Goiás investe R$ 100 milhões na reforma de centros de assistência social
Nesta segunda-feira (11), o governo de Goiás anunciou um investimento de R$ 100 milhões na reforma dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), que atendem vítimas de atos de violência e violações de direitos. O recurso, proveniente do Fundo Protege de Combate à Pobreza, será destinado à reforma de 304 CRAS e 110 CREAS em todos os 246 municípios do estado, por meio do programa Equipa Social.
O secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, explicou em entrevista para a TV Brasil Central que essa ação representa uma mudança significativa na estrutura de assistência social em Goiás. “Essa é uma ação histórica do Estado de Goiás. Há precariedade em todos esses equipamentos sociais em praticamente todos os municípios e temos observado a necessidade de investimento”, analisou. Os centros atuam na prevenção e no apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social, além de oferecerem atendimentos especializados para casos mais graves, como violações de direitos. O programa integra as ações voltadas ao combate à pobreza, como comentou a primeira-dama Gracinha Caiado. “Não é por acaso que o Goiás Social é o programa que mais cresce no Brasil de combate à pobreza. Goiás é o estado que mais tirou pessoas da extrema pobreza”.
O vice-governador Daniel Vilela reforçou a importância do suporte aos municípios, afirmando que todos receberão recursos e apoio necessários. “Quando se trabalha com pobreza, não se faz distinção de partido ou posição política. É fundamental que os municípios tenham suporte para atuar na assistência social”, declarou. Já o governador Ronaldo Caiado destacou que Goiás é o estado que mais investe na área social, com um orçamento anual de aproximadamente R$ 3 bilhões. “Nos últimos anos, o estado tem trabalhado junto com os prefeitos para fortalecer a assistência social, e os resultados têm sido positivos, com uma aprovação de 86% nas pesquisas de avaliação do governo”, concluiu.
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