PequiNews Março: A coragem que falta

As violências contra as mulheres nem sempre se apresentam de forma explícita. Muitas vezes, elas se manifestam nas pequenas atitudes, nos silêncios, nas validações cotidianas e nas estruturas que seguem restringindo a liberdade das mulheres em diferentes contextos. São sinais que, por serem recorrentes e socialmente naturalizados, acabam sendo minimizados, mesmo quando produzem exclusão, medo e desigualdade.
Nesse cenário, enfrentar o machismo exige mais do que reconhecer os casos extremos. Exige senso crítico para perceber o que se repete no dia a dia, empatia para enxergar o outro de forma verdadeira e coragem para decidir o que não pode mais ser aceito em nosso convívio.
Promover essa reflexão é também abrir espaço para mudanças culturais mais profundas, capazes de transformar relações, práticas e formas de estar em sociedade.


