

{"id":19083,"date":"2019-05-23T07:05:58","date_gmt":"2019-05-23T10:05:58","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/pesquisa-sobre-hepatite-subsidia-acoes-de-saude-da-ses-go-3\/"},"modified":"2019-05-23T07:05:58","modified_gmt":"2019-05-23T10:05:58","slug":"pesquisa-sobre-hepatite-subsidia-acoes-de-saude-da-ses-go-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/pesquisa-sobre-hepatite-subsidia-acoes-de-saude-da-ses-go-3\/","title":{"rendered":"Pesquisa sobre hepatite subsidia a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade da SES-GO"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-8342\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/02-sanzia-e-glenia-f48.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"994\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/02-sanzia-e-glenia-f48.jpg 1500w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/02-sanzia-e-glenia-f48-300x199.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/02-sanzia-e-glenia-f48-1024x679.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/02-sanzia-e-glenia-f48-768x509.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p>Estudo populacional com dados de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria do SUS que apresenta s&eacute;ries hist&oacute;ricas dos casos goianos de hepatites foi publicado no primeiro fasc&iacute;culo da Revista Cient&iacute;fica da Escola de Sa&uacute;de P&uacute;blica C&acirc;ndido Santiago de 2019. Para realizar a pesquisa, dados coletados entre 2013 e 2017 foram avaliados sob a perspectiva da situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica das hepatites virais em Goi&aacute;s. A hepatite B foi o sorotipo mais prevalente, com 5.607 epis&oacute;dios, seguido de hepatite C (1.713) e hepatite A (208), de um total de 7.762 casos confirmados. Entre as formas de contamina&ccedil;&atilde;o de hepatite B e C, a via sexual foi a mais prevalente.<\/p>\n<p>A ideia de desenvolver uma pesquisa cient&iacute;fica sobre hepatite viral quando a fisioterapeuta Gl&ecirc;nia Feitosa dos Santos Barbosa passou a integrar a equipe da Coordena&ccedil;&atilde;o Estadual de Hepatites Virais da Superintend&ecirc;ncia de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de (Suvisa). Al&eacute;m de apontar a maior preval&ecirc;ncia do tipo B entre as hepatites virais mais frequentes, os dados confirmaram a necessidade de planejamento e\/ou incremento de a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o das situa&ccedil;&otilde;es de contamina&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Pelo fato de hepatite B ainda ser um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica, exige-se um conjunto de a&ccedil;&otilde;es e envolvimento intersetorial para controlar essa doen&ccedil;a viral&rdquo;, explica Gl&ecirc;nia, que usou o estudo como base para melhorar as a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas pela coordena&ccedil;&atilde;o em que ela atua.<\/p>\n<p><strong>Pesquisa aplicada<\/strong><\/p>\n<p>Entre 2013 e 2018, a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas permanentes foram realizadas, como campanhas de alerta, orienta&ccedil;&otilde;es, testagem r&aacute;pida, capacita&ccedil;&atilde;o de quase 1 mil profissionais e orienta&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o de casos para as hepatites B e C. A Secretaria Estadual de Sa&uacute;de de Goi&aacute;s (SES-GO) aumentou o n&uacute;mero de testes r&aacute;pidos distribu&iacute;dos, de 9.3 mil, em 2013, para 318.8 mil em dezembro de 2018. At&eacute; abril de 2019 j&aacute; foram 159.725 testes.<\/p>\n<p>A Coordena&ccedil;&atilde;o Estadual de Hepatites Virais tamb&eacute;m trabalha em parceria com organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais (ONGs), universidades, escolas de sa&uacute;de, hospitais e conselhos profissionais. &ldquo;Realizamos v&aacute;rios eventos comunit&aacute;rios de testagem r&aacute;pida em diferentes locais, al&eacute;m de distribui&ccedil;&atilde;o de insumos e material educativo para a popula&ccedil;&atilde;o. Fazemos monitoramento, em tempo real, do banco de dados e dos exames&rdquo;, explica a pesquisadora. Ela cita tamb&eacute;m o Comit&ecirc; Estadual de Transmiss&atilde;o Vertical (transmiss&atilde;o de doen&ccedil;as da m&atilde;e para o feto) como outra a&ccedil;&atilde;o que tem como objetivo investigar e analisar os eventos relacionados &agrave; transmiss&atilde;o vertical de s&iacute;filis, HIV e Hepatites B e C, para apontar medidas de interven&ccedil;&atilde;o para sua redu&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Entre as a&ccedil;&otilde;es priorit&aacute;rias do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de est&aacute; a erradica&ccedil;&atilde;o da Hepatite C at&eacute; 2030. &ldquo;Com a inova&ccedil;&atilde;o da medica&ccedil;&atilde;o para a hepatite C, j&aacute; temos a cura e j&aacute; s&atilde;o mais de dois mil pacientes curados. O centro de refer&ecirc;ncia &eacute; o HDT (Hospital de Doen&ccedil;as Tropicais) do Estado de Goi&aacute;s&rdquo;, ressalta a fisioterapeuta. Outra prioridade do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; a campanha em massa da vacina contra a Hepatite B, para mulheres entre 15 e 49 anos &ndash; que &eacute; a faixa et&aacute;ria reprodutiva, contribuindo para a redu&ccedil;&atilde;o da Transmiss&atilde;o Vertical.<\/p>\n<p>Para a profissional de sa&uacute;de, as pesquisas cient&iacute;ficas no &acirc;mbito da SES-GO s&atilde;o necess&aacute;rias. &ldquo;As pesquisas s&atilde;o importantes para ter um par&acirc;metro e demonstrar os pontos fortes das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de e tamb&eacute;m o que precisa ser melhorado&rdquo;, avalia ainda Gl&ecirc;nia, que teve como orientadora a nutricionista S&acirc;nzia Francisca Ferraz, mestre em Nutri&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de pela Universidade Federal de Goi&aacute;s (UFG) e servidora da Superintend&ecirc;ncia de Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de para o SUS (Sest-SUS).<\/p>\n<p><strong>Revista Cient&iacute;fica da Esap<\/strong><\/p>\n<p>Publicado no dia 5 de maio, a edi&ccedil;&atilde;o do primeiro fasc&iacute;culo da Resap em 2019 inclui cinco artigos cient&iacute;ficos que abordam assuntos de interesse dos profissionais da vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de e aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de.<\/p>\n<p>O primeiro artigo &eacute; o estudo de Gl&ecirc;nia. O segundo tamb&eacute;m faz um estudo populacional em base de dados, mas exp&otilde;e os casos de microcefalia e de outras altera&ccedil;&otilde;es neurofuncionais em neonatos, distribu&iacute;dos por s&eacute;ries hist&oacute;ricas e geogr&aacute;ficas em Goi&aacute;s. O terceiro artigo &eacute; relata experi&ecirc;ncia do acompanhamento pr&eacute;-natal de enfermagem para gestantes atendidas numa Unidade de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia em Cachoeira Alta. O quarto e o quinto artigos s&atilde;o revis&otilde;es da literatura que abordam o tratamento da obesidade, um sobre o acompanhamento psicol&oacute;gico de adolescentes obesos e outro sobre interven&ccedil;&otilde;es com fitoter&aacute;picos para redu&ccedil;&atilde;o de massa corporal.<\/p>\n<p>A Resap &eacute; um peri&oacute;dico de acesso livre e gratuito, publicado quadrimestralmente pela Esap, apenas na vers&atilde;o eletr&ocirc;nica, dispon&iacute;vel no endere&ccedil;o www.revista.esap.go.gov.br. Sua miss&atilde;o &eacute; disseminar o conhecimento cient&iacute;fico, revisto por pares, desenvolvido por pesquisadores e trabalhadores da &aacute;rea das Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, com &ecirc;nfase em Sa&uacute;de P&uacute;blica, Sa&uacute;de Coletiva, Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de e Gest&atilde;o em Sa&uacute;de. Os manuscritos escritos em portugu&ecirc;s, ingl&ecirc;s ou espanhol e submetidos para an&aacute;lise devem ser originais, n&atilde;o ter sido previamente publicado ou apresentado em outros peri&oacute;dicos.<\/p>\n<p>Para acessar a revista e conhecer um pouco mais sobre as pesquisas cient&iacute;ficas realizadas no &acirc;mbito da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de, clique no link:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.revista.esap.go.gov.br\/index.php\/resap\/article\/view\/106\">https:\/\/www.revista.esap.go.gov.br\/index.php\/resap\/article\/view\/106<\/a><\/p>\n<p><em>Gabriela Dutra (texto) e Karim Alexandre (foto), da Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial<\/em><\/p>\n<p><em>Legenda da foto: a pesquisadora Gl&ecirc;nia Feitosa e sua orientadora, S&acirc;nzia Francisca Ferras, mestre em Nutri&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de pela Universidade Federal de Goi&aacute;s e servidora da Superintend&ecirc;ncia de Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de e Trabalho para o SUS (Sest-SUS)<\/em><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo populacional com dados de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria do SUS que apresenta s&eacute;ries hist&oacute;ricas dos casos goianos de hepatites foi publicado no primeiro fasc&iacute;culo da Revista Cient&iacute;fica da Escola de Sa&uacute;de P&uacute;blica C&acirc;ndido Santiago de 2019. 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