PCGO prende investigada por “golpe do amor” contra idosa em Goiânia durante operação no Pará

A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (GREF), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), após compartilhamento de informações e colaboração com a Polícia Civil do Estado do Pará (PCPA), deflagrou ação para cumprimento de mandados judiciais contra uma mulher investigada pela prática de estelionato eletrônico na modalidade “estelionato amoroso”.

A prisão preventiva foi cumprida na manhã da última quinta-feira (21), no bairro Jurunas, em Belém/PA. A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de ativos financeiros da investigada.

As investigações tiveram origem após uma vítima idosa, residente em Goiânia/GO, relatar ter sofrido prejuízos financeiros em razão de um golpe aplicado por meio das redes sociais. O autor do crime entrou em contato com a vítima se passando por um cantor internacional e, ao longo das conversas, prometeu um relacionamento amoroso. Após conquistar a confiança da idosa, passou a solicitar diversas quantias em dinheiro sob falsas justificativas, incluindo o suposto pagamento de taxas alfandegárias para a liberação de um “presente” que conteria um aparelho iPhone e a quantia de US$ 2.000,00.

No curso das investigações, o GREF/DEIC identificou a beneficiária da fraude como uma mulher residente no Estado do Pará. Os levantamentos apontaram que a investigada possui histórico de práticas delitivas, com registros criminais anteriores por delitos similares, tendo sido presa no passado pela mesma razão.

Diante dos elementos informativos colhidos, a autoridade policial representou perante o Poder Judiciário pelas medidas cautelares, que foram cumpridas na última quinta-feira (21), em Belém/PA, por uma equipe da Polícia Civil. A presa deverá ser indiciada pelo crime de estelionato na modalidade fraude eletrônica, com causa de aumento de pena em razão de a vítima ser idosa.

As investigações prosseguem para verificar a participação de outros envolvidos e identificar eventuais novas vítimas.

PCGO: investigar para proteger 🚔

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