Emater Goiás realiza dia de campo sobre bovinocultura em Santa Rosa de Goiás

Evento reuniu produtores e técnicos para discutir práticas que fortalecem a sanidade animal, a qualidade do leite e a sustentabilidade da produção

A Emater Goiás realizou, nesta terça-feira (14), o Dia de Campo Saúde Única na Bovinocultura Leiteira, em Santa Rosa de Goiás. Promovido em parceria com o Centro de Excelência em Saúde Única (Cesu Agro), o encontro reuniu produtores rurais, técnicos e profissionais do setor para compartilhar conhecimentos e experiências voltados ao fortalecimento da pecuária leiteira.

Ao longo da programação, os participantes conheceram práticas que contribuem para a sanidade animal, a qualidade do leite, a saúde das pessoas e a sustentabilidade da produção. A iniciativa também destacou a importância da adoção de tecnologias e boas práticas capazes de aumentar a eficiência da atividade, promover o bem-estar animal e reduzir prejuízos na propriedade.

O evento reforçou o conceito de Saúde Única, que reconhece a interdependência entre a saúde humana, a saúde animal e a preservação do meio ambiente. A proposta é incentivar a adoção de práticas sustentáveis no campo, contribuindo para uma produção de leite mais segura, eficiente e de maior qualidade.

A coordenadora da Regional Rio das Antas da Emater Goiás, Géssyca Neves, destacou a importância da iniciativa para os produtores.

“O dia de campo apresenta alternativas que ajudam a reduzir custos e prejuízos na propriedade. São conhecimentos que contribuem para a formação de um rebanho mais saudável e produtivo”, afirma.

Durante o evento, também foram apresentados os resultados das pesquisas em bovinocultura leiteira desenvolvidas pelo Centro de Excelência em Saúde Única (Cesu Agro). Segundo a professora Daniela Melo, a proposta da iniciativa vai além do aumento da rentabilidade.

“O objetivo é promover a saúde ambiental como um todo, beneficiando produtores, animais e o meio ambiente por meio da adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis”, destaca.

O produtor Wevisson e seu filho Gustavo atuam na atividade desde a infância de Gustavo, agora com 23 anos. Segundo eles, o intuito é crescer cada vez mais no ramo:

“Com esse evento, conseguimos obter informações mais atualizadas e certeiras, para não depender dos ‘achismos’ e ter segurança na produção”. Além disso, Wevisson evidencia a história como um exemplo da sucessão familiar no campo: “foi uma propriedade passada para mim por meu pai, e que agora passo para o meu filho”.

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