Secult Goiás lança primeiro edital da Pnab 2026 para representantes goianos na 6ª Teia Nacional

Aberta a oportunidade de bolsas para delegação goiana que estará presente em evento nacional de pontos de cultura

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), lançou o primeiro edital do 2º ciclo da Pnab 2026, durante o Encontro da Economia Criativa do Setor Cultural de Goiás, iniciado nesta terça-feira (03/03), na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

O edital de Bolsa é destinado a membros da Delegação Goiana escolhidos para participarem da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, que será realizada pelo Ministério da Cultura (MinC), entre os dias 24 e 29 de março, no município de Aracruz, no Espírito Santo.

As inscrições podem ser feitas de 3 a 9 de março, no Sistema BARU – Versão PNAB da Secult Goiás (sistemabaru.cultura.go.gov.br/login). São duas categorias: Delegação Goiana, com bolsa de R$ 5.500,00, e Delegação Goiana PCD, com bolsa de R$ 11.000,00. Neste segundo caso, os custos da pessoa com deficiência incluem um acompanhante.

“Esse edital é lançado visando garantir a presença da delegação goiana em um espaço importante de articulação, troca de experiências e fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva em nosso território, valorizando ainda mais as culturas populares e tradicionais”, ressalta a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes. 

Os membros da Delegação Goiana foram eleitos durante a II Teia e Fórum dos Pontos de Cultura de Goiás, realizada em setembro do ano passado, em Inhumas. A 6ª Teia Nacional é o maior encontro dos pontos de cultura do Brasil. Os pontos são os grupos culturais da sociedade civil que desenvolvem ações artísticas e comunitárias em seus territórios.

Pnab 2026

Em 2026, a PNAB, executada pelo Governo de Goiás fortalece o setor cultural, com recursos destinados a diversos editais e manifestações artísticas em todo o estado. São R$ 37,1 milhões disponíveis para os municípios goianos, com editais inovadores que vão impulsionar artistas, produtores e trabalhadores da cultura.

Governo na palma da mão