

{"id":14621,"date":"2014-07-29T18:07:11","date_gmt":"2014-07-29T21:07:11","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/autorizacao-de-funcionamento\/"},"modified":"2014-07-29T18:07:11","modified_gmt":"2014-07-29T21:07:11","slug":"autorizacao-de-funcionamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/autorizacao-de-funcionamento\/","title":{"rendered":"Autoriza\u00e7\u00e3o de Funcionamento"},"content":{"rendered":"<p>Considerando a Lei Federal 6360 de 23 de setembro de 1976, que Disp&otilde;e sobre a Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria a que ficam sujeitos os Medicamentos, as Drogas, os Insumos Farmac&ecirc;uticos e Correlatos, Cosm&eacute;ticos, Saneantes e Outros Produtos, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias, em seus artigos 50, 51 e 52, reproduzidos integralmente abaixo:<\/p>\n<p>&quot;Art. 50. O funcionamento das empresas de que trata esta Lei depender&aacute; de autoriza&ccedil;&atilde;o da Anvisa, concedida mediante a solicita&ccedil;&atilde;o de cadastramento de suas atividades, do pagamento da respectiva Taxa de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria e de outros requisitos definidos em regulamenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica da Anvisa. (Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei n&ordm; 13.097, de 2015)<\/p>\n<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. A autoriza&ccedil;&atilde;o de que trata este artigo ser&aacute; v&aacute;lida para todo o territ&oacute;rio nacional e dever&aacute; ser renovada sempre que ocorrer altera&ccedil;&atilde;o ou inclus&atilde;o de atividade ou mudan&ccedil;a do s&oacute;cio ou diretor que tenha a seu cargo a representa&ccedil;&atilde;o legal da empresa.<\/p>\n<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. A autoriza&ccedil;&atilde;o de que trata este artigo ser&aacute; v&aacute;lida para todo o territ&oacute;rio nacional e dever&aacute; ser atualizada conforme regulamenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica da Anvisa. (Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei n&ordm; 13.097, de 2015)<\/p>\n<p>Art. 51 &ndash; O licenciamento, pela autoridade local, dos estabelecimentos industriais ou comerciais que exer&ccedil;am as atividades de que trata esta Lei, depender&aacute; de haver sido autorizado o funcionamento da empresa pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e de serem atendidas, em cada estabelecimento, as exig&ecirc;ncias de car&aacute;ter t&eacute;cnico e sanit&aacute;rio estabelecidas em regulamento e instru&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, inclusive no tocante &agrave; efetiva assist&ecirc;ncia de respons&aacute;veis t&eacute;cnicos habilitados aos diversos setores de atividade.<\/p>\n<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Cada estabelecimento ter&aacute; licen&ccedil;a espec&iacute;fica e independente, ainda que exista mais de um na mesma localidade, pertencente &agrave; mesma empresa.<\/p>\n<p>Art. 52 &ndash; A legisla&ccedil;&atilde;o local supletiva fixar&aacute; as exig&ecirc;ncias e condi&ccedil;&otilde;es para o licenciamento dos estabelecimentos a que se refere esta Lei, observados os seguintes preceitos:<\/p>\n<p>I &ndash; quando um s&oacute; estabelecimento industrializar ou comercializar produtos de natureza ou finalidade diferentes, ser&aacute; obrigat&oacute;ria a exist&ecirc;ncia de instala&ccedil;&otilde;es separadas para a fabrica&ccedil;&atilde;o e o acondicionamento dos materiais, subst&acirc;ncias e produtos acabados;<\/p>\n<p>II &ndash; localiza&ccedil;&atilde;o adequada das depend&ecirc;ncias e proibi&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncias ou moradia nos im&oacute;veis a elas destinados e nas &aacute;reas adjacentes;<\/p>\n<p>III &ndash; aprova&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, pelo &oacute;rg&atilde;o de sa&uacute;de estadual dos projetos e das plantas dos edif&iacute;cios e fiscaliza&ccedil;&atilde;o da respectiva observ&acirc;ncia.&quot;;<\/p>\n<p>A AFE &eacute; definida como ato de compet&ecirc;ncia da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, contendo autoriza&ccedil;&atilde;o para o funcionamento de empresas ou estabelecimentos, institui&ccedil;&otilde;es e &oacute;rg&atilde;os, concedido mediante o cumprimento dos requisitos t&eacute;cnicos e administrativos constantes da RDC n&deg;16\/2014.<\/p>\n<p>A RDC n&ordm; 16\/2014 tem o objetivo de estabelecer os crit&eacute;rios relativos &agrave; concess&atilde;o, altera&ccedil;&atilde;o, retifica&ccedil;&atilde;o de publica&ccedil;&atilde;o, cancelamento e interposi&ccedil;&atilde;o de recurso administrativo contra o indeferimento de pedidos relacionados &agrave; AFE e AE de empresas e estabelecimentos que realizam as atividades de armazenamento, distribui&ccedil;&atilde;o, embalagem, expedi&ccedil;&atilde;o, exporta&ccedil;&atilde;o, extra&ccedil;&atilde;o, fabrica&ccedil;&atilde;o, fracionamento, importa&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o, purifica&ccedil;&atilde;o, reembalagem, s&iacute;ntese, transforma&ccedil;&atilde;o e transporte com medicamentos e insumos farmac&ecirc;uticos destinados a uso humano, subst&acirc;ncias sujeitas a controle especial, produtos para sa&uacute;de, cosm&eacute;ticos, produtos de higiene pessoal, perfumes, saneantes e cultivo de plantas que possam originar subst&acirc;ncias sujeitas a controle especial.<\/p>\n<p>Os crit&eacute;rios para peticionamento e recolhimento de taxa referentes a cada tipo de AFE na ANVISA est&atilde;o dispon&iacute;veis em:<\/p>\n<p>&#8211; RDC n&ordm; 222 \/ 2006, que disp&otilde;e sobre os procedimentos de peti&ccedil;&atilde;o e arrecada&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica no &acirc;mbito da Anvisa e de suas Coordena&ccedil;&otilde;es Estaduais e Municipais de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria e d&aacute; outras Provid&ecirc;ncias.<\/p>\n<p>&#8211; RDC n&deg; 76 \/ 2008, que disp&otilde;e sobre altera&ccedil;&atilde;o da RDC n&ordm; 222 \/ 2006.<\/p>\n<p>&#8211; RDC n&deg;17 \/ 2012, que disp&otilde;es sobre altera&ccedil;&atilde;o da RDC n&ordm; 222 \/ 2006.<\/p>\n<p>Um dos documentos constantes no dossi&ecirc; entregue &agrave; ANVISA para peticionamento da AFE &eacute; o Relat&oacute;rio T&eacute;cnico da Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria local, obedecendo a pactua&ccedil;&atilde;o vigente para as a&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o direcionadas a &aacute;rea de Produtos para Sa&uacute;de em Goi&aacute;s, para verifica&ccedil;&atilde;o do cumprimento das Boas Pr&aacute;ticas de Fabrica&ccedil;&atilde;o, Armazenamento e\/ou Distribui&ccedil;&atilde;o de produtos para sa&uacute;de, conforme os requisitos estabelecidos pela RDC n&ordm; 16 de 28 de mar&ccedil;o de 2013.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerando a Lei Federal 6360 de 23 de setembro de 1976, que Disp&otilde;e sobre a Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria a que ficam sujeitos os Medicamentos, as Drogas, os Insumos Farmac&ecirc;uticos e Correlatos, Cosm&eacute;ticos, Saneantes e Outros Produtos, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias, em seus artigos 50, 51 e 52, reproduzidos integralmente abaixo: &quot;Art. 50. 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