

{"id":23104,"date":"2020-01-21T14:09:36","date_gmt":"2020-01-21T17:09:36","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/historia-do-cesio-137-em-goiania\/"},"modified":"2024-02-27T15:06:35","modified_gmt":"2024-02-27T18:06:35","slug":"historia-do-cesio-137-em-goiania","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/historia-do-cesio-137-em-goiania\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria do C\u00e9sio 137 em Goi\u00e2nia"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" id=\"\" class=\" size-full wp-image-23101\" style=\"height: 100%; width: 100%;\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/cesio01-5c3.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"675\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/cesio01-5c3.jpg 1200w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/cesio01-5c3-300x169.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/cesio01-5c3-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/cesio01-5c3-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/p>\n<h2>Setembro de 1987<\/h2>\n<p>Em setembro de 1987 aconteceu o acidente com o C\u00e9sio-137 (137Cs) em Goi\u00e2nia, capital do Estado de Goi\u00e1s, Brasil. O manuseio indevido de um aparelho de radioterapia abandonado, onde funcionava o Instituto Goiano de Radioterapia, gerou um acidente que envolveu direta e indiretamente centenas de pessoas. A fonte, com radioatividade de 50.9 Tbq (1375 Ci) continha cloreto de c\u00e9sio, composto qu\u00edmico de alta solubilidade. O 137Cs, is\u00f3topo radioativo artificial do C\u00e9sio tem comportamento, no ambiente, semelhante ao do pot\u00e1ssio e outros metais alcalinos, podendo ser concentrado em animais e plantas. Sua meia-vida f\u00edsica \u00e9 de cerca de 33 anos.<\/p>\n<p>Com a viola\u00e7\u00e3o do equipamento, foram espalhados no meio ambiente v\u00e1rios fragmentos de\u00a0<sup>137<\/sup>Cs, na forma de p\u00f3 azul brilhante, provocando a contamina\u00e7\u00e3o de diversos locais, especificamente naqueles onde houve manipula\u00e7\u00e3o do material e para onde foram levadas as v\u00e1rias partes do aparelho de radioterapia.<\/p>\n<p>Por conter chumbo, material de relativo valor financeiro, a fonte foi vendida para um dep\u00f3sito de ferro-velho, cujo dono a repassou a outros dois dep\u00f3sitos, al\u00e9m de distribuir os fragmentos do material radioativo a parentes e amigos que por sua vez os levaram para suas casas.<\/p>\n<p>As pessoas que tiveram contato com o material radioativo \u2013 contato direto na pele (contamina\u00e7\u00e3o externa), inala\u00e7\u00e3o, ingest\u00e3o, absor\u00e7\u00e3o por penetra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de les\u00f5es da pele (contamina\u00e7\u00e3o interna) e irradia\u00e7\u00e3o- apresentaram, desde os primeiros dias, n\u00e1useas, v\u00f4mitos, diarreia, tonturas e les\u00f5es do tipo queimadura na pele. Algumas delas buscaram assist\u00eancia m\u00e9dica em hospitais locais at\u00e9 que a esposa do dono do dep\u00f3sito de ferro-velho, suspeitando que aquele material tivesse rela\u00e7\u00e3o com o mal-estar que se abateu sobre sua fam\u00edlia, levou a pe\u00e7a para a Divis\u00e3o de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria da Secretaria Estadual de Sa\u00fade, onde finalmente o material foi identificado como radioativo. Devido \u00e0s caracter\u00edsticas do acidente de Goi\u00e2nia, as vias potenciais de exposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o foram: inala\u00e7\u00e3o de material ressuspenso, ingest\u00e3o de frutas, verduras e irradia\u00e7\u00e3o externa devido ao material depositado no ambiente.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"\" class=\" size-full wp-image-23102\" style=\"display: inline;\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/radioativo-469.jpeg\" alt=\"\" width=\"442\" height=\"277\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/radioativo-469.jpeg 1920w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/radioativo-469-300x188.jpeg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/radioativo-469-1024x640.jpeg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/radioativo-469-768x480.jpeg 768w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/radioativo-469-1536x960.jpeg 1536w\" sizes=\"(max-width: 442px) 100vw, 442px\" \/><br \/>\nA fonte radioativa foi removida e manipulada indevidamente no dia 13 de setembro, por\u00e9m o acidente radioativo s\u00f3 foi identificado como tal no dia 29 do mesmo m\u00eas, quando foi feita a comunica\u00e7\u00e3o \u00e0 Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear \u2013 CNEN, que notificou a Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica \u2013AIEA. Foi acionado um plano de emerg\u00eancia do qual participaram CNEN, Furnas Centrais El\u00e9tricas S\/A \u2013 FURNAS, Empresas Nucleares Brasileiras S\/A \u2013 NUCLEBR\u00c1S, DEFESA CIVIL, ala de emerg\u00eancia nuclear do Hospital Naval Marc\u00edlio Dias \u2013 HNMD, Secretaria Estadual de Sa\u00fade de Goi\u00e1s \u2013 SES\/GO, Hospital Geral de Goi\u00e2nia \u2013HGG, al\u00e9m de outras institui\u00e7\u00f5es locais, nacionais e internacionais que se incorporaram ou auxiliaram a \u201cOpera\u00e7\u00e3o C\u00e9sio-137\u201d.<\/p>\n<p>As primeiras provid\u00eancias foram identificar, monitorar, descontaminar e tratar a popula\u00e7\u00e3o envolvida; as \u00e1reas consideradas como focos principais de contamina\u00e7\u00e3o foram isoladas e iniciou-se a triagem de pessoas no Est\u00e1dio Ol\u00edmpico. A descontamina\u00e7\u00e3o dos focos principais foi feita removendo-se grandes quantidades de solo e de constru\u00e7\u00f5es que foram demolidas. Ao mesmo tempo era realizada a monitora\u00e7\u00e3o para quantificar a dispers\u00e3o do 137Cs no ambiente, al\u00e9m de an\u00e1lise de solo, vegetais, \u00e1gua e ar.<\/p>\n<h2>Focos de Contamina\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"\" class=\" size-full wp-image-23103\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/Mapa-do-Acidente-e1b.jpg\" alt=\"\" width=\"1020\" height=\"672\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/Mapa-do-Acidente-e1b.jpg 1020w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/Mapa-do-Acidente-e1b-300x198.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2020\/01\/Mapa-do-Acidente-e1b-768x506.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1020px) 100vw, 1020px\" \/><\/p>\n<p>Foram identificados e isolados sete focos principais, onde houve a contamina\u00e7\u00e3o de pessoas e do ambiente e onde havia altas taxas de exposi\u00e7\u00e3o. No total, foram monitoradas 112.800 pessoas, das quais 249 apresentaram significativa contamina\u00e7\u00e3o interna e\/ou externa, sendo que em 120 delas a contamina\u00e7\u00e3o era apenas em roupas e cal\u00e7ados, e as mesmas foram liberadas ap\u00f3s a descontamina\u00e7\u00e3o. As outras 129 passaram a receber acompanhamento m\u00e9dico regular. Destas, 79 com contamina\u00e7\u00e3o externa receberam tratamento ambulatorial; dos outros 50 radioacidentados com contamina\u00e7\u00e3o interna, 30 foram assistidos em albergues em semi-isolamento, e 20 foram encaminhados ao Hospital Geral de Goi\u00e2nia; destes \u00faltimos, 14 em estado grave foram transferidos para o Hospital Naval Marc\u00edlio Dias, no Rio de Janeiro, onde quatro deles foram a \u00f3bito, oito desenvolveram a S\u00edndrome Aguda da Radia\u00e7\u00e3o \u2013 SAR -, 14 apresentaram fal\u00eancia de medula \u00f3ssea e 01 sofreu amputa\u00e7\u00e3o do antebra\u00e7o. No total, 28 pessoas desenvolveram em maior ou menor intensidade, a S\u00edndrome Cut\u00e2nea da Radia\u00e7\u00e3o (as les\u00f5es cut\u00e2neas tamb\u00e9m eram ditas \u201cradiodermites\u201d). Os casos de \u00f3bito ocorreram cerca de 04 a 05 semanas ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o ao material radioativo, devido a complica\u00e7\u00f5es esperadas da SAR \u2013 hemorragia (02 pacientes) e infec\u00e7\u00e3o generalizada (02 pacientes).<\/p>\n<h2 data-fontsize=\"46\" data-lineheight=\"57\">Lixo Radioativo<\/h2>\n<p>O acidente de Goi\u00e2nia gerou 3500 m3 de lixo radioativo, que foi acondicionado em containeres concretados. O reposit\u00f3rio definitivo deste material localiza-se na cidade de Abadia de Goi\u00e1s, a 23 km de Goi\u00e2nia, onde a CNEN instalou o Centro Regional de Ci\u00eancias Nucleares do Centro-Oeste, que executa a monitora\u00e7\u00e3o dos rejeitos radioativos e controle ambiental.<\/p>\n<p>Para executar o monitoramento sobre os efeitos da exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ionizante nas pessoas que foram v\u00edtimas deste acidente, o governo do Estado de Goi\u00e1s criou, em fevereiro de 1988, a Funda\u00e7\u00e3o Leide das Neves Ferreira. Foram definidos grupos de monitoramento dos pacientes, de acordo com normas internacionais, que consideram como crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o a gravidade das les\u00f5es cut\u00e2neas e a intensidade da contamina\u00e7\u00e3o interna e externa, e que determinou a metodologia dos protocolos de acompanhamento m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Os c\u00e1lculos de dose das pessoas foram feitos com base nos resultados dos exames de dosimetria citogen\u00e9tica, para avalia\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o externa; e de an\u00e1lise de excretas e contador de corpo inteiro para avalia\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o interna. Pela t\u00e9cnica de dosimetria citogen\u00e9tica estima-se a dose recebida atrav\u00e9s de aberra\u00e7\u00f5es cromossomiais causadas pela radia\u00e7\u00e3o. A dose estimada \u00e9 proporcional ao n\u00famero de aberra\u00e7\u00f5es existentes. A t\u00e9cnica de an\u00e1lise de excretas \u00e9 chamada de monitora\u00e7\u00e3o in vitro e a de contador de corpo inteiro \u2013 detectores de radia\u00e7\u00e3o s\u00e3o colocados pr\u00f3ximos ao corpo e inferem a quantidade de material radioativo incorporado e subsequentemente a dose \u2013 monitora\u00e7\u00e3o in vivo.<\/p>\n<p>Sem d\u00favida, o Acidente Radiol\u00f3gico com o C\u00e9sio-137 forneceu ensinamentos e possibilitou aprendizados para todo o mundo, em todas as \u00e1reas do conhecimento humano. Das v\u00e1rias li\u00e7\u00f5es aprendidas neste acidente, podemos nos referir \u00e0quela que trata da nossa responsabilidade em conhecer as consequ\u00eancias de se lidar com ci\u00eancia e tecnologia, e ampliarmos os cuidados que priorizam a \u00e9tica e o respeito \u00e0 vida.<\/p>\n<h2 data-fontsize=\"46\" data-lineheight=\"57\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/h2>\n<p>CRUZ, A. D. da; GLICKMAN, B. W. Monitoring the genetic health of humans accidentally exposed to ionizing radiation of Cesium137 in Goiania (Brazil). In: International Conference\/ Goiania 10 years later: the radiological accident with Cs137. Goi\u00e2nia \u2013 Brasil, Brasil. Anais\u2026Rio de Janeiro, RJ: CNEN, p. 131-137,1997.<\/p>\n<p>CNEN. Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear. Relat\u00f3rio do Acidente Radiol\u00f3gico em Goi\u00e2nia. 1988.<\/p>\n<p>FUNLEIDE. Funda\u00e7\u00e3o Leide das Neves Ferreira. Hist\u00f3ria do Acidente<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Setembro de 1987 Em setembro de 1987 aconteceu o acidente com o C\u00e9sio-137 (137Cs) em Goi\u00e2nia, capital do Estado de Goi\u00e1s, Brasil. O manuseio indevido de um aparelho de radioterapia abandonado, onde funcionava o Instituto Goiano de Radioterapia, gerou um acidente que envolveu direta e indiretamente centenas de pessoas. 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