Detentos goianos passam por ressocialização e aprendem nova profissão

Cerca de 150 custodiados que realizam atividades na seção industrial do Complexo Prisional Policial Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia, são beneficiados pelo programa de ressocialização e se preparam para o futuro. Foi o que mostrou reportagem exibida pela TV Brasil Central. Com a utilização das máquinas de costura, eles aprendem uma nova profissão.

Para atuar na área industrial, onde trabalham e são remunerados, antes os reeducandos passam por uma avaliação minuciosa. Nos últimos dois meses fabricaram mais de 4,5 mil kits de uniformes prisionais, usadas por eles próprios e por detentos de outras unidades goianas. O diretor da unidade prisional de Trindade, Braz Henrique, elogiou a qualidade das peças. “O que está sendo entregue para a gente hoje é o que há de melhor”, disse.

E a qualidade das roupas e da mão de obra atrai também o interesse de empresas privadas, que contratam o serviço dos reeducandos por meio de chamamento público. De acordo com o gerente de Produção Industrial, Paulo Sérgio, as pessoas que trabalham para a empresa são remuneradas de acordo com a Lei de Execução Penal. E mais que um ofício, a costura se torna para os detentos um instrumento de mudança de vida e a esperança de dias melhores.

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