Oficina do 2º Prêmio de Governança do PCP reúne cerca de 120 participantes 

O encontro virtual teve como objetivo esclarecer e orientar os representantes dos órgãos participantes sobre metodologias, critérios da premiação e suas novidades 

A Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO) realizou, nesta semana, a oficina de lançamento do 2º Prêmio de Governança do Programa de Compliance Público (PCP) do Estado de Goiás, com participação de mais de 120 servidores dos órgãos estaduais envolvidos nas atividades da premiação. O encontro virtual foi marcado por esclarecimentos, novidades e orientações práticas sobre os critérios da premiação em 2025. 

Abrindo a reunião, o subcontrolador de Auditoria Interna e Controle, Luís Henrique Crispim, destacou a evolução do modelo de avaliação dos órgãos estaduais, que até a edição 2023 era em forma de ranking. “O objetivo da mudança, de ranking para prêmio, foi estimular que cada órgão concorra consigo mesmo, buscando a melhoria contínua de seus processos internos. A competição agora é focada na evolução institucional e não mais entre órgãos com realidades tão distintas”, afirmou. 

A alteração foi motivada por demandas dos próprios participantes e pela necessidade de considerar as diferentes estruturas de cada órgão. “A ideia é que o prêmio funcione como a maior auditoria promovida pela Controladoria, incentivando a melhoria incremental dos processos de gestão de riscos, planejamento estratégico, gestão de contratos e execução orçamentária”, completou Crispim. 

Novidades e critérios para 2025 

Durante a oficina, a equipe da CGE detalhou as principais novidades da edição 2025. Entre elas: a capacitação obrigatória para membros dos conselhos de administração e fiscal das empresas públicas; a inclusão do quesito de retenção do imposto de renda, que visa aumentar a arrecadação estadual sem onerar o contribuinte; a inserção de práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) e LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) como critérios obrigatórios de avaliação; e a integração da gestão de riscos ao planejamento estratégico institucional. 

A gerente de Auditoria em Gestão de Riscos, Alline Agapito, reforçou a mudança de cultura proposta pelo novo formato. “Queremos que o processo de gestão de riscos seja enxergado como parte do trabalho cotidiano, e não como uma obrigação extra para pontuar. O foco é evidenciar o que já está sendo feito e reconhecer as oportunidades de melhoria”, explicou. 

Para isso, o papel consultivo das equipes da CGE é imprescindível. “A assistência da CGE é pensada para agregar valor ao órgão. O objetivo é que cada unidade avance a partir do seu próprio ponto de partida, sem comparações externas”, reiterou Aline. 

PARCERIOS – A oficina contou ainda com representantes da Secretaria da Economia, da Secretaria-Geral de Governo (SGG) e outros órgãos parceiros, que apresentaram os critérios dos quesitos sob sua responsabilidade.  

Ao final, a gerente de Auditoria do Programa de Compliance Público, Lucimar Prado, frisou a importância da leitura atenta do regulamento do Prêmio de Governança, que está disponível na página oficial do Prêmio PCP 2025, dentro do site da CGE. Calendários das próximas oficinas e outros materiais de apoio também podem ser consultados. “Estamos à disposição para esclarecer dúvidas e apoiar todos os órgãos nesse processo. O objetivo é fortalecer a cultura da integridade e da eficiência na administração pública goiana”, finalizou. 

Comunicação Setorial CGE – Governo de Goiás 

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