Adultização rouba a infância e deixa crianças vulneráveis a crimes.
Fazer criança agir como adulto tem nome: adultização.
Quando meninas e meninos são expostos a responsabilidades, comportamentos ou situações que não correspondem à sua idade, pode parecer inofensivo, mas não é.
Na vida real e no ambiente digital, a adultização deixa marcas: fragiliza a autoestima, aumenta a vulnerabilidade e abre espaço para riscos muito maiores.
Adultização não é brincadeira.
As consequências são reais: danos psicológicos, perda da identidade infantil, queda no desempenho escolar, vulnerabilidade ao aliciamento digital e contato com conteúdos adultos.
Como proteger crianças e adolescentes da adultização?
Controle de acesso
Evite que crianças tenhamacesso irrestrito à internet.
Supervisão constante
Adolescentes devem ter sua navegação acompanhada.
Diálogo aberto
Converse sobre riscos online, perfis falsos e assédio.
Educação digital
Ensine a nunca enviar fotos íntimas ou conversar sobre sexualidade com desconhecidos.
Proteção ativa
Use ferramentas de controleparental e acompanhe contatos virtuais.
Evite exposição nas redes
Não publique fotos e informações sensíveis sobre seus filhos.
Proteção ativa
Muitos criminosos se passam por colegas em jogos infantis para enganar e aliciar.
Adultização não é crime. Mas práticas criminosas se aproveitam dela.
A adultização não está tipificada como crime na legislação brasileira. Mas pode configurar violação de direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Por isso, é fundamental conhecer quais crimes estão ligados a essa vulnerabilidade.
Exploração sexual infantil
Criminosos usam crianças para obter vantagem sexual e financeira.
Aliciamento online
Pedófilos se passam por amigos na internet para enganar e abusar.
Pornografia infantil
Pedófilos produzem, compartilham e consomem conteúdo ilegal com crianças.
Trabalho infantil
Tirar a criança da escola e forçar responsabilidades de adulto é crime.
O Governo de Goiás cuida hoje para garantir o futuro das nossas crianças.
Proteger nossas crianças é cuidar do futuro de Goiás. Por isso, o Estado mantém uma rede de proteção que acolhe, orienta e responsabiliza quem ameaça os direitos da infância.
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – SEDS
Formação e capacitação para fortalecer a rede de proteção da infância.
Mais informações:
Superintendência da Criança, Adolescente e Juventude (62) 98306-0288
Entidades parceiras
Conselho Tutelar
Cedca
Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente
CPA-GO
Comitê de Participação de Adolescentes de Goiás
Conjuve
Conselho de Juventude do Estado de Goiás
Sipia
Sistema de Informação para a Infância e Adolescência
Veja como Goiás já está agindo na proteção da infância.
Governo promove debate sobre combate à exploração sexual de crianças e adolescentes
Goiás Social promove o 1º Encontro Estadual do Comitê de Participação de Adolescentes
Goiás Social capacita servidores de 35 municípios para fortalecimento dos direitos da criança e do adolescente
Seds capacita servidores de municípios que atuam na linha de frente de proteção à criança e ao adolescente
Se você suspeitar de violações contra crianças ou adolescentes, denuncie.
Disque 100
Disque Direitos Humanos. Ligação gratuita, anônima e disponível 24h.
Conselho Tutelar
Porta de entrada no município para apurar situações de risco.
Ministério Público
A Promotoria da Infância e Juventude pode ser procurada diretamente.
Delegacia Especializada
Para situações específicas, procure a Delegacia da Criança e do Adolescente.
Preencha o seu e-mail e receba informações direto na sua caixa de entrada
Em casos urgentes, ligue 190. Denuncie agora e proteja a infância.


