PCGO e PCMG prendem investigados por organização criminosa especializada em golpes eletrônicos
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) e 15ª Delegacia Regional de Goianésia, em apoio à Polícia Civil De Minas Gerais, por intermédio da Delegacia de Repressão a Fraudes de Frutal/MG, deflagrou a 1ª Fase da Operação Deepswap, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada na prática de crimes cibernéticos, especialmente fraudes eletrônicas conhecidas como “Golpe do WhatsApp”, que vitimaram pessoas em diversas cidades do país, dentre elas Frutal/MG, São Cristóvão/CE, Jaciara/MT, Jaraguá/GO, Nanuque/MG, Patos de Minas/MG, Araxá/MG, além de outras vítimas ainda em fase de identificação.
Foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva e 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Goiânia e Jaraguá, em Goiás. Durante a operação, quatro investigados foram presos preventivamente em Goiânia, além da apreensão de aparelhos celulares, veículos e dispositivos eletrônicos. Os demais alvos encontram-se foragidos. Segundo as apurações conduzidas pela Polícia Civil de Minas Gerais, o grupo criminoso é suspeito de praticar golpes por meio da clonagem de linhas telefônicas (SIM Swap), invasão de contas de WhatsApp e fraudes eletrônicas que vitimaram pessoas em diversos estados brasileiros, incluindo Goiás.
Além das medidas cautelares pessoais, também foram determinadas medidas patrimoniais, com bloqueio de contas bancárias, indisponibilidade de valores e sequestro de bens dos investigados. A operação demonstra a importância da integração entre as Polícias Civis dos estados no enfrentamento aos crimes cibernéticos e às organizações criminosas que utilizam recursos tecnológicos para a prática de fraudes eletrônicas em âmbito nacional.
PCGO: investigar para proteger 🚔



