

{"id":72,"date":"2019-10-11T15:50:01","date_gmt":"2019-10-11T18:50:01","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/gente-que-cuida-das-dores-e-da-independencia-dos-pacientes\/"},"modified":"2019-10-11T15:50:01","modified_gmt":"2019-10-11T18:50:01","slug":"gente-que-cuida-das-dores-e-da-independencia-dos-pacientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/gente-que-cuida-das-dores-e-da-independencia-dos-pacientes\/","title":{"rendered":"Gente que cuida das dores e da independ\u00eancia dos pacientes"},"content":{"rendered":"<p><em>Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais celebram em 13 de outubro a data do reconhecimento profissional<\/em><\/p>\n<p>No domingo, 13 de outubro, s\u00e3o homenageados profissionais respons\u00e1veis pelo bem-estar f\u00edsico e manuten\u00e7\u00e3o das capacidades motoras das pessoas. Nesta data \u00e9 comemorado o Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional. Ela foi escolhida por representar o dia da cria\u00e7\u00e3o dessas profiss\u00f5es.<\/p>\n<p>De acordo com o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, em Goi\u00e1s existem 7.430 fisioterapeutas com registro ativo. H\u00e1 tamb\u00e9m 394 terapeutas ocupacionais. Eles atuam em unidades de sa\u00fade p\u00fablicas e privadas, cl\u00ednicas e at\u00e9 em academias destinadas \u00e0s pessoas com necessidades especiais. Na rede p\u00fablica, as unidades hospitalares da Secretaria do Estado da Sa\u00fade de Goi\u00e1s (SES-GO) possui profissionais de ambas as \u00e1reas para atendimento de pacientes internados ou que necessitam de recupera\u00e7\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<p>A fisioterapia \u00e9 uma \u00e1rea da sa\u00fade envolvida com o estudo, preven\u00e7\u00e3o e tratamento de les\u00f5es no corpo humano, que podem decorrer de traumas e doen\u00e7as adquiridas ou gen\u00e9ticas. O profissional da \u00e1rea \u00e9 denominado de fisioterapeuta e deve ter forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica superior. Quem atua na fisioterapia est\u00e1 habilitado a trabalhar em hospitais, cl\u00ednicas, centros de reabilita\u00e7\u00f5es, entre outras unidades de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Na sa\u00fade coletiva, o fisioterapeuta \u00e9 respons\u00e1vel por promover a\u00e7\u00f5es que garantam a sa\u00fade de grupos de pessoas, podendo participar, por exemplo, de programas de fisioterapia do trabalho e de a\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de sa\u00fade. O profissional tamb\u00e9m \u00e9 importante para realizar terapias de reabilita\u00e7\u00e3o com pacientes com problemas respirat\u00f3rios e pessoas que passam grandes per\u00edodos internadas em hospitais, como em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Tamb\u00e9m ajudam na melhoria da qualidade de vida de idosos com a\u00e7\u00f5es que melhorem problemas musculares e de coluna.<\/p>\n<p>A terapia ocupacional \u00e9 uma \u00e1rea relacionada com o estudo, preven\u00e7\u00e3o e tratamento de problemas f\u00edsicos, mentais, emocionais e sociais que dificultam a realiza\u00e7\u00e3o das atividades di\u00e1rias de um paciente. Durante o tratamento, o profissional deve buscar meios para que a pessoa, aos poucos, consiga realizar essas tarefas, garantindo assim seu bem-estar e independ\u00eancia. O curso de forma\u00e7\u00e3o \u00e9 de n\u00edvel superior. O terapeuta ocupacional, seja em cl\u00ednicas, hospitais e unidades b\u00e1sicas, atua no tratamento de pessoas com dificuldades no desempenho de tarefas simples, sendo fundamentais caracter\u00edsticas como paci\u00eancia e amor pela \u00e1rea escolhida.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rias de supera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Trabalhando no Hospital Estadual de Urg\u00eancias da Regi\u00e3o Noroeste de Goi\u00e2nia Governador Ot\u00e1vio Lage de Siqueira (Hugol) h\u00e1 cerca de quatro anos, a fisioterapeuta Luciana Viana Aguiar, de 42 anos, tem 15 anos de forma\u00e7\u00e3o, presenciando muitas hist\u00f3rias de supera\u00e7\u00e3o com o trabalho desenvolvido em UTIs. Luciana Viana investiu na forma\u00e7\u00e3o para trabalhar em Unidades de Terapia Intensiva, cursando especializa\u00e7\u00e3o e resid\u00eancia voltadas para essa \u00e1rea hospitalar, o que caracteriza o trabalho como fisioterapeuta intensivista como sua grande paix\u00e3o.<\/p>\n<p>A profissional relata que no seu dia a dia atua na fisioterapia motora e respirat\u00f3ria, observando e monitorando oxigena\u00e7\u00e3o, for\u00e7a muscular e demais instabilidades que podem afetar a terap\u00eautica de cada paciente. \u201cPrecisamos ter uma vis\u00e3o ampla do paciente e avaliar a parte respirat\u00f3ria, motora e f\u00edsica da pessoa \u00e9 uma maneira de realizar um trabalho completo aos pacientes de UTI\u201d, disse. Luciana Viana atende principalmente pacientes com traumas, como acidentados de carro e moto, feridos por arma de fogo e arma branca, entre outros.<\/p>\n<p>Segundo a fisioterapeuta, o olhar respirat\u00f3rio \u00e9 um diferencial da profiss\u00e3o, que avalia diversos fatores fisiol\u00f3gicos em pacientes que est\u00e3o em repouso, internados em UTI. \u201cUm paciente intubado precisa de uma aten\u00e7\u00e3o ainda mais precisa, observando secre\u00e7\u00f5es e exames laboratoriais, para que o uso da ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica seja bem controlada e eficiente\u201d, conta. O uso de par\u00e2metros e indicadores pelos fisioterapeutas da unidade tamb\u00e9m \u00e9 um diferencial, refor\u00e7a Luciana Viana. \u201cO trabalho multidisciplinar, com atua\u00e7\u00e3o ampla de fisioterapeuta, m\u00e9dico, enfermeiro, fonoaudi\u00f3logo, nutricionista, psic\u00f3logo e assistente social proporciona uma interna\u00e7\u00e3o mais humana aos pacientes que recebem nosso atendimento\u201d, conta.<\/p>\n<p>Emocionada, Luciana Viana lembra que todos os dias chega ao Hugol \u00e0s 6 horas da manh\u00e3 para come\u00e7ar um novo dia de trabalho e que, muitas vezes, os pacientes atendidos n\u00e3o sabem seu nome e de seus colegas, mas sabem que os fisioterapeutas exercem um trabalho importante dentro do ambiente hospitalar. \u201cOs pacientes valorizam e respeitam a \u2018fisio\u2019. Muitas vezes n\u00e3o sabem nossos nomes, mas agradecem o trabalho que desenvolvemos. E \u00e9 assim que queremos ser lembrados e respeitados, como aqueles que proporcionam qualidade de vida para os pacientes que atendemos\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-28605 aligncenter\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/images\/imagens_migradas\/2019\/10\/luciana-viana-hugol-1-1024x681.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"681\" \/><\/p>\n<p><strong>Devolvendo a independ\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 16 anos Anna Paula Hirako trabalha com paci\u00eancia e afinco no trato de pessoas com dificuldades em executar tarefas do dia a dia, seja por estar acamada em um leito de hospital ou com sequelas de alguma doen\u00e7a. Ainda no ensino m\u00e9dio, ao ler um manual do estudante, decidiu pela profiss\u00e3o de Terapia Ocupacional, cursando a faculdade na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Goi\u00e1s (PUC-GO).<\/p>\n<p>\u201cO meu papel \u00e9 o de recuperar a independ\u00eancia do paciente\u201d, afirma Anna Paula, de 36 anos e h\u00e1 dois atuando no Hospital Estadual Alberto Rassi (HGG), uma unidade em que h\u00e1 pacientes submetidos a cirurgia complexas e passam longos per\u00edodos acamados. Com experi\u00eancia em terapia ocupacional hospitalar, ela \u00e9 especialista em terapia de m\u00e3o. Mas, na rotina do dia a dia, cuida de pessoas que precisam de reabilita\u00e7\u00e3o para sair da cama, voltar a andar, conseguir escovar os dentes, pentear o cabelo e at\u00e9 mesmo se alimentar. \u201cA miss\u00e3o do profissional consiste em devolver a capacidade funcional do indiv\u00edduo, \u00e0s vezes criando adapta\u00e7\u00f5es de instrumento de uso di\u00e1rio, que permitem ao paciente realizar por conta pr\u00f3pria atividades cotidianas\u201d, diz Anna Paula.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-28610 aligncenter\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/images\/imagens_migradas\/2019\/10\/hgg.jpg\" alt=\"\" width=\"958\" height=\"721\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O sonho do jaleco amarelo<\/strong><\/p>\n<p>Alberico Jayme Silva, de 37 anos, conseguiu dois sonhos na vida: trabalhar no Centro Estadual de Reabilita\u00e7\u00e3o e Readapta\u00e7\u00e3o Dr. Henrique Santillo (CRER) e usar o jaleco amarelo, uniforme dos terapeutas ocupacionais que trabalham na unidade hospitalar. \u201cA profiss\u00e3o surgiu por acaso, depois de conversar com especialistas. Mas sempre gostei de cuidar de pessoas doentes, acho que por ter acompanhado minha av\u00f3 materna e familiares que vinham do interior para tratamento em Goi\u00e2nia\u201d, conta o filho de advogado, que precisou convencer o pai sobre sua voca\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>Alberico se formou h\u00e1 14 anos e h\u00e1 nove \u00e9 fisioterapeuta ocupacional na unidade da SES-GO, onde atua no CRER em Casa, programa de assist\u00eancia domiciliar composto por uma equipe multidisciplinar, formada por enfermeiros, t\u00e9cnicos de enfermagem, m\u00e9dicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psic\u00f3logos, assistentes sociais, nutricionistas e fonoaudi\u00f3logos. Ele conta que durante as visitas, al\u00e9m de avaliar o paciente, ele refor\u00e7a para a fam\u00edlia as orienta\u00e7\u00f5es e cuidados que contribuem para a melhoria e evolu\u00e7\u00e3o terap\u00eautica do mesmo. \u201cA participa\u00e7\u00e3o dos familiares \u00e9 importante no processo de recupera\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 uma extens\u00e3o do tratamento\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Segundo ele, o terapeuta ocupacional atua com os pacientes, familiares e cuidadores durante estas visitas. O trabalho consiste em preparar a fam\u00edlia para a mudan\u00e7a de rotina com um acamado em casa; d\u00e1 orienta\u00e7\u00f5es simples, de como posicionar o paciente no leito, na hora de comer, ensina alongamentos a serem feitos diariamente. Ou seja: medidas que visam a melhor qualidade de vida.<\/p>\n<p>\u201cLevo muito amor em meus atendimentos, pois n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil entrar na casa do paciente e vivenciar o sofrimento dele. N\u00e3o s\u00f3 sofrimento f\u00edsico, emocional, social. Geralmente eles e familiares enfrentam condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas graves, n\u00e3o tendo dinheiro para necessidades b\u00e1sicas como alimenta\u00e7\u00e3o, material para curativo e medica\u00e7\u00f5es. Em alguns casos tamb\u00e9m convivemos com o abandono do doente. Nessas horas temos que escutar, abra\u00e7ar, dar apoio, orientar e at\u00e9 ligar para alguma institui\u00e7\u00e3o em busca de ajuda\u201d, revela Alberico emocionado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-28607 aligncenter\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/images\/imagens_migradas\/2019\/10\/alberico-1024x608.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"608\" \/><\/p>\n<p><strong>No al\u00edvio da dor<\/strong><\/p>\n<p>Formado na cidade de Cuiab\u00e1 h\u00e1 23 anos, o fisioterapeuta Jos\u00e9 Ricardo Morais Campos, de 53 anos, trabalhou na emerg\u00eancia do Hospital Estadual de Urg\u00eancias de Goi\u00e2nia Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) durante 13 anos; teve uma breve passagem pelo Hospital Estadual de Dermatologia Sanit\u00e1ria e Reabilita\u00e7\u00e3o Santa Marta (HDS); e est\u00e1, h\u00e1 quatro anos, atuando no Centro Estadual de Refer\u00eancia em Medicina Integrativa e Complementar (Cremic), todas unidades da SES-GO.<\/p>\n<p>O profissional conta que a fisioterapia ajuda, de forma n\u00e3o farmacol\u00f3gica, os pacientes com suas dores. No Cremic, Jos\u00e9 Ricardo desenvolve a fisioterapia manipulativa, incluindo osteopatia e a massagem transversa profunda (Cyriax). Ele conta que essa \u00e9 uma t\u00e9cnica mais pesada da fisioterapia e que no Cremic a desenvolve com p\u00fablico diverso, com foco no al\u00edvio da dor. \u201cEssa \u00e9 uma t\u00e9cnica que me permite trabalhar com crian\u00e7as a partir de dez anos at\u00e9 idosos de 90 anos, indo al\u00e9m das pr\u00e1ticas convencionais e proporcionando melhora j\u00e1 nas primeiras sess\u00f5es\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>Para Jos\u00e9 Ricardo, a fisioterapia aliada as outras profiss\u00f5es causa bem aos pacientes que buscam atendimento na unidade. \u201cA melhor coisa \u00e9 quando um paciente chega e conta que conseguiu dormir. Com dor ningu\u00e9m dorme. Desenvolver essa t\u00e9cnica proporciona al\u00edvio da dor e bem-estar r\u00e1pido aos pacientes\u201d, conta. Ele trabalha com essa t\u00e9cnica da fisioterapia h\u00e1 pelo menos 22 anos e ressalta que exercer a profiss\u00e3o no Cremic proporcionou ainda mais aproxima\u00e7\u00e3o dos pacientes. \u201cEssa unidade \u00e9 diferenciada na quest\u00e3o da humaniza\u00e7\u00e3o, realizando um trabalho mais pr\u00f3ximo e familiar dos usu\u00e1rios, uma pr\u00e1tica adotada por toda a equipe\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-28609 aligncenter\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/images\/imagens_migradas\/2019\/10\/cremic.jpg\" alt=\"\" width=\"857\" height=\"679\" \/><\/p>\n<p><em>Felipe Cordeiro e Maria Vit\u00f3ria (texto); Sebasti\u00e3o Nogueira (foto capa) e Brito (foto 1)), da Comunica\u00e7\u00e3o Setorial<\/p>\n<p><strong>Foto 2:<\/strong>\u00a0Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Idtech<\/p>\n<p><\/em><strong>Foto 3:<\/strong> <em>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Agir<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Foto 4:<\/strong> Arquivo pessoal<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais celebram em 13 de outubro a data do reconhecimento profissional No domingo, 13 de outubro, s\u00e3o homenageados profissionais respons\u00e1veis pelo bem-estar f\u00edsico e manuten\u00e7\u00e3o das capacidades motoras das pessoas. 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