PCGO prende investigado por descumprimento de medida protetiva e importunação sexual em Vianópolis
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Polícia de Vianópolis – 3ª DRP, cumpriu, nessa segunda-feira (06), mandado de prisão preventiva e mandado de busca domiciliar em desfavor de André Nunes Tavares , investigado pela prática de crimes de descumprimento de medida protetiva de urgência e importunação sexual. Conforme apurado no curso das investigações, o investigado, proprietário de uma academia de artes marciais na cidade, passou a perseguir sua ex-companheira, adotando comportamento reiterado de intimidação, inclusive com ameaças de divulgação de conteúdos íntimos. Em razão disso, foi deferida medida protetiva de urgência, determinando, entre outras medidas, a proibição de aproximação da vítima e de seus familiares.
Mesmo ciente das restrições impostas judicialmente, o investigado descumpriu a ordem, tendo enviado vídeo de conteúdo pornográfico a familiar da ex-companheira, fato que motivou a continuidade das investigações.O investigado possui histórico de reiteração em condutas da mesma natureza, inclusive com condenações criminais transitadas em julgado, evidenciando padrão comportamental voltado à prática de crimes dessa natureza.
Diante da gravidade concreta dos fatos, da reiteração delitiva e do risco à integridade das vítimas, a autoridade policial representou pela expedição dos mandados de prisão preventiva e busca domiciliar, com a finalidade de resguardar a ordem pública e prevenir a ocorrência de novos delitos. O pedido foi deferido pelo Poder Judiciário, após parecer favorável do Ministério Público, sendo as ordens judiciais devidamente cumpridas.
A autoridade policial responsável pelo caso autorizou a divulgação da imagem e da identificação do investigado, com fundamento nos termos da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021-PC, diante do relevante interesse público, especialmente para possibilitar a identificação de outras eventuais vítimas e testemunhas, bem como prevenir a ocorrência de novos delitos. A medida também se justifica pelo fato de que outras possíveis vítimas já procuraram a unidade policial relatando condutas semelhantes, o que indica a necessidade de ampliar a coleta de informações e resguardar a ordem pública.
PCGO: investigar para proteger 🚔


