{"id":10432,"date":"2015-07-20T09:07:31","date_gmt":"2015-07-20T12:07:31","guid":{"rendered":"https:\/\/siteshom.goias.gov.br\/saude\/querem-matar-o-sus-3-mais-cpsus-neles\/"},"modified":"2015-07-20T09:07:31","modified_gmt":"2015-07-20T12:07:31","slug":"querem-matar-o-sus-3-mais-cpsus-neles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/querem-matar-o-sus-3-mais-cpsus-neles\/","title":{"rendered":"Querem matar o SUS-3: mais CPSUS neles!"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html PUBLIC \"-\/\/W3C\/\/DTD HTML 4.0 Transitional\/\/EN\" \"https:\/\/www.w3.org\/TR\/REC-html40\/loose.dtd\"><br \/>\n<html><body><\/p>\n<h1><span style=\"font-size: 10px;\">&nbsp;<\/span><\/h1>\n<div class=\"img-rep\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" src=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-47d.jpg\" alt=\"Querem matar o SUS-3: mais CPSUS neles!\"><\/div>\n<div class=\"post-content clearfix\">\n<p><span>Paulo Capel Narvai (*)<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde que, em maio deste ano, publiquei neste espa&ccedil;o o artigo &ldquo;Querem matar o SUS: CPSUS neles!&rdquo;, o primeiro do que seria uma trilogia, tenho ouvido elogios e cr&iacute;ticas ao que est&aacute; ali proposto: a cria&ccedil;&atilde;o, com urg&ecirc;ncia, de uma Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento do SUS, a CPSUS, nos moldes da proposta encaminhada ao Congresso Nacional em 2009, isentando de recolhimento as pequenas movimenta&ccedil;&otilde;es financeiras. Considero que a CPSUS &eacute; indispens&aacute;vel nesta etapa hist&oacute;rica do SUS, para que o sistema consiga o oxig&ecirc;nio de que necessita para se manter vivo, uma vez que o Congresso Nacional vem, reiteradamente, recha&ccedil;ando todas as alternativas que recebe para dotar o sistema de fontes or&ccedil;ament&aacute;rias fixas, permanentes, suficientes e razoavelmente est&aacute;veis. Mas a CPSUS n&atilde;o &eacute; aceita por SUScidas em geral, notadamente a Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bancos (FEBRABAN), a FIESP, a FIERJ e outras organiza&ccedil;&otilde;es vinculadas ao polo do capital. Essa gente n&atilde;o quer nem ouvir falar disso. Contudo, SUSistas, como o ministro da Sa&uacute;de Arhur Chioro, defendem a proposta. Argumentei no artigo que n&atilde;o criar a CPSUS e postergar decis&otilde;es sobre o modelo de financiamento do SUS implicar&aacute; promover um perigoso esgar&ccedil;amento desse sistema que &eacute;, segundo v&aacute;rios analistas, o principal elo da rede de prote&ccedil;&atilde;o social que estamos construindo no Brasil. Com muitas dificuldades, &eacute; certo, mas que j&aacute; contabiliza feitos not&aacute;veis e que a maioria dos brasileiros considera uma conquista a ser defendida de todas as formas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cr&iacute;ticos t&ecirc;m-me dito que estou praticamente sozinho. Um amigo petista aconselhou-me a &ldquo;deixar isso pr&aacute; l&aacute;, pois o partido recusou a CPMF no &uacute;ltimo congresso, em Salvador&rdquo;. Uma amiga tucana n&atilde;o se conformou que eu tenha tido &ldquo;o atrevimento de propor a cria&ccedil;&atilde;o de mais um imposto, no pa&iacute;s dos impostos&rdquo;. Seguindo no espectro pol&iacute;tico-partid&aacute;rio em que tenho leitores que se importam com o que escrevo e que me d&atilde;o o privil&eacute;gio do bom debate pol&iacute;tico, topei com um camarada do PSOL que foi logo me acusando de &ldquo;n&atilde;o ir &agrave; raiz dos problemas&rdquo;, de n&atilde;o falar nada sobre &ldquo;a d&iacute;vida p&uacute;blica, o ajuste fiscal e a rendi&ccedil;&atilde;o do governo Dilma aos rentistas e ao capital financeiro&rdquo;. E nesse tom seguiram as cr&iacute;ticas, que sintetizo neste par&aacute;grafo para n&atilde;o aborrecer os leitores. Em respeito aos que me leem, excluo os xingamentos que recebi. As principais obje&ccedil;&otilde;es &agrave; cria&ccedil;&atilde;o da CPSUS s&atilde;o, efetivamente, essas que elenquei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Admito que gostei das cr&iacute;ticas, pois elas me permitem desenvolver o assunto e esclarecer v&aacute;rios aspectos relacionados com o tema. E sobretudo porque v&ecirc;m de SUSistas, n&atilde;o de SUScidas. T&ecirc;m origem em batalhadores por direitos sociais, gente que quer melhorar as coisas para todos no Brasil. Respeito-os(as).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em resposta a esses argumentos tenho dito, basicamente, que n&atilde;o escrevo para agradar, nem proponho alguma coisa para ser simp&aacute;tico. Claro que lamento que o PT tenha tomado essa decis&atilde;o em um congresso partid&aacute;rio. Creio, por&eacute;m, que a decis&atilde;o foi motivada pela necessidade de agradar eleitores e aliados. Mas eu n&atilde;o tenho de agradar ningu&eacute;m, muito menos eleitores, e sou aliado, apenas, da minha consci&ecirc;ncia e do que considero ser o interesse p&uacute;blico. Depois dessa decis&atilde;o, que considero equivocada, cabe ao PT e ao governo Dilma, cujo ministro da Fazenda Joaquim Levy se op&ocirc;s &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o, explicar &agrave; Na&ccedil;&atilde;o como pretendem acabar com o cr&ocirc;nico subfinanciamento do SUS, para que o sistema sobreviva. Ou correm o s&eacute;rio risco de passar &agrave; Hist&oacute;ria como os coveiros do SUS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Devo esclarecer, a esta altura, que a CPSUS n&atilde;o &eacute; &ldquo;mais um imposto&rdquo;. Ali&aacute;s, n&atilde;o &eacute; um imposto, mas uma contribui&ccedil;&atilde;o social. N&atilde;o se trata de jogo de palavras. Os recursos com origem em impostos perdem-se nos meandros do or&ccedil;amento p&uacute;blico. Contribui&ccedil;&otilde;es podem ser objeto de vincula&ccedil;&otilde;es, definidas em lei. Pol&iacute;tica, e tecnicamente, faz diferen&ccedil;a, embora haja sempre o risco de um congresso sem compromisso com o interesse p&uacute;blico deturpar tudo. Contra isto &eacute; necess&aacute;rio, sobretudo, investir na organiza&ccedil;&atilde;o popular e seguir firme com as a&ccedil;&otilde;es em defesa do SUS. Mas, isto, estamos fazendo desde a cria&ccedil;&atilde;o do sistema, contra a a&ccedil;&atilde;o implac&aacute;vel dos SUScidas que o boicotam e sabotam diuturnamente. Argumentar contra a CPSUS como &ldquo;mais um imposto&rdquo; &eacute; desconhecimento. Mas pode ser, tamb&eacute;m, m&aacute; f&eacute;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a &ldquo;raiz dos problemas&rdquo; tenho repetido que a fixa&ccedil;&atilde;o dos objetivos das lutas em defesa do SUS apenas em bandeiras estrat&eacute;gicas vem, objetivamente, paralisando muitos defensores do SUS. N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida quanto &agrave; import&acirc;ncia de seguir avan&ccedil;ando e encontrar caminhos para taxar as heran&ccedil;as e grandes fortunas e conter a sangria da sonega&ccedil;&atilde;o de impostos. Mas &eacute; preciso cautela na reprodu&ccedil;&atilde;o do discurso veiculado pela m&iacute;dia comprometida com o capital financeiro de que &ldquo;o Brasil &eacute; o campe&atilde;o dos impostos&rdquo; e que &ldquo;o governo&rdquo; n&atilde;o devolve o que recebe com bons servi&ccedil;os. Isto &eacute; correto, mas apenas em parte. &Eacute; preciso dizer, tamb&eacute;m, que no Brasil se paga (muito) menos impostos do que na Inglaterra, Fran&ccedil;a, Espanha, Estados Unidos, Canad&aacute;, Su&eacute;cia e por a&iacute; vai (a lista &eacute; longa&hellip;). E que h&aacute; dois problemas fundamentais com impostos no Brasil, embora curiosamente a m&iacute;dia comprometida com interesses econ&ocirc;micos raramente fale deles com destaque, que s&atilde;o: 1) nosso padr&atilde;o tribut&aacute;rio &eacute; regressivo, pois quem tem menos paga igual quem tem muito. O que devemos fazer urgentemente com nossa pol&iacute;tica de impostos &eacute; reverter isto; e, 2) h&aacute; muita sonega&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O &ldquo;impost&ocirc;metro&rdquo; &eacute; cortina de fuma&ccedil;a desses sonegadores contumazes para enganar a opini&atilde;o p&uacute;blica. O &ldquo;soneg&ocirc;metro&rdquo;, em boa hora criado pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (SINPROFAZ) &eacute; muito, mas muito mais importante, nesse debate, do que o &ldquo;impost&ocirc;metro&rdquo;. A sonega&ccedil;&atilde;o solapa as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de modo contundente e contribui para aumentar as dificuldades da sa&uacute;de e da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, dentre outras pol&iacute;ticas dirigidas ao reconhecimento de direitos sociais. Maus servi&ccedil;os p&uacute;blicos, sucateados, s&atilde;o produzidos deliberadamente por interessados em viabilizar iniciativas mercantis nesses setores. &Eacute; estrat&eacute;gico para esses interesses difundir esta ideologia, construir e reproduzir, &agrave; exaust&atilde;o, a imagem de servi&ccedil;os p&uacute;blicos com gestores incompetentes, contando com funcion&aacute;rios vagabundos e que, assim, &ldquo;n&atilde;o entregam servi&ccedil;os com qualidade compat&iacute;vel com a quantidade de impostos que pagamos&rdquo;. Servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de prec&aacute;rios s&atilde;o, infelizmente, uma realidade que SUSistas combatem o tempo todo, mas isto nada t&ecirc;m a ver com mais ou menos impostos, mas com dirigentes cujas decis&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m compromisso com o interesse p&uacute;blico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto o SUS agoniza, asfixiado pela falta de recursos, n&atilde;o &eacute;, pol&iacute;tica e eticamente aceit&aacute;vel que n&atilde;o se fa&ccedil;am propostas para hoje, para frear os SUScidas agora e evitar a morte do SUS. N&atilde;o fazer nada espec&iacute;fico, n&atilde;o propor nada estrutural vi&aacute;vel neste momento, &eacute; um erro muito grave dos segmentos sociais e pol&iacute;ticos que criaram o SUS em 1988. Aferrar-se a propostas (apenas) estrat&eacute;gicas, e ignorar as lutas necess&aacute;rias hoje, &eacute; fazer o jogo dos que acumulam e reproduzem capital &agrave; custa de doen&ccedil;a e morte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Insisto que &eacute; um erro focar as lutas em defesa do SUS apenas em certos objetivos estrat&eacute;gicos porque: a) com ou sem o ajuste fiscal, permanecer&aacute; como problema estrutural do SUS o dilema do seu modelo de financiamento, que hoje onera, ao limite da exaust&atilde;o, sobretudo os or&ccedil;amentos municipais. Ademais, &eacute; &lsquo;estrangulado&rsquo; pela lei de responsabilidade fiscal que impede o SUS de contar com o pessoal de sa&uacute;de em quantidade suficiente. Para n&atilde;o descumprir a lei, prefeitos e governadores cortam o pessoal. Assim, mesmo em um cen&aacute;rio hipot&eacute;tico em que n&atilde;o se fa&ccedil;a o ajuste fiscal nada disso se alterar&aacute;. O modelo (ali&aacute;s, nada modelar&hellip;) de financiamento do SUS seguir&aacute; como est&aacute; hoje, e como estava em 2010, 2005, 2000, 1995&hellip; Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o faz sentido opor &ldquo;Ajuste Fiscal versus CPSUS&rdquo;, pois s&atilde;o coisas de naturezas e dimens&otilde;es distintas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Da mesma forma, n&atilde;o tenho obje&ccedil;&atilde;o a que se fa&ccedil;a a &ldquo;auditoria da D&iacute;vida P&uacute;blica J&aacute;!&rdquo;, como querem algumas correntes da Oposi&ccedil;&atilde;o. Mas n&atilde;o &eacute; preciso fazer auditoria da d&iacute;vida para saber que o Estado brasileiro &eacute; ref&eacute;m do sistema financeiro, que lhe abocanha quase metade dos recursos or&ccedil;ament&aacute;rios, agindo como um hiperagiota vampirizando recursos p&uacute;blicos. &Eacute; preciso dar um basta nisso, sem d&uacute;vida. Contudo, imagine-se um cen&aacute;rio, tamb&eacute;m hipot&eacute;tico, em que se tenha feito a auditoria da d&iacute;vida e que esta, reestruturada, seja cancelada unilateralmente ou rolada para ser amortizada em tr&ecirc;s ou quatro ou cinco d&eacute;cadas. Ainda assim permanecer&aacute; o desafio do modelo de financiamento do SUS, n&atilde;o me parecendo ser correto, pol&iacute;tica e tecnicamente falando, opor &ldquo;Auditoria da D&iacute;vida P&uacute;blica versus CPSUS&rdquo;. Mais uma vez, s&atilde;o coisas de naturezas distintas&hellip;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sou totalmente a favor de taxar heran&ccedil;as e grandes fortunas, mas isso n&atilde;o alterar&aacute; de modo relevante a estrutura do modelo de financiamento do SUS, impactando apenas o volume dos recursos alocados ao sistema, ainda assim com magnitude insuficiente para suas necessidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Concordo tamb&eacute;m com os que advogam o fim das isen&ccedil;&otilde;es fiscais para as empresas que operam os (mal) denominados &ldquo;planos de sa&uacute;de&rdquo;, um mecanismo nefasto que drena recursos p&uacute;blicos para empresas que operam no setor sa&uacute;de sem qualquer controle dos conselhos de sa&uacute;de. &Eacute; urgente estancar a ren&uacute;ncia fiscal e a sangria que isto provoca no or&ccedil;amento p&uacute;blico. Sou favor&aacute;vel a isto, mas n&atilde;o vejo por que motivos algo nessa dire&ccedil;&atilde;o deveria ser contraposto &agrave; cria&ccedil;&atilde;o da CPSUS. S&atilde;o, a meu ju&iacute;zo, medidas complementares que apontam para o mesmo sentido e n&atilde;o o contr&aacute;rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por fim, &eacute; preciso reiterar que o SUS &eacute; uma not&aacute;vel conquista da cidadania brasileira, que quer e precisa do sistema, para garantir a todos o direito constitucional &agrave; sa&uacute;de. Em uma sociedade desigual e in&iacute;qua, como a nossa, &eacute; crucial contar com o SUS. Mas, como mant&ecirc;-lo, sem os recursos de que necessita? Como conseguir isto? &Eacute; preciso reconhecer que praticamente todo o movimento sindical est&aacute; alheio aos destinos do SUS, como institui&ccedil;&atilde;o do mais alto interesse nacional. Parte importante dos movimentos sociais est&aacute; paralisada, parece perplexa frente aos desafios atuais, com receio de propor solu&ccedil;&otilde;es ao impasse do subfinanciamento cr&ocirc;nico. Assim, perplexos e paralisados, est&atilde;o sendo devorados, diariamente, pelo poder econ&ocirc;mico que transforma direito social em mercadoria e investe na perspectiva de que o mercado, e n&atilde;o o Estado, &eacute; a melhor alternativa para a sa&uacute;de dos brasileiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio dos liberais e neoliberais, creio na efic&aacute;cia do Estado para garantir direitos sociais e n&atilde;o na &ldquo;m&atilde;o invis&iacute;vel do mercado&rdquo;. N&atilde;o creio, por&eacute;m, em um Estado qualquer, mas em um Estado democr&aacute;tico, republicano, n&atilde;o patrimonialista, com gest&atilde;o participativa e controle p&uacute;blico das a&ccedil;&otilde;es e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Um Estado que precisamos seguir construindo no Brasil, pois estamos ainda muito longe dele.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><span>(*) PAULO CAPEL NARVAI &eacute; professor titular de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP)<\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><br \/><\/span><\/em><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/cebes.org.br\/2015\/07\/querem-matar-o-sus-3-mais-cpsus-neles\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CEBES<\/a><\/p>\n<\/div>\n<p><\/body><\/html><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Paulo Capel Narvai (*) &nbsp; Desde que, em maio deste ano, publiquei neste espa&ccedil;o o artigo &ldquo;Querem matar o SUS: CPSUS neles!&rdquo;, o primeiro do que seria uma trilogia, tenho ouvido elogios e cr&iacute;ticas ao que est&aacute; ali proposto: a cria&ccedil;&atilde;o, com urg&ecirc;ncia, de uma Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento do SUS, a CPSUS, nos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":46,"featured_media":10430,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-10432","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-conselho"],"rttpg_featured_image_url":{"full":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171.jpg",320,213,false],"landscape":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171.jpg",320,213,false],"portraits":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171.jpg",320,213,false],"thumbnail":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171-300x200.jpg",300,200,true],"large":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171.jpg",320,213,false],"1536x1536":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171.jpg",320,213,false],"2048x2048":["https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-content\/uploads\/sites\/34\/2015\/07\/paulocapelnarvaifotomarcossantos-320x213-171.jpg",320,213,false]},"rttpg_author":{"display_name":"cleybetsls","author_link":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/author\/cleybetsls\/"},"rttpg_comment":0,"rttpg_category":"<a href=\"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/categoria\/conselho-estadual-de-saude\/noticias-conselho\/\" rel=\"category tag\">Not\u00edcias Conselho<\/a>","rttpg_excerpt":"&nbsp; Paulo Capel Narvai (*) &nbsp; Desde que, em maio deste ano, publiquei neste espa&ccedil;o o artigo &ldquo;Querem matar o SUS: CPSUS neles!&rdquo;, o primeiro do que seria uma trilogia, tenho ouvido elogios e cr&iacute;ticas ao que est&aacute; ali proposto: a cria&ccedil;&atilde;o, com urg&ecirc;ncia, de uma Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento do SUS, a CPSUS, nos&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10432","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/users\/46"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10432"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10432\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10430"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10432"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10432"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goias.gov.br\/saude\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10432"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}