

{"id":10722,"date":"2014-08-22T10:08:28","date_gmt":"2014-08-22T13:08:28","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/midia-x-sus\/"},"modified":"2014-08-22T10:08:28","modified_gmt":"2014-08-22T13:08:28","slug":"midia-x-sus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/midia-x-sus\/","title":{"rendered":"M\u00eddia x SUS"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-10721\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2014\/08\/sus-c28.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2014\/08\/sus-c28.jpg 600w, https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2014\/08\/sus-c28-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p>Sempre defendido pela Fiocruz, enquanto uma conquista para todos, o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de &ndash; SUS navega geralmente nas mat&eacute;rias jornal&iacute;sticas de den&uacute;ncias sobre sa&uacute;de, sendo sempre &ldquo;massacrado&rdquo; pela grande m&iacute;dia, que d&aacute; destaque as mazelas do Sistema. As cr&iacute;ticas seriam benvindas se houvesse tamb&eacute;m uma avalia&ccedil;&atilde;o do que d&aacute; certo, mas n&atilde;o &eacute; o que ocorre. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>A Fiocruz, por exemplo, disponibiliza um Banco de Pr&aacute;ticas e Solu&ccedil;&otilde;es em Sa&uacute;de e Ambiente, o <a href=\"https:\/\/www.ideiasus.fiocruz.br\/portal\/\">IdeiaSUS<\/a>, onde qualquer cidad&atilde;o pode conferir algumas pr&aacute;ticas desenvolvidas em todo o pa&iacute;s para o atendimento da popula&ccedil;&atilde;o e o que est&aacute; dando certo. No Banco, que &eacute; uma parceria entre a Fiocruz, o Conass &ndash; Conselho Nacional de Secret&aacute;rios de Sa&uacute;de e o Conasems &ndash; Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Sa&uacute;de, o profissional e o gestor de sa&uacute;de registram e compartilham t&eacute;cnicas, pr&aacute;ticas, a&ccedil;&otilde;es, iniciativas, projetos e programas para o enfrentamento nas &aacute;reas de sa&uacute;de e ambiente, com foco no SUS.&nbsp;<\/p>\n<p>Para D&aacute;lia Romero, coordenadora do Sistema de Indicadores de Sa&uacute;de e Acompanhamento de Pol&iacute;ticas do Idoso (Sisap-Idoso), do Instituto de Comunica&ccedil;&atilde;o e Informa&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica e Tecnol&oacute;gica em Sa&uacute;de (<a href=\"https:\/\/www.icict.fiocruz.br\/\">Icict<\/a>), um dos pontos importantes para melhorar a qualidade de vida do idoso &eacute; o SUS. Segundo a pesquisadora, &ldquo;o SUS &eacute; um marcador muito bom&rdquo;, mas ela analisa a cobertura dada pela grande imprensa: &ldquo;eu costumo falar que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o que criticam o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de entram em um estado paranoico, com argumentos que criam a ideia de que o SUS est&aacute; falido no Brasil, que o pa&iacute;s est&aacute; gastando muito com doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, em atividades complexas de hospitaliza&ccedil;&atilde;o e at&eacute; com o idoso&rdquo;, afirma.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a coordenadora do Sisap-Idoso, &ldquo;n&atilde;o &eacute; verdade que seja uma exce&ccedil;&atilde;o gastarmos mais com doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas &ndash; pelo contr&aacute;rio. Um pa&iacute;s barato &eacute; aquele onde se morre por doen&ccedil;as infecto-parasit&aacute;rias. Naquele em que as pessoas vivem bastante, e pela op&ccedil;&atilde;o que fizemos, &eacute; mais caro, e &eacute; justamente a&iacute; que precisamos de mais solidariedade social&rdquo;, explica.&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisadora destaca que com a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica houve uma redu&ccedil;&atilde;o nos custos do pr&oacute;prio Sistema, &ldquo;e muitas pesquisas comprovam isso&rdquo;, afirma. De qualquer forma, a maneira de reduzir os custos do SUS pode ser investir mais na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. &ldquo;Podemos diminuir os custos se incorporamos a preven&ccedil;&atilde;o dentro do SUS&rdquo;, fala D&aacute;lia Romero e exemplifica citando o caso do Rio de Janeiro: &ldquo;Quando se implanta a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica no Rio de Janeiro, que &eacute; muito recente, notamos que diminu&iacute;ram muito as interna&ccedil;&otilde;es por doen&ccedil;a como asma, gripe etc. E evitar uma interna&ccedil;&atilde;o, tratar dentro de casa com a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, isso j&aacute; &eacute; um grande ganho para a qualidade de vida do idoso&rdquo;, explica a coordenadora do Sisap-Idoso.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p>Para melhorar a qualidade de vida do idoso &eacute; fundamental tamb&eacute;m se falar no atendimento b&aacute;sico que ele ter&aacute; ao chegar ao SUS e, para isso, h&aacute; um esfor&ccedil;o tanto da Fiocruz, quanto do Icict, para incorporar o tema &ldquo;sa&uacute;de do idoso&rdquo; dentro da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. Para isso, a Funda&ccedil;&atilde;o vem investindo em cursos e capacita&ccedil;&otilde;es voltados &agrave; aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para a &aacute;rea de sa&uacute;de do idoso. Apenas o Icict j&aacute; capacitou cerca de 100 coordenadores estaduais e municipais.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo D&aacute;lia Romero, &ldquo;foi um grande passo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de entender que t&iacute;nhamos que capacitar a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica n&atilde;o s&oacute; para atender crian&ccedil;as e mulheres gr&aacute;vidas, mas tamb&eacute;m para atender idosos&rdquo;, explica. Em um projeto &ndash; An&aacute;lise do n&iacute;vel, estrutura e tend&ecirc;ncias das Interna&ccedil;&otilde;es de Idosos por Condi&ccedil;&otilde;es Sens&iacute;veis &agrave; Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria (CSAP) no Rio de Janeiro e Minas Gerais &ndash; Compara&ccedil;&atilde;o da Efetividade do SUS e das Condi&ccedil;&otilde;es de Sa&uacute;de dos Idosos &ndash; coordenado pela pesquisadora, que conta com o apoio da PAPES6\/CNPq, o foco &eacute; justamente a avalia&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. &ldquo;&nbsp;<\/p>\n<p>Estamos tentando avaliar como indicador a interna&ccedil;&atilde;o por condi&ccedil;&otilde;es sens&iacute;veis &agrave; aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, que nos dar&aacute; uma ideia de como ela est&aacute;. Na realidade, o indicador diz: &lsquo;na medida em que tivermos mais interna&ccedil;&otilde;es por conta daquela doen&ccedil;a, que teria que ser tratada na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, pior ser&aacute; o desempenho dessa aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica&rsquo;. No momento, estamos comparando o desempenho do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte&rdquo;, explica.&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisadora acredita que, com esse indicador, ser&aacute; poss&iacute;vel monitorar a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica no pa&iacute;s. &ldquo;&Eacute; por meio dele que poderemos avaliar a qualidade de vida do idoso&rdquo;, destaca. Afinal, como bem explica D&aacute;lia Romero, &ldquo;qualidade de vida n&atilde;o &eacute; sobreviv&ecirc;ncia, que &eacute; um dos objetivos de um hospital. Qualidade de vida &eacute; conviver com uma doen&ccedil;a cr&ocirc;nica, tratar bem e evitar complica&ccedil;&otilde;es. E, nesse sentido, temos um grande avan&ccedil;o no Brasil com a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e est&aacute; ficando muito mais n&iacute;tido o que est&aacute; sendo feito para melhorar a qualidade de vida do idoso&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Um outro instrumento que ajudar&aacute; a melhorar a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica &eacute; a nova Caderneta do Idoso &ndash; projeto solicitado pela Coordena&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica de Sa&uacute;de do Idoso, do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, ao Icict. A Caderneta foi apresentada aos coordenadores estaduais e municipais de sa&uacute;de do idoso em novembro de 2013 em Bras&iacute;lia e lan&ccedil;ada no primeiro semestre de 2014. A coordena&ccedil;&atilde;o do projeto coube a D&aacute;lia Romero, que contou com a parceria do Centro de Refer&ecirc;ncia do Idoso, de Belo Horizonte (MG).&nbsp;<\/p>\n<p>Os avan&ccedil;os obtidos visando a qualidade de vida do idoso n&atilde;o s&atilde;o aleat&oacute;rios e n&atilde;o se restringem a uma quest&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia, como alguns podem pensar. O Brasil tem dado passos firmes nesse sentido, mas &ndash; &eacute; claro &ndash; precisa ainda melhorar muito, com o tratamento adequado de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, que possam evitar complica&ccedil;&otilde;es, com a melhoria da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, s&oacute; para citar dois fatores. Mas, o direito do idoso n&atilde;o pode ser considerado um peso na Sa&uacute;de, pelo contr&aacute;rio, &ldquo;na verdade, quando falamos no direito do idoso, estamos falando no direito de todos os brasileiros&rdquo;, frisa D&aacute;lia Romero.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/portal.fiocruz.br\/pt-br\/content\/saude-do-idoso-pais-comeca-ser-reconhecido-por-suas-politicas-publicas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Portal Fiocruz<\/a><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sempre defendido pela Fiocruz, enquanto uma conquista para todos, o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de &ndash; SUS navega geralmente nas mat&eacute;rias jornal&iacute;sticas de den&uacute;ncias sobre sa&uacute;de, sendo sempre &ldquo;massacrado&rdquo; pela grande m&iacute;dia, que d&aacute; destaque as mazelas do Sistema. 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