

{"id":15946,"date":"2019-11-21T14:19:47","date_gmt":"2019-11-21T17:19:47","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/bronquiectasia\/"},"modified":"2019-11-21T14:19:47","modified_gmt":"2019-11-21T17:19:47","slug":"bronquiectasia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/bronquiectasia\/","title":{"rendered":"Bronquiectasia"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o: <\/strong> &Eacute; definida com uma dilata&ccedil;&atilde;o anormal e distor&ccedil;&atilde;o irrevers&iacute;vel dos br&ocirc;nquios, em decorr&ecirc;ncia da destrui&ccedil;&atilde;o dos componentes el&aacute;stico e muscular de sua parede. H&aacute; necessidade da presen&ccedil;a de dois elementos: agress&atilde;o infecciosa e defici&ecirc;ncia na depura&ccedil;&atilde;o das secre&ccedil;&otilde;es br&ocirc;nquicas. Assim, quanto maior a virul&ecirc;ncia do agente agressor e quanto pior as condi&ccedil;&otilde;es de defesa locais e sist&ecirc;micas, maior a possibilidade de desenvolvimento de bronquiectasias. Isso, associado &agrave; resposta imune do pr&oacute;prio hospedeiro, promove a perpetua&ccedil;&atilde;o do processo inflamat&oacute;rio local, com posterior destrui&ccedil;&atilde;o da parede br&ocirc;nquica.<\/p>\n<p><strong>Causa: <\/strong> A bronquiectasia pode ser cong&ecirc;nita ou adquirida. Para surgir &eacute; necess&aacute;rio ter agress&atilde;o por uma infec&ccedil;&atilde;o e a defici&ecirc;ncia na limpeza das secre&ccedil;&otilde;es. Fatores como agressividade do germe causador e os mecanismos de defesa dos pulm&otilde;es e do organismo influenciam o desenvolvimento da doen&ccedil;a. Com a continuidade dos processos inflamat&oacute;rios pode ocorrer destrui&ccedil;&atilde;o dos br&ocirc;nquios.<\/p>\n<p><strong>Preven&ccedil;&atilde;o: <\/strong> O indiv&iacute;duo com a doen&ccedil;a deve receber vacinas contra influenza e o pneumococo.<\/p>\n<p><strong>Sintomas: <\/strong> O t&iacute;pico paciente portador de bronquiectasia &eacute; aquele indiv&iacute;duo que apresenta, persistentemente, tosse produtiva, com expectora&ccedil;&atilde;o mucopurulenta, em grande quantidade, principalmente pela manh&atilde;. A evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a &eacute; cr&ocirc;nica, meses a anos, e &eacute; intercalada por per&iacute;odos de acentua&ccedil;&atilde;o dos sintomas, com necessidade de uso freq&uuml;ente de antibi&oacute;ticos. Tosse cr&ocirc;nica e produ&ccedil;&atilde;o de escarro.<\/p>\n<p><strong>Tratamento: <\/strong> O tratamento cir&uacute;rgico da bronquiectasia &eacute; bem indicado nos pacientes com boa reserva funcional pulmonar, em que a doen&ccedil;a &eacute; localizada e n&atilde;o h&aacute; melhora dos sintomas com as medidas cl&iacute;nicas e, tamb&eacute;m, nos pacientes com hemoptises. Naqueles casos em que a doen&ccedil;a &eacute; difusa, o tratamento &eacute;, tradicionalmente, conservador. No entanto, nas situa&ccedil;&otilde;es em que o tratamento cl&iacute;nico n&atilde;o est&aacute; apresentando boa resposta e o indiv&iacute;duo apresenta determinado segmento pulmonar com maior comprometimento (maior supura&ccedil;&atilde;o), &eacute; discutido se a ressec&ccedil;&atilde;o dessa regi&atilde;o n&atilde;o reduziria os sintomas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri&ccedil;&atilde;o: &Eacute; definida com uma dilata&ccedil;&atilde;o anormal e distor&ccedil;&atilde;o irrevers&iacute;vel dos br&ocirc;nquios, em decorr&ecirc;ncia da destrui&ccedil;&atilde;o dos componentes el&aacute;stico e muscular de sua parede. H&aacute; necessidade da presen&ccedil;a de dois elementos: agress&atilde;o infecciosa e defici&ecirc;ncia na depura&ccedil;&atilde;o das secre&ccedil;&otilde;es br&ocirc;nquicas. 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