Agrodefesa reúne cadeia produtiva e órgãos públicos para discutir a gripe aviária

O Estado de Goiás ainda não tem registro de casos de influenza aviária, seja em aves silvestres, seja em plantéis comerciais. Mas o surgimento de casos em granjas comerciais do Rio Grande do Sul apontou a necessidade de colocar o assunto em discussão com representantes da cadeia produtiva avícola e de órgãos públicos envolvidos. Com este objetivo a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) agendou para esta quinta-feira (22) reunião para repassar dados técnicos sobre a doença, alertar sobre riscos para a saúde e danos econômicos, além de discutir medidas eficazes de combate caso ocorram casos no estado. O tema foi abordado pelo diretor de Defesa Agropecuária, Rafael Vieira, em entrevista à Brasil Central.

“Precisamos estar preparados para prevenir e combater rapidamente quaisquer casos que possam surgir no estado. Não é uma tarefa apenas da Agrodefesa. Envolve agentes de Saúde, forças de segurança, fiscais do Meio Ambiente e de forma direta os produtores”, explicou Rafael Vieira. Segundo ele, ao longo dos anos, a Agrodefesa vem alertando os produtores para os perigos da gripe aviária, o que levou à modernização das granjas comerciais, que são bem estruturadas, com elevado nível de biossegurança e capacidade de afastar riscos e combater o vírus com a máxima velocidade. “Por isso a importância de alertar e preparar os profissionais da área pública, das unidades produtivas e de órgãos envolvidos para ações rápidas em situação de emergência”, reforçou o diretor da Agrodefesa.

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