

{"id":15308,"date":"2012-05-28T05:05:12","date_gmt":"2012-05-28T08:05:12","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/febre-maculosa\/"},"modified":"2012-05-28T05:05:12","modified_gmt":"2012-05-28T08:05:12","slug":"febre-maculosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/febre-maculosa\/","title":{"rendered":"Febre Maculosa"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<table style=\"width: 521px; height: 85px;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">&Eacute; uma doen&ccedil;a infecciosa febril aguda, de gravidade vari&aacute;vel, podendo cursar desde formas assintom&aacute;ticas at&eacute; formas graves, com elevada taxa de letalidade. &Eacute; causada por uma bact&eacute;ria gram-negativa, intracelular obrigat&oacute;ria, do g&ecirc;nero Rickttesia (R. rickettsii, R. parkeri), transmitida por carrapatos, principalmente pelo Amblyomma (A. cajennense, A. cooperi (dubitatum) e A. aureolatum). Caracteriza-se por ter in&iacute;cio abrupto, com febre elevada, cefaleia e\/ou mialgia intensa e\/ou prostra&ccedil;&atilde;o, seguida de exantema m&aacute;culo-papular predominantemente nas regi&otilde;es palmar e plantar, que podem evoluir para pet&eacute;quias, equimoses e hemorragias. Pacientes n&atilde;o tratados precocemente podem desenvolver formas graves e, destes, cerca de 80% evoluem para &oacute;bito. O sucesso do tratamento, com consequente redu&ccedil;&atilde;o da letalidade potencialmente associada a febre maculosa, esta diretamente relacionado a precocidade de sua introdu&ccedil;&atilde;o e a especificidade do antimicrobiano prescrito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">No Brasil, a FM tem sido registrada nos estados da regi&atilde;o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Em Goi&aacute;s, no per&iacute;odo de 2007 a 2015, notificou-se 99 casos suspeitos, dos quais 05 foram confirmados laboratorialmente, sendo um caso aut&oacute;ctone em 2010 em paciente do sexo feminino residente no munic&iacute;pio de Gameleira de Goi&aacute;s, 02 casos em 2012, ambos do sexo masculino residentes nas em Goi&acirc;nia e Gameleira de Goi&aacute;s e 02 casos em 2015, ambos do sexo masculino residentes em munic&iacute;pios Jata&iacute; e Barro Alto.&nbsp; Para todos os casos positivos diagnosticados foram realizadas pesquisas de poss&iacute;veis vetores infectados com Rickttesia no local prov&aacute;vel de infec&ccedil;&atilde;o. Nestes munic&iacute;pios detectou-se presen&ccedil;a de vetores para febre maculosa, por&eacute;m vetores infectados com Rickttesia foram encontrados apenas em Goi&acirc;nia, Jandaia, Indiara e Gameleira de Goi&aacute;s.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Inicialmente n&atilde;o se pesquisavam vetores nas investiga&ccedil;&otilde;es feitas para febre maculosa no Estado de Goi&aacute;s. A partir de 2012, com o treinamento das equipes de profissionais da sa&uacute;de em diversos munic&iacute;pios do Estado de Goi&aacute;s (Figura 01), foram inclu&iacute;das as pesquisas de potenciais vetores relacionados &agrave;s investiga&ccedil;&otilde;es de casos suspeitos e ou confirmados e vigil&acirc;ncia passiva da doen&ccedil;a. Ap&oacute;s estes treinamentos observaram-se aumento no n&uacute;mero de notifica&ccedil;&otilde;es e identifica&ccedil;&atilde;o de casos positivos diagnosticados laboratorialmente (Fig. 02) A divulga&ccedil;&atilde;o sobre a doen&ccedil;a entre os profissionais de sa&uacute;de tornou mais sens&iacute;vel o sistema de vigil&acirc;ncia da febre maculosa e outras riquetsioses no Estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Figura 01 &ndash; Munic&iacute;pios do Estado de Goi&aacute;s que participaram de treinamentos de vigil&acirc;ncia de ambientes para febre maculosa no per&iacute;odo de 2012 a 2015.<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><br style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><br \/>Figura 02 &ndash; N&uacute;mero de casos notificados e confirmados de febre maculosa por munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia no Estado de Goi&aacute;s (2007-2015)<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><span><img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/span><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"color: #000000; font-size: 12px;\">No per&iacute;odo entre 2012 e 2015 procedera-se coleta de vetores no local prov&aacute;vel de infec&ccedil;&atilde;o pela t&eacute;cnica de arrasto de flanela, armadilha de gelo seco e colheita no corpo de animais dom&eacute;sticos, silvestre e seres humanos. Identificaram-se aproximadamente 3.590 vetores, nas respectivas propor&ccedil;&otilde;es Amblyomma cajennense, 72,26% (2594), Dermacentor (Anocentor) nitens 11,31% (406), Amblyommadubitatum 8,89% (319), Boophilus (Rhipicephalus)microplus 2,81% (83), Rhipicephalus sanguineus 0,31% (11), Ctenocephalides felis 0,38%(10) e Amblyomma ovale 0,28% (10). A circula&ccedil;&atilde;o de Rickttesias do grupo febre maculosa (RGFM) foi observada em 17 indiv&iacute;duos Amblyomma cajennens e 47,06% (08), Amblyomma dubitatum 35,20% (06), Rhipicephalus sanguineus 11,70% (2) e Ctenocephalides felis 5,80% (01). Amblyomma cajennense foi coletado em caninos, seres humanos, antas, equinos, bovinos e no meio ambiente (Fig. 04 e 05). Estes resultados chamam a aten&ccedil;&atilde;o para a diversidade de potenciais vetores da febre maculosa no Estado de Goi&aacute;s e da necessidade de acompanhamento destas &aacute;reas para verificar a flutua&ccedil;&atilde;o sazonal de vetores e das taxas de infec&ccedil;&atilde;o de riquetsioses do grupo febre maculosa, correlacionando ao risco da ocorr&ecirc;ncia de casos da doen&ccedil;a.<br \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000; font-size: 12px;\">Figura 04 &ndash; Potenciais vetores de Rickttesia do grupo febre maculosa, por hospedeiro, pesquisado, no Estado de Goi&aacute;s no per&iacute;odo de 2011 a 2015.<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><img decoding=\"async\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Figura 05 &ndash; Percentuais de potenciais vetores de Rickttesia do grupo febre maculosa, por esp&eacute;cie pesquisada, no Estado de Goi&aacute;s no per&iacute;odo de 2011 a 2015.<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-size: 12px; color: #000000; text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/grafico-fe5.png\" alt=\"\"><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"Padro\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">O perfil epidemiol&oacute;gico da febre maculosa em Goi&aacute;s entre 2007 e 2013 foi analisado avaliando-se todas as fichas de notifica&ccedil;&atilde;o\/investiga&ccedil;&atilde;o registradas neste per&iacute;odo com seus respectivos campos de informa&ccedil;&otilde;es. Consideraram-se dados de excelente qualidade preenchimento &ge; 90%, regular 70-89% e ruim <\/span><\/p>\n<p class=\"Padro\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">A an&aacute;lise do perfil epidemiol&oacute;gico dos pacientes positivos no mesmo per&iacute;odo demonstrou&nbsp; percentuais conforme se segue: cefal&eacute;ia (C) 100%, dor abdominal (DA) 66,7%, exantema (E) 100%, febre (FB)100%, hepatoesplenomegalia (HE) 100%, linfadenopatia (L) 100%, mialgia (MI) 100%, n&aacute;usea e v&ocirc;mito (NV) 66,7%, pet&eacute;quias (P) 33,3%, prostra&ccedil;&atilde;o (PT) 100%. A maioria dos casos ocorreu na regi&atilde;o centro-sul do estado, no sexo masculino, entre 30-39 anos, residentes em zona urbana e zona de infec&ccedil;&atilde;o rural, em atividades de lazer, com n&iacute;vel escolar de 1&ordf; a 4&ordf; s&eacute;rie, contato com carrrapatos, c&atilde;es e gatos. Os sintomas mais expressivos foram cefal&eacute;ia, dor abdominal, exantema, febre, hepatoesplenomegalia, linfadenopatia, mialgia, n&aacute;useas e v&ocirc;mitos e pet&eacute;quias. N&atilde;o houve &oacute;bitos, a evolu&ccedil;&atilde;o dos confirmados foi benigna podendo estar relacionada &agrave; circula&ccedil;&atilde;o de uma cepa de Rickettsia com menor virul&ecirc;ncia. Necessitam-se mais estudos deste agente do grupo febre maculosa de ocorr&ecirc;ncia no cerrado brasileiro.<\/span><\/p>\n<p class=\"Padro\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Mapas de ocorr&ecirc;ncias e notifica&ccedil;&otilde;es de casos de febre maculosa por ano e o consolidado da s&eacute;rie hist&oacute;rica &nbsp;por munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia no Estado de Goi&aacute;s entre 2007 a 2015 est&atilde;o relacionados abaixo:<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-size: 12px; color: #000000; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/\" alt=\"\"><\/span><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Consolidado da s&eacute;rie hist&oacute;rica de notifica&ccedil;&atilde;o de casos de Febre Maculosa, por munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia, no estado de Goi&aacute;s de 2007 a 2015.<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><img decoding=\"async\" title=\"\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/graficoooo2-4d8.png\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>&nbsp;Documentos Diversos<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\n<div style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2013\/08\/febre_maculosa-55a.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ficha de Notifica&ccedil;&atilde;o &#8211; Febre Maculosa<\/a>;<\/div>\n<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/guia-de-ve-febre-maculosa-brasileira-7ed-2010-6c1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Guia de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica &#8211; Febre Maculosa<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Notas T&eacute;cnicas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/nt-01-2011-febre-maculosa-5ff.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nota T&eacute;cnica 01\/2011<\/a>;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2012\/05\/nt-01-2011-febre-maculosa-18112011-7f2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nota T&eacute;cnica 01\/2011 &#8211; 18\/11\/2011<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&Eacute; uma doen&ccedil;a infecciosa febril aguda, de gravidade vari&aacute;vel, podendo cursar desde formas assintom&aacute;ticas at&eacute; formas graves, com elevada taxa de letalidade. &Eacute; causada por uma bact&eacute;ria gram-negativa, intracelular obrigat&oacute;ria, do g&ecirc;nero Rickttesia (R. rickettsii, R. parkeri), transmitida por carrapatos, principalmente pelo Amblyomma (A. cajennense, A. cooperi (dubitatum) e A. aureolatum). 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