Conservar a natureza também significa garantir que diferentes pessoas possam conhecer, vivenciar e participar das experiências proporcionadas pelas Unidades de Conservação.
O eixo Inclusão do Programa Meu Parque busca tornar os parques estaduais cada vez mais preparados para receber pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida e outros públicos com necessidades específicas, promovendo acessibilidade, autonomia, segurança e participação.
Acessibilidade para além da estrutura física
Tornar uma Unidade de Conservação acessível envolve muito mais do que construir uma rampa ou adaptar uma estrutura.
É necessário pensar também na comunicação, nos equipamentos, nas atividades, na capacitação das equipes e na própria experiência do visitante.
Por isso, o Programa trabalha com uma perspectiva ampla de inclusão, buscando promover acessibilidade física e comunicacional, adaptar trilhas e experiências, preparar e capacitar as equipes, além de tornar os ambientes mais acessíveis. A proposta também contempla atividades inclusivas de educação ambiental e o desenvolvimento de soluções que atendam às diferentes necessidades dos públicos que visitam e utilizam os espaços.
Planejamento para Unidades mais acessíveis
A SEMAD contratou projeto conceitual para o desenvolvimento de estruturas e ações inclusivas no Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco e no Parque Estadual Telma Ortegal.
A iniciativa busca identificar soluções capazes de ampliar a participação, de forma segura e, sempre que possível, autônoma, de pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida e outros visitantes com necessidades específicas.
Iniciativas que ampliam a inclusão
Enquanto novas estruturas e soluções são planejadas, as Unidades de Conservação estaduais já vêm promovendo atividades que aproximam pessoas com deficiência da natureza.
Entre as experiências desenvolvidas estão oficinas, ações de educação ambiental e atividades de contato com a natureza, incluindo iniciativas específicas, como pedal voltado à participação de pessoas com deficiência visual.
EXPERIÊNCIA NO PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
Uma experiência de contato com a natureza que amplia as possibilidades de participação e acessibilidade na Unidade de Conservação.
Essas experiências são importantes não apenas para ampliar o acesso, mas também para que as equipes possam identificar barreiras, testar metodologias e aprender com os próprios participantes.
Construindo parques mais inclusivos
Cada experiência contribui para um processo contínuo de aprendizado, aprimoramento e construção de soluções mais inclusivas.
O objetivo é que os conhecimentos e aprendizados obtidos nas Unidades piloto possam orientar novas ações e, futuramente, ser aplicados em outras Unidades de Conservação estaduais.
CONSTRUINDO INCLUSÃO NOS PARQUES DE GOIÁS
Experiências vivenciadas nos parques ajudam a identificar necessidades, orientar novas ações e fortalecer a construção de Unidades de Conservação mais inclusivas.