

{"id":10463,"date":"2015-05-26T13:05:27","date_gmt":"2015-05-26T16:05:27","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/perfil-elitizado-de-medicos-e-desafio-no-bra\/"},"modified":"2015-05-26T13:05:27","modified_gmt":"2015-05-26T16:05:27","slug":"perfil-elitizado-de-medicos-e-desafio-no-bra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/perfil-elitizado-de-medicos-e-desafio-no-bra\/","title":{"rendered":"Perfil elitizado de m\u00e9dicos \u00e9 desafio no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\"><em>Por Jos&eacute; Coutinho J&uacute;nior,<\/em><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o<\/em><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Mulheres, jovens, brancas, que moram com os pais, nunca trabalharam e sempre estudaram em escola privada. Este &eacute; o perfil da maioria dos rec&eacute;m-formados em medicina no estado paulista, segundo levantamento do Conselho Regional de Medicina de S&atilde;o Paulo (Cremesp). A pesquisa ainda est&aacute; sendo finalizada, mas dados preliminares foram divulgados pelo presidente do conselho, Br&aacute;ulio Luna Filho, em semin&aacute;rio sobre sa&uacute;de organizado pelo jornal Folha de S. Paulo.<\/p>\n<table style=\"width: 474px; height: 310px;\" border=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>&nbsp;<\/td>\n<td><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"images\/imagens_migradas\/sites\/default\/files\/u1131\/fmusp-usp-imagens.jpg\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"280\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&nbsp;<\/td>\n<td style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: x-small;\">&nbsp;Faculdade de Medicina da USP | Foto: USP Imagens&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br \/><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Os dados relativos &agrave; S&atilde;o Paulo correspondem &agrave; realidade do perfil dos m&eacute;dicos em todo pa&iacute;s. Um question&aacute;rio do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2013 constatou que 56,1% dos que fizeram a prova eram mulheres, com 33,9% tendo entre 25 e 29 anos.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Do total de estudantes, 73,6% se declararam como brancos. Os que se declararam pardos\/mulatos corresponderam a 21,3%. J&aacute; os que disseram ser negros representavam 2,3% do universo. Al&eacute;m disso, 2,3% dos estudantes se declararam amarelo (de origem oriental) e 0,4% se declarou como ind&iacute;gena ou de origem ind&iacute;gena.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">A pesquisa do Enade tamb&eacute;m aponta que a faixa de renda familiar mensal mais comum para os estudantes de medicina foi a de dez a 30 sal&aacute;rios m&iacute;nimos (R$ 6.780,01 a R$20.340,00). Al&eacute;m disso, 84% dos estudantes marcou a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o no question&aacute;rio: &ldquo;n&atilde;o tenho renda e meus gastos s&atilde;o financiados pela minha fam&iacute;lia ou por outras pessoas&rdquo;.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">O <strong>Brasil de Fato<\/strong> conversou com profissionais de sa&uacute;de para entender os desafios resultantes desse perfil elitizado dos m&eacute;dicos formados no Brasil.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Na avalia&ccedil;&atilde;o do professor M&aacute;rio Scheffer, do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), o perfil corresponde &agrave; elitiza&ccedil;&atilde;o do ensino superior como um todo. &ldquo;Outros cursos muito concorridos apresentam perfis similares. O agravante &eacute; que a medicina &eacute; um curso muito caro, que pessoas de renda mais baixa n&atilde;o conseguem acessar via Fies [Financiamento Estudantil] ou Prouni [Programa Universidade para Todos] na mesma propor&ccedil;&atilde;o dos outros por conta dos pre&ccedil;os da mensalidade&rdquo;, apontou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">O m&eacute;dico da fam&iacute;lia e supervisor do Programa Mais M&eacute;dicos, Renato Penha, diz n&atilde;o se surpreender com os n&uacute;meros. &ldquo;&Eacute; pouco comum encontrar pessoas que trabalham e fazem cursos de medicina ao mesmo tempo, porque a carga hor&aacute;ria do curso &eacute; pesada, o que limita o acesso dos mais pobres. Outros perfis, como ind&iacute;genas ou negros, mesmo com a pol&iacute;tica de cotas, s&atilde;o pouco comuns por conta da concorr&ecirc;ncia&rdquo;, avaliou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Scheffer faz a ressalva de que esse perfil de formandos, apesar de centralizar a medicina em um determinado extrato social, n&atilde;o &eacute; &uacute;nico respons&aacute;vel pela elitiza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea. &ldquo;N&atilde;o podemos generalizar. Cerca de 75% dos m&eacute;dicos que se formam trabalham no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), que continua sendo o maior empregador de m&eacute;dicos do pa&iacute;s. &Eacute; &oacute;bvio que h&aacute; m&eacute;dicos que trabalham apenas na estrutura privada, mas muitos se revezam nas duas estruturas&rdquo;, ponderou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\"><strong>Forma&ccedil;&atilde;o mercadol&oacute;gica<\/strong><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\"><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/node\/32118\">O tipo de forma&ccedil;&atilde;o oferecida nos cursos de medicina brasileiros, no entanto, segue um vi&eacute;s t&eacute;cnico, voltado para o mercado<\/a>, na qual as especialidades que d&atilde;o mais dinheiro acabam sendo as escolhas principais dos formados. &Eacute; o que avalia Joana Carvalho, m&eacute;dica da fam&iacute;lia no Rio de Janeiro e orientadora na especializa&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">&ldquo;O curr&iacute;culo m&eacute;dico hoje nas universidades tem pouco contato com a aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de, que &eacute; a estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. Os estudantes nem conhecem e tem um discurso do senso comum e dos pr&oacute;prios m&eacute;dicos de que a sa&uacute;de p&uacute;blica &eacute; inferior, para pobre, que n&atilde;o tem condi&ccedil;&atilde;o de pagar servi&ccedil;o de sa&uacute;de de qualidade. Isso precisa aparecer de uma forma mais presente na gradua&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;dicos, para que os preconceitos desapare&ccedil;am&rdquo;, declarou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Penha acredita que &eacute; preciso tamb&eacute;m regular a influ&ecirc;ncia que a iniciativa privada exerce na sa&uacute;de p&uacute;blica. &ldquo;O cerne &eacute; conseguirmos concretizar uma pol&iacute;tica p&uacute;blica de sa&uacute;de de qualidade e regular o mercado. Para termos um sistema p&uacute;blico e universal, precisamos de pessoas que trabalhem nele, que sejam voltados a ele. Hoje temos a forma&ccedil;&atilde;o na esfera p&uacute;blica, mas o discurso privado &eacute; muito forte, priorizando especializa&ccedil;&otilde;es que fogem da &aacute;rea social&rdquo;, criticou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Scheffer concorda que o curr&iacute;culo dos cursos deve estar referenciado na sociedade. &ldquo;Vinte mil m&eacute;dicos s&atilde;o formados todo ano. Os cursos precisam formar profissionais com perfil adequado para a &aacute;rea social, para levar a lugares distantes onde n&atilde;o h&aacute; m&eacute;dicos. E isso s&oacute; vamos conseguir com pol&iacute;ticas publicas de sa&uacute;de, remunera&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o desses m&eacute;dicos&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\"><strong>Mais M&eacute;dicos<\/strong><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">O Programa Mais M&eacute;dicos, al&eacute;m de levar m&eacute;dicos para &aacute;reas carentes e remotas, prop&otilde;e medidas que pretendem mudar a l&oacute;gica da forma&ccedil;&atilde;o de medicina no pa&iacute;s. Um alvo dessas mudan&ccedil;as s&atilde;o as diretrizes curriculares dos cursos de medicina, dando um foco maior &agrave; aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria e a abertura de novos cursos e vagas.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Renato acredita que as a&ccedil;&otilde;es do Mais M&eacute;dicos podem ser um come&ccedil;o para estruturar um sistema p&uacute;blico eficiente. &ldquo;H&aacute; dificuldades de estruturar nosso sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de, para que al&eacute;m de formado nele, o profissional seja ativo nele. Por mais que fa&ccedil;amos todas iniciativas poss&iacute;veis e imagin&aacute;veis, se n&atilde;o mudarmos isso, n&atilde;o vamos avan&ccedil;ar&rdquo;, aposta.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">O programa tem como meta, de acordo com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a cria&ccedil;&atilde;o de 11,5 mil novas vagas de gradua&ccedil;&atilde;o em medicina e 12,4 mil de resid&ecirc;ncia m&eacute;dica, nas &aacute;reas priorit&aacute;rias para o SUS at&eacute; 2018.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Seguindo essas diretrizes, o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC) lan&ccedil;ou edital no in&iacute;cio de abril para abrir mais de 1.800 vagas em cursos de medicina, em universidades particulares de 22 cidades de oito estados das regi&otilde;es Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Desta forma, prev&ecirc; o edital, locais com menor &Iacute;ndice de Desenvolvimento Humano (IDH) e detentores de altas taxas de desigualdade social ser&atilde;o contemplados.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Scheffer aposta na mudan&ccedil;a no curr&iacute;culo como meio para que mais profissionais pratiquem medicina social. &ldquo;Fixar m&eacute;dicos em locais remotos &eacute; uma dificuldade em todos os pa&iacute;ses, n&atilde;o h&aacute; uma formula para resolver o problema. Outros pa&iacute;ses ja tentaram de tudo, como oferta de sal&aacute;rios altos, contrata&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dicos estrangeiros, b&ocirc;nus financeiro. Mas os pa&iacute;ses que tiveram maior sucesso foram os que mudaram a forma&ccedil;&atilde;o, para que os m&eacute;dicos se interessassem por esse perfil social da medicina&rdquo;, apontou.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Para Joana, a medida &eacute; positiva. &ldquo;A a&ccedil;&atilde;o imediata de trazer os m&eacute;dicos &eacute; importante, mas a a&ccedil;&atilde;o a longo prazo, que &eacute; formar mais m&eacute;dicos e mudar o tipo da especializa&ccedil;&atilde;o, tornando a resid&ecirc;ncia obrigat&oacute;ria a todos estudantes, pode regular essa l&oacute;gica de especializa&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o feitas a partir dos interesses da categoria, sem levar em conta as necessidades da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, conclui.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\"><strong>Interioriza&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Para Scheffer, as vagas novas, por serem em universidades particulares, n&atilde;o v&atilde;o democratizar o acesso aos cursos de medicina para os mais pobres, mantendo o mesmo perfil elitizado de estudantes na universidade. &ldquo;A pol&iacute;tica de abertura de novos cursos e expans&atilde;o de vagas em medicina n&atilde;o d&aacute; sinais de que isso v&aacute; ser acompanhado de uma democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso, por afastar a maioria dos benefici&aacute;rios do Fies e Prouni, por conta das mensalidades caras e do vestibular concorrido nas universidades p&uacute;blicas&rdquo;.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">O MEC informou, por meio de nota &agrave; reportagem, que o edital de chamada para abertura de novos cursos de medicina buscou garantir crit&eacute;rios para que se tenha uma maior inclus&atilde;o social, como a sele&ccedil;&atilde;o dos munic&iacute;pios em regi&otilde;es carentes e que sejam desprovidas de cursos de medicina. Para selecionar essas &aacute;reas, ser&atilde;o oferecidas pontua&ccedil;&otilde;es extras, por exemplo, para aqueles que apresentarem um Plano de Ofertas de Bolsas para alunos com base em crit&eacute;rios socioecon&ocirc;micos.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">&#8220;O programa objetiva oportunizar &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es destes munic&iacute;pios a acessarem estas vagas, tanto pelo programa de bolsas que obrigatoriamente dever&aacute; ser ofertado pelas IES [Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior] selecionadas, como considerando, complementarmente, os demais programas de financiamento e inclus&atilde;o j&aacute; existentes no MEC, como o Prouni [Programa Universidade Para Todos], o Fies [Financiamento Estudantil] e a pol&iacute;tica de cotas que deve ser obedecida nos termos da lei&rdquo;, assinala a nota.<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"western\" lang=\"pt-PT\">Fonte: <a href=\"https:\/\/brasildefato.com.br\/node\/32117\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Brasil de Fato<\/a><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jos&eacute; Coutinho J&uacute;nior, Da Reda&ccedil;&atilde;o Mulheres, jovens, brancas, que moram com os pais, nunca trabalharam e sempre estudaram em escola privada. 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