ARTES PLÁSTICAS


Grandes Exposições 

 

Com o importante projeto de readequação do espaço do Museu de Arte Contemporânea (MAC), Goiânia adquiriu condições de inserir-se no circuito das grandes exposições nacionais e internacionais. A primeira dessas mostras foi Eu Vim, em setembro de 1999, com obras de Arthur Bispo do Rosário. Devido à importância dessa mostra, houve uma intensa programação com debates e palestras em torno da obra de Arthur Bispo do Rosário. Em parceria da Agepel com a OVG, foi lançado, na ocasião, o livro O Senhor do Labirinto, de Luciana Hidalgo.   Em 2000, o MAC abrigaria um conjunto de obras de Ana Maria Pacheco, artista goiana que reside em Londres (Inglaterra). Houve ainda as exposições A Vida Bate — Vozes e Imagens, com obras de Siron Franco e texto de Ferreira Gullar; Oscar Niemeyer, do Abstrato ao Concreto;Horizonte Chão, de Eliezer Szturm;  Marginália 70, com trabalhos de figuras expressivas das artes nacionais, como Hélio Oiticica, Lygia Pape e outros.

 

Vertente cultural com forte presença em Goiás, as artes plásticas experimentaram um período em que se destacaram mais pelo valor dos trabalhos apresentados do que pela quantidade de eventos. Os irmãos paulista Humberto e Fernando Campana, que conquistaram o mercado internacional pela criatividade nas artes, apresentaram aos goianos 28 peças, entre móveis e objetos, em 2001.  O pintor alemão Manfred Jade fez individual de seus quadros e o artista plástico Fabiano Gonper, em parceria com o fotógrafo Rogério Mesquita, também expôs sua criação artística, em 2002.

 

Houve ainda outras grandes exposições no MAC, como o II Salão Goiano de Design do Móvel, que reuniu 33 profissionais, exibindo móveis, objetos e utilitários e trabalhos criativos e de decoração; a mostra dos vencedores do 3º Prêmio Cultural Sérgio Mota, a exposição Mídia e Arte, em 2003; a mostra Mitos e Territórios, com o trabalho de sete mulheres artistas, abordando diferentes aspectos; o 3º Salão Nacional de Artes de Goiás (3º Prêmio Flamboyant), também em 2003, mostra com 40 artistas plásticos de 12 estados, e a exposição Goiânia, com obras de Caio Reisewitz e Objeto In-direto, com trabalhos de Carlos Sena.

 

Outra mostra relevante que o MAC abrigou foi Arte Brasileira em Papel: Modernismo, em 2004, com obras de nomes expressivos da arte brasileira, como Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Cícero Dias e Lívio Abramo.

 

Como forma de mapear, diagnosticar e fomentar a produção visual brasileira, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) realizou em seu Museu de Arte Contemporânea (MAC), em 2005, a palestra “Além do Centro/periferia – a formação de circuitos mais abrangentes”, com Cristina Tejo, curadora de artes plásticas da Fundação Joaquim Nabuco,  e Vladimir Safatle, professor do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP).  O evento integra o programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2005/2006.

 

Um dos seus mais importantes espaços voltados para as artes plásticas, a Secult realiza, até 21 de julho de 2005, na Galeria Frei Nazareno Confaloni, exposição dos artistas plásticos Sílvio Sartori, Adriana Mendonça, André Bragança e Amarílis Costa.

 

As artes plásticas tiveram impulso não apenas com as mostras do Museu de Arte Contemporânea. A Agepel conta ainda com a Galeria Frei Nazareno Confaloni, um importante espaço alternativo, quase sempre destinado a coletivas e individuais de artistas regionais. Vários nomes das artes exibiram sua produção, como:  Pitágoras e Godá, com uma exposição simultânea;  Armando Coelho e Patrícia Mesquita e  Santana. Houve ainda, Salada Contemporânea, com Pazé, e Paulo Sayeg.

 

Depois de levar a sua arte para diversas cidades do Estado, o artista plástico Hanilson Nill trouxe para Goiânia uma série de quadros para individual no Centro Loyola de Fé e Cultura (de 10 de abril a 1º de maio de 2005), graças ao apoio da Agepel. Com notório engajamento político-social, a obra do artista denuncia a infância jogada nas ruas. Hanilson Nill, que nasceu e reside em Itapuranga, tem exposto seus quadros e esculturas durante o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), na Cidade de Goiás.

 

Uma das mais significativas ações das artes em Goiás foi a exposição “Alberto Santos Dumont e o mais pesado que o ar”, com painéis e imagens inéditas sobre a vida e obra do “Pai da Aviação”, em junho de 2007, no Museu Zoroastro Artiaga.

 

Lily Marinho, viúva do jornalista Roberto Marinho, trouxe, em março de 2008, aexposição “Arte Brasileira na Coleção Lily Marinho”, aberta à visitação no Centro Cultural Oscar Niemeyer.

 

Igualmente relevante foi a Exposição Darwin: Descubra o Homem e a Teoria Revolucionária que Mudou o Mundo, mostra sobre as teorias do naturalista Charles Darwin, durante os meses de agosto e setembro de 2008, no Centro Cultural Oscar Niemeyer.

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