Operação Falso Amigo cumpre prisões e buscas contra tentativa de latrocínio em Luziânia
A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) de Luziânia – da 5ª DRP, deflagrou ontem (22) a Operação Falso Amigo, visando o cumprimento de medidas cautelares relativas a inquérito que apurou um crime de latrocínio tentado. Um homem, de 39 anos de idade, foi identificado como o autor do crime contra um “amigo” com quem consumia bebida alcoólica. As equipes do Geic cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão.
A investigação teve início após a vítima dar entrada em uma unidade de pronto atendimento com ferimentos causados por arma branca e por instrumento contundente em sua cabeça (paulada). As diligências apontaram que a vítima e o autor consumiam bebidas alcoólicas juntos, em via pública, no dia 17 de abril deste ano. Em determinado momento, o autor exigiu que a vítima lhe desse dinheiro para a compra de entorpecentes. Diante da recusa da vítima — que explicou possuir apenas R$ 50 destinados exclusivamente à compra de ração para seu cachorro —, o autor iniciou as agressões.
De forma covarde, quando a vítima virou as costas, o autor a golpeou na cabeça com um pedaço de madeira, jogando-a no chão. Na sequência, o agressor sacou uma faca, desferiu golpes nas costas da vítima, subtraiu a quantia de R$ 50 e fugiu do local. Mesmo gravemente ferida e desorientada, a vítima conseguiu caminhar em busca de ajuda, sendo amparada por um conhecido até chegar em casa, onde desmaiou e foi socorrida ao hospital.
Por meio de um trabalho investigativo rápido e eficiente, a equipe do Geic Luziânia colheu depoimentos e conseguiu qualificar o autor do crime. Submetida a procedimento formal de reconhecimento fotográfico, o agressor foi reconhecido. Com a autoria e materialidade comprovadas, a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário por medidas cautelares, resultando na operação deflagrada agora. O autor indiciado responderá pelo crime de latrocínio tentado, uma vez que a vítima somente não faleceu porque foi socorrido e permaneceu internado por alguns dias em hospital de referência em Goiânia.
PCGO: investigar para proteger 🚔



