

{"id":10461,"date":"2015-06-02T12:06:11","date_gmt":"2015-06-02T15:06:11","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/o-sus-deve-atender-a-multiplicidade-das-populacoes\/"},"modified":"2015-06-02T12:06:11","modified_gmt":"2015-06-02T15:06:11","slug":"o-sus-deve-atender-a-multiplicidade-das-populacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/o-sus-deve-atender-a-multiplicidade-das-populacoes\/","title":{"rendered":"&#8220;O SUS deve atender a multiplicidade das popula\u00e7\u00f5es&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<p>Seguindo a s&eacute;rie de entrevistas com membros do Conselho Curador do&nbsp;<strong>PenseSUS<\/strong>&nbsp;em comemora&ccedil;&atilde;o ao primeiro ano do site, Michely Ribeiro, conselheira nacional de sa&uacute;de pela Rede Lai Lai Apejo &#8211; Popula&ccedil;&atilde;o Negra e AIDS,&nbsp;enfatiza&nbsp;que&nbsp;o SUS &eacute; um patrim&ocirc;nio do povo brasileiro e &ldquo;o debate da sa&uacute;de p&uacute;blica precisa ser reconhecido por cada cidad&atilde;o e cidad&atilde; como algo seu, do qual ele faz parte, do qual ela faz uso, e que acolha essas pessoas como as mais importantes dentro do Sistema&rdquo;.<\/p>\n<p>Para Michely, &eacute; importante considerar as demandas das popula&ccedil;&otilde;es, a diversidade dos cidad&atilde;os e seus modos de vida na garantia e no acesso ao direito &agrave; sa&uacute;de e ela ainda&nbsp;destaca na entrevista pautas importantes para a 15&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de, que acontece em dezembro deste ano, em Bras&iacute;lia,&nbsp;a come&ccedil;ar pela amplia&ccedil;&atilde;o das vozes dos usu&aacute;rios do SUS neste espa&ccedil;o.<\/p>\n<p>A&nbsp;conselheira tamb&eacute;m fala a seguir dos desafios para efetiva&ccedil;&atilde;o do SUS, como a necessidade de a participa&ccedil;&atilde;o social ser ampliada para al&eacute;m dos conselhos de sa&uacute;de. Entre as propostas que apresenta para superar esses entraves est&aacute; uma revis&atilde;o nas din&acirc;micas de controle social, sugerindo que as confer&ecirc;ncias de sa&uacute;de, por exemplo, sejam levadas at&eacute; &agrave;s pessoas em geral.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PenseSUS: Quais s&atilde;o os principais desafios para o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS)?<\/strong><\/p>\n<p>Michely Ribeiro: Dentre os principais desafios para a efetiva&ccedil;&atilde;o do SUS, evidencio a necessidade de que o Sistema esteja diretamente atendendo &agrave;s demandas da popula&ccedil;&atilde;o. Nesse sentido, ter qualidade de atendimento na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica mostra-se um grande desafio, principalmente na estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia e no Programa de Agentes Comunit&aacute;rias\/os de Sa&uacute;de. H&aacute; a necessidade de pensar a gest&atilde;o do SUS e identificar prioridades que sejam pautadas tamb&eacute;m pelos determinantes sociais em sa&uacute;de e que possibilitem, al&eacute;m da an&aacute;lise epidemiol&oacute;gica e do quadro das doen&ccedil;as, incidir com maior efic&aacute;cia na causa das doen&ccedil;as e na compreens&atilde;o da sa&uacute;de em seu sentido amplo, pela garantia do bem-estar da popula&ccedil;&atilde;o. Isso n&atilde;o pode ser pensado sem que o subfinanciamento do SUS seja vencido. H&aacute; a necessidade de que o financiamento da sa&uacute;de p&uacute;blica tenha express&atilde;o suficiente para as demandas da efetiva&ccedil;&atilde;o do direito &agrave; sa&uacute;de. E nada disso se faz sem que profissionais de sa&uacute;de estejam em educa&ccedil;&atilde;o permanente para cuidar bem da popula&ccedil;&atilde;o brasileira e que tenham condi&ccedil;&otilde;es de ofertar seu melhor trabalho. Esses desafios devem ser enfrentados e desenhados juntamente com a popula&ccedil;&atilde;o. Sendo assim, n&atilde;o h&aacute; supera&ccedil;&atilde;o desses desafios sem que haja amplia&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o e exerc&iacute;cio do controle social, que extrapole os conselhos de sa&uacute;de. &Eacute; preciso que a popula&ccedil;&atilde;o compreenda seu papel na melhoria e garantia do SUS. E que o Sistema atenda a todas e todos, como um patrim&ocirc;nio do povo brasileiro, reconhecendo a multiplicidade dessas popula&ccedil;&otilde;es que vivem, interagem e compreendem, de modos diferentes, a sa&uacute;de e que precisam que o cuidado esteja em concord&acirc;ncia com seus modos de vida.<\/p>\n<p><strong>Como garantir a preserva&ccedil;&atilde;o e o aprimoramento do SUS como sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de?<\/strong><\/p>\n<p>Sem sombra de d&uacute;vida, &eacute; preciso ampliar efetivamente a participa&ccedil;&atilde;o das pessoas no processo de monitoramento e controle social da sa&uacute;de, para al&eacute;m das confer&ecirc;ncias e conselhos de sa&uacute;de. O debate da sa&uacute;de p&uacute;blica precisa ser reconhecido por cada cidad&atilde;o e cidad&atilde; como algo seu, do qual ele faz parte, do qual ela faz uso, e que acolha essas pessoas como as mais importantes dentro do Sistema. Por essa raz&atilde;o, &eacute; preciso qualificar o atendimento direto ao usu&aacute;rio do SUS, no que tange &agrave; oferta de servi&ccedil;os (medicamentos, atividades preventivas etc.), e desburocratizar a participa&ccedil;&atilde;o nas inst&acirc;ncias de controle social, assim como dinamizar as mesmas. As reuni&otilde;es dos conselhos locais precisam sair de dentro das Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de e acontecer nas associa&ccedil;&otilde;es de moradores, nas casas das pessoas, nos campinhos de futebol, para que a comunidade como um todo veja, saiba e acesse quem s&atilde;o seus representantes e entenda o papel de cada pessoa nesse processo de monitoramento da pol&iacute;tica de sa&uacute;de. N&atilde;o s&atilde;o as pessoas que devem ir &agrave; confer&ecirc;ncia para ampliar a participa&ccedil;&atilde;o, mas sim a confer&ecirc;ncia que deve ir at&eacute; as pessoas, por exemplo. Isso n&atilde;o garante a preserva&ccedil;&atilde;o do sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de, mas faz com que tenhamos mais pessoas defendendo o SUS que se torna real, e n&atilde;o o SUS abstrato constitucional.<\/p>\n<p><strong>Como colocar efetivamente a sa&uacute;de na agenda de desenvolvimento econ&ocirc;mico e social do pa&iacute;s?<\/strong><\/p>\n<p>Nessa &uacute;ltima d&eacute;cada, esteve vigente, de forma t&iacute;mida, a inser&ccedil;&atilde;o do debate em torno do que fazer para impulsionar o desenvolvimento econ&ocirc;mico, atrelando-o ao desenvolvimento social. Objetivamente, ainda que ignoradas, as estrat&eacute;gias que se pautam na necessidade de estabelecer prioridade para as popula&ccedil;&otilde;es historicamente negligenciadas garantem o desenvolvimento social e tais investimentos d&atilde;o diretamente resultados econ&ocirc;micos.&nbsp;<\/p>\n<p>&Eacute; preciso divulgar e contabilizar os gastos em sa&uacute;de devido &agrave; aus&ecirc;ncia de garantia de direitos humanos. Por exemplo, quanto se gasta em programas de hipertens&atilde;o e diabetes, devido a uma alimenta&ccedil;&atilde;o irregular e pouco nutritiva da popula&ccedil;&atilde;o e &agrave; aus&ecirc;ncia de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos, enquanto se investe em produ&ccedil;&atilde;o de alimentos transg&ecirc;nicos? Qual &eacute; o impacto do n&atilde;o enfrentamento da viol&ecirc;ncia contra a mulher e quais s&atilde;o os gastos da sa&uacute;de p&uacute;blica com internamentos e tratamentos psicol&oacute;gicos para as pr&oacute;prias mulheres, filhos e filhas? Qual &eacute; o impacto da nega&ccedil;&atilde;o a trabalho, moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, educa&ccedil;&atilde;o, terra, lazer nos gastos com a sa&uacute;de?<\/p>\n<p>Os dados brutos evidenciam que, onde h&aacute; as maiores viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos, encontramos os piores indicadores de sa&uacute;de. Pessoas mais saud&aacute;veis conferem menos gastos aos cofres p&uacute;blicos em tratamentos prolongados. Al&eacute;m disso, faltam menos ao emprego, d&atilde;o continuidade ao desenvolvimento de suas atividades e conseguem comprar alimentos que garantam o sustento de suas fam&iacute;lias, fazendo com que crian&ccedil;as e adolescentes n&atilde;o tenham que trabalhar cedo e garantindo seu espa&ccedil;o e direito a lazer e assim por diante, o que representa menos gastos com sa&uacute;de p&uacute;blica.<\/p>\n<p>Como exemplo direto tem o meu campo de atua&ccedil;&atilde;o com mulheres negras: o programa de transfer&ecirc;ncia de renda Bolsa Fam&iacute;lia est&aacute; inserido em&nbsp; uma proposta de desenvolvimento social. Das mais de 14 milh&otilde;es de fam&iacute;lias beneficiadas, 93% s&atilde;o cadastradas por mulheres, sendo que dessas 73% s&atilde;o mulheres negras. A identifica&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o desses dados fizeram com que surgissem mais estrat&eacute;gias que beneficiassem mulheres, por exemplo, a abertura de cr&eacute;dito especial para elas. Essa a&ccedil;&atilde;o movimenta significativamente a economia nacional.<\/p>\n<p>Por essa raz&atilde;o, &eacute; preciso pensar quem s&atilde;o os atores sociais interessados em construir uma sa&uacute;de p&uacute;blica de qualidade no Brasil e conferir novos investimentos para tais pessoas, visto que a sa&uacute;de p&uacute;blica serve a um conjunto muito amplo da popula&ccedil;&atilde;o, mas essas t&ecirc;m baixo poder de vocaliza&ccedil;&atilde;o. Investir nessas pessoas significa conferir-lhes mais poder e, nesse sentido, demonstrar a import&acirc;ncia da sa&uacute;de para esse maior conjunto populacional e que a garantia de sa&uacute;de para as pessoas impulsiona diretamente o desenvolvimento econ&ocirc;mico, atrelado ao desenvolvimento social.<\/p>\n<p><strong>Como agregar outras representa&ccedil;&otilde;es ao debate sobre as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de? &nbsp;E como essas pol&iacute;ticas podem contribuir para redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades sociais e para melhoria da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/p>\n<p>Precisamos disseminar a vis&atilde;o de que sa&uacute;de n&atilde;o &eacute; aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a e, principalmente, convencer as pessoas disso. Nesse sentido, &eacute; preciso estabelecer uma busca ativa com as diversas &aacute;reas que dialogam com a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades. A promo&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida das pessoas passa pelo atendimento, ou acesso aos direitos constitucionais. Sendo assim, temos que buscar e envolver (s&atilde;o duas coisas!) educa&ccedil;&atilde;o, alimenta&ccedil;&atilde;o, trabalho, moradia, lazer, seguran&ccedil;a, assist&ecirc;ncia social, meio ambiente, justi&ccedil;a, cultura e lazer, agricultura e abastecimento, trabalho e gera&ccedil;&atilde;o de renda, igualdade racial, defesa de direitos das crian&ccedil;as e adolescentes, mulheres, idosos, pessoas com defici&ecirc;ncia, jovens, povos e comunidades tradicionais. Devemos colocar em intera&ccedil;&atilde;o as diferentes &aacute;reas ou campos de atua&ccedil;&atilde;o para efetivar a pol&iacute;tica p&uacute;blica de sa&uacute;de, com vistas &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades sociais, e promover a qualidade de vida.<\/p>\n<p><strong>Quais temas n&atilde;o podem ficar de fora do debate para 15&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de?<\/strong><\/p>\n<p>Em um primeiro momento &eacute; a amplia&ccedil;&atilde;o da voz dos usu&aacute;rios do SUS. Parece que esse n&atilde;o &eacute; um tema, mas &eacute; um dos mais importantes! H&aacute; que se pensar a regionaliza&ccedil;&atilde;o do SUS e o processo de interioriza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas do ponto de vista da gest&atilde;o, mas de modo que tenhamos diferentes vozes ecoando, com mesmo potencial de vocaliza&ccedil;&atilde;o que as demais. Tamb&eacute;m &eacute; preciso aplicar a equidade no processo de organiza&ccedil;&atilde;o, participa&ccedil;&atilde;o e monitoramento das demandas elencadas na 15&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de. E &eacute; importante pensar como efetivar o direito humano &agrave; sa&uacute;de, encontrar solu&ccedil;&otilde;es diferentes para os mesmos problemas. &Eacute; preciso ser mais criativo e aprofundar mais a compreens&atilde;o do problema e produzir solu&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias e eficazes.<br \/>Tamb&eacute;m &eacute; preciso debater acesso, financiamento, qualifica&ccedil;&atilde;o profissional (educa&ccedil;&atilde;o permanente) e principalmente melhorar a comunica&ccedil;&atilde;o do SUS que n&atilde;o seja apenas propaganda do que a gest&atilde;o faz.<\/p>\n<p><strong>Como tornar as propostas decorrentes da confer&ecirc;ncia mais efetivas, contribui&ccedil;&otilde;es para pol&iacute;tica nacional de sa&uacute;de e para o SUS nos pr&oacute;ximos anos?<\/strong><\/p>\n<p>Devemos manter o foco no controle social posterior ao acontecimento da confer&ecirc;ncia, no que est&aacute; sendo chamado de quarta etapa da 15&ordf; Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de, fazendo reverberar as delibera&ccedil;&otilde;es da mesma no processo de constru&ccedil;&atilde;o do Plano Nacional de Sa&uacute;de. Fazer com o que o relat&oacute;rio chegue com qualidade e em linguagem adequada e acess&iacute;vel a todas as popula&ccedil;&otilde;es que usam o SUS e oportunizar que as pessoas, e n&atilde;o apenas institui&ccedil;&otilde;es, sintam-se respons&aacute;veis pelo processo de desenvolvimento da pol&iacute;tica de sa&uacute;de p&uacute;blica.<\/p>\n<p><strong>O que &eacute; preciso para que as pessoas saibam mais sobre o SUS e seus direitos?<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; preciso tornar a linguagem da sa&uacute;de acess&iacute;vel, sobretudo para aquelas pessoas que majoritariamente utilizam os servi&ccedil;os do SUS. De mesmo modo, &eacute; preciso encontrar novas maneiras de envolver a comunidade no processo de tomada de decis&atilde;o e direcionamento da pol&iacute;tica de sa&uacute;de por mecanismos menos burocratizados.<\/p>\n<p><strong>O PenseSUS acaba de completar um um ano. Como pode contribuir mais?<\/strong><\/p>\n<p>O PenseSUS j&aacute; &eacute; uma plataforma que visa estabelecer novas maneiras de comunica&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de, creio que seja necess&aacute;rio que os debates s&eacute;rios que s&atilde;o travados e temas apresentados no site tenham linguagens diferentes para dialogar com as diferentes popula&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/pensesus.fiocruz.br\/entrevista-michely-ribeiro-o-sus-deve-atender-multiplicidade-das-popula%C3%A7%C3%B5es\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PenseSUS<\/a><\/p>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seguindo a s&eacute;rie de entrevistas com membros do Conselho Curador do&nbsp;PenseSUS&nbsp;em comemora&ccedil;&atilde;o ao primeiro ano do site, Michely Ribeiro, conselheira nacional de sa&uacute;de pela Rede Lai Lai Apejo &#8211; Popula&ccedil;&atilde;o Negra e AIDS,&nbsp;enfatiza&nbsp;que&nbsp;o SUS &eacute; um patrim&ocirc;nio do povo brasileiro e &ldquo;o debate da sa&uacute;de p&uacute;blica precisa ser reconhecido por cada cidad&atilde;o e cidad&atilde; como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":46,"featured_media":10460,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-10461","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-conselho"],"rttpg_featured_image_url":{"full":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313.jpg",240,315,false],"landscape":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313.jpg",240,315,false],"portraits":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313.jpg",240,315,false],"thumbnail":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313-229x300.jpg",229,300,true],"large":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313.jpg",240,315,false],"1536x1536":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313.jpg",240,315,false],"2048x2048":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/06\/foto_michely_ribeiro_ed-313.jpg",240,315,false]},"rttpg_author":{"display_name":"cleybetsls","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/author\/cleybetsls\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/categoria\/conselho-estadual-de-saude\/noticias-conselho\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias Conselho<\/a>","rttpg_excerpt":"Seguindo a s&eacute;rie de entrevistas com membros do Conselho Curador do&nbsp;PenseSUS&nbsp;em comemora&ccedil;&atilde;o ao primeiro ano do site, Michely Ribeiro, conselheira nacional de sa&uacute;de pela Rede Lai Lai Apejo &#8211; Popula&ccedil;&atilde;o Negra e AIDS,&nbsp;enfatiza&nbsp;que&nbsp;o SUS &eacute; um patrim&ocirc;nio do povo brasileiro e &ldquo;o debate da sa&uacute;de p&uacute;blica precisa ser reconhecido por cada cidad&atilde;o e cidad&atilde; como&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10461","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/users\/46"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10461"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10461\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10460"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10461"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10461"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10461"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}