Prêmio de melhor longa-metragem do Fica 2026 vai para Minas Gerais

O ponto alto da 27ª edição do Festival Internacional e Vídeo Ambiental (Fica) foi realizado no domingo (21), na cidade de Goiás, com a cerimônia de entrega dos prêmios para as melhores produções das mostras Washington Novaes, Cinema Goiano e Becos da Minha Terra. Foi o que mostrou reportagem exibida pela TV Brasil Central.

A secretária de estado da Cultura, Yara Nunes, fez um balanço positivo do evento. “Dava para ver que as pessoas estavam muito à vontade, tanto com a programação quanto estarem se sentindo seguras também. Estamos extremamente gratos, todas as oficinas lotadas”, comemorou. “O Fica é um dos festivais mais importantes do país e do mundo, porque ele fala da água, do meio ambiente e da gente”, destacou o cineasta e ator Antônio Pitanga, presidente do júri dessa edição.

Produções premiadas

O prêmio Cora Coralina de Longa-metragem foi conquistado pelo filme A noite e o dia de Miguel Burnier, do diretor João Dumans, de Minas Gerais. O filme ROL, o rio levava as manchas da vida, de Selma Parreira, conquistou o prêmio João Bennio de melhor curta goiano. Na Mostra do Cinema Goiano, Marcela Borella, com Atravessa minha carne, uma homenagem à Quasar Cia de Dança, venceu nas categorias de melhor filme, melhor fotografia, melhor trilha sonora e melhor montagem.

Outro destaque foi o filme Canto, de Danilo Daher Alvarenga, que levou os prêmios de melhor curta-metragem, melhor roteiro, melhor direção de curta-metragem, melhor direção de arte e melhor atriz para Larissa Braga. Na mostra Becos da Minha Terra o vencedor foi Israel Lombardi, com o filme Minha terra vai para todo o ser humano.

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