
{"id":13190,"date":"2019-05-02T12:05:22","date_gmt":"2019-05-02T15:05:22","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/saude-divulga-perfil-das-vitimas-de-acidentes-de-trabalho-em-goias-2\/"},"modified":"2019-05-02T12:05:22","modified_gmt":"2019-05-02T15:05:22","slug":"saude-divulga-perfil-das-vitimas-de-acidentes-de-trabalho-em-goias-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/saude-divulga-perfil-das-vitimas-de-acidentes-de-trabalho-em-goias-2\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade divulga perfil das v\u00edtimas de acidentes de trabalho em Goi\u00e1s"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-13189\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/cerest-1b8.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/cerest-1b8.jpg 1500w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/cerest-1b8-300x200.jpg 300w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/cerest-1b8-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2019\/05\/cerest-1b8-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><em>Notifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o importantes para desenvolvimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para preven&ccedil;&atilde;o e diminui&ccedil;&atilde;o dos agravos aos trabalhadores<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Pedreiros, trabalhadores rurais, motoristas de caminh&atilde;o, empregados de servi&ccedil;os gerais e motociclistas. As pessoas que exercem essas fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as principais v&iacute;timas dos acidentes de trabalho ocorridos em territ&oacute;rio goiano. Dados da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de Goi&aacute;s (SES-GO), reunidos no Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o (Sinan), revelam que s&oacute; no ano passado foram registrados 4.838 acidentes de trabalho no Estado. Desses, 461 eram pedreiros, 252 empregados de servi&ccedil;os gerais, 240 motociclistas e 148 do setor agropecu&aacute;rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Os dados tamb&eacute;m demonstram que, do total de casos notificados, 64 resultaram na morte da pessoa acidentada. Da mesma forma, a maioria dos &oacute;bitos teve como v&iacute;timas pedreiros (5), trabalhadores rurais (5), caminhoneiros (4), trabalhadores de servi&ccedil;os gerais (2) e motociclistas (2). A coordenadora do Centro Estadual de Refer&ecirc;ncia em Sa&uacute;de do Trabalhador (Cerest) da SES-GO, Huilma Alves Cardoso, acentua que as notifica&ccedil;&otilde;es dos acidentes de trabalho t&ecirc;m o prop&oacute;sito de mapear e possibilitar o conhecimento da quest&atilde;o e, ao mesmo tempo, servir de subs&iacute;dios aos gestores para a elabora&ccedil;&atilde;o e defini&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas visando a preven&ccedil;&atilde;o e diminui&ccedil;&atilde;o dos agravos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Huilma Cardoso informa que a equipe do Cerest estadual responsabiliza-se, entre outras atribui&ccedil;&otilde;es, por promover a capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais que atuam nas unidades de baixa, m&eacute;dia e alta complexidades, respons&aacute;veis pelo atendimento e pela notifica&ccedil;&atilde;o dos casos de acidentes de trabalho. A a&ccedil;&atilde;o, acrescenta Huilma Cardoso, &eacute; feita em parceria e em sintonia com os Cerests Regionais localizados em Goi&acirc;nia, An&aacute;polis, Formosa, Ceres, Itumbiara e Rio Verde<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">&ldquo;Procuramos, por meio de cursos e semin&aacute;rios, sensibilizar servidores das unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de, hospitais municipais, unidades de pronto atendimento e hospitais de urg&ecirc;ncia a efetuarem os registros dos acidentes de trabalho nos N&uacute;cleos de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica instalados em seus munic&iacute;pios&rdquo;, pondera. Os N&uacute;cleos de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica, por sua vez, alimentam o Sinan.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><strong>Classifica&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">A coordenadora do Cerest estadual informa que o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tem um protocolo para a classifica&ccedil;&atilde;o dos acidentes de trabalho. S&atilde;o considerados t&iacute;picos os acidentes que ocorrem no pr&oacute;prio ambiente de trabalho e de trajeto, aqueles em que a v&iacute;tima est&aacute; no percurso de casa ao trabalho ou vice-versa. S&atilde;o considerados acidentes graves aqueles que resultam em morte, em mutila&ccedil;&otilde;es e os que acometem menores de 18 anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">&ldquo;Em tese, uma pessoa com menos de 18 anos n&atilde;o deveria estar trabalhando, a n&atilde;o ser quando &eacute; menor aprendiz&rdquo;, sintetiza Huilma Cardoso. Ela acrescenta que o acidente s&oacute; &eacute; considerado fatal quando a morte acontece at&eacute; 12 horas ap&oacute;s o registro da ocorr&ecirc;ncia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\"><strong>Fiscaliza&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Huilma Cardoso tamb&eacute;m destaca que o mapeamento feito a partir do registro das ocorr&ecirc;ncias fundamenta a a&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o desenvolvida pela Coordena&ccedil;&atilde;o de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de do Trabalhador. A equipe fiscaliza os ambientes e processos de trabalho de diferentes tipos de estabelecimentos, entre os quais postos de gasolinas, marmorarias e frigor&iacute;ficos. A a&ccedil;&atilde;o &eacute; feita em car&aacute;ter de rotina e no atendimento &agrave;s den&uacute;ncias feitas pela popula&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12px; color: #000000;\">Maria Jos&eacute; Silva, da Comunica&ccedil;&atilde;o Setorial<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Notifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o importantes para desenvolvimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para preven&ccedil;&atilde;o e diminui&ccedil;&atilde;o dos agravos aos trabalhadores Pedreiros, trabalhadores rurais, motoristas de caminh&atilde;o, empregados de servi&ccedil;os gerais e motociclistas. As pessoas que exercem essas fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as principais v&iacute;timas dos acidentes de trabalho ocorridos em territ&oacute;rio goiano. 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