Saúde Organizacional e Futuro – livros, artigos e casos de sucesso
“O bom pensador procura ver nos objetos tudo o que eles contêm, e nada mais”, diz o filósofo espanhol Jaime Balmes. Há pessoas que têm o talento de ver muito em tudo, mas acabam caindo no erro de verem demais. Elas enxergam o que não existe e não o que realmente há. Procuram na menor circunstância uma oportunidade para discorrer exageradamente sobre algo, ou, como diz o autor, “levantar castelos no ar”.
https://www.contraosacademicos.com.br/BLOG/pensar-bem-e-ver-as-coisas-exatamente-como-sao
Falar sobre liderança sem considerar o funcionamento do cérebro já não é suficiente.
Durante muito tempo, o desenvolvimento de líderes esteve centrado em competências visíveis — comunicação, estratégia, gestão de pessoas. Mas existe uma camada anterior a tudo isso: os processos neurais que determinam como líderes percebem, decidem, reagem e se relacionam.
Ignorar essa dimensão não é apenas uma lacuna conceitual. É um risco direto para a qualidade das decisões, o clima organizacional e a sustentabilidade dos resultados.
Programas avançados de formação executiva já partem desse princípio: a liderança eficaz começa na capacidade de manter clareza, regulação emocional e conexão humana sob pressão.
Principais tópicos:
Liderança
Neurociência
Deciões
Comportamento
Performance nas organizações.
Nossa inclinação para confiar em um estranho surge, em grande parte, da ação de uma pequena molécula conhecida por uma função completamente diferente: induzir o trabalho de parto.
Conceitos Principais:
O desenvolvimento da confiança é essencial para interações sociais saudáveis. Mas como as pessoas decidem confiar em um novo conhecido ou potencial parceiro de negócios?
Utilizando uma tarefa experimental chamada Jogo da Confiança, pesquisadores descobriram que a ocitocina, um hormônio e neurotransmissor, aumenta a propensão de uma pessoa a confiar em um estranho quando este demonstra sinais não ameaçadores.
Uma compreensão mais profunda das funções da ocitocina e de suas interações com outras substâncias químicas do cérebro pode gerar novos insights sobre transtornos marcados por dificuldades de interação social, como o autismo.
Nem sempre o problema nas organizações é a ausência.
Às vezes, ele está sentado na reunião.
Responde mensagens.
Cumpre agenda.
Entrega o mínimo necessário.
Mas já não está, de fato, presente.
https://www.somosjaia.com.br/post/presenteismo
Medo de parecer improdutivo;
Cultura de alta cobrança;
Receio de perder espaço ou reconhecimento;
Falta de segurança psicológica;
Excesso de responsabilidade;
Dificuldade de estabelecer limites;
Esgotamento emocional progressivo.
A confiança é vital para o estabelecimento de relações sociais e um precursor crucial para laços afetivos. Investigações exploraram as bases neuropsicológicas da confiança separadamente (por exemplo, medida pelo jogo da confiança) e do vínculo afetivo (por exemplo, medido pelo cuidado parental, formação de pares ou amizade). No entanto, faltam evidências empíricas diretas que sustentem os mecanismos neurais compartilhados entre confiança e vínculo afetivo. Neste estudo, realizamos uma metanálise baseada em coordenadas de estudos de ressonância magnética funcional sobre confiança interpessoal e vínculo afetivo, utilizando o método de estimativa de probabilidade de ativação.
Nossos resultados demonstraram que as decisões de confiar em estranhos em interações repetidas (ou seja, confiança baseada na identificação) ativaram o estriado ventral (vSTR, parte da via dopaminérgica mesolímbica ), provavelmente sinalizando a antecipação da recompensa. Além disso, tanto o feedback em interações repetidas quanto o vínculo afetivo ativaram o estriado dorsal (dSTR, parte da via dopaminérgica nigroestriatal), provavelmente codificando a dinâmica da aprendizagem.
Nossos resultados sugerem que a confiança baseada na identificação pode ser compreendida à luz do vínculo afiliativo, envolvendo a via de “recompensa” mesocorticolímbica (vSTR) e a via de “formação de hábitos” nigroestriatal (dSTR) na construção e manutenção de relacionamentos sociais.
O burnout tem sido associado a mudanças que reduzem a sensação de controle do médico sobre sua própria prática, prejudicam a conexão com pacientes e colegas, interferem na integração entre vida pessoal e profissional e resultam em estresse descontrolado. Pesquisas cerebrais demonstraram que o estresse descontrolado, e não o controlável, prejudica o funcionamento do córtex pré-frontal, uma região cerebral de evolução recente que regula o pensamento, a ação e a emoção. O córtex pré-frontal governa muitas operações cognitivas essenciais para os médicos, incluindo raciocínio abstrato, tomada de decisões complexas, discernimento e a capacidade de perseverar diante de desafios. Contudo, o córtex pré-frontal é notavelmente dependente do estado de alerta e fica prejudicado em condições de fadiga e/ou estresse incontrolável quando há níveis inadequados ou excessivos de moduladores de alerta (como norepinefrina, dopamina e acetilcolina). Com a exposição crônica ao estresse, as conexões da substância cinzenta pré-frontal são perdidas, mas podem ser restauradas pelo alívio do estresse.
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7944649/pdf/nihms-1659577.pdf
Carta do CEO
Como foi feita a pesquisa nacional “A visão dos CEOs sobre o RH no Brasil”
Conteúdo da pesquisa:
Entre o sonho e a realidade
Porte, setor e região do país apresentam poucas diferenças nas competências cobiçadas pelos CEOs
O NPS do RH no Brasil é negativo
CEOs promotores dão pistas sobre o RH ideal
Só entender de gente não é suficiente
Os desafios do RH em 2026
O RH tem de apontar o que não estou vendo
Saúde mental e benefícios flexíveis ganham protagonismo
Manter cultura é mais complexo que criar uma nova
O que falta para o RH ser CEO
O RH precisa se colocar como centro do investimento
O RH não é protagonista na adoção de IA
A autocritica dos CEOs sobre a agenda de saúde mental
O RH é a espinha dorsal da empresa
https://drive.google.com/file/d/11qSRbOY5A7x4dT-5knhrc9HmZ2Odr6xx/view?usp=drive_link
Todo mundo já viveu essa cena: durante uma reunião, alguém que pouco entende do assunto levanta a mão e começa a dar opiniões com uma convicção impressionante, ainda que para os mais experientes da sala, aquilo não faça o menor sentido. Esse comportamento tem nome, sobrenome e uma curva que o representa: trata-se do Efeito Dunning-Kruger.
https://caputconsultoria.com.br/o-efeito-dunning-kruger-no-trabalho/
A gestão de pessoas no serviço público abrange toda a trajetória funcional dos servidores, do ingresso ao desligamento. Tratar essas etapas de forma isolada reduz a capacidade do Estado de planejar sua força de trabalho, desenvolver pessoas, organizar carreiras e responder melhor às necessidades da população.
Realizado pela Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação, com apoio da República.org, este documento apresenta o marco teórico do ciclo laboral no serviço público federal. A proposta organiza a jornada funcional dos servidores em uma lógica integrada, capaz de conectar planejamento da força de trabalho, carreiras, alocação, desenvolvimento, desempenho, remuneração, bem-estar e aposentação.
A análise parte da evolução do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec), dialoga com referências nacionais e internacionais e propõe um modelo para orientar políticas de gestão de pessoas mais articuladas, sustentadas por evidências e alinhadas aos desafios atuais do Estado brasileiro.
O ciclo laboral oferece uma forma de enxergar a vida funcional do servidor como parte de uma política pública. Ao reunir dimensões, princípios e temas transversais, o documento contribui para uma agenda de gestão de pessoas menos dispersa e mais conectada à entrega de melhores serviços à população.
Principais tópicos:
MARCOS ESTRUTURANTES DO SISTEMA DE PESSOAL CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL (SIPEC)
CICLO LABORAL: FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES
PROPOSIÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO REFERENCIAL DO CICLO LABORAL
Este livro ágil e informativo explica o que é felicidade corporativa e a forma que ela pode ser usada em variados contextos organizacionais. Ao relatar os resultados obtidos por empresas, como Heineken, Renner, Suzano e Vale, Vinicius Kitahara oferece estratégias para a criação de programas semelhantes e mostra como aderir a esse movimento global.
O bem-estar dos funcionários deveria ser a prioridade das empresas, não só porque essa é uma postura de empatia com os colaboradores, mas também porque estudos comprovam que isso beneficia as próprias organizações. Companhias com altos níveis de bem-estar performam melhor e têm maiores lucros, além de reterem mais talentos.
Referência sobre o tema no Brasil, Vinicius Kitahara compartilha com o leitor uma seleção de experimentos e práticas que facilitam a criação e implantação de programas de Felicidade Corporativa em contextos organizacionais de diferentes portes, a partir de estudos de casos reais em empresas como Heineken, Vale, ChilliBeans e Suzano. O autor defende que felicidade e performance devem andar juntas ― e mostra como é possível trilhar esse caminho.
“Esta obra apresenta a felicidade corporativa com nome e sobrenome, metodologia e resultados comprovados. É um livro obrigatório para líderes que querem entender como fazer seus times mais felizes.” ― Mauricio Giamellaro, CEO Heineken Brasil
“Quando se trata de felicidade corporativa, o caminho muitas vezes é começar primeiro e falar depois.” ― André Felicíssimo, Presidente P&G Brasil
O autor, Edgar Schein, é o ‘pai’ da cultura organizacional, mundialmente conhecido por sua experiência e pesquisa nesse campo; neste livro, através de casos, ele analisa e ilustra o conceito abstrato de cultura e mostra sua importância para a gestão da mudança organizacional.
Esta quinta edição mostra como a cultura se tornou um conceito popular, levando a uma grande variedade de pesquisas e à implementação por várias organizações; ela também expande o foco do papel das culturas nacionais na influência da dinâmica cultural, incluindo alguns conceitos práticos sobre como lidar com as diferenças internacionais. É dada uma ênfase especial à forma como o papel da liderança varia com a idade da organização, desde a sua fundação, passando pela meia-idade e chegando à maturidade, pois as questões culturais variam a cada estágio. Uma questão central para o comportamento do líder é a forma como a mudança de cultura é gerenciada em cada estágio e em diferentes tipos de organizações.
Com base em uma vasta gama de pesquisas, esta quinta edição contém 25% de material novo e revisado, oferecendo novos conceitos e perspectivas mais relevantes ao lado do modelo básico de cultura que ajudou a definir a área. Mergulhe em suposições e tipologias para decifrar a cultura organizacional. Descubra como a cultura pode começar, prosperar ou morrer com a liderança. Gerencie a mudança cultural de modo eficaz e apropriado. Compreenda o papel do líder na gestão de grupos diversificados reaparecimento do interesse pela cultura organizacional estimulou um despertar na pesquisa, e novas informações estão continuamente aparecendo. Métodos mais eficazes substituem práticas ultrapassadas, e a mudança resultante afeta as organizações em toda a parte.
Cultura Organizacional e Liderança é uma leitura indispensável para acadêmicos, consultores e líderes que buscam a melhoria contínua diante das realidades empresariais dos dias atuais. APLICAÇÃO Livro-texto para a disciplina Cultura Organizacional dos cursos de graduação e pós-graduação em Administração. Obra de relevante interesse para profissionais de administração envolvidos com cultura organizacional, estilos de liderança e relacionamento indivíduo-organização.
A felicidade organizacional tem impacto direto na sustentabilidade das organizações. Com base no estudo Happiness Works (40 000 respostas, 360 organizações, 2012/2022), os colaboradores mais felizes faltam menos 36%, têm menos vontade de mudar de organização em 45% e consideram-se 7% mais produtivos. Este livro, escrito por autores de nove nacionalidades, disponibiliza a evolução da felicidade organizacional em Portugal nos últimos dez anos, modelos e métricas, a visão de académicos e gestores e casos de empresas. É um livro único, com diferentes abordagens sobre a felicidade organizacional, na perspetiva da pessoa, do profissional e da organização.
Baseado em uma pesquisa inovadora e significativa, a partir de múltiplas fontes, Richard Barrett cria uma narrativa convincente em que esclarece o porquê de as organizações voltadas para os Valores serem as mais bem sucedidas do planeta. De acordo com o autor, a compreensão das necessidades dos funcionários é a chave para a criação de uma organização de alto desempenho.
Quando você apoia sua equipe, ela acaba respondendo profissionalmente com altos níveis de engajamento, empenho e criatividade. Este livro atualiza e reúne em um único volume, duas das publicações anteriores de Richard Barrett: Liberting the corporate soul (1998) e Building a Values-Driven Organisation (2006).
Com essa aliança de conteúdo, a obra atual fornece um manual de referência para os líderes e agentes de mudança que desejam criar uma organização valorosa. Com um conjunto atualizado de ferramentas de diagnóstico cultural e uma ampla gama de novos e emocionantes estudos de caso sobre cultura e desenvolvimento de liderança, a obra será leitura essencial para estudantes, pesquisadores e profissionais nas áreas de mudança organizacional, liderança e ética.
Algumas das principais consultorias que utilizam a metodologia do Richard Barrett no Brasil são: McKinsey, DBM Lee Hecht Harrison, Ziemer & Associados, Marcondes, Havik People & Results, Evolução Humana e Amana Key. Essa tendência afetou diversos níveis organizacionais, principalmente os estudos no campo dos Recursos Humanos, sendo que hoje o foco hoje está na valorização das competências.Sub: Liderando o potencial humano para a performance e a lucratividade.
Você não precisa ter sucesso para ser feliz, mas precisa ser feliz para ter sucesso. A sabedoria popular diz que se nos empenharmos teremos sucesso, e se tivermos sucesso, então poderemos ser felizes. Se pudéssemos encontrar aquele emprego dos sonhos, ter mais uma promoção, perder aqueles três quilos, a felicidade viria.
Mas descobertas recentes no campo da psicologia positiva têm demonstrado que essa fórmula funciona na verdade de maneira inversa: é a felicidade que impulsiona o sucesso, e não o contrário. Quando somos positivos, o nosso cérebro se envolve mais, torna-se mais criativo, motivado, energizado, resiliente e produtivo no trabalho. Este não é um simples mantra vazio. A descoberta foi repetidamente comprovada por rigorosas pesquisas nos campos da psicologia e da neurociência, estudos de gestão e resultados financeiros de organizações ao redor do mundo. Este livro não discute apenas como ser mais feliz, trata de nos ensinar a colher os frutos de uma atitude mental mais positiva que proporcione efeitos extraordinários no nosso trabalho e na nossa vida, sendo leitura obrigatória para todos aqueles que buscam a excelência em um mundo onde a carga de trabalho, o estresse e o negativismo estão cada vez maiores.
Shawn Achor é divertido, consciente das próprias limitações e derruba com facilidade as minhas antigas ideias a respeito deste campo do conhecimento. Boston Globe Shawn baseia suas sessões de treinamento em um número cada vez maior de pesquisas na área da psicologia positiva, que enfatiza a resiliência e as atitudes positivas. Wall Street Journal

