquim do Cocal, filial da Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Traíras.
Padre Silvestre chegou em Jaraguá nos primeiros anos do século XIX, precisamente em 1803. Muitas são as referências feitas a sua pessoa, nos documentos escritos por viajantes europeus e cronistas que passaram pelo Arraial do Córrego de Jaraguá nos primórdios do século XIX. Saint-Hilaire, que visitou o Arraial em 1819, hospedou-se em sua casa e encantou-se com suas virtudes.
Conhecido e respeitado por sua bagagem cultural, habilidade política e benevolência, Padre Silvestre foi eleito representante da Província de Goiás na Assembléia Geral Constituinte de 1823, tendo sido o único representante goiano na Assembléia Geral Constituinte de 1823 e também na primeira Constituinte do Brasil Império.
2 – Situação atual:
3 – Tombamento:
4 – Localização:
5 – Responsabilidade:
Fonte:
CASARÃO GOIANO
(Caldas Novas)
1 – Histórico:
O Casarão Goiano foi construído em 1908 por Orcalino Santos e reformado por Osmundo Gonzaga Marques, em 1919. O prédio retrata um pouco da história da cidade. Mostra a arquitetura predominante da época, com suas portas e janelas muito altas e pé direito de quase 5 metros de altura, para amenizar os efeitos do calor.
2 – Situação atual:
O prédio necessita de reforma geral e Atualmente o Casarão Goiano funciona como Centro de Apoio ao Artesão.
3 – Tombamento:
O Casarão Goiano não é tombado.
4 – Localização:
Localiza-se no município de Caldas Novas, a 161 km de Goiânia.
Via de acesso: GO-020/Bela Vista de Goiás/Piracanjuba/GO-139.
5 – Responsabilidade:
Um termo de transferência está em andamento. Será transferida a responsabilidade pelo prédio para a Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).
Fontes: Fax informativo do Sebrae.
Lúcia Maria Moraes – secretária de Turismo de Caldas Novas.
Fone: (0xx62) 455-2541.
Prefeitura Municipal de Caldas Novas (Geovana, funcionária).
CATEDRAL DE SANTANA
(Cidade de Goiás)
1 – Histórico:
A Catedral de SantAna teve sua construção iniciada em 1729, quando Manoel Antunes da Fonseca, ouvidor geral de Goiás, resolveu demolir a antiga capela, construída pelos fundadores do arraial, e construir uma catedral, no local.
Pela má qualidade da construção, 30 anos depois (em 1759), todo o teto desabou, cabendo à população arcar com os gastos de recuperação.
A Catedral de SantAna estava em ruínas, no início de 1929. Na época, o arquiteto Gastão Bahiano, professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, foi convidado para colaborar com o projeto definitivo e trabalhou mais nas obras internas de restauração.
Mas esse trabalho somente ficou concluído em 1967, graças ao empenho de Darcília de Amorim e um grupo de colaboradores da cidade. Assim, a Catedral de Santana foi entregue novamente ao público. Por iniciativa da Diocese de Goiás, em parceria com o Iphan, a igreja foi novamente reformada, em 1998. Com isso, foi recuperada parte de suas características originais.
2 – Situação Atual:
Com a reforma de 1998, o templo se encontra em bom estado de conservação.
3 – Tombamento:
A Catedral de Santana integra o conjunto de obras tombadas do Centro Histórico da cidade de Goiás. Proteção Federal, com o processo. 345-T-42, e Lei Estadual Nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.
4 – Localização:
A igreja localiza-se no centro histórico da cidade de Goiás, Praça Castelo Branco (Largo do Palácio )s/nº. Via de acesso: GO – 070/ Inhumas / Itaberaí / Davinópolis.
5 – Responsabilidade:
A Catedral de Santana está sob a responsabilidade da Diocese de Goiás, com fiscalização do Iphan.
Fontes: Museu de Arte Sacra da Boa Morte. Material enviado (via fax) para Banco de Dados dos Municípios. Guia de Bens Imóveis Tombados em Goiás. Volume I, de Gustavo Neiva Coelho, Goiânia 1999. Dergo: (Lista de Distância dos Municípios à Capital). Telefone da Diocese (0xx6) 3371-1206.
Cemitério de Buenolândia – Distrito da Cidade de Goiás
Como forma de manter preservados prédios, monumentos e outras edificações de valor histórico e cultural, a Agepel fez a verificação e execução de obras do Cemitério de Buenolândia.
Entre as ações voltadas para a conservação do espaço houve a higienização dos túmulos e colocação de muro.
CEMITÉRIO SANTANA
(Goiânia)
1 – Histórico:
No dia 6 de agosto de 1979, Pedro Ludovico Teixeira morreu em Goiânia, vítima de parada cardíaca. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa por 24 horas e sepultado no Cemitério Santana. O Estado decretou luto por 3 dias. É neste cemitério que se encontram sepultados outros familiares do fundador de Goiânia, como: Antônio Borges Teixeira, filho de Pedro Ludovico, morto em 12 de agosto de 1952; Josefina Ludovico, mãe do ex-governador, morta em 12 de agosto de 1956; Gercina Borges, esposa, morta em 22 de novembro de 1976; Pedro Ludovico Estivalete, morto em 16 de fevereiro de 1987, neto de Pedro Ludovico e filho de Mauro Borges Teixeira, outro político influente no Estado, e ainda Paulo Borges Teixeira, irmão de Mauro Borges, morto em 1º de junho de 1996.
A construção do Cemitério Santana data de 1939, e sua inauguração se deu com a transferência de restos mortais do então desativado Cemitério Perim, próximo ao atual Cemitério Parque, na Vila São José.
Em 1940 foram construídos o prédio da administração, o cruzeiro a capital e a sala de velório. No dia 9 de dezembro do mesmo ano, ocorreu o sepultamento de Antônio Augusto de Carvalho, o primeiro do Cemitério Santana. Em 1945 foram construídos o muro e o ossário.
Somente em 1960, de acordo com a Lei Municipal nº1.637, de 31 de dezembro de 1959, Cemitério Santana passou a funcionar com regulamentação oficial.
2 – Situação atual:
O Cemitério Santana está em bom estado de conservação.
3 – Tombamento:
O Cemitério Santana está tombado pela Lei Municipal n.º 7.164, de 14 dezembro de 1992.
4 – Localização:
O Cemitério Santana localiza-se à Av. Independente, esquina com Av. 24 de outubro, s/n.º, Setor dos Funcionarás – Goiânia.
5 – Responsabilidade:
A Prefeitura Municipal de Goiânia é responsável pelo Cemitério Santana.
Fontes: Lara de Fátima Silva – (Atendente da Administração do Cemitério Nossa Senhora de Santana). Vera Gomes – (Diretora do Patrimônio Histórico e Artístico Municipal).
Fone: 3524-1211.
CENTRO CULTURAL GUSTAV RITTER
Antiga casa dos padres redentoristas
(Goiânia)
1 – Histórico:
O prédio que abriga o Centro Cultural Gustav Ritter foi construído, de 1946 a 1950, com finalidade de alojar os padres redentoristas e receber pessoas de outras cidades que vinham participar de reuniões do clero, em Goiânia.
A construção teve inicio em 1946 com o padre Oscar Chagas e a conclusão das obras aconteceu em janeiro de 1950 sob a coordenação do padre Antônio Penteado. Concebido em estilo art déco tardio, o prédio pertenceu aos padres redentoristas até 1986, quando foi vendido ao governo do Estado e transformado em espaço cultural.
O Centro Cultural Gustav Ritter é, portanto, uma escola pública destinada à formação artística, nas áreas de músicas e dança, desde 1988.
O Centro Cultural homenageia, com seu nome, o professor Henrique Gustav Ritter, um dos fundadores da Escola de Belas Artes. Renomado escultor, o professor Ritter foi um expoente das artes plásticas, impulsionando o movimento artístico em Goiás.
Gustav Ritter, naturalizado brasileiro em 1947, nasceu em Hamburgo (Alemanha), em 10 de março de 1904. Foi aluno da Escola de Artes de sua terra natal, de 1921 a 1922. Influenciado pelas tendências da época interrompeu seus estudos artísticos, procurando bases firmes na vida profissional, técnica e econômica.
Aprendeu o ofício de marceneiro, exercendo-o durante três anos. Veio para o Brasil no ano de 1925, fixando-se em Estrela, no Rio Grande do Sul. Retornou à Europa de 1929 a 1930. Completou seus estudos na mesma escola em que os iniciara.
Não se conformando com o regime nazista alemão, em 1934 foi convidado por amigos igualmente refugiados políticos, para realizar trabalhos técnicos e artísticos na Província de Loreto, Peru – permanecendo depois em Iquitos (também no Peru). Seu retorno definitivo para o Brasil, foi em 1936, quando trabalhou como desenhista e arquiteto no Ceará e em Minas Gerais.
Gustav Ritter foi nomeado professor de Ensino Técnico-Industrial do MEC, lecionando desenho de móveis na Escola Técnica Federal de Goiás de 1949 à 1970. Em Goiânia foi professor fundador da Escola de Belas Artes da Universidade Católica de Goiás, onde lecionou modelagem e escultura e do Instituto de Belas Artes da Universidade Federal de Goiás, onde deu aulas de escultura. Em 1958 foi nomeado Cônsul Honorário da República Federal da Alemanha para o Estado de Goiás.
Morreu em 22 de outubro de 1979 vítima de câncer. Deixou viúva dona Ingrid e quatro filhos João, Carlos, Betina e Thomás.
2 – Situação atual:
O Centro Cultural Gustav Ritter passou por restauração em setembro de 1997. A reabertura do prédio aconteceu um ano depois.
3 – Tombamento:
O prédio foi tombado pelo Estado, com o Decreto n.º 4.943, de 31 de agosto de 1998 e pela Lei n.º 13.312, de 9 de julho de 1998.
4 – Localização:
O Centro Cultural localiza-se à Rua Marechal Deodoro da Fonseca, n.º 237, Setor Campinas – Goiânia.
5 – Responsabilidade:
É responsável pelo Centro Cultural Gustav Ritter a Secretaria de Estado da Cultura.
Fone: 3201-4701 / 4702.
Fontes: Folder Centro Cultural Gustav Ritter, Secretaria de Estado da Cultura.
CENTRO CULTURAL MARIETA TELLES MACHADO
(Goiânia)
|
1 – Histórico: 2 – Situação atual: O prédio está em bom estado de conservação. 3 – Tombamento: O prédio é tombado pela Lei n.º 4.943, de 31 de agosto de 1988, processo 302/81. Está inscrito no Livro do Tombo do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Goiás, com a Lei n.º 4.943, de 31 de agosto de 1988, processo 302/81. 4 – Localização: Praça Cívica, nº 2, Centro – Goiânia. 5 – Responsabilidade: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás) é a responsável pelo prédio. Fonte: Secult Goiás |
CENTRO CULTURAL MARTIM CERERÊ
(Goiânia)
|
1 – Histórico: O Centro Cultural Martim Cererê foi inaugurado em 20 de outubro de 1988. Ele é composto de três antigos reservatórios de água que abasteciam o Setor Sul, e que foram transformados em espaço cultural objetivando incentivar a formação de atores e a criação teatral. O Martim Cererê é constituído de três teatros e um bar: Teatros, Yguá, Pyguá e Ytaquá e o bar Karuhá. O Teatro Yguá (na língua xavante Yguá = lugar de guardar água), possui poltronas fixas, com capacidade para 190 pessoas; o Teatro Pyguá (caverna de água), com cadeiras móveis, comporta 300 pessoas; e o Teatro Ytakuá (buraco na pedra), que tem espaço para aproximadamente 500 pessoas. Este é um teatro de arena. Há ainda o Bar Karuhá (lugar de comer), espaço destinado a apresentações culturais, como performances, declamações de poemas e lançamentos de livros, entre outras atividades. Este bar possui cobertura de palhas, feita por um grupo de índios xavante. Após oito meses de trabalho (1987), chega a Goiânia o teatrólogo Marcos Fayad à procura de espaço para ensaiar o espetáculo Martim Cererê, inspirado na obra homônima de Cassiano Ricardo. Martim Cererê, que se tornaria o nome da companhia teatral de Fayad, acabou sendo também a denominação do centro cultural. Assim, os três grandes reservatórios de concreto (com capacidade de 500 mil litros cada) foram adaptados e se transformaram em teatro. Nessa gestal, a Secult Goiás também fez intevenções técnicas para a melhoria de suas instalações. As obras abrangem praticamente toda a parte física dos prédios que compõem a unidade. Houve a impermeabilização das cúpulas e paredes do Teatro Yguá e Teatro Pyguá, com pinturas internas e externas. Foram reformados ainda os camarins, as instalações hidráulicas e elétricas, além da recuperação da cobertura. 2 – Situação atual: 3 – Tombamento: 4 – Localização: 5 – Responsabilidade: Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás). |
CENTRO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA DE TALENTOS DR. LAUDELINO
(Goiatuba)
1 – Histórico:
O Centro de Educação Artística de Talentos Dr. Laudelino começou com a inauguração do Grupo Escolar Dr. Laudelino Gomes, em 9 de agosto de 1983, em Goiatuba.
Nele aconteciam os principais eventos artísticos, literários e poéticos da cidade.
Anteriormente conhecido como Grupo Escolar Bananeiras, teve seu nome trocado para Grupo Escolar Dr. Laudelino Gomes, em homenagem a um médico importante da cidade, já falecido.
A casa ocupa três lotes. É feita de tijolo; possui 10 cômodos com piso de assoalho (madeira) e três janelas, também de madeira.
2 – Situação atual:
Está em bom estado. Foi reformado em 1998, com a maioria dos recursos provenientes da União.
3 – Tombamento:
Não é tombado.
4 – Localização:
O Centro de Educação Artística localiza-se à Av. Presidente Vargas, esquina com a Rua Paranaíba no centro de Goiatuba, a 186 km de Goiânia.
Via de acesso: BR-153/Hidrolândia/Morrinhos/GO-320.
5 – Responsabilidade:
A prefeitura é responsável pelo prédio.
Fontes: Wolney Divino Tavares – chefe do setor Cultural da Prefeitura de Goituba
Iphan.
Crisa.
Fone: (0xx62) 3495-2184/1582.
CENTRO DE TREINAMENTO DO PARQUE ANHANGUERA
(Goiânia)
|
1 – Histórico: O projeto para a construção do Centro de Treinamento do Goiás Esporte Clube localizado no Parque Anhanguera teve início em 1995. A obra que contou com recursos próprios demorou três anos para ser concluída. Somente em 06 de abril de 1998 foi inaugurado o Centro de Treinamento do Parque Anhanguera.
2 – Situação Atual: Bom estado de conservação.
3 – Tombamento: Tombado como Patrimônio Ambiental, Esporte e Lazer, pelo Decreto n.º1.135 do dia 04 de abril de 1997.
4 – Localização: Av. Ipanema s/n Jardim Atlântico, Goiânia (entre os setores Jardim América e Parque Anhanguera 5 – Responsabilidade: A responsabilidade do Centro de Treinamento Parque Anhanguera é do Goiás Esporte Clube. Fontes: Diretoria de Marketing do Goiás Esporte Clube |
Centro Espírita Luz da Verdade – Palmelo
Marco, em torno do qual surgiu a cidade de Palmelo, o Centro Espírita Luz da Verdade foi construído em 9 de fevereiro de 1929 e tombado pela Lei 018/1997, de 30/04/1997.
As obras de recuperação do prédio compreenderam a revisão total do telhado, nova pintura das paredes, com a volta das cores originais internas e externas; revisão da parte hidráulica e elétrica além do trabalho de paisagismo.
Centro Histórico e imóveis destruídos pela enchente – Cidade de Goiás
No embalo das comemorações pelo recebimento do título de Patrimônio da Humanidade, a Cidade de Goiás foi surpreendida, na noite de 31 de dezembro de 2001, por fortes chuvas que fizeram as águas do Rio Vermelho transbordarem. Como conseqüência, a força das águas destruiu casas, pontes e arrasou boa parte do centro histórico.
De imediato houve o compromisso do governador Marconi Perillo de recuperar a cidade. Da área federal, o Iphan se comprometeu a levantar os danos ao patrimônio, o ministro da Cultura, ministro da Integração Nacional, que coordena a Defesa Civil, e o próprio presidente da República (Fernando Henrique Cardoso) prometeram recursos para a restauração do patrimônio e solução dos problemas sociais. Empresários e a própria comunidade se mostraram solidários.
Foram liberados R$ 251.123,02, recursos estaduais, que contemplaram 15 imóveis, sendo 14 residências e uma igreja, seriamente afetados pela enchente. As obras de recuperação emergencial foram iniciadas em agosto de 2002 e concluídas em outubro do mesmo ano.
Os imóveis foram: Igreja do Carmo, casa de Joventino Alcântara Almeida, Jaime Nascimento Costa, Sílvia de Carvalho Bueno, Igreja do Carmo, Sebastiana M. Vasconcelos, Brito Azevedo, Ubirajara C.de Oliveira, Talvane da Veiga Jardim, Lafaiete Pereira de Morais, Benjamin Raimundo Borges, Vânia Godinho Paiva, Euclides Alcântara de Almeida, Asilo São Vicente de Paula, Elder Camargo Passos e Benício Ferreira da Silva.
CHAFARIZ DA CARIOCA
(Cidade de Goiás)
|
1 – Histórico: A fonte de Camburi, como foi inicialmente chamada, foi construída em Vila Boa, quando estava sendo implantada a exploração de minérios (1727). O chafariz do Largo da Carioca foi a primeira fonte pública de abastecimento de água, e atendia basicamente os moradores da margem direita do Rio Vermelho, conhecida nos documentos antigos como Rosário, em alusão à primeira Igreja construída nessa parte da cidade, pertencente à Irmandade dos Homens Pardos.
2 – Situação atual: Em regular estado de conservação.
3 – Tombamento: Está sob proteção federal: processo n.º 345-T-42, Inscrição 73, Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, Fl. 17. Insc. 463, Livro Histórico, insc. 529, Livro das Belas Artes, 18/09/1978. Estadual: Lei nº 8.915, de 13 de outubro de 1980.
4 – Localização: Localiza-se no Largo da Carioca, na cidade de Goiás, a 128 Km de Goiânia.
5 – Responsabilidade: A conservação e cuidados são de responsabilidade do Município, com fiscalização do Iphan.
Fontes: Guia dos Bens Imóveis Tombado em Goiás, Vila Boa Volume I, de Gustavo Neiva Coelho, 1999. CHAFARIZ DE CAUDA DA BOA MORTE 1 – Histórico: O Chafariz de Cauda da Boa Morte foi construído, em 1778, com a finalidade de dividir o abastecimento de água da cidade com o já existente Chafariz da Carioca. O termo “chafariz de Cauda” é devido ao fato de o aqueduto (sistema de canalização de água) se assemelhar a uma enorme cauda, em sua parte posterior. Já “Boa Morte” se refere à igreja do mesmo nome, situada próximo ao chafariz, e pertencente à Confraria dos Homens Pardos, situada em um terreno atrás do chafariz. O Chafariz de Cauda faz parte de um dos conjuntos históricos mais antigos e valiosos da Cidade de Goiás. A água fornecida pelo chafariz, captada no Córrego Chapéu de Pedra, era inicialmente canalizada em dutos entalhados em pedra-sabão. Posteriormente, era transferida para outros, feitos de laje e betumados. Com a poluição da nascente pelo esgoto urbano, o fornecimento de água foi interrompido. Só recentemente, em uma de suas últimas restaurações, a água, proveniente da rede pública, passou a ser canalizada. Na parte superior do chafariz, encontra-se ainda um escudo de pedra sabão, onde se pode ler: Na atual gestão, o Chafariz passou por um trabalho de restauração, incluindo o piso de pedras. Foi feito aterramento do anfiteatro construído na década de 80, que feria o conjunto original, além de outros aterramentos na área, plantio de grama e tratamento fitosanitário, tanto na área resultante do aterro do anfiteatro como ao redor do Chafariz. Lixeiras e vasos ornamentais foram instalados no local, e fez-se a revisão das instalões elétricas, inclusive colocando três novas luminárias no piso e revisando as existentes. Incluiu-se a revisão hidráulica, com instalações de torneiras e novas tubulações. Recuperação de gradil de madeira e pintura geral de alvenarias, obedecendo as cores existentes, completaram os trabalhos. E foram feitos testes de coloração no local, conforme critérios do Iphan. 2 – Situação atual: O Chafariz de Cauda da Boa Morte foi reformado recentemente (no final de 2005). 3 – Tombamento: O monumento conta com proteção federal, processo 345-T-42, inscrição 393, Livro das Belas Artes, fls. 77, de 3 de maio de 1951. 4 – Localização: Localiza-se na Praça Brasil Caiado (Largo do Chafariz), cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia. 5 – Responsabilidade: O município é responsável pela conservação e limpeza, com fiscalização do Iphan. Fontes: Guia dos Bens Imóveis, Tombados em Goiás, Vila Boa. Volume I, de Gustavo Neiva Coelho, 1999. Iphan. – Der-Go – (Lista de Distância dos Municípios à Capital). Fone: (0xx62) 3371-2607.
Cidade de Goiás – Patrimônio da Humanidade 1 – Histórico Uma das prioridades do governo do Estado, por meio da Secult Goiás, foi transformar a Cidade de Goiás em Patrimônio da Humanidade. O processo se iniciou, na verdade, com a “Comissão Pró-Goiás”, integrada pelos artistas plásticos Siron Franco e Cleber Gouvêa, pela marchande Célia Câmara, pelo jornalista Washington Novaes, empresário Leonardo Rizzo e o deputado Aldo Arantes. A Secult participou de todas as etapas do processo. Com o envolvimento de artistas, da comunidade Vilaboense (Brasilete, Antolinda, Marlene Velasco e Elder Camargo), governo, entidades como o Movimento Pró-Cidade de Goiás, Iphan, Prefeitura local e o Ministério da Cultura e empresas privadas, foi viabilizada a confecção do Dossiê de Goiás, sob a coordenação de Marcos Antônio Galvão. Este é um conjunto de documentos (cinco volumes) contendo as informações solicitadas pela Unesco para que a Cidade de Goiás pudesse pleitear o título. O Dossiê foi elaborado, em 1999, por uma comissão formada pela Secult Goiás, Iphan e do Movimento Pró-Cidade de Goiás. O documento apresenta uma completa radiografia da Cidade de Goiás, com a história da povoação; a arquitetura, a economia, política e cultura, entre outros aspectos. Reúne mapas, fotografias, peças de vídeo e outros documentos O processo de habilitação da Cidade de Goiás ao título previu um conjunto de ações com parecer técnicos como a mudança da fiação para subterrânea, sinalização, saneamento básico, estação de tratamento de esgoto, rede de esgoto subterrânea, postes de época, recuperação das margens do Rio Vermelho, mata ciliar e aumento da APA da Serra Dourada. Todas as etapas foram cumpridas, até que, finalmente, houve a concessão do título de Patrimônio da Humanidade à antiga capital, em dezembro de 2001. 2 – Situação Atual: 3 – Tombamento: Tombada pela lei estadual sob o nº 8.915, de 13/10/1980. 4 – Localização: Distante 150 quilômetro a oeste da capital do Estado. 5 – Responsabilidade: A manutenção e conservação deste patrimônio é de responsabilidade da prefeitura municipal, estado e união, sob a fiscalização da UNESCO. Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).
Cine Teatro Esmeralda 1 – Histórico: O prédio do Cine Teatro Esmeralda foi construído em 1939, em estilo moderno, pelos sócios Geraldo Campos (caminhoneiro e fazendeiro), André Curado (comerciante), Osvaldo Fleury (comerciante) e José Trindade Curado (fazendeiro) porque naquela época não havia nenhuma diversão na cidade. Então o grupo resolveu construir um cinema. Em arquitetura eclética, o prédio faz parte do conjunto tombado em nível federal. No prédio foi instalado o primeiro cinema falado. Inicialmente, chamou-se Cine Primavera. Esteve, de 1952 a 1974, sob a direção de Edmir Curado, que mudou o nome para Cine Teatro Esmeralda. O prédio foi vendido mais tarde para a prefeitura. Na atual gestão, a Agepel fez intervenção total no valor de R$ 99.350,24. As obras abrangeram a revisão do telhado, a parte hidráulica, elétrica, pintura geral das janelas, paredes, adequação da porta de entrada e revisão total do forro. 2 – Situação atual: Está em estado de boa conservação. 3 – Tombamento: O prédio faz parte do conjunto tombado em nível federal 4 – Localização: Localiza-se na Praça da Matriz, nº 135, Corumbá de Goiás, a 112 km de Goiânia. 5 – Responsabilidade: O prédio está sob responsabilidade da Prefeitura Municipal. Fontes: Livro Corumbá de Goiás, Estudos Sociais, de Ramir Curado, Brasília, Editora Ser, 1996.
Cine Teatro Pireneus 1 – Histórico: Um dos prédios mais representativos do conjunto arquitetônico de Pirenópolis, o Cine-Teatro Pireneus foi construído em 1919 pelo padre Santiago Uchoa, preocupado em oferecer à população um espaço destinado à encenação de peças teatrais e outras opções de entretenimento. Assim, desde o início, o prédio tinha a dupla função de cinema e teatro. Foi tombado pelo Iphan em 1989. Em condições físicas precárias, o Cine-Teatro Pireneus desabou, em 1984, ficando de pé apenas a fachada. A reconstrução do prédio teve início em 1999. A re-inauguração do cinema aconteceu em 23 de fevereiro de 2002, com as presenças do governador Marconi Perillo, ministro da Cultura Francisco Weffort e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Sérgio Amaral. A reforma foi feita pelo Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Pirenópolis, a quem o prédio pertence. Com área construída de 511 metros quadrados, na reabertura do Cine-Teatro Pireneus foi exibido o filme Janela para os Pireneus, de Armando Lacerda. A reconstrução do prédio teve custo de R$ 424 mil, por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Goyazes. 2 – Situação atual 3 – Tombamento: 4 – Localização: 5 – Responsabilidade: Fonte: Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás).
COLÉGIO ATENEU DOM BOSCO
COLÉGIO ESTADUAL JOSÉ CARLOS DE ALMEIDA
CORETO DA PRAÇA CÍVICA
CORETO DA PRAÇA DA LIBERDADE
1 – Histórico: O Coreto da Praça da Liberdade foi construído na administração do intendente (denominação de prefeito, na época) Vicente Marot, e inaugurado em maio de 1923. 2 – Situação atual: O coreto encontra-se em razoável estado de conservação, precisando de pintura e reparo na rede de energia. 3 – Tombamento: O monumento foi tombado pela Lei Municipal nº 516, de 10 de dezembro de 1991. 4 – Localização: O monumento localiza-se em Ipameri, a 185 km de Goiânia. 5 – Responsabilidade: A prefeitura é responsável pelo coreto da Praça da Liberdade. Fonte: Beth Costa – ex-secretária de Cultura.
CRUZ DO ANHAGÜERA 1 – Histórico: A Cruz do Anhanguera foi encontrada pelo historiador Luiz do Couto, na cidade de Anhanguera, às margens do Rio Paranaíba, em 1915. Ele doou a grande cruz para a capital do Estado (hoje Goiás), onde passou a constituir um monumento. 2 – Situação atual: Depois de ser arrastada pelas águas da enchente do Rio Vermelho, que se abateu sobre a Cidade de Goiás, na noite de 31 de dezembro de 2001, a Cruz do Anhangüera foi reconstruída, graças ao esforço do governo do Estado, em parcerias com diversos órgãos, instituições e comunidade vilaboense. O monumento foi reinaugurado pelo governador Marconi Perillo, em 5 de junho de 2002, durante a abertura da quarta edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica). 3 – Tombamento: A Cruz do Anhanguera foi tombada pelo governo federal, via Iphan, como parte do Centro Histórico da Cidade de Goiás. 4 – Localização: A cruz está no Centro Histórico da Cidade de Goiás, a 128 km de Goiânia.
5 – Responsabilidade: A responsabilidade pela cruz é da prefeitura, com fiscalização do Iphan. Fontes: Prefeitura, material enviado (via fax) ao Banco de Dados dos Monumentos Históricos.
CRUZEIRO DA PRAÇA GERMANO RORIZ
|


