HGG faz cirurgias para correção da caixa toráxica

Estatísticas mostram que uma a cada mil pessoas, principalmente adolescentes, pode ter problemas anatômicos da caixa toráxica, tanto com projeção do osso esterno para fora, caracterizado como peito de frango (Pectos carinatum), quanto para a parte posterior, com afundamento do osso (Pectus excavatum). O problema está sendo encarado de frente pelo Hospital Estadual Alberto Rassi (Hospital Geral de Goiânia – HGG), que utiliza uma técnica capaz de corrigir esses problemas, pelo Sistema Único de Saúde (SUS) sem custos para os pacientes.

Em entrevista à TV Brasil Central, a cirurgiã toráxica Aline Karolyne explicou a importância do procedimento, que é realizado da forma menos invasiva possível e proporciona melhoria significativa da qualidade de vida das pessoas. “É uma técnica desenvolvida pela Universidade de São Paulo e que poucos hospitais do país adotam, sendo que em Goiás o HGG é o único que disponibiliza o tratamento pelo SUS”, destacou. A deformidade do tórax é, em grade parte, congênita e se acentua na adolescência. A profissional explicou que os encaminhamentos ao HGG para tratamento devem feitos após diagnóstico nas Unidades Básicas de Saúde.

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