Superintendente da Seduc confirma a previsão do retorno das aulas em agosto

Em entrevista à RBC, Patrícia Moraes disse que as escolas da rede estadual estão preparadas e vão observar todos os itens do protocolo de biosegurança; mesmo que a vacinação dos professores ainda esteja em andamento

A expectativa é que todas as escolas da rede estadual de ensino de Goiás retomem as aulas presenciais a partir de agosto. A afirmação é da superintendente de Organização e Atendimento Educacional da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Patrícia Moraes Coutinho. Ela foi entrevistada nesta quarta-feira, 9, no programa O Mundo em sua Casa das rádios Brasil Central AM e RBC FM.

De acordo com a superintendente, neste momento, todas as escolas estão preparadas para retomar as aulas, no que diz respeito aos itens do protocolo de biosegurança: termômetro, máscara, face shield, álcool em gel e demarcação nas salas de aula. Ou seja, no atendimento à nota técnica do Centro de Operações de Emergência (COE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que determina o máximo de 30% da capacidade da escola.

Patrícia Moraes admitiu que, mesmo as aulas retornando em agosto, como a vacinação contra a Covid-19 está em andamento, vai ter muito professor que ainda estará tomando a segunda dose do imunizante. “A gente vai retornando em sistema de revezamento dos estudantes, vai voltando aos poucos e atendendo a essa nota técnica do COE”, afirmou.

Municípios

Questionada se a volta às aulas ocorrerá da mesma maneira para os estabelecimentos escolares de todos os municípios goianos, ressaltou que a  expectativa é que todas as escolas retornem. “Isso é uma expectativa, porque a gente não sabe como vai estar o mapa de calor (da pandemia em cada município), e não sabe como vão estar acontecendo os casos de Covid”, ponderou.

Acrescentou que a Seduc está acompanhando e primeiro garantindo que o ensino chegue ao estudante, seja de forma remota, pelo material impresso, ou com um plantão de dúvidas dentro da escola destinado aos estudantes mais vulneráveis, aqueles que têm maior dificuldade de aprendizagem e que precisam do acompanhamento e do apoio do professor.

Reforçou que é preciso garantir essa segurança para a retomada e isso depende do cenário (da pandemia). Mas a precisão é retornar as aulas a partir de agosto em todas as escolas, mas sempre priorizando a segurança de todos – colaboradores e estudantes. “Precisamos garantir que a aprendizagem chegue até o estudante, mas que chegue até ele sempre com muita segurança”, finalizou.

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