

{"id":13238,"date":"2019-03-19T05:03:01","date_gmt":"2019-03-19T08:03:01","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/resistencia-a-vacina-e-principal-desafio-no-combate-ao-hpv-2\/"},"modified":"2019-03-19T05:03:01","modified_gmt":"2019-03-19T08:03:01","slug":"resistencia-a-vacina-e-principal-desafio-no-combate-ao-hpv-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/resistencia-a-vacina-e-principal-desafio-no-combate-ao-hpv-2\/","title":{"rendered":"Resist\u00eancia \u00e0 vacina \u00e9 principal desafio no combate ao HPV"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-13237\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/03\/hpv-238.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"700\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/03\/hpv-238.jpg 1000w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/03\/hpv-238-300x210.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/03\/hpv-238-768x538.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Durante o m&ecirc;s de mar&ccedil;o, SES-GO realiza vacina&ccedil;&atilde;o contra o v&iacute;rus nas escolas do Estado. Desinforma&ccedil;&atilde;o e fake news colocam adolescentes sob risco de c&acirc;ncer no colo do &uacute;tero, p&ecirc;nis e garganta<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fake news sobre efeitos negativos da vacina e falta de cultura de procura pela imuniza&ccedil;&atilde;o &ndash; sobretudo de pais que deveriam levar os filhos aos postos, mas n&atilde;o o fazem &ndash; s&atilde;o os principais desafios das autoridades de Sa&uacute;de no combate ao v&iacute;rus HPV, que pode causar c&acirc;ncer do colo do &uacute;tero, c&acirc;ncer de p&ecirc;nis, &acirc;nus, vagina e garganta. Apesar da vacina contra o v&iacute;rus fazer parte da rotina dos postos, ao longo de mar&ccedil;o, a Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de Goi&aacute;s (SES-GO), em parceria com secretarias municipais de Sa&uacute;de e Educa&ccedil;&atilde;o, intensifica a campanha de vacina&ccedil;&atilde;o contra o HPV levando as doses &agrave;s escolas. Objetivo &eacute; imunizar meninos de 11 a 14 anos e meninas de 9 a 14 anos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&ldquo;Al&eacute;m do diagn&oacute;stico precoce, a principal arma contra o HPV &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o, por meio da vacina&ccedil;&atilde;o. O uso de preservativos tamb&eacute;m &eacute; important&iacute;ssimo, j&aacute; que o v&iacute;rus &eacute; altamente contagioso e a principal forma de infec&ccedil;&atilde;o &eacute; pela via sexual&rdquo;, alerta a coordenadora estadual de Infec&ccedil;&otilde;es Sexualmente Transmiss&iacute;veis (ISTs) da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de Goi&aacute;s, Milca de Freitas Queiroz. Ela afirma que os pais precisam levar seus filhos adolescentes at&eacute; os postos de vacina&ccedil;&atilde;o. Milca lamenta que, desde o in&iacute;cio do programa nacional de vacina&ccedil;&atilde;o do HPV, em 2014, as autoridades de sa&uacute;de t&ecirc;m enfrentado grande resist&ecirc;ncia de pais que veem na imuniza&ccedil;&atilde;o um incentivo a uma vida sexual precoce. &ldquo;Isso &eacute; uma inverdade perigosa, pois a vacina &eacute; mais eficaz quando tomada antes do in&iacute;cio da vida sexual; portanto, &eacute; um ato de amor e cuidado&rdquo;, esclarece.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> &ldquo;A vacina &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o segura e eficaz na preven&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o pelo HPV e suas complica&ccedil;&otilde;es&rdquo;, continua Milca, ao explicar que, em adolescentes vacinados antes do primeiro contato sexual, a quantidade de anticorpos &eacute; dez vezes maior que a encontrada na infec&ccedil;&atilde;o naturalmente adquirida em um prazo de dois anos.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">A vacina contra o HPV est&aacute; dispon&iacute;vel nas salas de vacina&ccedil;&atilde;o durante todo o ano, para as pessoas do p&uacute;blico alvo. &Eacute; uma vacina segura e eficaz na preven&ccedil;&atilde;o dos c&acirc;nceres de colo de &uacute;tero, vagina nas meninas e de p&ecirc;nis nos meninos, al&eacute;m de proteger contra as les&otilde;es e verrugas anogenitais.<\/span><\/p>\n<p><strong>Cobertura vacinal<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diante desses e outros entraves, fica dif&iacute;cil atingir a meta de vacinar 80% das meninas e meninos, principalmente na segunda dosagem. Segundo dados da Ger&ecirc;ncia de Imuniza&ccedil;&atilde;o e Rede de Frio da SES-GO, de 2014 at&eacute; 2018 foi registrada uma s&eacute;rie hist&oacute;rica de cobertura vacinal para meninas de 81,44% (primeira dose) e 52,47% (segunda dose). J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o aos meninos, a cobertura &eacute; de 47,9% (primeira dose) e 17,3% (segunda dose). A diferen&ccedil;a maior para a cobertura na primeira dose se deve ao fato de vacina&ccedil;&atilde;o ter sido realizada nas escolas em 2014.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por n&atilde;o ser um agravo de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel apontar o n&uacute;mero de contamina&ccedil;&otilde;es por HPV em Goi&aacute;s. Mas, para se ter uma ideia da gravidade do problema, a Organiza&ccedil;&atilde;o Pan Americana de Sa&uacute;de (Opas) divulgou nota mostrando que, no mundo, o c&acirc;ncer do colo do &uacute;tero &eacute; o quarto tipo de c&acirc;ncer em mulheres, com cerca de 570 mil novos casos em 2018. Isso representa 7,5% de todas as mortes femininas por essa doen&ccedil;a. Estima-se ainda que ocorram, anualmente, mais de 311 mil mortes por esse tipo de c&acirc;ncer &ndash; mais de 85% delas em regi&otilde;es menos desenvolvidas do mundo.<\/span><\/p>\n<p><strong> SAIBA MAIS<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A vacina quadrivalente Papilomavirus humano 6, 11, 16 e 18 recombinante (HPV) &eacute; utilizada no combate aos quatro subtipos do v&iacute;rus HPV. &Eacute; ofertada desde 2014, pelo SUS, por meio dos munic&iacute;pios. Tem 98% de efic&aacute;cia para quem segue corretamente o esquema vacinal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Meninos de 11 a 14 anos<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e meninas de 9 a 14 anos devem tomar duas doses da vacina HPV, com intervalo de seis meses. Meninas que completaram 15 anos ou mais e est&atilde;o com o esquema incompleto tamb&eacute;m podem se vacinar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa et&aacute;ria &eacute; mais ampla (9 a 26 anos), e o esquema vacinal &eacute; de tr&ecirc;s doses &ndash; intervalo de 0, 2 e 6 meses. Portadores de HIV precisam apresentar prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A vacina contra o HPV &eacute; realizada em 907 salas de vacina&ccedil;&atilde;o dos munic&iacute;pios goianos e distribu&iacute;da pela Rede de Frio da SES-GO, por meio de suas 18 Regionais de Sa&uacute;de. Mensalmente, s&atilde;o distribu&iacute;das 20 mil doses da vacina, em m&eacute;dia.<\/span><\/p>\n<p><em>Jos&eacute; Carlos Ara&uacute;jo, da Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Foto:<\/strong> Reprodu&ccedil;&atilde;o Opas\/Karina Zambrana<\/em><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante o m&ecirc;s de mar&ccedil;o, SES-GO realiza vacina&ccedil;&atilde;o contra o v&iacute;rus nas escolas do Estado. 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