Servidores da CGE participam de evento do TJGO sobre ética e integridade
Fortalecimento da cultura de integridade e transparência foi o foco do dos palestrantes
Servidores da Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO) marcaram presença na 2ª edição do evento “Juntos pela Integridade”, promovido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), nesta terça-feira (8), no Auditório da Escola Judicial. A iniciativa buscou promover e fortalecer a cultura da integridade no âmbito dos três Poderes, em especial do Judiciário goiano, em consonância com a Resolução CNJ nº 410/2021, com a Resolução TJGO nº 268/2024 e com as diretrizes estabelecidas no Plano de Gestão 2025/2027.
Os presentes refletiram acerca de condutas éticas, transparência e responsabilidade institucional, seja ela individual ou coletiva. “Integridade não se decreta; se constrói e se materializa nas escolhas cotidianas, nas relações de trabalho, nos processos decisórios e na forma como tratamos o público, os nossos colegas e as informações que nos são confiadas”, ressaltou o 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás e coordenador do Comitê de Integridade do TJGO, desembargador Fabiano Abel de Aragão.
Na programação, o desembargador Francisco Neto, do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina (TJSC) e membro consultivo do Observatório Nacional de Integridade e Transparência do Poder Judiciário (ONIT/CNJ), foi um dos palestrantes. Segundo ele, “a evolução do princípio da publicidade reforça a necessidade de aprimoramento contínuo das práticas institucionais”.
A Integridade recebeu um destaque na fala da diretora de Prevenção e Conflito de Interesses da Secretaria de Integridade Pública da Controladoria-Geral da União (CGU), Ana Vitória Piaggio Albuquerque, que elencou a divergência e o diálogo como elementos indispensáveis. “É fundamental que o cidadão se sinta seguro para questionar, apresentar demandas e contribuir para o aprimoramento da gestão pública, sempre com respeito ao contraditório e às diferentes opiniões”, argumentou.
“Quando falamos em confiança, referimo-nos à necessidade de que a sociedade acredite em nosso trabalho e nas instituições que representamos”, concluiu.
Comunicação Setorial CGE – Governo de Goiás]

