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ESPC sedia evento para discutir soluções de Segurança Pública para grande parte do Brasil

encontro brasil central
Representantes dos Estados assinam a Carta de Goiânia. Foto: Wildes Barbosa

Na última sexta-feira (10), a ESPC sediou reunião de trabalho coordenada pelo vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, José Eliton. O encontrou contou com a presença de secretários de Segurança Pública e representantes dos estados que integram o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central: Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Rondônia e Maranhão.

Durante toda a tarde, houve discussões que culminaram na definição de estratégias para o enfrentamento conjunto à criminalidade – todas formalizadas em um documento denominado “Carta de Goiânia”. O documento sintetizou a  necessidade de mudanças e de articulações que serão encampadas pelos secretários em âmbito federal, estadual e municipal. A “Carta de Goiânia” foi assinada por todos e também será entregue presidente interino da República, Michel Temer; ao ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes; e aos presidentes da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, e do Senado Federal, Renan Calheiros. “O que fizemos aqui foi dar um importante passo no combate à criminalidade”, disse José Eliton.

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Diretor da ESPC, Delegado Deusny (à esquerda) e Delegado Geral Adjunto Marcelo Aires (segundo à direita) recebem autoridades da Segurança Pública do Maranhão.

Foi criado também o Comitê de Inteligência Integrada, cujas ações começam efetivamente a partir do dia 1º de julho. Foi acertado, no encontro dos secretários, que em seu primeiro ano de funcionamento ele será sediado em Brasília (DF). O objetivo é  o compartilhamento de dados, de informações, investigações, softwares e práticas exitosas relativas aos crimes comuns que afetam aos estados que participam do Consórcio. “O trabalho de inteligência quebra a corrente da criminalidade. Contribui imensamente para o combate ao tráfico de drogas, ao roubo de bancos e de veículos, por exemplo. Há, por consequência, uma ruptura na cadeia destes crimes”, afirma o vice-governador e titular da SSPAP.

 

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