

{"id":15338,"date":"2012-05-23T06:05:59","date_gmt":"2012-05-23T09:05:59","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/micoses-sist\/"},"modified":"2012-05-23T06:05:59","modified_gmt":"2012-05-23T09:05:59","slug":"micoses-sist","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/micoses-sist\/","title":{"rendered":"Micoses Sist\u00eamicas"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/micoses-sistemicas-25c.png\" alt=\"\">Micoses Sist&ecirc;micas s&atilde;o infec&ccedil;&otilde;es causadas por fungos patog&ecirc;nicos prim&aacute;rios e que t&ecirc;m como porta de entrada o trato respirat&oacute;rio, donde podem disseminar para todo o organismo. As micoses sist&ecirc;micas end&ecirc;micas no Brasil s&atilde;o: Paracoccidioidomicose<em>, <\/em>Histoplasmose<em>,<\/em> Coccidioidomicose e Criptococose.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>PARACOCCIDIOIDOMICOSE<\/strong> &eacute; causada pelo Paracoccidioides brasiliensis, fungo dim&oacute;rfico, o qual j&aacute; foi isolado do solo, onde se acredita que viva saprofiticamente. &Eacute; uma micose sist&ecirc;mica, aut&oacute;ctone da Am&eacute;rica Latina, com maior ocorr&ecirc;ncia na Argentina, Col&ocirc;mbia, Venezuela e no Brasil, o qual contribui com cerca de 80% dos casos. A maioria dos casos tem sido reportada nas regi&otilde;es Sul, Sudeste e Centro-oeste. Esta micose apresenta car&aacute;ter end&ecirc;mico entre as popula&ccedil;&otilde;es de zona rural. Tem sido relatada a ocorr&ecirc;ncia de casos em &aacute;reas de coloniza&ccedil;&atilde;o mais recente, submetidas a desmatamento, como em partes da Amaz&ocirc;nia, atingindo &aacute;reas dos estados do Maranh&atilde;o, Tocantins, Par&aacute;, Mato Grosso, Rond&ocirc;nia, Acre e Amazonas, onde a paracoccidioidomicose pode ser considerada uma micose sist&ecirc;mica emergente. Esta micose representa um importante problema de Sa&uacute;de P&uacute;blica, pelo seu alto potencial incapacitante e pela quantidade de mortes prematuras que provoca, quando n&atilde;o diagnosticada e tratada oportunamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>COCCIDIOIDOMICOSE<\/strong>, tamb&eacute;m conhecida como Febre do Vale de S&atilde;o Joaquim &eacute; uma micose sist&ecirc;mica causada por um fungo dim&oacute;rfico, o Coccidioides immitis, que quando inalado, acomete o homem e outros animais (gado bovino, ovino, caprino, entre outros). &nbsp;Afeta qualquer idade, ra&ccedil;a ou g&ecirc;nero (ocorrendo mais em homens), e apresenta maior incid&ecirc;ncia no ver&atilde;o. Nas &aacute;reas end&ecirc;micas, &eacute; doen&ccedil;a importante entre arque&oacute;logos, recrutas militares e trabalhadores, cuja natureza da atividade pode acarretar o contato com o agente etiol&oacute;gico. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A defini&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea end&ecirc;mica de coccidioidomicose baseia-se na identifica&ccedil;&atilde;o de casos humanos e de animais e na demonstra&ccedil;&atilde;o de reatividade a testes cut&acirc;neos com coccidioidina. Grande variedade de animais dom&eacute;sticos e silvestres &eacute; suscet&iacute;vel, mas o c&atilde;o &eacute; o melhor marcador epidemiol&oacute;gico desta micose. No Brasil, infec&ccedil;&atilde;o natural por C. immitis j&aacute; foi diagnosticada em c&atilde;es e tatus. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <strong>CRIPTOCOCOSE,<\/strong> tamb&eacute;m conhecida por Torulose, Blastomicose Europ&eacute;ia, Doen&ccedil;a de Busse-Buschke &eacute; uma micose sist&ecirc;mica causada por um complexo de fungos patog&ecirc;nicos identificados no g&ecirc;nero Cryptococcus. &nbsp;Adquirida atrav&eacute;s da inala&ccedil;&atilde;o de prop&aacute;gulos infectantes, inclui duas entidades cl&iacute;nicas distintas: (1) criptococose oportun&iacute;stica, cosmopolita, associada a condi&ccedil;&otilde;es de imunodepress&atilde;o celular, causada por Cryptococcus neoformans var. neoformans e (2) criptococose&nbsp; prim&aacute;ria, end&ecirc;mica em &aacute;reas tropicais e subtropicais, ocorre em hospedeiros aparentemente normais, causada por Cryptococcus neoformans var. gattii. Ambas causam meningoencefalite de base, de evolu&ccedil;&atilde;o grave, fatal, acompanhada ou n&atilde;o de les&atilde;o pulmonar evidente, fungemia e focos secund&aacute;rios para pele, ossos, rins, supra-renal, entre outros.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de 1980, na era AIDS, ocorreu aumento marcante da criptococose oportun&iacute;stica em todo mundo, o que gerou o interesse e marcada expans&atilde;o da pesquisa sobre este agente. Dentre as micoses sist&ecirc;micas, a criptococose tem sido relatada como a mais prevalente em termos de interna&ccedil;&atilde;o. Dados do Sistema de Interna&ccedil;&atilde;o Hospitalar do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de &#8211; SIH-SUS demonstram que a criptococose apresentou o maior n&uacute;mero de interna&ccedil;&otilde;es no per&iacute;odo de 2000 a 2007, como mostra o gr&aacute;fico a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/grafico2_micoses-1ff.jpg\" alt=\"\" width=\"512\" height=\"265\">Nas regi&otilde;es Sul e Sudeste do Brasil predomina a criptococose associada &agrave; AIDS, em homens, causada pela variedade neoformans, sendo a letalidade de cerca de 35 a 40%. Casos por variedade gattii importados ou n&atilde;o de outras regi&otilde;es do pa&iacute;s ocorrem esporadicamente tamb&eacute;m nas regi&otilde;es Sul e Sudeste. &nbsp;A criptococose ocorre como primeira manifesta&ccedil;&atilde;o oportun&iacute;stica em cerca de 4,4 % dos casos de AIDS no Brasil e estima-se a preval&ecirc;ncia da criptococose associada a AIDS entre 8 e 12% em centros de refer&ecirc;ncia da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A <strong>HISTOPLASMOSE<\/strong> &eacute; uma infec&ccedil;&atilde;o f&uacute;ngica sist&ecirc;mica podendo apresentar-se desde uma infec&ccedil;&atilde;o assintom&aacute;tica at&eacute; a forma de doen&ccedil;a disseminada com &ecirc;xito letal.&nbsp; Constitui-se na mais comum infec&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria causada por fungo &ndash; Histoplasma capsulatum. &Eacute; adquirida por inala&ccedil;&atilde;o de esporos dispersos no ambiente rico em guano (fezes de morcegos e aves) e est&aacute; amplamente distribu&iacute;da no mundo. No Brasil, diversos trabalhos t&ecirc;m demonstrado a alta preval&ecirc;ncia da infec&ccedil;&atilde;o em v&aacute;rios estados, com &iacute;ndices que alcan&ccedil;am 90% de positividade &agrave; histoplasmina em determinadas &aacute;reas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atualmente constitui um s&eacute;rio problema em hospedeiros imunocomprometidos, principalmente entre os portadores da s&iacute;ndrome da imunodefici&ecirc;ncia adquirida (AIDS).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Numerosos inqu&eacute;ritos realizados com histoplasmina no Brasil demonstraram expressivos &iacute;ndices de positividade e a distribui&ccedil;&atilde;o focal da preval&ecirc;ncia da infec&ccedil;&atilde;o nas diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s: Sul (6.30-89 %), Sudeste (4.60-94.7%), Nordeste (2.60-61.50), Centro-Oeste (9.60-63.10%) e Norte (12.8-50,1%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desconhecem-se a real magnitude do problema das micoses sist&ecirc;micas no estado de Goi&aacute;s, uma vez que n&atilde;o s&atilde;o doen&ccedil;as de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria. Por se tratarem de doen&ccedil;as f&uacute;ngicas emergentes constata-se a necessidade de implanta&ccedil;&atilde;o de uma vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica eficaz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/grafico2_micoses-da0.png\" alt=\"\" width=\"460\" height=\"246\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Observa-se no gr&aacute;fico a seguir a quantidade de exames positivos das micoses sist&ecirc;micas diagnosticadas no estado. &nbsp;Com um percentual de positividade de 0,25%, 3,1%, e 3,48% para Paracoccidioidomicose Histoplasma e Criptococose, respectivamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"background-color: #dcdcdc; width: 100%;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Proposta de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica e Controle<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/proprosta_de_ve_e_controle_coccidioidomicose-dce.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Coccidioidomicose<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/proposta_ve-criptococose1-395.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Criptococose<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/proposta_ve-histoplasmose-fc1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Histoplasmose<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/proposta_ve-pbmicose-2bd.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Paracoccidioidomicose<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Micoses Sist&ecirc;micas s&atilde;o infec&ccedil;&otilde;es causadas por fungos patog&ecirc;nicos prim&aacute;rios e que t&ecirc;m como porta de entrada o trato respirat&oacute;rio, donde podem disseminar para todo o organismo. 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