

{"id":19991,"date":"2020-04-07T15:19:44","date_gmt":"2020-04-07T18:19:44","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/semana-mundial-da-saude\/"},"modified":"2020-04-07T15:19:44","modified_gmt":"2020-04-07T18:19:44","slug":"semana-mundial-da-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/semana-mundial-da-saude\/","title":{"rendered":"Semana Mundial da Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p><em>O SUS na vida dos brasileiros &eacute; fundamental e extremamente necess&aacute;rio<\/em><\/p>\n<p>O momento em que estamos vivendo &eacute; extremamente dif&iacute;cil e &eacute; mais do que necess&aacute;rio usarmos o bom senso. Este momento veio tamb&eacute;m para que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer, de fato, e perceber o quanto o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de, o SUS, &eacute; importante. Mais do que isso, ele &eacute; fundamental na vida das pessoas, sobretudo as mais pobres e menos favorecidas, que dependem exclusivamente da assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de, que s&oacute; a consegue no SUS. E n&atilde;o &eacute; uma parcela pequena, representam em torno de 75% dos brasileiros e brasileiras. S&atilde;o trabalhadores e trabalhadoras que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum plano de sa&uacute;de e nem condi&ccedil;&otilde;es financeiras de procurar a sa&uacute;de privada e arcar com os altos custos, at&eacute; porque sa&uacute;de &eacute; vista como mercadoria, e o custo &eacute; extremamente alto. Por isso, essa pessoa fica na depend&ecirc;ncia total do SUS na assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, hospitalar e odontol&oacute;gica, seja ela na preven&ccedil;&atilde;o, interna&ccedil;&otilde;es, cirurgias, medicamentos e toda a fase de recupera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Este momento exige muita lucidez e equil&iacute;brio de todos n&oacute;s, principalmente de n&oacute;s que somos autoridades na sa&uacute;de, seja no Estado, seja nos munic&iacute;pios. N&atilde;o devemos e nem podemos nos furtar de refutar tudo aquilo que vem para contrapor o que de fato n&atilde;o contribua para as boas praticas sanit&aacute;rias e que certamente poder&aacute; ocasionar uma grande cat&aacute;strofe na nossa sa&uacute;de, e em consequ&ecirc;ncia, para o SUS. Temos que, principalmente, n&atilde;o replicar e combater as fake news, que tanto t&ecirc;m atrapalhado as orienta&ccedil;&otilde;es das autoridades sanit&aacute;rias, orienta&ccedil;&otilde;es essas que, de fato, t&ecirc;m sido fundamentais para o momento, pois t&ecirc;m dado certo, principalmente, as recomenda&ccedil;&otilde;es de ISOLAMENTO SOCIAL. &Eacute; preciso compreender que, at&eacute; agora, a COVID-19 s&oacute; tem acometido os mais abastados, ou seja, os ricos, que t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es de procurar os melhores hospitais do Pa&iacute;s e que, de fato, est&atilde;o lotando as principais unidades de sa&uacute;de, tais como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital S&iacute;rio Liban&ecirc;s, Hospital Osvaldo Cruz, em S&atilde;o Paulo; Hospital Moinho de Vento e Hospital M&atilde;e de Deus, em Porto Alegre; Hospitais Quinta D&rsquo;or e Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro; entre outros. Em Goi&aacute;s, temos os exemplos Hospital do Cora&ccedil;&atilde;o, Hospital Anis Rassi, Hospital Orion, Hospital S&atilde;o Francisco, Hospital Santa Helena e Hospital Neurol&oacute;gico, entre outros.<\/p>\n<p>&Eacute; mais do que necess&aacute;rio compreender que a partir de agora, com o v&iacute;rus da COVID-19 em circula&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria, ser&atilde;o contaminados todos ou quase todos e todas. Portanto, o novo coronav&iacute;rus estar&aacute; em todos os bairros, favelas e comunidades mais vulner&aacute;veis, contaminando a todos, principalmente os mais vulner&aacute;veis que, inclusive, n&atilde;o t&ecirc;m as condi&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias adequadas, pois falta toda ou quase toda estrutura necess&aacute;ria. Falta asfalto e at&eacute; esgotamento sanit&aacute;rio, condi&ccedil;&otilde;es adequadas de moradia. Assim sendo, ser&aacute; inevit&aacute;vel um grande quantitativo de infectados, diariamente, que causar&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, o colapso na nossa SA&Uacute;DE P&Uacute;BLICA, que n&atilde;o ter&aacute; leitos e, muito menos, respiradores, que s&oacute; s&atilde;o utilizados nas Unidades de Terapias Intensivas (UTIs), que, sabemos, n&atilde;o existem em n&uacute;mero suficiente, nem em condi&ccedil;&otilde;es normais no dia a dia.<\/p>\n<p>Hoje j&aacute; temos vistos muitos pacientes irem a &oacute;bito por falta de um leito de UTI, imagine que com um aumento exponencial em torno de 10% dos infectados, que necessitar&atilde;o desses leitos e de respirados para sobreviverem? Assim sendo, neste momento, tem que nos voltar para as favelas, comunidades onde est&atilde;o, de fato, os verdadeiramente mais vulner&aacute;veis, em situa&ccedil;&atilde;o de ruas e totalmente desprotegidos. Feliz daqueles que t&ecirc;m um lar e pode se isolar nele. Ainda que n&atilde;o seja o ideal, temos, impreterivelmente, que evitar o cont&aacute;gio, ou seja, esse cont&aacute;gio ter&aacute; que ser gradual, porque, se de fato formos acometidos em uma escala exponencial, com certeza, perderemos enorme porcentual da nossa popula&ccedil;&atilde;o dependente do SUS. E isso &eacute; o que queremos evitar a todo custo, ainda que com muitas dificuldades. Por&eacute;m o maior patrim&ocirc;nio que n&oacute;s temos &eacute;, sem sombra de d&uacute;vidas, a vida, e infelizmente s&oacute; compreendemos isso no pior momento, ou seja, no triste momento quando perdemos um familiar, um amigo querido ou algu&eacute;m pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>Ent&atilde;o, agora &eacute; hora de fazermos a nossa parte. Para isso, temos que respeitar as orienta&ccedil;&otilde;es das autoridades sanit&aacute;rias. FIQUEM EM CASA!!! Respeitem o isolamento social. Passar&aacute; logo, e voc&ecirc; estar&aacute; se protegendo e protegendo sua fam&iacute;lia, al&eacute;m de todos aqueles a quem voc&ecirc; teria contatos ao longo desse per&iacute;odo. Por favor, n&atilde;o preste um desservi&ccedil;o ao SUS do nosso Pa&iacute;s, que, neste momento, precisa muito da nossa capacidade de articular positivamente, n&atilde;o s&oacute; na defesa do SUS, bem como repreender toda forma de fake news que venha desqualificar o SUS, assim como os nossos profissionais de Sa&uacute;de, que t&ecirc;m demostrado muito compromisso e n&atilde;o t&ecirc;m medido esfor&ccedil;os para prestar a devida assist&ecirc;ncia a todos aqueles e aquelas que, neste momento de extremo infort&uacute;nio, t&ecirc;m se contaminado.&nbsp;<\/p>\n<p>Conclamo a todos e a todas que, ao longo de anos, v&ecirc;m fazendo parte do controle social: conselheiros e conselheiras municipais e estaduais de Sa&uacute;de, que exercem a condi&ccedil;&atilde;o de relev&acirc;ncia p&uacute;blica e social; o trabalho essencial de conselheiros e conselheiras de Sa&uacute;de, uma das maiores condi&ccedil;&otilde;es de exerc&iacute;cio da cidadania, defendendo, propondo e encaminhando diretrizes para o SUS, nas esferas correspondentes, democraticamente exercendo coletivamente a cogest&atilde;o na defesa de uma pol&iacute;tica de Sa&uacute;de universal integral e equ&acirc;nime, ou seja, que se respeitem as diretrizes e princ&iacute;pios legalmente constitu&iacute;dos.&nbsp;<\/p>\n<p>Precisamos seguir os bons exemplos. Ser&aacute; que as autoridades sanit&aacute;rias e governantes do Brasil e da grande maioria dos pa&iacute;ses que est&atilde;o enfrentando esse problema est&atilde;o erradas? N&atilde;o podemos cometer os mesmos erros, por exemplo, da It&aacute;lia, que admitiu ter errado por n&atilde;o ter decretado o isolamento no momento correto, e hoje est&aacute; pagando um pre&ccedil;o extremamente alto, ou seja, vidas de milhares de pessoas est&atilde;o sendo ceifadas, quando poderiam ter sido evitadas ou minimizadas de forma organizada.<\/p>\n<p>Portanto, este &eacute; o momento que precisamos reconhecer e defender a pol&iacute;tica p&uacute;blica de sa&uacute;de que temos, o nosso SUS, que &eacute; um patrim&ocirc;nio p&uacute;blico de acesso universal e que tem exercido um papel fundamental na assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de e na vida das pessoas. &Eacute; de extrema import&acirc;ncia que unamos for&ccedil;as na defesa intransigente desse que &eacute; o maior e melhor sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de universal e, sem tr&eacute;guas, nos mobilizamos e exijamos dos nossos representantes no Congresso Nacional, pressionando imediatamente pela revoga&ccedil;&atilde;o da Emenda Constitucional 95\/2016, a chamada PEC DA MORTE, que congela os recursos para as pol&iacute;ticas sociais de Educa&ccedil;&atilde;o e de Sa&uacute;de por 20 anos. Diversos autores estimaram as perdas para o SUS com a EC 95 ao longo de 20 anos. Desde que que a EC 95 foi aprovada, em dezembro de 2016, o or&ccedil;amento para a Sa&uacute;de tem diminu&iacute;do cada vez mais. Somente em 2019, a perda de investimentos na &aacute;rea representou R$ 20 bilh&otilde;es, o que significa, na pr&aacute;tica, a desvincula&ccedil;&atilde;o do gasto m&iacute;nimo de 15% da receita da Uni&atilde;o com a Sa&uacute;de.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2017, quando a emenda passou a vigorar, os investimentos em servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de representavam 15,77% da arrecada&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o. J&aacute; em 2019, os recursos destinados &agrave; &aacute;rea representaram 13,54%. &ldquo;A receita da Sa&uacute;de vem em &lsquo;queda livre&rsquo; desde a implementa&ccedil;&atilde;o da emenda&rdquo;, afirma o economista Francisco Funcia. Conforme metodologia de c&aacute;lculo utilizada por Funcia, se em 2019 o governo tivesse aplicado o mesmo patamar que aplicou em 2017 (15% da receita corrente l&iacute;quida de cada ano), a Sa&uacute;de teria um or&ccedil;amento de cerca de R$ 142,8 bilh&otilde;es, e n&atilde;o os R$ 122,6 bilh&otilde;es aplicados. Ou seja, um encolhimento de R$ 20,19 bilh&otilde;es nos recursos em sa&uacute;de. (https:\/\/conselho.saude.gov.br\/ultimas-noticias-cns\/1044-saude-perdeu-r-20-bilhoes-em-2019-por-causa-da-ec-95-2016).<\/p>\n<p>Mas ser&aacute; preciso muito mais que isso. Comparado com outros pa&iacute;ses que t&ecirc;m sistema universal de sa&uacute;de, o Brasil &eacute; a na&ccedil;&atilde;o que tem o menor porcentual de investimento p&uacute;blico em rela&ccedil;&atilde;o ao Produto Interno Bruto (PIB). Os dados mostram que o governo brasileiro investe 3,8% do PIB em sa&uacute;de, &iacute;ndice muito inferior aos gastos de Canad&aacute;, Fran&ccedil;a, Su&iacute;&ccedil;a e Reino Unido, onde os porcentuais de investimento variam de 7,6% a 9%. Atualmente, o gasto total em sa&uacute;de no Brasil &eacute; de cerca de 8% do PIB. Desse porcentual, 4,4% do PIB s&atilde;o de gastos privados (55% do total) e 3,8% PIB de gastos p&uacute;blicos (45% do total). Os dados s&atilde;o do relat&oacute;rio Aspectos Fiscais da Sa&uacute;de no Brasil, publicado pelo Banco Mundial no final de 2018. O documento destaca que mesmo o Pa&iacute;s tendo um sistema de sa&uacute;de p&uacute;blico universal, o gasto privado em sa&uacute;de no Brasil &eacute; superior ao gasto p&uacute;blico, diferentemente do padr&atilde;o de pa&iacute;ses desenvolvidos com sistemas parecidos, como o Reino Unido e a Su&eacute;cia.<\/p>\n<p>Ao comparar essa participa&ccedil;&atilde;o com outros pa&iacute;ses selecionados, o IBGE identificou que o gasto p&uacute;blico brasileiro (3,8% do PIB) &eacute; menor que a m&eacute;dia dos pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e o Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE0, que &eacute; de 6,5%, enquanto os gastos privados (5,4%) superam em mais que o dobro a m&eacute;dia dos mesmos pa&iacute;ses (2,3%). Na compara&ccedil;&atilde;o com pa&iacute;ses desenvolvidos, como Alemanha, Fran&ccedil;a, Jap&atilde;o, as diferen&ccedil;as dos gastos privados e p&uacute;blicos na participa&ccedil;&atilde;o no PIB s&atilde;o ainda maiores nos tr&ecirc;s pa&iacute;ses. O governo gasta mais de 9%, enquanto as fam&iacute;lias, menos de 2%. Na Su&iacute;&ccedil;a, os gastos privados chegam a 4,5% do PIB, pr&oacute;ximo ao do Brasil, mas os do governo chegam a 7,9%, ou seja, mais que o dobro. O gasto total per capita com sa&uacute;de no Brasil, contando investimentos p&uacute;blicos e privados, tamb&eacute;m est&aacute; bem abaixo da m&eacute;dia dos pa&iacute;ses desenvolvidos com modelos universais. Na Su&iacute;&ccedil;a, por exemplo, esse valor chega a U$ 9.276 por habitante na &aacute;rea da sa&uacute;de, enquanto o Brasil investe U$ 1.083.<\/p>\n<p>Precisamos pressionar e sensibilizar o Congresso Nacional tamb&eacute;m para que sejam aprovados mais recursos para a Sa&uacute;de, com a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta que j&aacute; &eacute; consenso entre n&oacute;s, os defensores do SUS. Trata-se da taxa&ccedil;&atilde;o de grandes fortunas e das cadeias produtivas de produtos que afetam a Sa&uacute;de, entre outras fontes que foram aprovados na 16&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de (8&ordf;+8) em 2019.<\/p>\n<p>POR FAVOR, FIQUE EM CASA! ASSIM VOC&Ecirc; ESTAR&Aacute; SE PROTEGENDO E EVITANDO QUE MAIS PESSOAS SE CONTAMINEM!!!!!<\/p>\n<p>DEIXO AQUI O MEU FRATERNO ABRA&Ccedil;O VIRTUAL A TODOS!<\/p>\n<p>Venerando Lemes de Jesus<\/p>\n<p>Sanitarista especialista em Sa&uacute;de Publica<br \/>\nEspecialista em Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de<br \/>\nEspecialista em Gest&atilde;o de Pol&iacute;ticas de Sa&uacute;de Informado por Evid&ecirc;ncias<br \/>\nPresidente do Conselho Estadual de Sa&uacute;de de Goi&aacute;s<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O SUS na vida dos brasileiros &eacute; fundamental e extremamente necess&aacute;rio O momento em que estamos vivendo &eacute; extremamente dif&iacute;cil e &eacute; mais do que necess&aacute;rio usarmos o bom senso. 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