Cine Cultura mantém filmes em cartaz

 

Quando a programação é boa, nem precisa mexer. Por isso, continuam em cartaz, por mais uma semana, no Cine Cultura, os filmes Deus é Mulher e Seu Nome é Petúnia, do diretor Teona Strugar Mitevska, Parasita, do coreano Joon-ho Bong, e Synonymes, de Nadav Lapid. E para deleite dos cinéfilos, o filme Bixa travesty, que terá uma sessão extra na segunda-feira, dia 27, às 18h45.

O Cine Cultura é uma unidade da Secretaria de Cultura (Secult Goiás) e funciona no prédio do Centro Cultural Marietta Telles Machado, na Praça Cívica, com sessões de segunda a domingo, inclusive aos feriados.

O ingresso da sala custa R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia), apenas em dinheiro. Todos pagam meia-entrada nas sessões de segunda-feira. A coordenação do cinema pede, gentilmente, que facilitem o troco e evitem cédulas altas, ajudando assim o trabalho de bilheteria.

Sinopses

Baseado em fatos reais, o filme Deus é Mulher e Seu Nome é Petúnia tem como cenário a cidade de Stip, na Macedônia, onde, sempre no mês de janeiro, acontece um ritual em que uma cruz de madeira é lançada no rio e centenas de homens mergulham atrás dela. E quem recuperar o objeto tem garantia de boa sorte e prosperidade. Só que desta vez, Petúnia mergulha na água por um capricho e consegue agarrar a cruz antes dos outros, deixando os concorrentes furiosos: ‘como usa uma mulher participar do ritual’? Todo o inferno se abre, mas Petúnia mantém firme. Ela ganhou a cruz e não vai desistir.

Sucesso de público no Cine Cultura, o longa-metragem Parasita conta a saga de quatro membros da família Ki-taek, que estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

A co-produção Synonymes, é inspirado na vida do seu realizador, Nadav Lapid. A obra conta a história de Yoav, um soldado israelense que foge para Paris determinado a virar costas às suas origens e à sua identidade. O jovem viaja auxiliado por seu fiel dicionário franco-israelense, esperando que a França e os franceses o salvem da loucura de seu país.

Sessão extra

No vale a pena ver de novo, os cinéfilos poderão conferir, em mais uma sessão extra, o polêmico Bixa Travesty, documentário que traz no roteiro a trajetória da cantora transexual negra Linn da Quebrada. O personagem da trama é uma figura forte, retratada no filme em duas esferas: a pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça.

 

Programação de 23 a 29/01:

16h – Deus é Mulher e Seu Nome é Petúnia – (Macedônia, 2019, 100 min, 14 anos, dir: Teona Strugar Mitevska)

18h – Parasita – (2019, Coreia do Sul, 131 min, 16 anos, dir: Joon-ho Bong) *exceto em 27/01, dia em que não será exibido

18h45Bixa Travesty (18 anos) – (Brasil, 2019, 75 min, 18 anos, dir: Claudia Priscilla e Kiko Goiffman) / *apenas em 27/01, sessão extra

20h30Synonymes – (Israel/Fança, 2019, 123 min, 16 anos, dir: Nadav Lapid)

Comunicação Setorial Secult Goiás

 

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