

{"id":15966,"date":"2019-11-21T15:11:11","date_gmt":"2019-11-21T18:11:11","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/esclerose-multipla\/"},"modified":"2019-11-21T15:11:11","modified_gmt":"2019-11-21T18:11:11","slug":"esclerose-multipla","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/esclerose-multipla\/","title":{"rendered":"Esclerose M\u00faltipla"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o: <\/strong> &Eacute; uma das doen&ccedil;as mais comuns do Sistema Nervoso Central: c&eacute;rebro e medula espinhal em adultos jovens. &Eacute; caracterizada tamb&eacute;m como doen&ccedil;a desmielinizante, pois lesa a mielina, prejudicando a neurotransmiss&atilde;o. A mielina &eacute; um complexo de camadas lipoproteicas formado no in&iacute;cio do desenvolvimento pela oligodendroglia no SNC, a qual envolve e isola as fibras nervosas (ax&ocirc;nios), permitindo que os nervos transmitam seus impulsos rapidamente, ajudando na condu&ccedil;&atilde;o das mensagens que controlam todos os movimentos conscientes e inconscientes do organismo.<\/p>\n<p><strong>Causa: <\/strong> Ainda desconhecida<\/p>\n<p><strong>Sintomas: <\/strong> A Esclerose M&uacute;ltipla &eacute; uma doen&ccedil;a muito vari&aacute;vel e os sintomas dependem das zonas afetadas no SNC. Em cada indiv&iacute;duo a Esclerose M&uacute;ltipla se manifesta com diferentes sintomas, que variam em cada caso. A primeira les&atilde;o a se manifestar clinicamente pode n&atilde;o ser a primeira ocorrida. A maioria das pessoas experimenta mais de um sintoma, sendo os mais comuns: fadiga , fraqueza muscular, parestesia (sensa&ccedil;&atilde;o t&aacute;til anormal, p.ex. formigamento), deambula&ccedil;&atilde;o inst&aacute;vel, vis&atilde;o dupla, tremor e disfun&ccedil;&atilde;o da bexiga e dos intestinos. Manifesta&ccedil;&otilde;es como hemiplegia (paralisia de um lado do corpo), neuralgia do trig&ecirc;meo e paralisia facial, s&atilde;o menos comuns. Alguns desses sintomas s&atilde;o imediatamente evidentes, outros, s&atilde;o freq&uuml;entemente sutis, &ldquo;ocultos&rdquo;. Os sintomas podem ser dif&iacute;ceis para serem descritos, inclusive pelos familiares, ou pelos cuidadores da pessoa com Esclerose M&uacute;ltipla, que n&atilde;o os notam, e tamb&eacute;m podem passar despercebidos no trabalho e nas atividades sociais, por&eacute;m diminuem a qualidade de vida claramente. Na grande maioria dos portadores, a doen&ccedil;a provoca uma s&eacute;rie de crises cujos sintomas podem ser discretos ou intensos e que aparecem e desaparecem. Isso faz com que o doente se recupere parcial ou totalmente das dificuldades resultantes desses sintomas. Transtornos visuais: vis&atilde;o emba&ccedil;ada, vis&atilde;o dupla (diplopia), neurite &oacute;ptica, movimentos oculares r&aacute;pidos e involunt&aacute;rios, raramente, perda da vis&atilde;o. Problemas de equil&iacute;brio e coordena&ccedil;&atilde;o: perda de equil&iacute;brio, tremores, instabilidade ao caminhar (ataxia), vertigens e n&aacute;useas, insensibilidade em uma das extremidades, falta de coordena&ccedil;&atilde;o, debilidade, pode afetar pernas e o andar, fraqueza geral. Espasticidade: espasticidade, parestesia (sensa&ccedil;&atilde;o t&aacute;til anormal), ou sensa&ccedil;&atilde;o de queima&ccedil;&atilde;o ou formigamento em uma parte do corpo, outras sensa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o definidas, pode haver dor associada &agrave; Esclerose M&uacute;ltipla, como por exemplo dor facial (neuralgia do trig&ecirc;mio) e dores musculares. Fala anormal: lenta, arrastada, mudan&ccedil;as no ritmo da fala. Fadiga ou cansa&ccedil;o: a fadiga &eacute; um dos sintomas mais comuns (e problem&aacute;ticos) da Esclerose M&uacute;ltipla. Costuma ser excessiva, sobretudo no calor e em ambientes mais quentes. Problemas de bexiga e intestinais: incluem a necessidade de urinar com freq&uuml;&ecirc;ncia e\/ou urg&ecirc;ncia, o esvaziamento incompleto e em momentos n&atilde;o apropriados e a reten&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria. Os problemas intestinais incluem reten&ccedil;&atilde;o fecal e, raramente, a perda do controle do esf&iacute;ncter. Sexualidade: impot&ecirc;ncia, excita&ccedil;&atilde;o diminu&iacute;da, perda de sensa&ccedil;&atilde;o, sensibilidade ao calor. O calor provoca freq&uuml;entemente uma piora passageira dos sintomas. Transtornos cognitivos e emocionais: altera&ccedil;&otilde;es cognitivas s&atilde;o evidenciadas em cerca de 60% dos pacientes de Esclerose M&uacute;ltipla; a maioria desses apresenta uma defici&ecirc;ncia discreta, enquanto que 10 a 20% t&ecirc;m uma defici&ecirc;ncia significativa. Fun&ccedil;&otilde;es cognitivas mais freq&uuml;entemente comprometidas s&atilde;o a mem&oacute;ria, concentra&ccedil;&atilde;o, discernimento ou racioc&iacute;nio. Raramente h&aacute; deteriora&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o intelectual.<\/p>\n<p><strong>Tratamento: <\/strong> N&atilde;o existe cura para a Esclerose M&uacute;ltipla. No entanto, muito pode ser feito para ajudar as pessoas portadoras de Esclerose M&uacute;ltipla a serem independentes e a terem uma vida confort&aacute;vel e produtiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri&ccedil;&atilde;o: &Eacute; uma das doen&ccedil;as mais comuns do Sistema Nervoso Central: c&eacute;rebro e medula espinhal em adultos jovens. &Eacute; caracterizada tamb&eacute;m como doen&ccedil;a desmielinizante, pois lesa a mielina, prejudicando a neurotransmiss&atilde;o. 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